quinta-feira, 16 de abril de 2009

Função do Jornalista

A jornalista recém formada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná, Thais Vaurof, que atualmente trabalha com assessoria de imprensa, acredita que a função do jornalista é informar a população da maneira mais fiél possível: "A população é diretamente influenciada pela mídia, por isso é função do jornalista verificar todas as informações antes de divulgá-las. Não cabe ao jornalista emitir a sua opinião." diz.

Jornalismo Noturno - Ivo, Leonardo, Milene, Mylena e Priscila.

terça-feira, 7 de abril de 2009

Sobre o jornalista

Os processos comunicativos são a interface entre todas as áreas do conhecimento. No entanto, para que esses processos e esses recursos comunicativos surtam efeitos os jornalistas devem ter consciência de que o trabalho que desempenham é serviço de utilidade pública, e, portanto devem noticiar em todos os níveis. Outra função do profissional é possibilitar as pessoas a formação da opinião própria a partir do esclarecimento dos fatos, textos opinativos e a transmissão da informação da forma mais neutra possível, sem manipulação.
Por isso os jornalistas não devem fazer pré-julgamentos de fatos, opiniões e pessoas e têm sempre que avaliar os dois lados da situação. Outro fator importante para um ser um bom profissional é a leitura constante. O contato com outros textos desenvolve o poder analítico, que é fundamental para os profissionais, já que isso proporciona fundamentos teóricos para a elaboração de uma critica apropriada e consistente. Por ultimo e mais importante, é necessário ter a consciência de que se é jornalista 24 horas por dia, para isso há que se desenvolver a percepção jornalística e estar sempre alerta, porque o fazer jornalismo é uma atitude constante.
Gustavo Prestine, Milena Vicintin e Viviane Prestes
Entrevistada: Maria Tereza Martins Freire. Jornalista com experiência no mercado empresarial, mestra em educação e doutoranda em ciências da saúde com ênfase em educação, comunicação e telesaúde.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Informar sem espetacularizar

Para a jornalista Viviane Busato de Oliveira, 24 anos, o jornalismo é muito abrangente e dentro de cada vertente da profissão encontramos funções diferentes, porém com um único foco: comunicar.

Segundo Viviane, o impresso busca o aprofundamento da notícia. Já a televisão o de relatar de forma simplificada os fatos. De um modo geral, a verdadeira função não deve apenas informar, mas por em discussão os temas de forma clara e objetiva, resultando na formação de opinião por parte do receptor.

Para tais exercícios existem muitas entraves comerciais e estatais, porém cabe ao profissional contornar de maneira viável tais situações sem ferir os direitos de ninguém, ressalta Viviane, uma vez que a notícia não está acima de tudo.
É necessário o cuidado para que não haja um espetáculo de informação, o qual torna o fato sem credibilidade.

Grupo: Alexandra Fernandes e Fernanda Zaremba
3° Período - Jornalismo Noturno

SET: Bastidores

SET existe desde junho de 1987, criada a partir de pautas de cinema da revista BIZZ. Alex Antunes (editor) e Marcel Plasse participaram da criação editorial e Michel Spitale foi o primeiro editor de arte. Em sua primeira capa, a revista estampou o ator Mickey Rourke (O Lutador).
Com quase 23 anos de circulação passou por diversas fases, a última com um ar mais popular. A forte concorrência com a Internet é apontada como um dos fatores para essa popularização, mas o diretor de redação Roberto Sadovski não concorda com a hipótese. “O importante é não repetir, não tentar fazer no papel o que a internet faz muito bem. O que oferecemos, por exemplo, são matérias mais completas, e um volume de informação que, na internet, na tela do computador, pode se tornar cansativo. Acho que uma mídia completa a outra, elas não competem”, comenta.
A revista manteve-se por muito tempo, como a única referência sobre cinema no Brasil (em 2007, Marcel Plasse criou a Pipoca Moderna). Sendo assim, podemos concluir que o mercado destinado a este tipo de publicação está cada vez mais reduzido, compacto por assim dizer. Sadovski aponta alternativas para a manutenção de uma publicação deste gênero: “Tudo depende do que a publicação oferece. Não sei se o mercado está reduzido ou pulverizado, mas acredito que o importante é manter-se informado de como seu público absorve informações, do que chega até ele, e oferecer algo mais completo”.
Para ele, o segredo da longevidade de SET está no diálogo com seus leitores e em sua capacidade de se adaptar a diferentes realidades ao longo dessas duas décadas. “O que precisamos, então, é de criatividade e visão para descobrir o que nosso leitor busca e nunca encerrar o diálogo. Dialogando e mantendo os canais abertos com nosso público e principalmente, fazendo parte dele. Eu faço a revista que eu gostaria de ler. Assim é possível ser honesto - e isso é perceptível para o leitor”, conclui.

