quinta-feira, 14 de maio de 2009

Funcionalismo por entendimento

Pensando num viés funcionalista vemos o receptor como um ser ativo e decisivo no processo de comunicação. Partindo disso pensamos o papel do jornalismo. Para acontecer um processo ideal de transmissão de informações entendemos que o jornalista atua como uma espécie de representação, na qual fornece um respaldo de informações para o público interpretar e entender o mundo e seus paradigmas. Não se deve tratar o público como manipulável ou "a ser educado", devemos entender suas necessidades para a partir dessas construir um jornalismo que se aproxime das aspirações do público. Entendendo o processo, a comunicação torna-se clara, sucinta e direcionada ao consumidor dessas informações.

Através desse direcionamento, podemos entender o processo pelo escopo político. O Senado adotou a seguinte medida com a imprensa: As perguntas a qualquer segmento devem ser feitas por escrita em um ofício, sujeitas a avaliação e e devolvidas após cinco dias.

Nas palavras do jornalista Alexandre Garcia "o Senado fica com tempo para camuflar os desvios e destruir as provas. [...] É como na história do marido enganado que resolve a questão vendendo o sofá onde aconteceu o adultério." Vemos uma tentativa de tentar disfarçar supostos desvios, porém essa medida torna-se inconcebível tendo em vista o dever público da instituição. É uma vã tentativa de entregar ao público o que "alguém" quer, sendo que esse público necessita de todo entendimento.

Eriksson Felipe Denk
Armando Sagula Neto
Luiz Fernando Levinski
William Saab

02º ano de jornalismo, turma A

Um comentário:

celina disse...

ou seja, consciente e deturpado?
boa abordagm.