quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Bauman e Polistchuck

Texto Bauman:

Bauman se utiliza do viés de Richard Sannet, que concebe a sociedade com um complexo humano onde estranhos têm chance de se encontrar e manterem relações, independentes de não terem um repertório anterior e/ou perspectiva de futuro. A vida urbana sugere esse efeito, nomeado por Sannet, de 'civilidade', ou seja, uma ação que permite a simultaniedade da existência das pessoas num mesmo local, protegidas por uma máscara que as absolve do peso dos sentimentos e problemáticas alheias. Ela permite
que pessoas coexistam e não tenham a necessidade de interação umas com as outras. É uma prática solitária e individual voltado ao uso em grupo. É reflexo do engajamento de um ser que se julga social e que procura situar-se a nível de coletividade em
espaços públicos. O autor cita a praça La Défense, em Paris, como exemplo duvidoso de civilidade, pois ao mesmo que tempo que motiva, desencoraja o visitante a permancer no local. A hospitalidade da praça (mesmo sem bancos ou árvores) contratasta com a indiferenças de prédios que compõe a paisagem secundária e contagia o visitante com tal sentimento, fazendo-do sentir deslocado. O que movimenta a praça regularmente é o fluxo do metrô, que despeja pessoas que em pouco tempo se dispersam. Liisa Usitalo aborda o consumismo condicionado, o qual todos estamos submetidos. A inércia do consumo sulbjulga o ser humano a valorizar apenas a ação e não a interação. A concentração total no ato de comprar, faz de cada um de nós, um pouco mais hedonistas e egoístas, desconsiderando pessoas próximas, que ao ver social, não teriam nada a acrescentar e atrapalhariam o ato silencioso de comprar. Conglemerados, ajuntamentos, por mais quepareçam sugerer interatividade, são antros de introspecção, e no máximo, interações frias e superciais.



Polistchuck:

O autor começa citando a divisão histórica da linha do tempo: Antiguidade, Idade Média, Moderna e Contemporânea e situa a noção de morderndiade em três núcleos de significação:

- cultural, cognitiva e ética, relacioando ao iluminismo e filosifia
- econômica e social, relativo a industrialização e urbanização
- política, e seus respectivos pontos referentes aos estados nacionais, noção de democracia, etc.

Nas interfaces desse contexto plural, situa-se a mídia que desempenha papel fundamental na construção de visão de mundo das pessoas. A mídia intermedia a relação do espaço, onde a ação efetiva acontece, e a proporção que isso terá na vida das pessoa, lugar, onde em suas palavras, tudo converge. A mídia torna o desinteressante em interessante, e faz do fato, mesmo que corriqueiro, ganhar tons de grande acontecimento.Eis o poder de espetacularização que ela detém. O termo 'mass media', que eclodiu nos anos 70, se faz valer, e o 4º poder vai graduamente ganhando força. Para o autor a função da mídia é "continua desempenhar um importante papel em sua condição de necessária referência à orientação para a vida do cotidiano,à concretização de processos políticos e à de grandes transformações culturais." Em outras palavras a mídia é fator determinante no que se refere à construção de imaginários sociais e universos coletivos, desde sua existência.

Camila, Hermes, Luís, Priscila e Rafael

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