terça-feira, 10 de março de 2009

Comunicação e as Novas Mídias

Há 25 anos, o que hoje se chama de mídia se resumia a jornal impresso, rádio e televisão. Mas com era digital surgiram, os computadores, a telefonia celular e a Internet, há dúvidas de como esses meios de comunicação irão se comportar no futuro.
Ao analisar o percurso histórico das mídias, percebe-se que cada vez que uma nova é criada, as outras se adaptam para conviver, e não serem substituídas.
Atualmente há a Internet que, por exemplo, permite um número cada vez maior de usuários. É nela que há a exposição de fotos, vídeos, músicas e até outros trabalhos artísticos de autoria própria para divulgação. Além disso, possibilita uma mistura das outras mídias que conhecemos: um texto jornalístico é complementado com um vídeo e muitos blogs postam diversos tipos de informação e conteúdo.
Outra característica da Internet é a sua velocidade, pois em questão de minutos uma notícia atravessa o mundo. Quando se entra nesse assunto é natural discutir o fim das mídias mais antigas, como o apocalíptico fim do jornal impresso.
Mas acredita-se que ele ainda tenha um futuro pela frente, onde se percebe seu papel vital para a sociedade. É nele que há o espaço para discussões das questões de interesse público, onde as reflexões mais importantes do país acontecem.
O jornal impresso também conquistou um espaço com o público e ainda é importante para os jovens, quando é possível observar nos acessos de suas versões on-line em paralelo com o crescimento brasileiro de 12% na versão impressa só no ano passado.
Outra questão é o encantamento pelas novas possibilidades de suporte e, nesse momento, o que está em alta é a interatividade. Independente do suporte é importante que o jornalismo prevaleça, existindo um compromisso com a veracidade.
As novas mídias chamam a atenção pela produção de conteúdo pela própria audiência. Assim encontra-se a importância da edição, que necessita de profissionais reunidos para filtrar e hierarquizar o conteúdo, editado e organizado.
É nesse momento que o público decide qual site acessar, qual canal assistir ou qual rádio ouvir. Quanto mais saturado os meios, mais a credibilidade é buscada.



Grupo: Elis Paola Jacques, Emeline Hirafuji, Gisele Eberspacher, Julia Bottini.
Turma B.

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