segunda-feira, 6 de abril de 2009

Visão jornalística

Douglas Moreira, jornalista responsável pela Ciranda Central de Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência. O enfoque dado pela entrevista foi em relação à mídia e como ela se comporta diante a sociedade de massa.


A função apontada no jornalismo, para Douglas, é de informar, “... transmitir informações, e formar, no sentido de instrumentalizar conhecimentos.” Entretanto, para a atualidade ainda releva que a democratização, que seria despertar o interesse da sociedade para gerar discussão pública, que seja ao alcance de todas as informações passada pela mídia. E outra função que ele considera importante é a de mobilização social “e que muitas vezes acaba relegada a mídias comunitárias”.


A sociedade está cercada por todas as esferas da comunicação. Não mais somente para informar, e sim para decisões políticas que pré determinam suas próprias questões do cotidiano, interpreta o jornalista. A comunicação gera também “relações estreitas com o meio jornalístico” – pois ainda devem interpretar como o meio que está recebendo as diversas comunicações que serão passadas pela mídia.


Douglas enfoca que a sociedade tem a visão que a mídia as pautam nas suas relações com a sociedade. Entretanto, as suas vertentes, como a internet em formatos alternativos e/ou comunitários também ajudam para tirarem desta relação: mídia versus sociedade em massa. Para ele, a comunicação não é mais sinônimo de mídia, em essência, “se desenvolve a partir da interação de dois ou mais indivíduos – que também acaba sendo esquecido”.


Posteriormente, a visão global defendida por Douglas Moreira a respeitos dos desenvolvimentos trazidos pela comunicação foi o que o despertou interesse nos meios alternativos. Trazendo em destaque, as mídias digitais, “especialmente a internet” – afirma. Os processos de incorporação em defesa dos direitos e promoção do desenvolvimento humano e social, também deixaram mobilizou para o papel que o jornalismo comporta para a sociedade. “Este é um processo que cresce desde a redemocratização pós-ditadura, mas que ainda demanda muitos esforços e novos profissionais atentos e engajados.”


3º período - Jornalismo noturno
Talita Caroline Candido
Ana Paula Scorsin
Honislaine Rubik
Ana Caroline Camargo

Um comentário:

celina disse...

muito bom! cumpre o objetivo e permite uma discussão.