sexta-feira, 27 de março de 2009

Twitter como ferramenta de comunicação

vale a pena ler

no blog do Gjol
http://gjol.blogspot.com/search?q=twitter

a entrevista que o criador do Twitter, Jack Dorsey, deu ao jornal espanhol El País.
Ele defende a rede social como ferramenta de comunicação.

Em tempo: o recomendadíssimo blog do Gjol é mantido pelo Grupo de Pesquisa em Jornalismo on-line do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, da Universidade Federal da Bahia.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Fenômeno, literalmente




Flashes, vídeos da internet, fenômeno de crítica, de admiração e de escândalos, além de é claro fenômeno do futebol. Ronaldo, mais do que um nome, um mito. Atingido por todas as crises possíveis, desde físicas até conjugais duvidosas. Conquistou a Copa do Mundo de 2002, foi eleito o melhor jogador do mundo por três vezes, suas conquistas mostram que o careca cabeludo não precisa provar nada pra ninguém. Castigado por várias contusões o fenômeno acabou voltando ao futebol pelo Corinthians, fora de forma e dentro de baladas. Muitos deram como carreira encerrada, apenas jogada de marketing do timão, pois bem, se é isso ou não o fato é que dois gols já foram marcados pelo R9 na volta ao futebol brasileiro.
O grande problema em partes da mídia é prever as coisas, achar que o futuro é algo linear não digno de nenhuma surpresa boa, torcer contra. Seja por bem ou por mal Ronaldo está de volta e mesmo fora de forma o centroavante dá baile em quase todos os atacantes do futebol brasileiro, imagine quando estiver em forma.
Sensacionalismo vende jornal sim, tragédia é pauta certa, mas prever o futuro, isso é coisa de Mãe Dinah. SUPERAÇÃO: algo que nunca se deve duvidar do ser humano.


Leonardo Quintana - Turma U - Noturno

Comunicar-se é existir




Comunicação, etimologicamente, provém do verbo latino communicare, que significa pôr em comum. A finalidade da comunicação é pôr em comum não apenas idéias, sentimentos, pensamentos, desejos, mas também compartilhar formas de comportamento, modos de vida, determinados por regras de caráter social. (...)

Tornou-se lugar comum afirmar que o homem é o animal comunicativo por excelência (...)

Livro: Comunicação em Língua Portuguesa
Autor : Maria Margarida de Andrade
João Bosco Medeiros


O que diferencia o ser humano de qualquer outro animal é o processo comunicativo avançado. Essa comunicação que evoluiu desde os tempos mais primórdios fez com que o homem evoluísse cada vez mais e chegasse aonde chegou. Toda a troca de idéias, informações faz com que o animal evolua prontamente. Comunicar-se é algo tão comum e necessário para o ser humano quanto alimentar-se. Para se incluir em qualquer âmbito social é necessário se comunicar. No mundo de hoje onde os processos de comunicação são muito rápidos e globalizados a comunicação além de uma necessidade é uma arma, um tesouro.
Quem não se comunica fica pra trás.


Leonardo Quintana - Noturno - Turma U - Noturno

sábado, 14 de março de 2009

Comunicação. O que é?

Comunicação é um campo de conhecimento acadêmico que estuda os processos de comunicação humana. Entre as disciplinas da comunicação, incluem-se a teoria da informação, comunicação intrapessoal, comunicação interpessoal, marketing, propaganda, relações públicas, análise do discurso, telecomunicações e Jornalismo. A Comunicação também se entende como o intercâmbio de informação entre sujeitos ou objetos e inclui temas técnicos exemplo, a telecomunicação, biológicos (exemplo, fisiologia, função e evolução) e sociais (jornalismo, relações públicas, publicidade, audiovisual e meios de comunicação de massa). O estudo da Comunicação é extenso e sua aplicação é maior. Para a Semiótica, o ato de comunicar é a materialização do pensamen em signos conhecidos pelas partes envolvidas. O ‘’termo’’ comunicação também é usado no sentido de transportes (por exemplo, a comunicação entre duas cidades através de trens).


Conceitos de comunicação e de informação

Autor: Jorge Xifra-Heras.

Dentro dos limites genéricos da comunicação social, assume especial importância o conceito mais estrito de informação, que designa também um processo onde se sucede uma seqüência de fases determinadas pela atividade do homem. Os conceitos de comunicação e de informação prestam-se a certa ambigüidade. Assim, partindo do significado etimológico de informar – dar forma – pretendeu-se, erroneamente, diferenciar uma e outra limitando a informação ao momento criador da mensagem, anterior à sua transmissão ou comunicação. Uma vez que se criou ou delimitou o pensamento, isto é, uma vez que assumiu uma forma, é então comunicado ou posto em comum. Segundo tal critério, a informação equivale a uma fase estática, que prece o momento dinâmico, de translação, próprio da comunicação social, passando pelas fases de emissão, codificação, transmissão, decodificação e recepção.

Pedro Engel
2 A. Turno

Internet X Jornal Impresso

Ações pequenas que estão ganhando espaço e expandindo a internet principalmente pelos anúncios publicitários. Podem ser benéficas e lucrativas para empresas que já interagem essa soma de tecnologias com os consumidores. A internet interage com outros meios, como por exemplo, o jornal impresso. Alguns desses jornais possibilitam ao assinante a leitura de suas matérias por um site, alguns até disponibilizam uma matéria ou outra para quem não é assinante. Com essa divulgação, os leitores têm a opção de ler e reler as matérias e ainda escolher o que é mais interessante. Não é pelo fato desse avanço tecnológico estar se ampliando que os meios mais antigos irão sumir. Ainda há pessoas que prefiram ir até uma banca e comprar um jornal só pelo prazer de folhar as páginas.

Bruna Regatieri, Duane Marina, Francielle Ciconetto e Geferson Barazetti - Jornalismo Diurno B

sexta-feira, 13 de março de 2009

Mídia e as diferenças

A maneira como cada veículo trata das mais diversas diferenças, sejam elas raciais, sexuais, étnicas e físicas, é muito particular. Cada um segue uma linha editorial e só compete a ele determinar como abordar determinado assunto. Mas fazendo um panorama geral, todos eles concordam com as mesmas ideias.

Quando o preconceito é racial, o discurso é sempre o mesmo (cotas, racismo, escravidão), mas não há um posicionamento por parte dos meios de comunicação, visto que todos são leitores, portanto, todos estão consumindo a informação. O que se comenta são feitos nunca alcançado, como a eleição de um presidente americano negro, por exemplo, quando se faz uma ampla pesquisa histórica demonstrando fatos e personagens que influenciam determinadas gerações, culminando em algo muito maior e de poder midiático diferenciado. O mesmo vale para diferenças quanto a orientação sexual. Sempre que existe alguma novidade, o assunto é amplamente divulgado, como a eleição do primeiro americano gay para um cargo público, Harvey Milk. Nesse caso, percebe-se uma maior abrangência dos casos e maiores publicações devido ao ineditismo do assunto.

A isenção da mídia fica colocada a prova ao tratar das diferenças sociais e dos deficientes (físicos, mentais...). Há boa dose em explorar casos de sofrimento por falta de dinheiro, miséria ou abandono – isso quando não são os três juntos. Assim como é grande o número de telejornais e programas que evidenciam as dificuldades motoras e os dramas que passam os deficientes físicos. Bom exemplo desses dois tipos de diferenças constantemente exploradas são os programa de Datena, Gugu Liberato e Luciano Huck. O que esses apresentadores fazem, em maior ou menor escala, é uma espetacularização em cima dos casos que envolvem sofrimento e emoção, casos que chamam audiência e apelo nacional. Aí não há imparcialidade, há o show, as lágrimas e uma ajuda financiada por um dos patrocinadores desses programas. Sendo a mídia o quarto poder e formadora de opinião, quando se assiste a matérias envolvendo diferenças tende-se a seguir uma linha apelativa e de reconstituição, provando a "capacidade humana de dar a volta por cima".

