terça-feira, 23 de junho de 2009

Música na internet

Cada vez mais, é comum o download de músicas pela internet. A atividade é considerada ilegal, pirataria. O fato é que quem se prejudica com isso são as gravadoras. Perdem seu espaço e têm prejuízos com o gasto que fazem para gravações de CDs que depois não são tão vendidos. Porém, alguns artistas do ramo e principalmente os que baixam as músicas, acreditam que pode ser um meio de ajuda aos próprios músicos. O cantor Leoni é um exemplo de beneficiado pela internet. Tem seu próprio site, no qual divulga suas músicas e é possível o download gratuito. Ele, assim como outros artistas, gosta desse meio, pois é possível uma melhor interação com o fã também e não vê isso como pirataria.
Adriana
Jornalismo diurno, 3º período - A

domingo, 21 de junho de 2009

Convergência dos Meios: internet por rede elétrica

Você já pensou que enquanto você está assistindo televisão na sua sala você pode conectar seu PC à internet na TOMADA?
É o que vem se estudando desde 2001, aqui no Brasil. Essa nova modalidade de conexão, que vem animando os “entusiastas tecnológicos” de todo mundo, teve seus estudos retomados em 2006. Segundo especialistas, a internet por rede elétrica disponibilizaria a aproximadamente 98% das residências do país ao acesso a rede. Porém, como toda inovação tecnológica, a implantação desse tipo de conexão gerou duvidas e descrenças. Como uma fiação elétrica pode agüentar tanta velocidade na transmissão? Aparelhos domésticos irão fazer com que surjam interferências nas conexões. As cidades terão que mudar toda parte elétrica para se adaptar a “internet elétrica”. Mas se retomarmos a aspectos como: quando surgiu o telefone móvel, não houve uma reestruturação, por exemplo, antenas que permitissem sinais para o funcionamento dos aparelhos? Ou ainda, a própria revolução industrial teve que se adaptar as novas tecnologias da época? Sem dúvida é uma facilidade que vai afetar vários setores, e por outro lado também vai fomentar uma indústria ainda inexistente no país.

Milena Vicintin
Gustavo Prestini
Viviane Prestes
Jornalismo diurno 3ºperíodo - A

sábado, 20 de junho de 2009

Cultura de Massa Banalizada

A cultura de massa tem se difundido de tal maneira em todo o mundo a ponto de se tornado banalizada. Como a indústria cultural é em grande parte movida pela lógica do lucro, é muito comum encontrar produções que seguem um mesmo modelo de sucesso. Isso fica evidente no cinema, que costuma manter histórias parecidas a cada lançamento, tendo somente uma forma diferente de abordagem. Quando surge uma história diferente, logo ocorrem continuações, ou a própria história fica dividida, estimulando o espectador a consumir o mesmo produto futuramente. O mesmo ocorre com a literatura, quando surge uma nova obra revolucionária de auto-ajuda, que aborda as mesmas questões das demais, mas de um modo novo. Nesses casos fica evidente a padronização e a serialização. A solução para isso deve ser oriunda das próprias pessoas, que devem deixar de se submeter a esse sistema, obrigando a indústria cultural a se repensar. Isso só é possível com uma maior conscientização, capaz de tornar as pessoas menos alienadas e mais entendidas acerca deste sistema que as rodeia.




Igor Castanho – Jornalismo – 3º Período Manhã – Turma B
Muito se diz que a TV tem perdido audiência. É verdade. Os mesmos programas hoje não têm mais o ibope de antes, mas isso não os torna menos visto. Hoje, os canais pay-per-view aumentaram a venda de programas como Big Brother e partidas de futebol, sem contar que os portais das emissoras na internet têm recebido muitos acessos em cenas de novelas, por exemplo. Conclui-se que as emissoras não perderam audiência, mas compartilharam com outra mídia, aumentando o que as tornam vivas: a publicidade.

