segunda-feira, 28 de julho de 2008

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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Pra começar as postagens...

As fontes de estudo que geraram os textos aqui postados até sete de agosto são:

  • BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. p.111-114.

· POLISTCHUCK, I; TRINTA, A. Teorias da comunicação – o pensamento e a prática da Comunicação Social. Rio de Janeiro: Campus, 2003. p. 75 – 82.

  • RAMONET, I. O poder midiático. In: MORAES, D (Org). Por uma outra comunicação – midia, mundialização cultural e poder. Rio de Janeiro: Record, 2003. p. 243-254.

· SILVERSTONE, R. Por que estudar a midia? São Paulo: Loyola, 2002. p. 33 – 43.

Boa leitura.


Nos primórdios era rudimentarmente, por meio de gestos, rabiscos e sons que o homem fazia a comunicação. Depois se iniciou a comunicação a distância, com sinais visuais (fumaça), sonoros (batidas nas árvores) e, corte no tempo, chegamos ao universo digital. Como no filme 2001, uma odisséia no espaço, 1968, de Stanley Kubrick, é o macaco que descobre no osso o instrumento de poder, que lança no espaço e transforma em nave espacial. De modos semelhantes, a relação homem – mundo foi sempre modificada pela tecnologia – a cada invento, mudam o homem e as suas práticas cotidianas.
Atualmente, as novas tecnologias de informação e comunicação viabilizam um outro espaço, por onde se movimentam as redes de sociabilidade, provocando novos olhares para as práticas, que incluem a comunicação jornalística e a comunicação virtual.
Com olhar otimista, Pierre Lèvy diz que os novos modos de navegação são mais importantes do que os novos suportes da informação, pois permitem criar o lúdico, a sociabilidade. É também Lèvy que entende a rede como um lugar ¨onde se descobre o que se quer saber¨.
Este blog tem como proposta ser uma alternativa no processo de construção do olhar do futuro jornalista, no que diz respeito à mídia e suas interfaces. Ao fundo, o propósito de discutir questões contemporâneas a partir de enfoques das teorias da comunicação.