segunda-feira, 25 de maio de 2009

A indústria cultural e o mundo underground

Cada vez mais a indústria cultural vem tornando o mundo da música em um ambiente universal, ou seja, um estilo musical agrada a todas as pessoas. Com a função dos produtores musicais essa padronização é cada vez mais frequente. O underground, ou melhor, a música underground não ganha espaço na mídia a não ser que tenha um destaque em sites como o youtube. Caminhamos para uma padronização da música mundial, se é que isso já não aconteceu.

O Psichobilly é um gênero musical que leva consigo características do punk do final dos anos 70 e um pouco do rockabilly norte-americano da década de 50. É caracterizado também pelas referências à filmes de terror e assuntos como violência, sexualidade lúgubre e outros tópicos geralmente considerados tabus, embora apresentados de forma cômica e corajosa.
A primeira banda considerada psychobilly foi a Meteors, formada no sul de Londres em 1980. Com um integrante que fazia parte da subcultura rockabilly, outro envolvido com a subcultura punk e um terceiro que era fã de filmes de terror. Suas idéias musicais se juntaram e formataram o gênero como ele existe atualmente. No final dos anos 80 o psichobilly já estava presente em vários paises da Europa e também em parte da Ásia.
Curitiba é considerada a capital do psychobilly no Brasil. A primeira banda deste estilo na cidade foi Os Catalépticos, que terminou em 2005, seguida pela Ovos Presley.
O maior evento na capital paranaense é o Psycho Carnival que acontece no feriado de carnaval, começando com uma parada de fantasia que tem inicio no Cemitério Municipal e termino no largo da ordem ( Zombie Walk), local no qual sempre acontece o primeiro show do evento, o único aberto para o público. O evento tem 10 edições, e sempre consegue trazer uma grande quantidade de turistas de vários países para uma cidade que não possui tradição no carnaval.
O evento mais velho da cidade é o Psychobilly Fest, são 3 dias de show em setembro, mas não costuma ter bandas de fora do país.

Jornalismo A - manhã
Bruna Covacci
Daniel Neves
Rafael Peroni
Thyago da Silva

Um comentário:

celina disse...

bons dados históricos e do contexto musical.
a discussão em relação à indústria do consumo não se desenvolve. mesmo q seja o caso de um genero underground, poderiam ter discutido a questão.