Roberto Sadovski é diretor de redação da Revista SET

Alunos: Vinícius Salvino, Alessandra Belini, Amanda Ludwig, Gisele Linhares
3° Período Jornalismo Noturno

A função do jornalista.

Os seres humanos tem a necessidade de se comunicar, de se informar dos acontecimentos da própria humanidade. A função do jornalismo é informar.
Do ponto de vista teórico, a função do jornalista é de relatar os fatos para a sociedade com o grau máximo de imparcialidade. Buscar as verdades no que é de interesse coletivo, da sociedade em que está inserido. Na prática, o que acontece é que o profissional da imprensa cumpre as orientações de seus superiores. A imprensa, e isto não acontece só no Brasil, mas no mundo todo, é sim tendenciosa. A ideologia política ou interesses financeiros de um veículo, sempre falam mais alto do que a boa vontade do profissional da imprensa. Cabe a ele, jornalista, passar os fatos de um modo em que não maquie totalmente a realidade, nem seja demitido por desagradar os comandantes da empresa jornalística.

Entrevistado: Davi Etelvino, repórter do Jornal Perfil Diário .
Aluna: Ana Lígia Pradela
3 p. jornalismo (manhã)

Funções da mídia

Rosângela Stringari, professora da área de comunicação social.

A televisão presta no Brasil um serviço político e social, é fonte de informação para a maioria da população, sendo de fácil acesso e simples. Ela segue duas diretrizes básicas: educar (informar) e entreter. Onde na maioria das emissoras o entretenimento é o mais explorado. Os telejornais passam informação, mas mais como um show. Para a maioria a televisão é a única fonte de informação, e cabe aos jornalista e produtores dar ao público o que eles precisam.
A população não tem muita escolha de canais, não têm tv a cabo. Nos dias livres, final de semana, em que têem mais tempo para o lazer as atrações televisivas são as piores, deixando pouca opção. As novelas garantem boa fatia do mercado e também trazem informação, como a nova novela da Globo, Caminho das índias, que traz uma bagagem cultural incluida. A malhação, apesar de ser um novela das 6, é uma grande fonte de informação para o público jovem que normalmente não assiste ao jornal, abordando temáticas importantes para o público mias novo. A tv traz um aprendizado de cultura e diversidade, é uma porta aberta para o mundo, a população é que não se dá conta, e é uma porta mantida pelos produtores da tv, pela mídia. Mas ainda falta cultura, pais que deixam as crianças assistirem os programas de tv sem se preocupar com o que elas iram absorver, sem um limite de exposição. Dependendo do programa os valores são diferentes. Na Itália existem telejornais feito especialmente para o público infantil, com um vocabulário adequado, trazendo respeito e valores, o que falta no BR. Temos que ter cuidado ao passar informação para o público, a mídia influencia muito as pessoas, molda comportamentos, vocabulário, nomes.
A tv têm um papel importante e a sociedade precisa acirdar. A tv é como qualquer outro equipamento, vai ser positiva ou negativa dependendo de seu uso. Atualmente na tv não há pluralidade de informação e fontes, é raro uma abordagem diferente, muda de canal mas encontra as mesmas coisas, repetição. Há também a fragmentação da informação, ideia fragmentada, pelo tempo curto na tv atual. Mídia espetáculo. Mídia explora.Culpa do que está na mídia é dos produtores.


Maria Clara e Laura Schafer
3º período de Jornalismo - Matutino.

