segunda-feira, 6 de abril de 2009

"Temos exceções, graças a Deus"

“O jornalista deveria ser alguém que interpreta e descreve a realidade de um ponto de vista, talvez, mais humano, separando os números que tanto nos cercam”, explica Mario Akira Hisatomi. Ele defende a necessidade do jornalismo para se expressar e comunicar isso aos outros, posicionando-se a favor de um aprofundamento maior sobre os fatos. Segundo Hisatomi, o que mais lhe preocupa é a função do jornalista que hoje é desempenhada. “O jornalista está cada vez mais técnico. É muito comum vemos as grandes discussões se dobrando ao espaço cada vez menor nas páginas dos jornais. A internet, então, nem se fala. Não há profundidade nas discussões”, ressalta mas ainda diz que isso não se aplica em todos os casos.

E aos leitores, ele aconselha a dúvida: “Seguinte, são quantos os tipos de leitores? Tem aquele que se informa em tudo quanto é veículo. Ouve rádio quando acorda, lê o jornal, navega pelos sites de notícias e ainda vai ver os telejornais. Mas tem aqueles que não se importam. Lêem a primeira coisa que aparece e a tem como verdade. Então, a atenção é como você, leitor, está vendo a notícia. Se vai acreditar em tudo que está escrito, ou vai você buscar uma interpretação”.


Mario Akira Hisatomi é Jornalista - Editor de Cidades - Jornal do Estado


Alunos: Elis Paola Jacques, Emeline Hirafuji, Gisele Eberspacher, Julia Bottini – Turma B

Um comentário:

celina disse...

levantaram informações relevantes com o entrevistado.
a materia poderia articular melhor, não ficar tão dependente da fonte...