domingo, 5 de outubro de 2008

A ubiqüidade na cibercultura

A introdução de uma versão online, aliado ao conteúdo jornalístico de um veículo impresso, ocorreu em 1993. O pioneiro a implantar a novidade ao leitor foi o jornal americano The San Jose Mercury News. Enquanto no Brasil, três anos mais tarde, surge o primeiro jornal em tempo real, o Universo online.

Com a introdução desse novo canal de informação e interação dos veículos impressos com seus leitores, adotam-se diversos recursos estéticos para diferenciar o conteúdo impresso da versão online, incluindo elementos de composição e design gráfico. O leitor, desta forma, passa a interagir com o conteúdo disponível, dispondo de recursos diferenciais como animações, sons, músicas, vídeos, fotografias, imagens e gráficos anexos ao corpo do texto ou organizados em espaços visíveis na paginação online, facilitando o entendimento do material explicitado. Além disso, outro recurso disponível que favorece o poder da ubiqüidade são os hiperlinks, permitindo que o leitor viaje por diversas janelas sem fechar aquela existente – elemento principal da cibercultura.

As tecnologias apresentadas ao mundo diariamente fizeram com que os jornalistas também “caíssem na onda” de mergulhar de cabeça na tecnologia e melhorar sempre, a sua maneira de apuração de fatos, recolhimento de dados, e apuração de informações.

Com a cibercultura, foi possível uma grande modificação na vida de quem trabalha com a hora voando diariamente. A Internet, o celular de ultima geração, o gravador minúsculo, são artefatos que entraram na vida do ser humano sem pedir licença. Porém não se pode esquecer que com tanta tecnologia foi possível um maior aproveitamento de novas possibilidades abertas para essa área, esclarece Sônia Padilha em seu texto “A Presença da Cibercultura na Prática do Webjornalismo”.

Sônia ressalta ainda que a cibercultura já é vivencia todos os dias por milhões de pessoas, porém estas não percebem a sua presença quando acessam o banco pelo celular, quando assistem a um novo vídeo do youtube no ipod e até mesmo quando exercem a simples tarefa de votar em uma urna telefônica (PADILHA, S. p.2). A maioria dessas tecnologias criadas pelo homem, geralmente proporcionam diversas práticas, sendo a principal a comunicacional (que pode ser interativa ou não) através do sistema de computadores como o envio e o recebimento de um e-mail, postagem de um blog, acesso simultâneo a vários portais da internet e todas as oportunidades que a tecnologia é capaz de fornecer ao homem. Analisando os textos, é possível fazer uma comparação com o filme “Controle Absoluto” que o homem criou as mais absurdas maquinas de tecnologia, porém, se viu dominada por ela. É o caso do jornalismo online, os recursos são infinitos e a máquina midiática é repleta de ferramentais, que tornam difícil de ser operacionalizada corretamente, assim leva os profissionais que operam o dia-a-dia desse instrumento online a falharem da mesma forma. Fruto da farta tecnologia!
Alunos: Ana Carolina Paiva, Eloá Cruz e Gabriel Bozza

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