terça-feira, 16 de setembro de 2008

Identidade e o sujeito pós-moderno


Escolhemos essas duas fotos porque todas as representantes da equipe não são de Curitiba, e vieram para cá por causa da faculdade. A primeira, da frente do prédio vermelho da PUC, representa o motivo de termos saído de nossas cidades, e a segunda mostra o movimento, a transição, esse vai-e-vem da rodoviária, que para nós representa a volta para casa, o descanso, a calma.
Essa trajetória, esse ir e vir acaba nos tornando, como cita Hall, sujeitos pós-modernos. Onde antes existia uma identidade unificada, agora torna-se fragmentado, "composto não de uma única, mas de várias identidades, algumas vezes contradiótias ou não-resolvidas" (p. 12).
Segundo Hall, o próprio projeto de identificação se tornou mais provisório, variável e problemático, o que acaba por dificultar ainda mais uma identidade estável.
"A identidade torna-se uma "celebração móvel", diz Hall, referindo-se à formação e transformação contínua, de acordo com as formas de representação dos sistemas culturais que nos rodeiam.
Para Hall, a desvinculação das identidades acontece devido aos avanços da mediação da vida social, através do "mercado global de estilos, lugares e imagens, pelas viagens internacionais, pelas imagens da mídia e pelos sistemas de comunicação globalmente interligados).



HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade, 1998.

Anelise Caparica, Mariana Scoz e Talita Corrêa.

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