sábado, 8 de novembro de 2008

E se o feio estivesse na moda?
E se a mídia destacasse o feio como o visual essencial, como o modelo que todos deviam seguir?
O belo já se tornou algo impossível de conceituar, algo que muda numa velocidade constante. E é a mídia que decide o que deve ou não entrar em voga, o que todos devem buscar como máxima da aparência de seus corpos. Não importa se sentir bem e confortável e sim ser magra como uma modelo, bonita como tal atriz. Porém, ao seguir esses modelos, outras questões de extrema importância acabam esquecidas.

A atriz americana de filmes e seriados, Christina Applegate, foi diagnosticada com câncer de mama, este ano. Numa decisão surpreendente, escolheu retirar ambos os seios e não apenas aquele que tinha o tumor. Após, fez uma cirurgia de reconstituição. Mas a atitude de Christina mostra que o belo pode ser importante, mas não o essencial.
Enquanto muitos escolhem a beleza acima de tudo, sem limites para atingir o que consideram ‘belo’, ou o que acabam considerando por conta da mídia, é necessário buscar o contraponto, o do que é feio pode ser bonito. Ou o de que estar bem é se sentir bonito.

Mariana Scoz

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