Funções do jornalista na comunicação atual

A função do jornalista serve para mediar o que é a informação e o que é boato, segundo a jornalista entrevistada, Jéssica Amaral. Ela explica que Com a dissolução dos blogs, a informação muitas vezes fica sem controle. O papel do jornalista é importante para verificar se as mesmas informação são veridicas ou apenas boatos.
Hoje em dia, com a evolução da internet o meio de comunicação pela internet esta mudando cada vez mais. Todos os outros meios de comunicação como rádio, televisão, jornais, entre outros, vem procurando se adequar ao perfil do internauta para vender mais, até porque pela internet a comunicação acontece de uma forma mais veloz, não tanto quanto o rádio.
Para um profissional trabalhar com essa mudança de tecnologia é preciso muita atenção e estar sempre atualizado. Outro fator falado por Jéssica, é as reportagens postadas pela internet, na maioria das vezes não são tão aprofundadas nas informações, pois tem que ser postadas rapidamente. Por exemplo, o site da globo em que tem notícias saindo em minutos, mas sempre existem sites em que se abrange
*mais sobre determinados assuntos.
*Em relação aos meios mais utilizados ela acredita que tanto o impresso quanto o online, são muito utilizados, pois o perfil das pessoas mudou. “Os mais antigos vão preferir o impresso e os mais jovens na internet, mas os dois ainda se equivalem. “, explica Jéssica. Porém para os jornalistas o meio preferido deles ainda são os mais tradicionais, como TV, rádio, jornais impressos, porém o mundo da web exige bem mais do jornalista, porém tem que estar informado sobre todos os outros meios, no qual tem a mesma base.
*Como todos sabemos, atualmente o mercado de trabalho não esta fácil, do ponto de vista da entrevistada, o mercado de trabalho não está saturado o problema existente são os profissionais que não se dedicam o suficiente, sobre um profissional de jornalismo, ele precisa ler muito e gostar de receber informações, saber como lidar com tal situação. O grande problema que ela vê, é que já na faculdade deveria existir um método para qualificar mais seus futuros jornalistas, lógico que o problema não esta apenas na faculdade, o estudante tem que se dedicar a faculdade.



Alunas: Bárbara Lobo, Mariana Hillbretch e Simone Sadoski
3º períoso de Jornalismo noturno

Função do jornalista

Segundo Liana D’Menezes , editora do caderno Vida, do jornal Gazeta, de Cuiabá, e professora, apesar das dificuldades, é possível sim nos dias de hoje, o jornalista cumprir com sua função, que é ser transformador do meio. Nossa sociedade tem a característica de ser rápida e até mesmo confusa, cabendo assim ao bom jornalista, ser pró-ativo, ver além da pauta, dos personagens, ampliar a visão sem perder o foco.
Há de não se perder de vista que nenhum jornalista tem autonomia para fazer o que acha que é certo sem que passe pelo crivo do seu editor que por sua vez passa pelo crivo da direção de jornalismo que por sua vez passa pelo crivo dos donos da empresa que por sua vez estão atrelados econômica e politicamente a outras instâncias (a menos que seja um veículo alternativo que se banque), mas que mesmo assim encontramos atualmente várias redações em que se faz um ótimo jornalismo. Para isso, o repórter tem que saber sair pela tangente sempre que necessário e não desistir de suas matérias.
Liana finaliza dizendo que em todas as épocas, independente do sistema político vigente e suas largas ou parcas conseqüências, coube ao jornalismo ser os olhos, a boca, os ouvidos e as mãos do controle social.

Lívia Pulchério, Jornalismo diruno B

Funções do Radiojornalismo

O rádio, mesmo tendo deixado há muito tempo de ser o principal meio de informação em nossas vidas, ainda desempenha um importante papel. No rádio a velocidade em que a notícia é transmitida se sobrepõe a profundidade de seu conteúdo.
Seus textos jornalísticos são curtos e objetivos, próprios para dar ao ouvinte um resumo da notícia que pode ser aprofundada depois, pelo jornal impresso por exemplo. Sua linguagem coloquial faz com que todos os tipos de ouvinte consigam obter o entendimento da informação que está sendo transmitida.
O comentarista, é antes de tudo jornalista, e tem um importante compromisso com a sociedade. Seus comentários e críticas devem ser baseados em fatos concretos e não em suposições e opiniões que discordam de determinado assunto sem um fundamento para isso.


Entrevistado: Vinícius Buganza - Comentarista da Rádio Londrina


Grupo: Clarissa Herrig, Larissa Dalitz e Lívia Marques.
Jornalismo B - 3º período

A mídia como educadora da sociedade

De acordo com Rúbens Jacobeti, editor de Cidades do Jornal O Estado do Paraná, a função fundamental da mídia é informar e entreter o público de maneira a educá-lo e não bestializá-lo. Já que o principal acesso de muitos brasileiros à cultura, ao conhecimento e à história é através da mídia, principalmente da televisão, o papel dos veículos de comunicação é apresentar a eles conteúdos inteligentes. Isso significa transmitir algo útil e que realmente contribua para a formação intelectual do expectador. Segundo ele, nota-se que esse papel tem sido cumprido somente por parte da mídia. Há ainda muitos programas que alienam as pessoas, mas também há aqueles que exercem influência positiva. Os jornais, em geral, têm permitido que pessoas se tornem mais instruídas, através da maneira com que os fatos são noticiados. Cada um tem uma linguagem própria, que visa alcançar certo tipo de expectador. Rubens ainda aponta que responsabilidade social também é uma incumbência da mídia, sendo mais exercidas por minisséries, novelas e outros programas.

