quarta-feira, 13 de maio de 2009

Até que ponto somos manipulados?

A teoria Hipodérmica foi e continua sendo aplicada na sociedade atual, isso está claro na forma de comportamento das pessoas. Que seguem certos padrões que são impostos de maneira apelatória pelas das mídias.
Como exemplo: podemos observar a questão da moda importada ou que tenha sido reinventada por aqui, inconcientemente ou não a maioria segue as regras para não se sentir excluída dentro de seu grupo social.
O que lhes é imposto é aceito sem objeções exatamente como o proposto pela Teoria da Bala Mágica.
“O tempo passa os termos mudam as embalagens ganham novas cores, as idéias persistem ”( Juremir Machado da Silva:Teorias da Comunicação).
Ainda que a teoria hipodérmica tenha surgido com a pretensão de indicar efeitos provocados pela mídia, em especial a propaganda, alguns intelectuais a definem como “a teoria da propaganda e sobre a propaganda”

( http://www.canaldaimprensa.com.br/canalant/nostalgia/dprimedicao/nostalgia2.htm)

Como exemplo, vamos usar um trecho do seguinte texto

Teoria Hipodérmica - Parte 2

Autor: Flávio Perina: Jornalista e Técnico em Contabilidade

Publicado em: junho 04, 2007 (http://pt.shvoong.com/humanities/linguistics/1604897-teoria-hipod%C3%A9rmica-parte/)

“Como exemplo mais recente do uso dessa manipulação como forma de atingir a massa, podemos citar a guerra contra o terrorismo e a invasão do Iraque, em que a verdade que prevaleceu na imprensa foi a do Governo de George W. Bush. Criaram a ilusão, por meio dos veículos de comunicação, de que existiam armas químicas, de destruição em massa, no país do Oriente Médio e isso, mais tarde, mostrou-se que era uma grande mentira, porém, por essa propaganda enganosa, muitos países se alinharam aos EUA, que se colocaram como simples vítima na história, porém, os motivos da invasão eram bem outros, principalmente o controle sobre os poços de petróleo do país. Mas, prevaleceu a idéia de que na guerra, vale tudo. Derrubar o ditador Saddan Hussein, livrar o povo Iraquiano da opressão, tornaram-se secundários diante da ameaça ao mundo de ataques em massa por armas químicas. Por trás de tudo isso, havia muitas mentiras, que prevaleceram sobre poucas verdades que poderiam existir”
O grande poder da mídia – “Os que detêm o poder sempre perceberam que a mídia é uma arma poderosíssima, capaz de moldar a opinião pública de acordo com os interesses do comunicador, portanto, procuram sempre usar a mídia para seu autobenefício ou para defender interesses nem sempre claros. Para os defensores da Magic Bullet, pode-se fazer um paralelo com a psicologia behaviorista, em que “bastaria injetar algo no corpo para que esse respondesse ao seu efeito ou metralhar um corpo para que esse se debilitasse” Perina vai adiante “Ninguém é igual. Todos nós recebemos as mensagens e as digerimos de acordo com nossos conhecimentos ou com nossa vontade de digerir as “verdades” emitidas pelos meios de comunicação ou pelos detentores do poder.
Podemos concluir que nenhuma teoria sobre a comunicação será definitiva. A cada novidade surgida nos veículos de comunicação, podemos ter uma nova teoria, que será substituída por outra, mais nova, contestando a anterior. Nada em comunicação será definitivo, principalmente nos dias atuais em que a tecnologia existente se torna absoleta em questão de dias e a comunicação se torna cada vez mais ágil, atingindo as pessoas com toneladas de informação sobre um mesmo assunto. As teorias, possivelmente, vão acompanhar esse mesmo rítmo. Assim, podemos dizer que, quando, nos dias atuais, os jornais usam um lado da verdade, como absoluta, podemos dizer que estão usando a “agulha hipodérmica”. Atinge a todos com uma verdade, como se fosse absoluta ou uma vacina para todos os males. “Torce-se para que, pelo menos, a “agulha” esteja, ao menos, esterilizada”.
Nós utilizamos esses dois contrapontos o de que as coisas mudam mas as idéias persistem ,e o de que as idéias também podem mudar até mesmo pela evolução natural do ser humano, para mostrar que existem divergências quanto a teoria Hipodérmica mas que todas elas acabam por concordar que tanto no passado quanto no presente ela interfere na sociedade seja de forma direta ou indireta.

Anderson Ayres
Ricardo Prado
Everton Fontoura
Ligia Barone
Jhari Artiolli
Jornalismo noturno 3° período PUC Paraná

2 comentários:

celina disse...

aceito apenas grupo com, no máximo, quatro integrantes.

Anônimo disse...

Precisamos de Religião?

Algumas religiões dizem que nós somos o templo do espírito santo, Outras dizem que somos a essência de Deus, outras dizem que Deus esta dentro de nós. A ciência por sua vês diz que temos em nosso cérebro um potencial magnífico, basta saber usá-lo. Se temos todo este potencial cerebral dito pela ciência e todo este potencial divino dito pelas religiões. Então qual o sentido em submetermos a toda essa exploração imposta pelas religiões. Eu nunca tive nenhuma dificuldade em me dirigir sozinho pela vida sem orientação de teocratas. Penso que qualquer pessoa com um mínimo de bom senso, honestidade e amor ao próximo pode fazer isso tranquilamente sem nenhum esforço.
Tenho certeza, o que leva os seres humanos a se engajarem em alguma religião, é nada mais, nada menos do que o medo da morte. Pergunto para que ter medo se este fato é inevitável, dizem que os religioso se sentem mais tranqüilos em relação ao medo da morte, digo com toda certeza não é que eles resolveram o problema, apenas eles estão se enganando para se sentirem mais tranqüilos nada mais que isso.
Paulo Luiz Mendonça.

Email. pauloluiz41@hotmail.com