aluno: William Saab
3o período jornalismo A

As novelas e o funcionalismo

As novelas da Rede Globo e algumas de outras emissoras - um dia já foi a TV Manchete e hoje é a Record - chagam até a ditar a moda e costumes do público. Não é raro ver pessoas usando roupas iguais a personagens de determinada novela ou mesmo usando expressões ditas por esses personagens. Essas novelas atraem a um grande público, que passa a agir pela influência delas.
As teorias funcionalistas concordam que a mídia influencia o comportamento e a vontade do telespectador, que também é visto como um consumidor em potencial. O espectador pode ser condicionado. Basta saber direcionar a mensagem usando estímulos e efeitos.
Um exemplo que sempre gosto de citar é o das novelas da TV Globo, que costumam ditar a moda – e mais recentemente, tirar proveito disso para faturar uns trocados e aumentar a divulgação de seus programas. Agora, existe uma empresa chamada Globo Marcas, que vende através da internet e pelo telefone produtos usados por personagens de novelas, ou outros apetrechos que levam a marca de um determinado programa.
Alunos: Ricardo e Anderson
3º período noturno

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Com a disponibilidade de tecnologias (internet, câmeras digitais, telefones com câmera) qualquer pessoa serve o publico com a informação que julga interessante. Esta função aguça o lado do jornalismo cidadão, e coloca em dúvida a credibilidade do que você lê. A medida é uma enganação. Pois não significa que o leitor poderá escolher a informação. Estamos vivendo algo que me lembra a Narkose, somos livres para ‘fazer’ o que queremos, mas, temos de arcar com as conseqüências.

Bruna Covacci - Turma A - Jornalismo 3° período


Fim das postagens do semestre!

Leiam e comentem as postagens anteriores.

Festa de Descasamento

Festa estranha, com gente normal. Despedida de casado, já ouviu falar? Se não, já pode ir se inspirando…

Quando receberam o convite, as pessoas acharam que se tratava de uma brincadeira: “André e Samantha convidam para festa de descasamento, às 18h, no nosso antigo apartamento.” O pior é que era verdade. O casamento terminou e, para comemorar o divórcio, o ex-casal organizou uma festa para 30 pessoas, dividindo as despesas. A separação se converteu em um bom momento para festejar e está cada vez mais frequente do Rio e em São Paulo. Na Europa, há pelo menos quatro anos, esse gênero festivo é sucesso. Chorar pra quê? Viva la modernidad!

Larissa Santin
Jornalismo - Segundo Ano - Noturno

Gomorra


A polícia invadiu uma comemoração de Salvatore Prinno (máfia de Napoli), encontrou um arsenal de armas e identificou o ator Ciro Petrone no local. O que ele fazia numa festa da máfia?

Na revista, os policiais prenderam Salvatore e Luigio Prinno, sob a acusação de posse ilegal de armas. Petrone estava presente, mas diz não ter nenhum envolvimento com a máfia. O interessante é que em Gomorra, longa que conta detalhes da máfia napolitana, baseado no Best Seller do jornalista Roberto Saviano, o ator interpretou um dos jovens que tentam enganar a máfia. Um tanto quanto curioso…

Tali Miranda
Jornalismo - Segundo Ano - Noturno

Comunicação Modernizada

Comunicação Modernizada
Modernidade é sinônimo de explosão comunicativa. Ela reduz o mundo a uma aldeia que se intercomunica em tempo real. Porém, dentro de uma paisagem cultural hegemônica. A espetacularização da notícia, naturalizando a imagem midiática, como se o mundo fosse o que vemos na TV ou na Internet. Tudo isso molda a nossa identidade. Não há como configurá-la de outro modo. Estamos cercados pela multimídia: num celular temos relógio, calculadora, rádio, e-mail, câmara fotográfica, rastreador, TV, jogos... e até telefone. Nunca a comunicação foi tão ágil, rápida e fácil. Sem sair da cama, podemos saber o que ocorre na Ásia, falar ao telefone com um nepalês, entrar num site de bate-papo e nos enturmar com um bando de jovens do Brooklin. À audição (rádio) somam-se a visão (foto, cine, TV) e a fala (telefone e Internet). Faltam apenas o cheiro e o contato epidérmico, o toque. Reféns da tecnologia, sem todos esses aparatos temos dificuldade de dialogar com o próximo. Nossos avós punham as cadeiras na varanda, e até mesmo na calçada, e ficavam horas jogando conversa fora. Hoje, a ansiedade dificulta o diálogo interpessoal. Preferimos a comunicação virtual, mental, mas não a corporal. O corpo transforma-se em território do silêncio das palavras, embora ele se cubra de adornos que "falam": a roupa, a esbeltez malhada, os gestos!!