Por Daniela Mallmann Andrade
Jornalismo - B

Funções da mídia

A comunicação como instrumento da fé

Segundo o Frei Wilmar Villalba Ortiz, bacharel em Jornalismo, ex-repórter de revistas católicas e atual pároco da comunidade São João Batista, a mídia já é parte integrante de praticamente todos os setores da sociedade, inclusive no que diz respeito a fé.
Além de noticiar e tratar de assuntos variados, esta pode desenvolver o papel de incentivo a integração. E é com esta visão que muitas religiões se utilizam de meios impressos, internet, televisão e rádio para atrair a atenção dos fiéis e proporcionar a maior dinâmica entre a comunidade e os acontecimentos da organização religiosa, não só com a função de comunicar, mas também com o objetivo amplo de tornar participativa e extremamente importante as opiniões e sugestões dos fiéis.
Com este auxílio da mídia, as instituições se desenvolvem mais rapidamente e conseguem obter mais resultados em suas iniciativas.

Grupo:
Letícia Paris
Gabriele Lemes
Emanuelle Garollo

Turma A

O jornalismo tem função e meios para cumprir suas funções

F

ernando Evangelista, jornalista, correspondente e atualmente professor, considera que a função principal do jornalismo é informar o público sobre os fatos, como medida para se fortalecer a democracia. Mas acredita que esta função não é cumprida no Brasil. “Os grandes meios de comunicação no Brasil, historicamente, estão preocupados com o poder e, por isso, são como partidos políticos empenhados em determinadas causas”. Segundo ele, estes estão preocupados com o lucro e não com informação de qualidade, levantam bandeiras particulares em suas publicações, comprometendo o equilíbrio da informação.

Evangelista ainda deixa claro que a função do jornalismo, conceituada de maneira simplista é informar, compartilhar. Para isso, ele descreve três importantes atitudes:

1) A fiscalização do poder;

2) O relato dos fatos com honestidade; e

3) A distinção de contar histórias que não se contam.

Evangelista também afirma que não existe nenhum meio de comunicação ou jornalista imparcial. O que existe é equilíbrio e este é que define o jornalismo de qualidade.



*Fernando Evangelista já trabalhou na Caros Amigos, cobrindo o conflito na Palestina, a Guerra do Iraque e a Guerra no Líbano. Atualmente é professor e diretor de dois documentários. Evangelista tem 34 anos e é diplomado há 9 anos pela Unisul.



Jornalismo - Noturno

Angela Hortencia Weber
Fernando de Jesus
Larissa Santin

Jornalista como agente transformador

Para Dálie Felberg, educomunicadora da Ciranda, central de notícias dos direitos da infância e adolescência , o jornalista, acima de tudo, tem a função de transformar, de ser agente dentro da sociedade, é mais que uma ponte entre os variados grupos da sociedade.  “Na Ciranda, por exemplo, jornalistas e educadores trabalham para que a função social do jornalismo seja cumprida da melhor forma possível. Cuidar da maneira com que crianças e adolescentes aparecem na mídia, como os jornalistas tratam os temas relacionados a eles, é um jeito de buscar um jornalismo responsável e de desenvolvimento”. Os meios de comunicação têm a responsabilidade de desenvolver o senso crítico, propagar direitos e deveres e de construir  cidadãos. Se eles falham em suas funções é porque a qualidade do jornalismo precisa ser revista. A importância do público a quem a mídia se dirige também foi destacada pela jornalista. “De nada adianta ter uma boa programação de televisão, por exemplo, se não há pessoas que queiram esse tipo de informação”. Dálie acredita que a mídia não tem desempenhado esse papel social e que só irá cumpri-lo quando sua força for reconhecida e quando a sociedade exigir meios de comunicação responsáveis. 


Turma B - Ana Luiza de Lima, Lorena Oliva Ramos, Nathália Lima Pontes, Pamela Paulini Morgon

Função do Jornalismo

“Sem a informação e mundo seria vazio”

Segundo Marcia Cristina Santana, repórter do jornal O Município, uma informação bem passada é a essência de um bom jornalismo. Analisar, interpretar, relatar e algumas vezes até opinar é o que faz o jornalismo diário.
Transmitir imparcialidade e contar os fatos realmente como são pode ser um trabalho “perigoso”. A maneira com que alguns assuntos são abordados pode ser interpretada incorretamente pelo público, o que acarreta uma ambigüidade não desejada.
O jornalista exerce seu papel não só no veículo de comunicação, ele vivencia o fazer jornalismo cada segundo de sua vida. Um bom jornalismo é aquele feito por um profissional apaixonado por sua carreira. Informar deve ser uma ação feita com motivação e interesse, tendo em mente que a notícia relatada, além de ser de interesse público, é essencial para a humanidade.
Sabe-se que a informação jamais terá um fim, garantindo uma certeza, e por que não uma esperança de que ainda existe e sempre existirá a prática do jornalismo.