Turma A - 3º período
Eriksson Felipe Denk, Armando Neto, Luiz Fernando Levinski e William Saab

Influências

Infelizmente uma parte de nossa sociedade, e em particular alguns setores da imprensa, como a mídia, com muita freqüência tendem a adaptar ou imitar o que existe lá fora, o que se pensa e o que acontece.
Então se o racismo foi segregacionista nos Estados Unidos - onde existiam escolas para brancos e escolas para negros, negros não podiam entrar em ônibus de branco; o apartheid existiu na África do Sul e o racismo foi cruel na Europa- então aqui não pode ser muito diferente, sendo igual ou talvez pior - se o presidente dos EUA é negro o Brasil tem de ter um presidente negro, por exemplo.
Porém, é importante frisar que o racismo ou preconceito existente no Brasil foi muito atenuado com a miscigenação – diferente de qualquer outro local no mundo – isto de certo modo diminuiu este mal em nossa terra, onde a pobreza, a péssima distribuição de renda, a educação e saúde precárias fazem muito mais na criação de ódio do que as diferenças de cor da pele, origem ou minorias.
Enfim, pode-se notar claramente que a abordagem da imprensa, o que ela transmite, muda em muito o modo que a própria sociedade encara este problema. Se ela projeta um negro como menos capacitado e mais violento do que um branco, é como se todos os negros fossem assim, ou então todo muçulmano fosse terrorista. Então, como a mídia é vista como o 4º poder pela grande influência que ela tem, cabe a esta a missão de mudar o pensamento da sociedade.

Alunas: Bábylla Miras, Bruna Oliveira, Giovana Luersen, Vanessa Otovicz.
Jornalismo - 3º período - Diurno - Turma A

Os Meios de Comunicação e a Violência



Tratar do tema “violência nos meios de comunicação” gera diversas polêmicas. Muitas vezes, com o pretexto ético de discutir ou, em alguns casos, impor quais as “verdadeiros papeis da mídia”, o debate é alimentado por questões sociais com interesses específicos de diversas naturezas: econômica (interesse da publicidade e entre outros), política (governantes que prezam sua imagem frente ao meio), acadêmica (pesquisadores interessados em descobrir os efeitos sociais próprios deste ou daquele bem informativo ou ficcional), de competição entre os profissionais da mídia, etc.

Os argumentos que acabam ocultando os interesses em jogo são variados, e, não raro, se servem de interpretações deformadas de pesquisas científicas. A rigor, eles se resumem numa contradição aparente: de um lado, os meios de comunicação, para alguns, devem ser um espelho da realidade e, portanto, a violência apresentada é apenas um reflexo do meio social em que a mídia se encontra. Assim se posicionam muitos dos porta-vozes das empresas de comunicação.

Em sentido contrário, sustentam outros que a seleção de temas operada pelos produtores da mídia informativa e ficcional, em muitos casos, “ banaliza a violência”, ou seja, legitimiza a violência física como forma de solução de conflitos e, portanto, produz uma sociedade ainda mais violenta.
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Ivo Stankiewicz, Mylena Gama, Priscila Ribas, Robson Leandro
3º Período de Jornalismo - Turma U - Noturno.

A comunicação tendenciosa e as diferenças


("Eu sou Muçulmano"
Matem-me e chamem isso de
"Dano Colateral"
Prendam-me e chamem isso de
"Medida de Segurança"
Exilem o meu povo, em massa, e chamem isso de
"Novo Oriente Médio"
Roubem meus recursos, invadam minhas terras, alterem minha forma de governo e chamem isso de
"Democracia")

É um consenso popular o fato de que os meios de comunicação exercem influência sobre seus leitores, ouvintes e expectadores. Mas até que nível uma notícia veiculada de modo tendencioso pode despertar um sentimento coletivo de ressentimento e ódio? Até um nível bem alto, segundo pesquisas recentes.
57% dos muçulmanos que moram nos Estados Unidos afirmaram ter sofrido preconceito depois dos atentados de 11 de setembro. Tudo isso graças, principalmente, a generalizações e a profissionais da área que ocasionalmente acabam por dar a entender que qualquer muçulmano é perigoso ou terrorista. Há também aqueles distorcem fatos e atos de hostilidade contra o grupo religioso, disfarçando as frases de suas publicações e chamando-as de "medidas cautelares" ou "necessárias para a segurança pública".
O escritor Michael Savage, entretanto, não fez questão alguma de tentar esconder suas idéias ou de poupar o tom preconceituoso de sua afirmação quando abertamente "exigiu", em seu programa de rádio, que se matassem 100 milhões de muçulmanos. Ou Glenn Beck, que disse, em seu programa distribuido pela CNN, que "nos próximos dez anos, temos de construir um muro de navalhas, que nos proteja contra o avanço do Oriente".
Não é de se espantar que comentários como este fortaleçam pensamentos de que uma pessoa é melhor que a outra por suas escolhas religiosas ou por sua origem. E, em consequência, ocorram casos como o da americana de origem palestina que foi demitida porque seu chefe não queria conviver com a suspeita de que ela estivesse comemorando o ataque às torres gêmeas. Ou o de uma muçulmana que foi impedida de embarcar em um avião por causa do "clima de tensão" que sua presença estava causando entre os passageiros.
A influência negativa dos meios de comunicação tendenciosos não deve ser subestimada. Que a população saiba diferenciar a boa da má qualidade de informação é de essencial importância. Mas, acima de tudo, é dever do profissional da área de mídia saber exatamente o que dizer (e o que não dizer) e guardar para ele quaisquer que sejam suas opções religiosas, políticas ou morais para poupar a denegrição da imagem de milhares de pessoas inocentes.

Crédito da foto: http://www.flickr.com/photos/ejazasi/

Grupo: Ana Carolina, Leticia, Emanuelle e Gabriele.
3º período A

RONALDO X MIDIA

Ronaldo certamente é um fruto da midia que é um sucesso ele alimenta praticamente todos os segmentos da imprensa diariamente,qualquer atitude que ele toma por mais simples que seja se torna algo imenso na verdade é uma grande troca de interesses Ronaldo vive da midia e a midia vive do Ronaldo.Ele é o personagem perfeito para a midia origem humilde, carisma,mutas polemicas, isso tudo comove o publico por isso ele se tornou um astro.Ronaldo é uma das personalidades mais lembradas no mundo ele hoje é uma marca desde o seu surgimento como"o fenômeno"essa marca se tornou ainda mais forte quando ele conseguiu retornar da sua lesão no joelho onde muitos davam como certa o fim da sua carreira,alem de retornar ao futebol foi pentacampeão mundial ou seja um prato cheio para midia contruir um "heroi".
Porém o astro vem se apagando nos ultimos anos principalmente apos essa ultima lesão que lhe
ocorreu,mas apos sua vinda para o futebol nacional a sua imagem esta forte novamente a midia brasileira esta ovacionada,"o fenomeno" esta de volta.

Everton Fontoura
Diogo Souza turma U- Noturno

quinta-feira, 12 de março de 2009

Homossexuais na mídia

Os homossexuais não tinham tanto destaque na mídia até o surgimento da AIDS, na década de 80. À medida que a epidemia se alastrava, as discussões e debate sobre o assunto acompanhavam; como o direito a união civil e as paradas gays.
Segundo o jornalista Jorge Junior, os veículos que dão destaque à comunidade GLS são os impressos, como o jornal “O Dia”, “Folha de São Paulo” e “O Tempo”, que têm colunas especiais sobre o movimento.
Mas nem todos os conteúdos são positivos. Um exemplo, citado pelo assessor de comunicação da MGM é o esquete humorístico do programa Zorra Total em que o personagem questiona o que fez de errado para “merecer” um filho gay.
Se analisarmos como os meios de comunicação abordavam o assunto desde o início, podemos notar um progresso em sua visão, refletindo o que a sociedade vê.
Jornalismo 3º período - manhã - turma A
Maria Clara Oliveira
Laura Schafer