Acadêmica: Lorena Dias
Jornalismo Noturno 3º Período

quinta-feira, 18 de junho de 2009

TECNOLOGIA NÃO TRADUZ A EDUCAÇÃO, ESTE, UM SUJEITO PASSIVO



Com a fina camada educacional graduada, temos uma transformação pouco reconhecida da educação hoje. A demanda da tecnologia não é oferecida aos ventos. Desigualdade social ainda é visível, e pouco tangível a sociedade de massa.
O estudo do comportamento público e das funções que os meios de comunicação exercem na sociedade, mass media, é explicado de maneira clara e obsoleta pelos teóricos da comunicação. Um deles, “as condições em que os homens vivem, as funções objetivas que desempenham no processo social, são substituídas por seu reflexo subjetivo” (HORKHEIMER/ADORNO).
As interpretações dadas hoje na educação são influências de uma sociedade que ainda é pega pela política coronelista e os meios de comunicação fazem uso disso. Os teóricos explicam ainda, que o público tem escolha, fugindo do hipodérmico, o seu público passivo.

TALITA CAROLINE CANDIDO


3º PERÍODO
JORNALISMO NOTURNO

TRANSIÇÃO SOCIAL EM TEORIA

Dentro da 2ª Geração da Escola de Frankfurt, foi construída a teoria crítica de comunicação e do ideal. A mudança da visão Frankfurdiana foi se extinguindo e a interação social entre os homens veio à tona.
Sabe-se ainda que para Mauro Wolf, “...o papel central da televisão como meio de diversão é válido quer para os mais instruídos, quer para os menos instruídos e, provavelmente, também para outros sectores da população, ...” – Mass media: contextos e paradigmas, Novas tendências, Efeitos a longo prazo, O newsmaking (Mauro Wolf).
Com a relação social mais abrangente, a televisão foi se apropriando deste meio, e usufruindo da mídia para interceptar, ou ainda, interagir com este meio social. Construindo assim, uma nova tendência de perspectiva global. As teorias surgiram com um modo de explicar essa transformação que a sociedade e os meios de comunicação se interagiam, e interagem hoje.

NATHALIE SANTINI MAIA

3º período
Jornalismo - Noite

Excesso de treinamentos físicos é tema de seminário médico.


Os limites do corpo humano nos treinamentos físicos vão estar em debate em Curitiba. A competição cada vez mais acirrada no esporte individual e o excesso de jogos nos calendários abrem a discussão sobre quais os limites das atividades físicas.
Além de comentar os perigos pelo excesso de atividade física, o fisiologista deve apresentar detalhes da Ciência da Recuperação – os cuidados especiais pós-treinamentos. Ele explica que o excesso de treinamento, em busca da forma perfeita, pode causar distúrbios hormonais capazes afetar o ciclo menstrual e gerar problemas de fertilidade na mulher, além de alterações do nível de cálcio no metabolismo, gerando a osteoporose, falta de apetite e até anorexia.
As consequências do supertreinamento na mulher são mais complexas que no homem. Porém, o médico, há registros de perda de fertilidade masculina com a redução na produção de espermas ocasionados pelo excesso de atividade física.
Este é um dos motivos de alguns atletas de ponta não conseguirem ter filhos. O equilíbrio entre o treinamento e uma estrutura com boa nutrição, repouso, fisioterapia e atendimento psicológico pode ajudar a minimizar os impactos do supertreinamento. É o que os grandes clubes do Brasil estão tentando fazer hoje.



