terça-feira, 12 de agosto de 2008

Duas visões em um mesmo veículo

Ao analisar a entrevista de duas jornalistas da Gazeta do Povo, tendo por base a leitura do capítulo “Teorias da Comunicação: Hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconscientes”, entende-se que num mesmo veículo pode-se coexistir pensamentos diferentes quanto ao trabalho e a função jornalística.

Anna Paula Franco, editora de interior do jornal, se encaixa mais no perfil de funcionalista. Ao dizer que jornalismo pode ser entretenimento como também pode ser informação, Anna Paula demonstra que quem defini a atividade é o receptor. Esse pequeno detalhe pode demonstrar também que é para ele que o jornalismo é feito (sendo ele informativo ou de entretenimento).

Já Cecília Valenza, responsável pela página de saúde, no entanto, entraria no time dos hipodérmicos. Ao responder à mesma questão (sobre o jornalismo ser informação ou entretenimento) Cecília se posiciona se maneira mais crítica, defendendo a atividade jornalística mais independente do público. “As coisas não podem ser confundidas, a informação, a análise e a repercussão são fundamentais. O entretenimento atrai, mas não pode ser vazio”, afirma a jornalista.

Daniela Gorski, Francieli Santos, Iara Martins, Karin Sampaio e Tabata Viapiana

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