segunda-feira, 25 de maio de 2009

Rock e Indústria Cultural

Rock e indústria cultural são indissociáveis. Não existe um período, digamos, “puro” desse estilo musical: ele foi criado à luz daquilo que os teóricos da Escola de Frankfurt criticaram, ou seja, ganhou repercussão através de grande trabalho de mídia, já nasceu como uma mercadoria.

Por trás de bandas importantes como os Beatles e The Who, por exemplo, sempre houve a figura de um produtor dizendo a eles como agir, como se vestir etc. O que não significa, porém, que o trabalho desses grupos não tenha qualidade, pois, conforme escreve Teixeira Coelho, “o debate sobre a indústria cultural gira ao redor de questões de ética: os produtos da indústria cultural são bons para o homem, adequados ao desenvolvimento das potencialidades e projetos humanos?”.

O rock, que surgiu na década de 50 como uma evolução do blues e do jazz, com o passar dos anos também teve suas características de “música de protesto” atenuadas. O que antes era símbolo de uma juventude não conformada com certas questões da sociedade, com o tempo ganhou uma identidade mais romântica que atingiria um público muito maior.

Ao que se consta, porém, o rock não atrapalha nenhum desenvolvimento humano, embora tenha o poder de subverter convenções e contestar a sociedade. Mesmo sendo mercadoria. Melhor: sobrevivendo na linha tênue que separa um mero produto e a arte.

Grupo: Karyme Kaminski, Marília Dissenha, Patricia Fernanda e Rafaela Lopes - 2º ano - Jornalismo B - manhã

Um comentário:

celina disse...

ok exposição de dados e citação.
não entendi o ultimo paragrafo.