Comunicação e diferenças

Diferenças( raciais, sociais entre outras) nos meios de comunicação

Que todos tem direito de se expressar em qualquer meio de comunicação , independente de como a pessoa é, é um pensamento unânime e envolve primeiramente um ato de democracia. Mas como disse Nelson Rodrigues “Toda unanimidade é burra. Quem pensa com a unanimidade não precisa pensar." A partir dessa colocação de Nelson Rodrigues pergunta-se: Os veículos de comunicação tem o comprometimento de lidar com as questões raciais, sociais entre outras diferenças? A democracia é exercida?É fácil fazê-la exercer a democracia?
Debates sobre as diferenças sociais nos meios já vinham sendo discutidas desde a década de 50 na Faculdade Cásper Libero. Nessa época havia um entusiasmo com relação a debates e reflexões sobre o assunto.
Essas diferenças não deixam de ser uma realidade e o jornalismo e consequentemente os meios de comunicação estão comprometidos com a realidade. Um dos próprios fundamentos do jornalismo em geral é a veracidade. Se existe o fato, os meios de comunicação estão envolvidos nisso, pois é disseminador de informação e, talvez, construtor do senso crítico?
Por outro lado, pode-se colocar a imprensa como um importante documento histórico. O registro do que aconteceu em determinadas épocas é importante para as gerações futuras. Como, por exemplo, tratar-se-ia a questão racial se não houvesse o discurso de Martin Luther King sido veiculado pela mídia estadunidense? E ainda, recentemente, o presidente dos Estados Unidos Barack Obama pode ser considerado o trunfo da democracia do século XXI, como a mídia se comporta e se comportará a partir de agora?
Tratando também das diferenças sociais, cabe explorar, talvez, os meios de comunicação como instrumento de inclusão social ? Como a mídia está tratando as diferenças sociais? Apenas para propaganda ou tem realmente se preocupa com essas diferenças? Por exemplo, como está no site da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) todas as semanas, um grupo de 160 jovens, com idade entre 12 e 17 anos, reúne-se para discutir meios de comunicação como forma de trabalhar os problemas do município do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife(RMR). Os encontros do projeto Pelo Direito de Comunicar, da organização não-governamental (ONG) inglesa Plan, acontecem atualmente nos distritos de Pontezinha, Ponte dos Carvalhos, Vila Boa Esperança, Charneca e Mercês e oferecem oficinas de audiovisual, radiojornalismo, radioteatro, fanzine, fotografia, direitos humanos e teatro.
A partir dessas reflexões é possível pensar como a imprensa paranaense, curitibana vem tratando desses assuntos, de que forma pode tratá-los e que meios fazem isso.
Sabemos que a nossa imprensa como em todo mundo é regida por uma estrutura capitalista e de concessões governamentais, desde que sejam canais abertos. A sua programação é produzida de acordo com o que uma massa, que principalmente na TV e no Rádio é mais heterogênea, quer consumir ou deve consumir. De acordo com Francisco de Assis Vilar que é geógrafo e pesquisador da Fundação Casa de José Américo esse sistema é uma pratica mercadológica à pluralidade de preferências reinantes numa sociedade urbana. Mas então aonde entram as minorias, ou classes menos favorecidas?
Atualmente encontramos algumas mídias comunitárias que prezam ajudar a sociedade a que pertencem, televisões e rádios defendem a população que necessita, sem fins lucrativos, ou no caso das governamentais com fins de divulgação do que o governo está fazendo. Ainda de acordo com Vilar depois de uma redemocratização os meios de comunicação têm contribuído para melhorar a relação da sociedade com o Estado, mesmo que ainda não atendam as expectativas da população.

Gustavo Prestini
Milena Vicintin
Viviane Prestes
Jornalismo- A
3º Período manhã

As duas grandes noções de comunicação.

A palavra comunicação surgiu em lingua inglesa no século XV como "nome de ação", derivada do latim communicare, que significa "tornar comum a muitos, partilhar", pelos fins do mesmo século, passa a designar tmabém o objeto que é tornado comum, " uma comunicação". A partir dos finais do século XVII, a palavra estende seu campos semântico aos meios e vias de comunicação como estradas, canais e caminhos-de-ferro, etc., confndindo-se a comunicação, de informações e idéias, com o transporte de coisas e pessoas. Já no século XX, sobretudo a partir dos anos 20 e nos EUA.a palavra comunicação passa a designar predominantemente os media, como a imprensa ou a rádio, destinguindo-se, assim, de forma clara entre a industia da comunicação propriamente dita e a industria do transporte. Já enquanto nome de ação a palavra counicação envolve um sentido duplo: ela pode ser interpretada seja como transmissão, "um processo de sentido único", seja como partilha," um processo comum ou mútuo".

Raymond Willians. Manual de Teorias da comunicação.
Alunas: Gabriela Hoff e Gabriela Gonçalves de Oliveira, 3ª período de jornalismo A, manhã.

Conceitos de Comunicação

1º. Conceito:
"A comunicação é, por excelência, um fato de observação que altera o observado e se altera simultaneamente para ser observada."

(COMUNICACIÓN POR RESULTADOS. El cambio organizacional por la visión integrada. Por Luiz Alberto B. de Farias).
2º. Conceito:

"Os elementos básicos da comunicação são: a realidade ou situação, os interlocutores, conteúdos ou mensagens, os signos e os meios. Mas para que haja comunicação é necessário compreender que esta não inclui apenas as mensagens que as pessoas trocam deliberadamente entre si. O tom das palavras faladas, os movimentos do corpo, e etc.. Às vezes até mesmo o silêncio comunica, o que as palavras não comunicam às vezes é transmitida pelos olhos ou pelas mãos. Da mesma maneira que é impossível não comunicar porque tudo na vida comunica, a pessoa que comunica em geral necessita dar a seus interlocutores uma idéia sobre como ela deseja que sua mensagem seja decodificada. Isto chama-se metacomunicação. É próprio da comunicação contribuir para a modificação dos significados que as pessoas atribuem as coisas. E através da modificação dos significados a comunicação colabora na transformação das crenças, dos valores, e dos comportamentos. Daí o grande poder da comunicação. Logo a comunicação pode definir-se como a interação social através de mensagens."
(DIAZ Bordenave, Juan E. O que é comunicação. 1ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1982. _____Coleção primeiros passos 67).
3º. Conceito:

"Comunicação, etimologicamente, provém do verbo latino communicare, que significa "por em comum". A finalidade da comunicação é pôr em comum não apenas idéias, sentimentos, pensamentos, desejos, mas também compartilhar formas de comportamento, modos de vida, determinados por regras de caráter social."
(Livro - Comunicação em Língua Portuguesa - Maria Margarida de Andrade e do João Bosco Medeiros).
Grupo:
Adriana Maestrelli
Ana Lígia Pradela
Jonathan Seronato
Ruann Jovinski
Jornalismo A - 3° período - manhã
Definição de Comunicação

“A comunicação é o processo que envolve a troca de informações utilizando-se dos sistemas simbólicos como base para o entendimento das informações a serem passadas. Podemos também identificar algumas maneiras de se comunicar: duas pessoas podem se comunicar através da fala, escrita, gestos com as mãos, mensagem enviadas através do telefone, Internet e outros meios de telecomunicações que permitem assim a interação entre as pessoas afins de algum tipo de troca informacional”.
(McLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensões do homem).


O conceito de comunicação se abre ao “invisível”, passando a considerar o que se esconde no “entre”, localizando-se no espaço das relações, em um processo construtor da dinâmica cultural. Pensar a comunicação como produção de signos e significados foi necessário para compreender sua relação com o campo cultural e da arte, nos quais ocorrem processos dinâmicos e complexos de associações, conexões e relações simbólicas.
(Beatriz Morgado de Queiroz – Graduada em Comunicação Social, habilitação Relações Públicas, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ)


A comunicação constitui uma das ferramentas mais importantes que os líderes têm à sua disposição para desempenhar as suas funções de influenciação. A sua importância é tal que alguns autores a consideram mesmo como o “sangue” que dá vida à organização. Esta importância deve-se essencialmente ao fato de apenas através de uma comunicação efetiva ser possível:

1. Estabelecer e dar a conhecer, com a participação de membros de todos os níveis hierárquicos da organização, os objetivos organizacionais por forma a que contemplem, não apenas os interesses da organização, mas também os interesses de todos os seus membros.

2. Definir e dar a conhecer, com a participação de membros de todos os níveis hierárquicos da organização, a estrutura organizacional, quer ao nível do desenho organizacional, quer ao nível da distribuição de autoridade, responsabilidade e tarefas.

3. Definir e dar a conhecer, com a participação de membros de todos os níveis hierárquicos da organização, decisões, planos, políticas, procedimentos e regras aceites e respeitadas por todos os membros da organização.

4. Coordenar, dar apoio e controlar as atividades de todos os membros da organização.
5. Efetuar a integração dos diferentes departamentos e permitir a ajuda e cooperação interdepartamental.

6. Desempenhar eficazmente o papel de influenciação através da compreensão e atuação em conformidade satisfação das necessidades e sentimentos das pessoas por forma a aumentar a sua motivação.