Bárbara Lobo 3ºperíodo- noturno

Liberdade de expressão


Até que ponto é permitido (e moral) desfrutar do direito à liberdade de expressão? Em sites como o Orkut, qualquer pessoa pode falar o que bem entender. Julgar, insultar e ofender são ações comuns. As leis existem, mas não há controle. Desde que não se fale em abuso sexual e pedofilia, ninguém é punido. Enquanto não houver a consciência de que o direito de um acaba quando começa o do outro, a população orkutiana continua a criar comunidades única e exclusivamente para criticar a aparência alheia.

Aluna: Patricia Fernanda Pereira
Jornalismo - B (manhã)

Reality Show

Reality Show é um jogo onde cada um preocupa com si, com sua imagem, em como é avaliado pelo público.Milhares de pessoas questionam como é a convivência,e como é estar numa casa cercada por câmeras e com pessoas que jamais viram antes,tudo isso não é uma tarefa fácil. Viver dentro de um Reality Show é viver em outro mundo, outro espaço. É muito diferente da vida normal, o que acaba deixando a curiosidade do telespectador ir muito além da imaginação,fazendo com que ele acompanhe passo a passo o cotidiano dos confinados.Entretanto o que acaba deixando tudo mais ‘emocionante’ é o principal objetivo de conquistar a confiança do público para ganhar o prêmio final.

Majore Desirèe Ribeiro 3°Período, turma A

As cornetadas da FIFA


Quem aconpanha a Copa das Confederações, seja na televisão ou o estádio, consegue ouvir claramente o som das vuvuzelas (cornetas).
Não tem como não perceber...
Os torcedores tocam suas cornetas durante os 90 minutos em que a bola está rolando e não se importam se o som atrapalha as transmissões pela tv ou, até mesmo, a comunicação entre os jogadores em campo.
"É muito alto e frequente. Eles não cornetam um pouquinho e param. É continuo. O Dunga tenta passar as instruções para quem estar mais perto e depois vamos passando entre a gente. Lá na área não dá para escutá-lo" contou o zagueiro Miranda. Até mesmo o presidente da FIFA, Joseph Blatter, reclamou das cornetas, mas ponderou dizendo que não há como impedir.

O preço das vuvuzelas varia entre R$ 2 a R$ 10, dependendo se é "oficial" ou não da Fifa.

Por Maria Luiza - 3º período
Jornalismo noturno

Fim da legalização do diploma!

Simplesmente um absurdo essa história de fim da legalização do diploma para o curso de Jornalismo.Passamos quatro anos dentro de uma faculdade, aprendendo as mais diversas coisas para simplesmente oito pessoas votarem a favor de acabar com a necessidade de se ganhar um diploma?
Essa decisão só fez com que futuros Jornalistas fiquem desanimados com o fato de estarem estudando para ganhar um diploma e conseguir um bom emprego,sendo que depois de formados vão estar disputando vaga com pessoas que somente escrevem bem!
O que não devemos é desistir de lutar por aquilo que queremos, ou seja a legalização do diploma. Por que na verdade a esperança é última que morre!
E somos Brasileiros e não desistimos nunca!

Emanuelle Garollo

Jornalismo Manhã - Turma A

A música pop

A música pop hoje é toda musica que consegue atingir uma grande parcela do publico tanto em vendas quanto em execuções. Apesar do gênero apresentar um ritmo específico. Os mais antigos estilos que futuramente influenciaram a musica pop foram o blues e a country music. Os primeiros artistas que se tornaram populares em uma geração mais jovem se destacam na década de 50 Jerry Lee Lewis,Elvis Presley. Nos anos 80 temos Michael Jackson, que revolucionou conceitos de dança e vídeo clipes, pode-se destacar os álbuns Thriller e Bad. Madonna também influenciou nos seus álbuns Like a Virgin, Tru Blue e Like a Prayer. Na década de 90 ouve o ressurgimento das boy bands e a criação das girls bands. E a partir da virada do século a tendência de cantores e cantoras solos foram o que mais o publico pode ver, podemos destacar Britney Spears, Christina Aguilera, Ricky Martin, Justin Timberlake.