Marcia Cristina Santana, repórter do jornal O Município, cidade de Socorro, São Paulo.

Grupo:
Ana Carolina Baú
Gabriela Hoff
Gabriella Gonçalves de Oliveira

3º período A

Função do Jornal Impresso


Fábio Schatzmann, jornalista da Tribuna do Paraná e do Estado do Paraná, vê no jornal impresso valor histórico por documentar a sociedade de uma época. “É através das reportagens diárias que podem ser traçados paralelos entre o passado, futuro e presente”.
Uma preocupação de Schatzmann é a tendência do jornal impresso ser substituído por outras mídias, como a internet principalmente, “porém para os apaixonados, o jornal impresso é o único que reúne os ingredientes para se perpetuar no tempo”. Além disso, algo que incomoda o jornalista é a disputa rapidez x aprofundamento. Na internet tudo é muito rápido mas não há tanto detalhamento. Em contraponto, o impresso busca uma apuração maior, assim como uma maior eficácia, rigor estilístico e que esteja sujeita a todas as pressões da era moderna, como horário de fechamento curto, linha editorial, com produções mais sucintas e completas. Este é o principal motivo da preocupação de Fábio Schatzmann, mas mesmo assim ele acredita que o impresso seja o melhor meio de informação.

Fábio Schatzmann - Jornalista da Tribuna do Paraná e Estado do Paraná

Analívia Ferreira da Costa

Flávia Pontarolla Tomita

Mayara Fernanda Bréssan

Natália Santos da Luz

Função do Jornalismo

“O jornalismo, como uma espécie de "espelho", nada mais faz do que um retrato de ações.” Para Tiago Recchia, o jornalismo tem a função de ratificar o que foi feito, falado, acontecido, e ainda nos lembrar o que não podemos – ou não deveríamos- esquecer. Toda atividade humana gera eventos e ações, Recchia diz que o papel do jornalismo é levar ao conhecimento do público fatos e acontecimentos que dizem respeito à comunidade, “o papel do jornalismo é essencialmente informar” afirma o jornalista.
Alertar a população, gerar debates e discussões acerca das condições de sua vida, assim deve ser o jornalismo, “tem de ser praticado com um olho no papel e o outro nas leis, na justiça”.
Por fim o jornalista cita Millôr Fernandes: "Imprensa é oposição. O resto é secos & molhados".

Tiago Recchia, Jornalista da Gazeta do Povo

Grupo:
Bruna Regatieri, Duane Marina, Francielle Ciconetto, Geferson Barazetti

Visão jornalística

Douglas Moreira, jornalista responsável pela Ciranda Central de Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência. O enfoque dado pela entrevista foi em relação à mídia e como ela se comporta diante a sociedade de massa.


A função apontada no jornalismo, para Douglas, é de informar, “... transmitir informações, e formar, no sentido de instrumentalizar conhecimentos.” Entretanto, para a atualidade ainda releva que a democratização, que seria despertar o interesse da sociedade para gerar discussão pública, que seja ao alcance de todas as informações passada pela mídia. E outra função que ele considera importante é a de mobilização social “e que muitas vezes acaba relegada a mídias comunitárias”.


A sociedade está cercada por todas as esferas da comunicação. Não mais somente para informar, e sim para decisões políticas que pré determinam suas próprias questões do cotidiano, interpreta o jornalista. A comunicação gera também “relações estreitas com o meio jornalístico” – pois ainda devem interpretar como o meio que está recebendo as diversas comunicações que serão passadas pela mídia.


Douglas enfoca que a sociedade tem a visão que a mídia as pautam nas suas relações com a sociedade. Entretanto, as suas vertentes, como a internet em formatos alternativos e/ou comunitários também ajudam para tirarem desta relação: mídia versus sociedade em massa. Para ele, a comunicação não é mais sinônimo de mídia, em essência, “se desenvolve a partir da interação de dois ou mais indivíduos – que também acaba sendo esquecido”.


Posteriormente, a visão global defendida por Douglas Moreira a respeitos dos desenvolvimentos trazidos pela comunicação foi o que o despertou interesse nos meios alternativos. Trazendo em destaque, as mídias digitais, “especialmente a internet” – afirma. Os processos de incorporação em defesa dos direitos e promoção do desenvolvimento humano e social, também deixaram mobilizou para o papel que o jornalismo comporta para a sociedade. “Este é um processo que cresce desde a redemocratização pós-ditadura, mas que ainda demanda muitos esforços e novos profissionais atentos e engajados.”