(Autor: Paulo Nunes)


Alunas: Bábylla Miras, Bruna Oliveira, Giovana Luersen, Vanessa Otovicz. Jornalismo A

Ronaldo e mídia

Muitas especulações em volta do jogador Ronaldo é o que alimenta praticamente todos os segmentos da imprensa diariamente. A simples rotina de treinamentos isolada absorve e também cria qualquer tipo de informação desesperada e devido a isso, a integridade da mídia é freqüentemente comprometida. Porém, a ronda em torno do jogador é facilitada pelo próprio. Ligações diretas com emissoras e outros veículos de comunicação colaboram para a construção de um novo ícone.

A história de Ronaldo favorece a cena de astro do esporte. A origem humilde, a aparição nos gramados e a grande febre dos times nacionais, até a passagem por alguns dos principais times da Europa e a ascensão financeira comovem o público. Ele acabou virando uma marca extremamente bem remunerada, o que o trouxe para o Brasil, capaz de salvar através apenas do nome um futebol mal feito e sem grandes personagens e uma imprensa especializada decadente.


Talento, sexualidade e índice de massa corporal são discutidos em várias rodas. O marketing apostado gera capital e podemos fazer referência à Guy Debord: o espetáculo é o capital em tal grau de acumulação que se torna imagem.

Elisa Z. Catalini
Luiza Miranda Garcia
Saulo Schmaedecke
Jornalismo Noturno - 3o Período - Turma U

Ronaldo x Mídia

A mídia tem grande importância na construção de heróis, tanto nacionais como internacionais. Ronaldo, “o fenômeno”, é um exemplo bem explícito. Aos seus 18 anos de idade já era super cotado em meios como a televisão. Desde o momento que foi descoberto por emissoras como a Globo e divulgado para o mundo, nunca mais teve longos momentos em privado.
Nós, telespectadores passivos, o acompanhamos em momentos difíceis (como sua contusão no joelho) e vitoriosos (como os espetáculos nas copas). O garoto nascido no pobre bairro de Bento Ribeiro, RJ, virou um espetáculo nas mãos de grandes grupos, que visavam receber grandes retornos financeiros.

O ‘Fenômeno’ que vinha perdendo a sua luz nos 2 anos, está, neste momento, sendo novamente ovacionado pelos meios de comunicação. O seu retorno ao Brasil o tirou de um embate direto com a mídia internacional, mas a brasileira, em compensação, está “trabalhando para o Corinthians”. O time que está na 2ª divisão, arriscou o que tinha e o que não tinha em um astro apagado... E dependendo de alguns meios brasileiros, o astro está conseguindo criar luz novamente.

Ana Caroline Camargo
Ana Paula Scorsin
Talita Caroline Candido

Comunicação Social – Jornalismo
Noturno – U – 3º período
Teorias da Comunicação I – Professora Celina

Conceitos de Comunicação

No mundo social, todo ser humano tem o dom da comunicação para conseguir se manifestar de várias formas e contextualizações, utilizando-se das diferentes teorias da comunicação para que se possa construir um bom entendimento dentro da sociedade.
A comunicação funciona como um fio condutor para a continuidade da sociedade, pois sem ela não há evolução. Por exemplo, um bebê se comunica com alguém para aprender a falar.
É o processo que envolve a transmissão e a recepção de mensagens entre uma fonte emissora e um destinatário receptor, no qual as informações transmitidas por intermédio de recursos físicos (fala, audição e visão, etc.) ou de aparelhos e dispositivos técnicos, são codificadas na fonte e decodificadas no destino com o uso de sistemas convencionados de signos ou símbolos sonoros, escritos e gestuais, segundo o dicionário Houaiss.
A comunicação pode se tornar um meio de manipulação, quando se trata do conceito psicológico: forte dependência dinâmica entre duas regiões da personalidade, de modo que as alterações de uma provocam alterações proporcionais na outra, segundo Kurt Lewin (1890-1947). Nos meios de comunicação de massa, essa habilidade de dialogar e se fazer entender podem fixar ideologias políticas na cabeça das pessoas.

Fontes: Dicionário da Língua Portuguesa – Houaiss
MARCONDES FILHO, Ciro. O conceito de Comunicação (http://www.eca.usp.br/nucleos/njr/espiral/ciberia22.htm)

Paula Correia, Renata Campos, Tali Miranda e Thyago da Silva
3º Período de Jornalismo - Turma U - Noturno.

quarta-feira, 11 de março de 2009

RONALDO E A MÍDIA

Nos dias de hoje, o mais importante no futebol é o dinheiro. E para ter dinheiro é preciso de Marketing. A contratação do Ronaldo pelo Corinthians foi uma tacada de mestre neste aspecto. Ronaldo é mídia e isso é bom para o futebol. Programas de rádios e TVs também do mundo inteiro, falaram sobre o caso. Camisas com o nome do jogador (oficiais e piratas) vendem sem parar. Fora outras questões, por exemplo, de empresários oferecendo jogador por preços camaradas pelo fato óbvio de que a mídia sobre o clube será ainda maior. O Corinthians pode lucrar muito com o jogador. Através de patrocínio e principalmente publicidade. Segundo o especialista Richard Souza, consultor de marketing esportivo, Ronaldo é lucro certo. O Ronaldo pode ser o garoto-propaganda da multinacional e levar a marca para o mundo inteiro. A verdade é que o Ronaldo vai fazer muito bem para o Corinthians e o Corinthians vai fazer muito bem para o Ronaldo.

site:http://www.dihitt.com.br/noticia/ronaldo-no-corinthians-futebol-e-dinheiro-o-resto-e-resto

Alunas: Bárbara Lobo
Milene Silveira
Mariana Hillbrecht
Simone Sadoski
Jornalismo- noturno -turma U

"La palabra ‘comunicación’ por ser de um uso muy amplio, resulta muy difícil de controla. Algo parecido ocurre com outro término, ‘información’ que está directamente relacionado com El anterior. Hagamos la pregunta: qué se comunica? La respuesta es demasiado generosa para que pueda ser facilmente sistematizada. Em principio, parece que todo es susceptible de comunicarse, y que cualquier foma de contacto es a la vez uma forma de comunicación. Así, no mismo puede afectar a bienes y servicios que a relaciones humanas. Hay uma comunicación econômica como hay uma comunicación social. Para evitar ambigüedades deberíamos de prescindir de cualquier uso del término comunicación que no aludiese a uma transmisión simbólica, como, por ejemplo, cuando se habla de um ‘sistema de comunicaciones’ referido al transporte nacional."

LADEUEZE, L Nunez
Lenguaje y comunicacion : para una teoria de la redación periodística

Alunos: Cássio Washiski
Durval Ramos
Guilherme Gaspar

Turma A - Jornalismo - 3º Período

A comunicação e a linguagem


"Comunicação (do latim "communicatio") - ato, efeito ou meio de comunicar; aviso, transmissão de uma ordem ou reclamação; informação; participação; amizade; convivência; um meio pelo qual as pessoas se comunicam; local que liga um ponto a outro; caminho; corredor etc".
(Enciclopédia Brasileira Mérito)

"Sem informação não há comunicação; e, sem linguagem, não há informação. (...) A linguagem é o código mais importante para a comunicação humana, (...) permite aos homens manter comunicação uns com os outros adquirindo experiências e conhecimentos, através das informações que trocam. Essa é uma atividade espontânea, não organizada. Tem, geralmente, o caráter interpessoal".
(José Marques de Melo, Teoria da Comunicação)


Citando Chauchard, Marques de Melo sublinha a importância da linguagem para a comunicação:

"Há uma idade em que o cérebro amadurece para a linguagem e quando a criança aprende a falar; é neste momento que ela se humaniza verdadeiramente, como o demonstra o estudo comparativo dos símios e das crianças. Esta humanização aparece como um processo social, uma tomada de contato com outrem, uma inserção da sociedade".
(Chauchard)


Ana Carolina, Emanuelle, Gabriele, Letícia
3º período A
Contribuições de conceitos de comunicação mediada por computadores e visualização de informação para o desenvolvimento de ambientes de aprendizagem colaborativa



Janne Yukiko Yoshikawa Oeiras

Heloísa Vieira da Rocha

Instituto de Computação (IC) - UNICAMP

Fernanda Maria Pereira Freire

Núcleo de Informática Aplicada à Educação (NIED) - UNICAMP

Cidade Universitária "Zeferino Vaz"

Campinas, SP - Brasil

Luciana Alvim Santos Romani

Embrapa Informática Agropecuária

Campinas, SP - Brasil



...Uma das características básicas de Educação a Distância (EaD) é o estabelecimento de uma comunicação de dupla via entre professores e alunos que não se encontram em um mesmo espaço físico necessitando, portanto, de meios que possibilitem a comunicação entre eles. A comunicação pode se dar de várias formas: via correspondência postal ou eletrônica, telefone, rádio, televisão, etc. (Nunes, 1994)...