Gustavo Prestini

Jornalismo Manhã - Turma A

Onde os fracos não têm vez

Hoje eu acordei e vi o Armageddom. No meu e-mail, Twitter, Orkut e até mesmo num bilhete colado na geladeira, infinitas mensagens de estudantes de jornalismo gritando aos quatro ventos que um dos Cavaleiros do Apocalipse, sob o nome de Gilmar Mendes, abriu o Primeiro Selo para o fim do mundo e derrubou a obrigatoriedade do diploma.

No meio de todo aquele Muro das Lamentações que virou meu computador, uma mensagem chamou minha atenção: "É muito mais uma questão de ter talento. Mais que ter diploma ou não, se você não for bom não terá emprego". Enfim alguém pensando logicamente nesse mar de caos! Os jornalistas e futuros jornalistas terão de se aprimorar ainda mais. Muito se fala que agora surgirão "jornalistas" medíocres, mas discordo. Eles já existem e não é preciso ir muito longe para encontrá-los. Agora só os bons se manterão.

O que os estudantes de jornalismo estão imaginando é que o mercado, que já era competitivo, se tornará Terra de Marlboro, terra sem lei. É claro que as coisas vão mudar daqui pra frente, mas não significa que os jornais irão demitir todos seus jornalistas para contratar cozinheiros que cobram metade do preço. Nunca um jornal como a Folha, o Estadão, Correio Braziliense ou qualquer outro de respeito vai trocar jornalistas profissionais, que sabem o que estão fazendo, por pessoas que nunca tiveram uma experiência jornalística além de sujar os dedos de tinta, lendo-o. Talvez isso ocorra em jornais pequenos ou em cidades de interior, mas não nos grandes centros. O jornal que fizer isso vai ganhar pagando menos a seus funcionários, mas perderá em leitores, insatisfeitos com a baixa qualidade do material.

Esse caos em que a comunidade jornalística se meteu fez com que, em alguns casos, ela usasse daquilo que arrepia e sua frio só de lembrar: a censura. Nas dezenas emails mandados, um estudante decidiu quebrar a espiral do silêncio e expressar sua opinião. Resultado: mais uma dezena de emails condenando sua atitude e sugerindo para que fosse cursar gastronomia.

Pois é, já que gostavam tanto de uma medida tomada pela Ditadura Militar, decidiram usar de suas armas para tentar reavê-la: a repressão.


Durval Ramos - 3º Período - Manhã - A

Novas tecnologias?

As novas tecnologias batem diariamente em nossa porta. Porem mal sabemos que quando ela atinge a grande população, geralmente está desatualizada. Novas tecnologias desatualizadas? Exatamente, no mês de outubro do ano passado a população paranaense teve acesso ao sinal digital. Coloco uma questão, você conhece a TV digital? Já viu a imagem na resolução HD? Repondo com convicção que a grande maioria da população nunca viu ou imaginou ver. Enquanto nós, tupiniquins em tecnologia, nos assustamos com tamanha qualidade ( a HDTV tem uma resolução de 1920x1080 pixels), os japoneses já desenvolveram uma tecnologia, a SHD, com uma qualidade quatro vezes maior que a nossa digital (7680X4320 pixels). É uma tecnologia que anda não é suportada por nossos sistemas, não teríamos como armazenar longas seqüências de imagens, mas para isso é só uma questão de tempo.

Ana Paula Scorsin
Jornalismo noite

Racionais.