3º período - Jornalismo noturno
Talita Caroline Candido
Ana Paula Scorsin
Honislaine Rubik
Ana Caroline Camargo

"Temos exceções, graças a Deus"

“O jornalista deveria ser alguém que interpreta e descreve a realidade de um ponto de vista, talvez, mais humano, separando os números que tanto nos cercam”, explica Mario Akira Hisatomi. Ele defende a necessidade do jornalismo para se expressar e comunicar isso aos outros, posicionando-se a favor de um aprofundamento maior sobre os fatos. Segundo Hisatomi, o que mais lhe preocupa é a função do jornalista que hoje é desempenhada. “O jornalista está cada vez mais técnico. É muito comum vemos as grandes discussões se dobrando ao espaço cada vez menor nas páginas dos jornais. A internet, então, nem se fala. Não há profundidade nas discussões”, ressalta mas ainda diz que isso não se aplica em todos os casos.

E aos leitores, ele aconselha a dúvida: “Seguinte, são quantos os tipos de leitores? Tem aquele que se informa em tudo quanto é veículo. Ouve rádio quando acorda, lê o jornal, navega pelos sites de notícias e ainda vai ver os telejornais. Mas tem aqueles que não se importam. Lêem a primeira coisa que aparece e a tem como verdade. Então, a atenção é como você, leitor, está vendo a notícia. Se vai acreditar em tudo que está escrito, ou vai você buscar uma interpretação”.


Mario Akira Hisatomi é Jornalista - Editor de Cidades - Jornal do Estado


Alunos: Elis Paola Jacques, Emeline Hirafuji, Gisele Eberspacher, Julia Bottini – Turma B

domingo, 5 de abril de 2009

Funções e vantagens da mídia online


Alexsandra Bentemuller (32), editora do Caderno G, da Gazeta do Povo Online, conta que um dos pontos fortes dos jornais na Internet é a velocidade da informação, pois “o leitor se intera da notícia em tempo real, não no dia seguinte” e “pode fazer comentários sobre o que leu”. Alexsandra também comenta sobre a facilidade de acesso e como a Internet proporciona melhoras na narrativa, pois sem limite de caracteres, não há a necessidade de se fazer um texto curto. “O essencial é dar condição ao leitor para decidir o quão curta ou extensa será a sua leitura, de acordo com seus interesses”.

Com sete anos de experiência no Portal Terra, em São Paulo, a jornalista não vê desvantagens e sim desafios no jornal online que "exige constante investimento no aprofundamento de conteúdos informativos e na prestação de serviços”. Quanto ao fim dos jornais impressos, a editora fala que cada vez mais as pessoas lêem diários online, mas que “um bom jornalista não tem que temer novas ferramentas digitais”.
Grupo: Karyme Kaminski, Marília Dissenha, Patricia Fernanda e Rafaela Sequeira - Jornalismo 3º período B - manhã

Função do Jornalismo e do jornalista

"Em uma definição tautológica, a função do jornalista é fazer jornalismo.

A função do jornalismo é processar informação segundo certos procedimentos e valores cunhados ao longo do século XIX e XX.

No século XV, graças a Guttenberg, surgiram os primeiros livros impressos, dos romances e dos periódicos online. No século XVII, a revolução Industrial criou condições técnicas de imprimir grandes volumes, enquanto na Francesa, a imprensa assumiu um papel político imprescindível e se atrelou à própria definição da democracia;

Já no século XIX, nos EUA, há uma mudança de paradigma. A defesa da população é através da denúncia, da busca por revelar informações ocultas, falcatruas. O jornalismo e a velha democracia ainda, mas de forma distinta. A partir daí, surge toda uma deontologia profissional: informação checadas, obrigação de contraditório, exploração de múltiplas posições axiológicas (opinativas) sobre temas controversos. Nada mais democrático. A profissionalização, obrigação de manter independência editorial, ideologia da isenção e da imparcialidade, advento da fotografia e chegamos onde estamos.

Professor Doutor Mário Messagi Júnior
Professor Adjunto do curso de Comunicação Social da UFPR e atual assessor de comunicação e marketing da instituição

Durval Ramos
Cássio Barbosa
Guilherme Gaspar

Jornalismo Cultural

Escrever sobre música, cinema, literatura ou cultura pop de uma forma geral é – e sempre será – algo extremamente passional. Para a maioria das pessoas, seria algo como trabalhar com o que se gosta. Ou seja, o trabalho perfeito. Da junção de gostos entre dois amigos; um fã de Echo & The Bunnymen e outro apaixonado por Engenheiros do Hawaii, nascia o Scream & Yell: “Eu gostava de escrever, era metido à enciclopédia de música, tinha uma coleção invejável de vinis e muitas pessoas próximas freqüentavam a minha casa ou para ouvir um som ou para gravar fitas”, conta Marcelo.