Os cursos por correspondência postal são um exemplo de ensino-aprendizagem individualizado: os participantes não dispõem de meios para saber quem são seus colegas de curso e todas as suas dúvidas são direcionadas para o professor. Por esta razão dificilmente se observa a formação de comunidades de aprendizagem em cursos desta natureza.

A mais recente tecnologia utilizada em educação a distância é a Internet. Esses cursos a distância utilizam diversos recursos de comunicação (correio eletrônico, bate-papo, fóruns e listas de discussão, por exemplo) que potencialmente possibilitam a aprendizagem colaborativa: as pessoas sabem quem são seus colegas e podem interagir com eles utilizando tais recursos. Paradoxalmente, nota-se que os participantes pouco interagem entre si, canalizando sua interação com o professor...

Fragmentos extraídos de http://teleduc.nied.unicamp.br/artigos/7_sbie2001.pdf.

Alunos Anderson Ayres / Ricardo Prado / Jhari

2 ano jornalismo noturno Pontifícia

Universidade Católica do Paraná

Teoria matemática da comunicação


A Teoria Matemática da Comunicação (ou Teoria da Informação) é a primeira pensada na sociedade pós guerra (1948 – 1949). É baseada em um modelo linear e simples:




“O problema fundamental da comunicação consiste na reprodução exata ou aproximada, em um determinado ponto, de uma mensagem selecionada em um outro ponto. Ocorre com freqüência que as mensagens possuem significados (…) Estes aspectos semânticos da comunicação são irrelevantes para o problema da engenharia”; Claude Elwood Shannon.
Assim ela coloca em foco conceitos como entropia, ruído, transmissão, codificação e decodificação, sinal e outros. Mostra-se contrária a um significado lógico de comunicação, em si e torna aspectos como as palavras e enunciados (aqui, como objetos abstratos de um conjunto de propriedades) indiferentes ao processo.
A teoria expandiu-se em três níveis: a) técnico; condições e características para uma transmissão eficaz da mensagem; b) semântico; descarta o significado da mensagem, tendo como foco “o que é transmitido e o que é recebido”; c) eficácia: transmissão clara, sem interferências, com que a mensagem é transmitida.


ANÁLISE CASO RONALDO

Ele surgiu para o mundo da bola no pequeno – e neste caso, isto pode ser considerado um elogio – São Cristóvão, clube do subúrbio carioca. Pouco tempo depois voou para Minas Gerais, destino, Cruzeiro Esporte Clube. Estágio rápido. Alguns meses depois já estava na Europa. Holanda, Espanha, Itália, Espanha novamente, Itália outra vez...
E Ronaldo já foi mulherengo, Deus, gordo, homossexual, se casou em um castelo na França, se envolveu com travestis, e... já ressurgiu duas vezes - quando poucos, ou ninguém acreditava.
Agora o mais bacana dessa história, é que está tudo aí, filmado. E você pode escolher como e o que quer ver. E o Brasil pode não render artigos na Scientific American ou não ter representatividade na cerimônia do Oscar, mas que outro país tem uma personalidade parecida com Ronaldo?
Na última segunda-feira, no programa “Bem Amigos” da Sportv, Ronaldo disse “tenho um inimigo na CBF”. Ricardo Teixeira? Rodrigo Paiva? Ou Dunga (ok, piada de mau gosto). Você pode imaginar quantas teorias, análises e conspirações vão surgir, aliás, você pode até entrar na “brincadeira” e se divertir com elas. E tudo, graças a Ronaldo.
Hoje, às 21:50, Ronaldo jogará 45 minutos. Mano Menezes confirmou. Só não disse se o Fenômeno começará jogando ou no banco. O Pacaembu certamente estará lotado, mais de 30 mil ingressos já foram vendidos. E tudo isto graças a Ronaldo. A Globo, com um ou dois telefonemas, não importa alterou o horário do jogo para transmissão. Isso, duas semanas atrás...
Não é mérito do Corinthians ou do São Caetano – lógico não é? – 30 mil pessoas estarão lá por Ronaldo, outras milhares queriam estar lá e irão acompanhar pela TV. Queira ou não a torcida corintiana assumir ou entender: é tudo por ele.



Jornalismo noturno 3°periodo: Maria Luiza, Murilo Basso, Nathalie Maia

Comunicação...

Processo pelo qual ideias e sentimentos se trasmitem de indivíduo para indivíduo, tornando possível a interação social. O mecanismo de comunicação abrange não somente os órgãos somáticos destinados à transmissão, mas também todos os instrumentos de transmissão verbal, escrita, mímica ou mecânica. A língua, como sistema de símbolos fonéticos, constitui o meio primordial de comunicação. Pela linguagem os homens compartilham das experiências feitas pelos demais membros do seu grupo. A perpetuação das experiências do passado, depende da existência de uma tradição oral. Pela escrita, sobretudo pela impressão mecânica, o conteúdo a ser comunicado desprende-se dos portadores humanos, difundindo-se e atingindo a posteridade muitas vezes sem interferência humana. Como o desenvolvimento de certos setores culturais - as ciências e sobretudo a técnica - depende da conservação absolutamente fiel ou objetiva de conhecimentos, é evidente a importância da escrita para o processo de acumulação cultural. Mesmo em suas formas mais rudimentares, a comunicação representa a base da união sócio-cultural de qualquer grupo humano. Somente pela comunicação pode estabelecer-se uma relativa uniformidade de conhecimentos, opiniões, crenças e sentimentos numa dada sociedade. De mais a mais, a forma de organização social, sua extensão territorial e as mudanças que podem surgir, dependem em grande parte, do sistema de comunicação existente. Se existem recursos mecânicos, como o telégrafo, o telefone, a imprensa e o rádio, o ritmo de interação ou desinteração cultural pode sofrer uma intensificação considerável.


Emilio Willems



Alunos Jornalismo manhã A

William Sbizera Saab, Eriksson Felipe Denk, Armando Sagula Neto e Luiz Fernando da Silveira Levinski.

jornalismo e racismo

O jornalismo brasileiro ainda não sabe lidar com as diferenças existentes na sociedade brasileira. O diretor de jornalismo da Rede Globo, Ali Kamel, chegou a escrever um livro intitulado “Não somos racistas”, onde defende que o brasileiro não pratica preconceito pela cor, mas pelo nível social (rico/pobre).

Por outro lado, é possível afirmar que no Brasil o racismo é apenas disfarçado. Nem mesmo durante o império os políticos defendiam a escravidão, mas o Brasil foi um dos últimos a aboli-la. Os EUA já elegeram um presidente negro, mas Salvador nunca elegeu um prefeito negro. No Brasil, muitas vezes quem toca no assunto do racismo é chamado de racista, sob alegação de que “raças não existem, você é que está falando nisso”.

A imprensa não trabalha, ou trabalha pouco a questão racial, preferindo aderir à corrente do “deixa disso, raças não existem”. Essa negligência por parte do jornalismo brasileiro não colabora para que a questão racial seja resolvida no país.

Cássio Washiski Barbosa
Durval Ramos Junior
Guilherme Augusto Gaspar
Turma A, Manhã. 3º Período

Comunicação Pós-Moderna





A comunicação é a junção do mundo pós-moderno. A comunicação tratada de maneira contemporânea faz referência ao simbolismo, pensamentos; é o que recria uma aliança. O que torna possível, que reconheçamos uns aos outros, e que conheçamos também a nossa história.
Nesse entendimento, a idéia de individualismo não faz muito sentido, pois cada um está ligado a outro pela mediação da informação. A comunicação é a relação de construção da sociedade.
Na atual “sociedade de informação”, o individuo têm uma formação comum a todos os outros, e ele só reconhecido único, ao analisar as relações que ele estabelece com outras pessoas, a partir da comunicação intrapessoal.
A comunicação é o que aproxima os indivíduos e a informação é meramente usada de maneira utilitária, a fim de informar e não de estabelecer laços. Podemos concluir então, que a comunicação na pós-modernidade estabelece um caráter muito mais pessoal e afetivo, enquanto a informação é o que forma a perspectiva racional do ser humano, que é usada como um alicerce para estabelecer uma comunicação primária entre indivíduos.
(Revista FAMECOS • Porto Alegre • nº 20 • abril 2003 • quadrimestral) Reflexão concebida dialogicamente, a partir de proposições baseadas na obra de Michel Maffesoli, por Juremir Machado da Silva, que também traduziu o texto).

Ivo Stankiewicz, Mylena Gama, Priscila Ribas, Robson Leandro
3º Período de Jornalismo - Turma U - Noturno.

Ronaldo e a mídia

Ronaldo sempre foi um excelente produto para a imprensa desde o gol “Gravou aquilo ali?” que ele fez com 17 anos pelo Cruzeiro. Mas nos ultimos meses, a audiência sobre Ronaldo Nazário extrapolou os limites das quatro linhas. Não bastasse toda a repercussão em cima do “atleta”, agora temos de assistir o que se passa na vida do “homem”.
Pois Ronaldo, além de ser um dos mais admirados jogadores do mundo (pelo que ele já jogou um dia), foi contratado pelo time mais popular do país. Isso já é o suficiente para a mídia “cair matando” em cima do Fenômeno. Para completar, o comportamento extra-campo dele faz a alegria de setores da imprensa que não lidam com esporte.
Antes, o maximo que se falava sobra a vida particular do jogador se resumia a Ferrari que ele comprou em 98 e a confusão na festa de seu casamento ralâmpago com Daniela Cicarelli (e este ultimo nem teve envolvimento direto dele). Depois do famigerado caso com os travestis, até um espirro de Ronaldo é notícia.

Ricardo, Anderson e Jhari
3º período de jornalismo noturno
turma U

Conceitos de Comunicação


Comunicação é algo que todas as pessoas têm conhecimento, sabem o que é, mas não sabem explicar. É o ato de se comunicar com alguém ou alguma coisa. Vem do latim communis, que significa tornar comum. De acordo com o Aurélio, ato ou efeito de comunicar, processo de emissão, transmissão e recepção de mensagens por meio de métodos e ou sistemas convencionados. É a condição basilar da sociabilidade, pressupondo a capacidade de troca ou discussão de idéias, diálogos, conversas, com vista ao entendimento entre as pessoas. Marques de Melo faz um panorâma da comunicação por meio de diversos conceitos: o científico, o filosófico e o estrural. Já o estudioso. C. E. Shannon e W. Weaver concebe a comunicação como uma transmissão de sinais, já que a comunicação não precisa ser feita por palavras. WIENER, Norbert, Cibernética e Sociedade: O uso humano dos seres humanos, define comunicação como informação simples ou complexa ao nível das relações humanas ou sociais, ou inclusive, ao nível biológico.

Fontes: Dicionário de língua Portuguesa – Aurélio
MARQUES DE MELO, José. Comunicação Social: teoria e pesquisa.

Artigo: http://www.univ-ab.pt/~bidarra/hyperscapes/video-grafias-319.htm

Grupo: Bruna Covacci, Daniel Neves de Moraes, Rafael Peroni, Tarek Omar.
Jornalismo 2°A

CONCEITO DE COMUNICAÇÃO


No artigo escrito por Inês Sílvia Vitorino Sampaio, a autora destaca concepções clássicas e contemporâneas da comunicação. Dentre os modelos de comunicação mais influentes nas últimas décadas, destaca-se o modelo criado em 1949 por C.E.Shannon e W.Weaver, que concebe a comunicação como uma transmissão de sinais. Exste também a compreensão da comunicação como dialogia é, sem dúvida, um dos modelos mais influentes da comunicação, que remonta à filosofia grega de Platão e Sócrates. O sociólogo francês Pierre Bourdieu, no entanto, tem como um dos eixos da sua sociologia dos bens simbólicos a investigação de questões relacionadas ao poder, onde o processo de comunicação é compreendido como uma disputa simbólica pelas nomeações legítimas. Desse ponto de vista, a sua compreeensão da comunicação pode ser considerada, exemplarmente, como contrária a de Habermas. Enquanto para o filósofo alemão a comunicação é considerada sinônimo da busca de entendimento, para Bourdieu ela é sinônimo de disputa. Por fim, a autora relata no artigo a comunicação como seleção. A comunicação é um conceito central na teoria sistêmica do sociólogo alemão Niklas Luhmann. Segundo o autor, a comunicação e não a ação, como postulado em muitas teorias, é a unidade elementar que constitui os sistemas sociais. A ação é, na verdade, a unidade elementar que faz o sistema observável. É com base nessa compreensão que ele se dedica a análise da comunicação. Segundo Luhmann, que opera na sua teoria com um elevado grau de abstração, a comunicação é compreendida como um processo de três diferentes seleções: a seleção da informação, a seleção da participação dessa informação e a compreensão seletiva ou não-compreensão dessa participação e sua informação.


Alunas: Barbara Lobo, Milene Silveira, Mariana Hillbrecht e Simone Sadoski

Turna: U - Noite


Conceito de Comunicação

Um conceito tradicional de comunicação, tal como praticado na vida
social e na academia, é aquele que a identifica com as mídias de
informação e entretenimento: a imprensa, a televisão, o rádio, o cinema, e
assim por diante.
Naturalmente, comunicação também é entendida em seu sentido mais
elementar dos processos de interação, por meio da fala e das linguagens,
entre os homens em sociedade.
Para discutir a comunicação aqui, quero abordá-la a partir de seu
componente básico, a informação, aquela unidade - um gesto, um signo,
um gemido, um suspiro, um poema, um filme, uma notícia de jornal, um
show de TV, uma música no rádio, uma aula, um tratado de filosofia -, a
partir da qual se estabelece todo o processo comunicativo, seja pela via dos
meios de comunicação, também ditos de massa, seja pela comunicação direta, interpessoal.
Vivemos hoje uma época de grandes e
extraordinárias transformações, em face do advento que está sendo
chamado de sociedade da comunicação e da informação, base de uma
nova sociedade do conhecimento. Este é, de fato, mais um momento de
notável inflexão na história da sociedade, na qual se dá a democratização
mais radical, fundada nas possibilidades infinitas da comunicação, de troca
instantânea de comunicação entre os homens, mesmo entre aqueles
afastados uns dos outros por distâncias até bem pouco tempo inimagináveis.
Assim, se a ânsia vital do ser humano continuar a ser, como
certamente acontecerá, a ânsia da liberdade, traduzida nas sociedades
radicalmente democráticas, a organização e o controle dos meios de
comunicação e informação serão cada vez mais decisivos parra a existência
da democracia neste planeta.
A comunicação ainda é, porém, uma das vítimas mais expressivas da
camisa de força metodológica imposta pelo princípio da ciência neutra e
objetiva, com sua epistemologia fortemente fundada na perspectiva
meramente disciplinar.
Eu entendo, pois, que a comunicação, como campo específico do
conhecimento, constitui-se um dos locus ideais para a prática do
paradigma da totalidade como um novo método de apreensão e
transformação do real, pois é a comunicação, mais do que em qualquer
outro momento na história, a chave para a construção das sociedades democráticas do futuro.

Autor: Murilo César Ramos
Livro: Às margens da estrada do futuro, Janeiro 2000
Acadêmica: Lorena da Silveira Dias, Jornalismo Norturno, 3º Período Turma U

terça-feira, 10 de março de 2009

O império do Youtube

O Youtube, que existe desde 2005, é uma referência na hospedagem de vídeos na internet. O site, que é o mais popular do tipo, abrange todo tipo de gravação, de clipes musicais, passando por trailers de filmes, campanhas políticas e até mesmo trechos de telejornais. O material encontrado no Youtube pode ser disponibilizado em blogs e sites pessoais (Orkut, por exemplo) através de mecanismos desenvolvidos pelo site.

Hoje em dia ele é um dos principais meios de informação na internet dentro desta concepção (dois em três vídeos vistos na internet são do Youtube). Além do que já foi citado, ele abre espaço para o internauta publicar o que desejar. Devido a isso, há um numero infinito de informações visuais em um só espaço, havendo a possibilidade de se acessar o que quiser em segundos. Todos os tipos de conteúdos imaginados encontram-se lá. Podemos citar dois exemplos de pessoas influentes que aderiram ao espaço tecnológico que é o Youtube:

1) O canal oficial do Vaticano, onde o Papa Bento XVI pretende criar uma relação mais próxima com os fiéis e transmitir mensagens da Igreja.