Quando optamos por falar sobre um determinado livro, filme ou disco, estamos expondo nossa opinião, por vezes extremamente passional, sobre um determinado “produto” que abrange um grande número de pessoas. “O espaço que o S&Y tem vem ao encontro das necessidades de expor um texto” comenta Marcelo. “E eu, sempre, procuro pensar que assim estou abrindo um espaço, um canal, para este colaborador. Muitos agradecem várias vezes pelo fato de eu aceitar e publicar um texto seu, mas, na verdade, eu devo agradecer por receber tantos e bons textos continuamente”, completa.

Para ele a experiência adquirida em zines ajuda o profissional a encontrar seu estilo. “A medida em que escreve, escreve e escreve o profissional aborda o assunto de uma maneira em que a sua idéia livre se encaixe nos padrões rígidos da instituição a que ele trabalha. Ou seja, ele aprende a fugir das amarras de um texto, ou, principalmente, de um editor chato”, brinca.

Marcelo espera que novas publicações possam fazer o que a Revista BIZZ, a Ilustrada da Folha de São Paulo e a Som Três fizeram com ele: ter vontade de ser jornalista. “Jornalismo cultural implica passionalidade. Mas há maneiras de se ser passional e ser critico. É só deixar a razão controlar a emoção. E como diria Lester Bangs: ‘Estrelas do rock são cool, jornalistas não’. Pena que muita gente por ai não tenha entendido esse recado”, finaliza.

Marcelo Costa é editor de homes dos sites iG, iBest e BrTurbo e editor do site Scream & Yell.

Alunos: Maria Luiza Iubel de Oliveira Pereira, Murilo Basso e Nathalie Maia
Jornalismo - Noturno - 3º Período

sábado, 4 de abril de 2009

Jornalismo com credibilidade

Atualmente o Jornalismo tem sido questionado pela maioria da população sobre sua qualidade e credibilidade. O jornalista Rogério Artoni, assessor de imprensa, crê que embora isso seja função da mídia, poucos exerçam fielmente esse papel. “Imprensa séria é quase uma utopia. Existem poucos "exemplares" (quando descrevo exemplar quero dizer jornalista ou veículo de comunicação) sérios no Brasil, mas infelizmente não são para a grande massa. A massa que assiste Jornal Nacional, que lê O Globo, o Estado, a Gazeta, infelizmente fica presa a apenas uma versão da história. O jornalista é um narrador que aponta o que deve ser mostrado ou não. Ele é quem diz se as aspas de uma fonte é interessante para o leitor. Então é impossível uma verdade completa sobre um fato se lemos ou assistimos apenas um veículo de comunicação.” Rogério ainda ressaltou que o jornalismo deve prestar serviços a comunidade, questionado o que é de interessa dela e atuando com total imparcialidade.

Grupo: Igor Hudson Castanho
José Mário Dias
Paulo José Mello
Vinícius Gallon de Aguiar

Jornalismo B - Manhã - 3º Período

sexta-feira, 3 de abril de 2009

TV: Muito mais que um meio de comunicação

A televisão é o meio de comunicação que detêm o maior alcance em termos de audiência, estando presente em praticamente todos os lares, por ser um meio de fácil compreensão e que utiliza de linguagem simples.
Além de um eficaz meio de transmissão de informações, para a jornalista e professora do curso de Jornalismo da PUC-PR Suyanne Tolentino, a TV pauta a vida das pessoas. "As pessoas pautam a sua vida pela mídia. Então quer dizer assim, os assuntos que a gente conversa nas nossas rodas de amigos, ou mesmo a forma como a gente marca de se encontrar, por exemplo: Vamos sair depois do jornal nacional, ou depois da novela!".
Ou seja, a televisão acaba sendo muito mais que um mero meio de comunicação e passa também a influenciar a vida das pessoas à medida que estas se baseiam nos horários dos programas para organizarem suas tarefas.

Equipe: Bruna Covacci, Daniel Neves, Rafael Peroni e Tarek Omar - 3° período Jornalismo A
Entrevistada: Suyanne Tolentino de Souza

Jornalismo

Segundo Nilson Lage, em A reportagem, “é erro crasso exagerar o papel do jornalismo como ditador da opinião pública, mas tornou-se axioma do ofício a convicção de que ele contribui positivamente quando exercido de maneira correta. Isto significa que o jornalismo progressista não é aquele que seleciona apenas discursos tidos como avançados em dado momento, mas o que registra com amplitude e honestidade fatos e ideias de seu tempo”.
Comenta-se o jornalismo enquanto retrato da passagem da história, onde fatos e ideias recorrem em todas as mídias. O jornalismo é em si uma finalidade pública, separando as comunidades e sabendo trabalhar de acordo com os interesses das classes sociais. O jornalismo nada mais é do que o meio para a manutenção de um estado democrático e crítico, onde as pessoas sem voz podem fazer valer a ideologia igualitária. Também é um meio de difusão de culturas, sendo esse convívio estável o objetivo primário da comunicação.