2) O canal oficial da Rainha da Inglaterra, onde Elizabeth 2ª divulga mensagens da coroa para os britânicos e também vídeos da família real.

A audiência do site é algo gigantesco se pensarmos que o Youtube existe há apenas quatro anos e chegou a passar de 6.7 milhões para 10.6 milhões de internautas residenciais em um ano.

Assim como em qualquer tipo de mídia, apesar de o site disponibilizar muitas informações relevantes e verdadeiras, é preciso tomar cuidado com conteúdos desnecessários que o site possa disponibilizar. Obviamente não há como controlar tudo o que é publicado devido à grandeza do site, mas, apesar disso, o Youtube censura vídeos impróprios como pornografia, por exemplo.

3º período - Jornalismo B

Analívia Ferreira da Costa
Daniela Andrade
Flávia Pontarolla Tomita
Natália Santos da Luz

Como a comunicação digital está presente no cotidiano

Em primeiro lugar, acho importante definir exatamente o que são as novas mídias. Estas informações foram retiradas do livro Comunicação e Marketing, de Clotilde Pérez:
- A linguagem utilizada por essas mídias é a combinação matemática ou binária de bits (bytes);
- Devido ao seu funcionamento digital, já nascem, ao contrário dos mecanismos analógicos (fotografia, cinema, TV), híbridas em linguagens tecnológicas. Tudo pode ser transformado ou mesclado em tudo. Num mesmo aparelho, é possível falar, escrever mensagens, acessar a Internet, tirar fotos, ouvir música...
- O hibridismo de várias tecnologias, e o fato de que as pessoas normalmente fazem várias coisas quando estão conectadas nesse aparelho, é o que permite romper com a estrutura emissor ativo e receptor passivo (ou seja, o meio é a mensagem também já está ultrapassado).
Não é difícil ver que as revistas geralmente recebem as inovações tecnológicas com entusiasmo, e não apenas as adotam o mais rápido possível como incentivam, praticamente obrigando, a adoção por parte dos leitores. Pesquisei a Istoé, mas lembro de casos assim na Veja e na Superinteressante.
Numa edição de 1996, a Istoé deu matéria de capa ao fenômeno da compra cada vez maior do computador com Internet. Relatou sete histórias desse tipo, e a única rusga com o computador apontada foi o fato de que as mães sentiam mais dificuldade que os pais em aprender a mexer, e por isso sentiam ciúmes dos maridos e dos filhos, que varavam a noite com a máquina. O medo dessas mulheres era o de perder espaço na vida deles. E, como a Internet era discada, se a pessoa ficasse muito tempo conectada ninguém conseguiria ligar para a casa dela. Em outra edição da revista, acho que uns dois anos depois, por cima de um computador simbolicamente conectado, o título era: Por que você não pode ficar de fora da nova mania dos brasileiros. Olha a agressividade!
Hoje, nem é preciso dizer: as revistas funcionam como vitrines de aparelhos tecnológicos cada vez mais modernos. De vez em quando, vem uma ou outra matéria sobre cuidados que se deve ter em sites de relacionamento, e alertando principalmente os jovens. Mas o que mais fica na memória de quem lê é a coerção (implícita, na maioria das vezes) mesmo. Talvez o mal venha menos dos aparelhos em si e mais da divulgação que é feita deles.

Novas mídias: a Internet



O advento da Internet trouxe à tona inúmeras indagações sobre qual seria o futuro de outras mídias. Houve afirmações de que livros e jornais impressos acabariam devido à abrangência e dinamismo desse novo meio que, além de entreter, informa e é parte fundamental da vida de grande parte da população. O que há, porém, é uma grande integração entre a Internet e outros meios. Os jornais impressos passaram a oferecer conteúdo exclusivo para assinantes e links para pesquisas online; os telejornais chamam para extras e links na Internet; e empresas de entretenimento trazem a possibilidade de downloads. Com os jornais online, o internauta recebe informação rápida, tem mais liberdade de escolha e a ilusão de informação gratuita. São inúmeras as vantagens da Internet, mas é engano pensar que por causa dela as outras mídias deixarão de existir, pois, além de os meios se complementarem, sempre haverá quem prefira folhear o bom e velho jornal impresso.

Jornal B
Alunas: Karyme Kaminski; Marília Dissenha; Patrícia Fernanda e Rafaela Sequeira.

As Mídias e Seus Produtos

A soma de novas tecnologias e métodos de comunicação para se diferenciar dos canais tradicionais, como televisão, radiodifusão, imprensa, etc., é o que chamamos de "novas mídias".
Com o advento delas, a tendência é que a publicidade migre para meios menos custosos e mais segmentados, com o objetivo de atingir diretamente o público alvo.
Segundo o publicitário Leonardo Lawrence, "o mercado da mídia vivencia, cada vez mais, a disputa entre os chamados "meios de comunicação de massa" e a mídia participativa". Lawrence ressalta que "as novas mídias, como indoor, marketing pelo celular, websites colaborativos entre outras, não são mais o futuro. São o presente".

Dizard, menciona que a "mídia de massa”, historicamente, significa produtos de informação e entretenimento centralmente produzidos e padronizados, distribuídos a grandes públicos através de canais distintos. Os novos desafiantes eletrônicos modificam todas essas condições. Muitas vezes, seus produtos não se originam de uma fonte central. Além disso, a nova mídia em geral fornece serviços especializados a vários pequenos segmentos de público. Entretanto, sua inovação mais importante é a distribuição de produtos de voz, vídeo e impressos num canal eletrônico comum, muitas vezes em formatos interativos bidirecionais que dão aos consumidores maior controle sobre os serviços que recebem, sobre quando obtê-los e sob que forma..."
Outro assunto abordado pelo consultor de comunicações e política de informação, é a comunicação à distância que está
sendo cada vez mais mediada por computadores, isto é, as informações são produzidas e estocadas por meios digitais e distribuídas velozmente por uma rede única de dados.



Turma B - Ana Luiza de Lima, Lorena Oliva Ramos, Nathália Lima Pontes, Pamela Paulini Morgon

Comunicação e as Novas Mídias

Há 25 anos, o que hoje se chama de mídia se resumia a jornal impresso, rádio e televisão. Mas com era digital surgiram, os computadores, a telefonia celular e a Internet, há dúvidas de como esses meios de comunicação irão se comportar no futuro.
Ao analisar o percurso histórico das mídias, percebe-se que cada vez que uma nova é criada, as outras se adaptam para conviver, e não serem substituídas.
Atualmente há a Internet que, por exemplo, permite um número cada vez maior de usuários. É nela que há a exposição de fotos, vídeos, músicas e até outros trabalhos artísticos de autoria própria para divulgação. Além disso, possibilita uma mistura das outras mídias que conhecemos: um texto jornalístico é complementado com um vídeo e muitos blogs postam diversos tipos de informação e conteúdo.
Outra característica da Internet é a sua velocidade, pois em questão de minutos uma notícia atravessa o mundo. Quando se entra nesse assunto é natural discutir o fim das mídias mais antigas, como o apocalíptico fim do jornal impresso.
Mas acredita-se que ele ainda tenha um futuro pela frente, onde se percebe seu papel vital para a sociedade. É nele que há o espaço para discussões das questões de interesse público, onde as reflexões mais importantes do país acontecem.
O jornal impresso também conquistou um espaço com o público e ainda é importante para os jovens, quando é possível observar nos acessos de suas versões on-line em paralelo com o crescimento brasileiro de 12% na versão impressa só no ano passado.
Outra questão é o encantamento pelas novas possibilidades de suporte e, nesse momento, o que está em alta é a interatividade. Independente do suporte é importante que o jornalismo prevaleça, existindo um compromisso com a veracidade.
As novas mídias chamam a atenção pela produção de conteúdo pela própria audiência. Assim encontra-se a importância da edição, que necessita de profissionais reunidos para filtrar e hierarquizar o conteúdo, editado e organizado.
É nesse momento que o público decide qual site acessar, qual canal assistir ou qual rádio ouvir. Quanto mais saturado os meios, mais a credibilidade é buscada.



Grupo: Elis Paola Jacques, Emeline Hirafuji, Gisele Eberspacher, Julia Bottini.
Turma B.

Comunicação - Conceitos definidos

por Liliane Cristina Andrade do Rêgo
sobre texto de José Marques de Melo


1. Conceito Etimológico

Comunicação vem do latim communis, comum, dando idéia de comunidade.

De acordo com o Padre Augusto Magne, comunicar significa participação, troca de informações, tornar comum aos outros idéias, volições e estados d’alma.

Esse conceito preza o fato das pessoas poderem entender umas às outras, expressando pensamentos e até mesmo unindo o que está isolado, o que está longe da comunidade.

2. Conceito Biológico

Nesse conceito, a comunicação é relacionada com a atividade sensorial e nervosa do ser humano.

É através da linguagem que é exprimido o que se passa em seu sistema nervoso.

Algumas espécies têm a necessidade de intercambiar informações apenas para multiplicar-se, enquanto a espécie humana procura comunicar-se intensamente com outros porque necessita participar ativamente da sua própria evolução biológica.

Segundo Wilbur Schramm, a comunicação segue a seguinte ordem: primeiro a coleta de informações pela atividade nervosa, a armazenagem, a disposição da informação, a circulação das mesmas para os centros da ação e o preparo de ordens que resultam no envio de mensagens.

Um conceito parcial, pois a comunicação não se resume a impulsos nervosos. Existe, por exemplo, o lado emocional que contribui para a formulação das idéias. A inteligência emocional é parte biológica do ser humano, uma vez que sentimentos como ira e alegria alteram batimentos cardíacos, influenciando pensamentos e reformulando informações.

3. Conceito Pedagógico

A comunicação é uma atividade educativa que envolve troca de experiências entre pessoas de gerações diferentes, evitando-se assim que grupos sociais retornem ao primitivismo.

Entre os que se comunicam, há uma transmissão de ensinamentos, onde modifica-se a disposição mental das partes envolvidas.

Pedagogicamente, é essencial que a educação faça parte de uma comunidade, para que os jovens adaptem-se à vida social, sem que cometam erros do passado.

4. Conceito Histórico

Baseada na cooperação, a comunicação no conceito histórico funciona como instrumento de equilíbrio entre a humanidade, neutralizando forças contraditórias. Desse ponto de vista, o conceito propicia o resgate diacrônico imprescindível ao avanço do homem em direção ao futuro.

Não fossem os meios de comunicação, ampliando as possibilidades de coexistência mais pacífica entre os homens, estes já estariam extintos em meio às disputas por poder.

E não menos importante que os conceitos anteriores, a comunicação atua na forma de sobrevivência social e no fundamento da existência humana.

5. Conceito Sociológico

O papel da comunicação é de transmissão de significados entre pessoas para a sua integração na organização social.

Os homens têm necessidade de estar em constante relação com o mundo, e para isso usam a comunicação como mediadora na interação social, pois é compreensível enquanto código para todos que dela participam.

Além desse aspecto, os sociólogos entendem a comunicação como fundamental nos dias de hoje para o bom entendimento da sociedade e na construção social do mundo.

Quanto mais complicada se torna a convivência humana, mais se faz necessário o uso adequado e pleno das possibilidades de comunicação.

6. Conceito Antropológico

A tendência predominante em alguns estudos da Antropologia é a de analisar a comunicação como veículo de transmissão de cultura ou como formador da bagagem cultural de cada indivíduo.

Esse é um assunto de grande importância, haja vista o surgimento da cultura de massa neste século XX, transformando as formas de convivência do homem moderno. Tanto que, dentre as principais teorias da comunicação de massa, encontramos a Teoria Culturológica, desenvolvida por Edgar Morin.

Os antropólogos e comunicólogos não devem esquecer que sem o desenvolvimento da comunicação, não se poderia estudar o homem em suas origens.


Transcrição de artigo online

Universidade Católica de Brasília
FACULDADE DE COMUNICAÇÃO
Curso : Teorias da Comunicação

Prof. Eufrasio Prates
BRASÍLIA, Jun/1997

Aluno: André Luis Mascarenhas Osiecki - Jornalismo 3º Período - Turma b

Conceito de Comunicação

Comunicar significa partilhar, isto é, compartir com alguém um certo conteúdo de informações, tais como pensamentos, idéias, intenções, desejos e conhecimentos. Por via de um ato de comunicação, experimentamos o sentido de uma comunhão com aquele a quem nos dirigimos, porque com ele passamos a ter algo em comum.
Da comunicação interpessoal à comunicação de massa, o ato comunicativo responde a uma necessidade vital de todo homem, qual seja a do comércio de suas experiências e saberes. Dessa forma, ao desenvolver os primeiros meios mecânicos de registro e divulgação de informação – a escrita alfabética e, com Gutenberg, a invenção do tipo móvel – a sociedade humana deu notável salto, imprimindo um rumo tecnológico à transmissão de informações. Tal é a origem de um dos mais complexos fenômenos do nosso tempo: a chamada comunicação de massa. E o fato de tal comunicação pode ser produzida em escala industrial, para um consumo rápido e imediato, não lhe retira qualquer parcela de significação e importância. Muito ao contrário, estudos e ensaios de longa extensão e variável acuidade crítica têm sido dedicados a esta forma especial de comunicação, versando suas implicações ideológicas e políticas, suas incidências sociológicas e mesmo seus efeitos no âmbito da vida cotidiana dos cidadãos.
A comunicação está, portando, na ordem do dia. Voltado para o conhecimento de si próprio e a análise sistemática de suas manifestações expressivas, tem o homem procurado abeirar-se cientificamente da atividade comunicativa, buscando explicá-la e sobre ela refletir, seja no domínio das teorias, seja no plano da existência prática e diária.
A representação simbólica do conhecimento humano e seu conseqüente aproveitamento prático constituem hoje um objeto de estudo, tal como o testemunham, em sua variedade, os currículos das faculdades de comunicação. Para tal efeito, costumava-se caracterizar o processo de comunicação como um ato social no qual intervêm um emissor ou fonte que, com o recurso a um código, elabora (e codifica) uma mensagem, enviando-a por um canal e, num dado contexto, a um receptor ou destinatário (o que codifica e assimila). Sendo a linguagem uma faculdade humana e abstrata de representação de conteúdos, os diferentes códigos de comunicação traduzem suas instâncias concretas, cuja hierarquia institucional é constitutiva da cultura humana.

LITTLEJOHN, Stephen W.; TRINTA, Aluizio Ramos. Fundamentos Teóricos da Comunicação Humana. Rio de Janeiro: Guanabara, 1988.


Equipe: Elisa Z. Catalini, Luiza Miranda Garcia, Saulo C. Schmaedecke
Jornalismo Noturno - Turma U.

Ronaldo e sua mídia.

"A condição humana é um processo artificial. Baseia-se em artifícios, descobertas, ferramentas e instrumentos, a saber, em símbolos organizados em códigos. Os homens comunicam-se uns com os outros de uma maneira não "natural": na fala não são produzidos sons naturais, como, por exemplo, no canto dos pássaros, e a escrita não é um gesto naural como a dança das abelhas. Por isso a teoria da comunicação não é uma ciência natural, mas pertence àquelas disciplinas relacionadas com os aspectos não naturais do homem, que já foram conhecidas como "ciências do espírito". A denominação americana "humanities" expressa melhor a condição dessas disciplinas. Ela indica na verdade que o homem é um animal não natural."
Vilém Flusser


Ronaldo retorna envolto em glórias. Após seu gol de cabeça, no último domingo, virou manchete de jornais e notícia principal dos programas de televisão. A mesma mídia que tempos atrás o golpeou com retratações negativas, hoje glorifica o momento como "a volta do fenômeno". Segundo Guy Debord, em seu livro "A sociedade do espetáculo", "toda a vida das sociedades nas quais reinam as condições modernas de produção se anuncia como uma imensa acumulação de espetáculos. Tudo o que era diretamente vivido se esvai na fumaça da representação."
Como tem sido visto, Ronaldo tem um contato muito próximo com a mídia. Ele faz parte, basicamente, do espetáculo do momento. Alguns anos atrás era a grande descoberta do futebol moderno, um jogador promissor e competente, disputado por grandes times e várias partes da imprensa. Algum tempo depois, foi julgado por seu peso, sua aparência física e algumas de suas atitudes. Agora, vemos a mídia o retratando de forma positiva novamente. Resta saber por quanto tempo esse novo espetáculo “alimentará” seu público.



Alessandra Belini, Amanda Ludwig, Gisele Linhares, Vinícius Salvino Borges
Jornalismo - Noturno