Com a colaboração de Rossane Lemos, jornalista da Rede Massa e Grupo Lúmen.



Equipe: Eriksson Denk, Armando Sagula, Luiz Fernando Levinski e William Saab

quinta-feira, 2 de abril de 2009




Luiz Alberto Kuchnbcker, mais conhecido como Pena, é jornalista, advogado e professor. Já atuou como free lancer e atualmente faz parte da assessoria de imprensa da Assembléia Legislativa do Paraná.
Para ele “o jornalismo tem a função básica de propiciar o levantamento de informações de interesse público e levar essas informações ao destinatário, que é a sociedade. No caso do brasileiro isso tem uma relevância muito especial, considerando que há um déficit generalizado de informação. Há um quadro de “deseducação” formal crônico, muito grave. Muitas vezes o jornalismo é a única fonte de informação de uma legião imensa de pessoas. Então o jornalismo tem a função de propiciar à sociedade, acesso à informações relevantes, capazes de habilitar as pessoas a fazerem escolhas cada vez mais inteligentes acerca de seus destinos.”
Considerando essa a função do jornalismo, Pena conclui que: “A função do jornalista, portanto, é fazer se colocar à altura dessa missão que o jornalismo tem e eticamente levar à sociedade as informações que são úteis, vitais ao próprio aprimoramento da sociedade. O jornalista não deve perder a perspectiva, sua função crítica, essa coleta de informações, essa condição das informações até público deve ser feito segundo critérios muito rigorosos e críticos, no sentido de produzirem matérias realmente relevantes, capazes de interferir e de provocar mudanças e transformações na sociedade”.


Alunos: Bruna Gomes de Oliveira, Giovana Chaves Luersen e Anderson Y. Shimizu - Jornalismo A

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Rádio: Um meio de comunicação popular.

Entrevista Comunicação: Nadja Mauad, Produtora e Repórter CBN Esportes Curitiba.



O Rádio ainda pode ser considerado um meio de comunicação popular. Mesmo com o advento da tecnologia e surgimento de novos meios de massa, ele segue sendo utilizado por grande parte da população. Para a jornalista e produtora do CBN Esportes, Nadja Mauad, a própria tecnologia e a facilidade de seu uso é fundamental para mante-lo ainda como um dos grandes pilares da comunicação. “Apesar da internet estar cada vez mais acessível a todos, e de termos canais (em sua maioria da tv fechada) que trazem 24h notícias de todo o mundo, o radinho de pilha, ou até a facilidade de sintonizar uma emissora no celular, ainda é o meio mais utilizado pelas pessoas durante o dia para conferir as informações, escutar música e até acompanhar o seu time do coração”, afirmou.

Além disso, Nadja lembrou o diferencial do rádio na velocidade de sua informação, já que em estações como a CBN, a noticia pode ser passada a qualquer momento com a intervenção ao vivo do repórter. “A velocidade de informação do rádio é um diferencial se formos comparar ao jornal e a televisão. Durante a programação, ou até em uma janela um repórter pode "entrar" e tem a liberdade de dar a notícia”, finalizou




Luiz Henrique de Oliveira Santos, Majore Desirèe Ribeiro e Pedro Engel.
3° Período Turma A

Entrevista sobre comunicação

Em entrevista com Paulo Henrique, apresentador do programa Giro, no dia 1 de abril, ele falou que a função do jornalista é informar a população baseando-se na verdade e na ética. “É uma função de extrema importância para a sociedade globalizada”, disse o entrevistado.
De acordo com ele o jornalismo é essencial nos dias de hoje, principalmente aquele exercido com velocidade já que as pessoas precisam estar informadas a toda hora e sobre tudo.
Paulo comentou também sobre o veiculo televisão. Afirmou que é um meio muito importante já que atinge uma grande massa e é acessível para todas as classes da população. Ela é veloz, podendo transmitir acontecimentos em tempo real. A linguagem audiovisual facilita a compreensão e a transmissão da informação e também chama a atenção do espectador.


Angela Laureanti, Evelin Schelbauer, Jéssica Kimy e Marina Miranda- 3º período- turma B