O uso de peles de animais apenas para mostrar status na alta sociedade. Isso e outros fatores de abusos contra os animais é o que vamos deixar de lição para nossos filhos, pois ainda existem pessoas que acham lindo desfilar por ai com a pele de um animal pendurada no corpo, o que tem de bonito nisso? Alguns dizem que usam pele de animais exóticos, pois são lindas e deslumbrantes, bom... Eu conheço muita gente com a pele linda, sem nenhuma mancha, posso dizer “deslumbrante” e nem por isso eu vou esfolar a pessoa viva e usar a pele dela como um casaco. Nós nascemos cada um com sua própria pele não precisamos das dos animais. Somente quando as pessoas aprenderem a respeitar cada ser vivo desse planeta é que a humanidade vai evoluir. Mas infelizmente ainda existem muitas pessoas que não pensam e preferem sujar as mãos de sangue ao deixar os animais viverem em paz, afinal o que ele nós fizeram? Eles estavam vivendo em um perfeito equilíbrio e ai veio o homem, invadiu, aprisionou, torturou e ainda como se não bastasse arrancou suas peles enquanto eles ainda estavam vivos... Nada justifica tamanha crueldade e ainda dizem que nós que somos os racionais.


Rafaela Lopes Sequeira
Turma B - Jornal manhã

Iphone

Falar de convergência das mídias e não citar o Iphone é quase uma grande gafe, pois esse maravilhoso e caro aparelho integra várias funções, desde internet via wi-fi, televisão, recebe comando de voz para operar seus comandos, praticamente um faz tudo. Ele ajuda na mobilidade e na interação das pessoas com as novas informações, tendo em mãos uma porta para o mundo. Toda essa acessibilidade, não só do Iphone, acaba influenciando no hábito das pessoas, que passam a trocar o bom e velho jornal pela nova tecnologia.

Vanessa Otovicz - Jornalismo
Manhã - Sala A

Games fora da lei

Proibir jogos “fora da lei”, resolve no Brasil? O governo atualmente proíbe games violentos, que de alguma forma incentivam crianças a matar, bater e roubar. Essa proibição não muda em nada para locadoras e lan houses, que continuam alugando e vendendo normalmente esses jogos. Uma solução seria classifica-los por idade ao invés de censurar para todos, assim lojas de jogos poderiam liberar o produto apenas para maiores de idade. Se isso seria mais eficiente ou não, só tentando para saber.

Tarek Omar
Jornalismo, A - Manhã - 3º período

Busca pela informação

Nós, futuros jornalistas, - opinião minha - ainda acreditamos na “busca por informação séria, verdadeira, factual”. Temos aquele sentimento de “podemos mudar o mundo”. Ou seja, acreditamos que vamos colocar em prática tudo que aprendemos. Imparcialidade, hierarquização das informações,(...). Mas faça uma pequena busca na internet, pelos assuntos mais procurados.

No Yahoo.com.br o nome de Lindsay Lohan é o primeiro da lista, seguido de Horóscopo e termina com Vanessa Hudgens, em décimo lugar. Já no Globo.com, sem ordem classificatória, temos “Max e Fran”, “Novelas”, mas também temos “Air France” e “Enem”. No Bloglog, quem liderou por muito tempo como o “blog mais acessado” foi Marcos Mion. Acabaram tirando o ranking e Marcos Mion parou de postar nesse site (para postar em outro).

Quem sabe o STF pensou mesmo é no público na sua decisão. Precisamos nos conscientizar (jornalistas e estudantes) e cair na realidade: temos que dar a notícia que o público quer.

E pelo jeito, o que o público quer, não precisa ser formado em jornalismo para poder informar.

Bruna Oliveira – Turma A

Um momento marcuseano no cinema


A contracultura foi apontada por Herbert Marcuse como uma esperança na contestação da sociedade unidimensional. No filme Easy Rider (Peter Fonda) temos um retrato cru do movimento. Todos os clichês estão lá: evocação à liberdade, contestação ao materialismo capitalista e o uso de alucinógenos. Na trilha sonora, nota-se a preocupação em manter-se fiel ao momento que é representado. Jimi Hendrix e Steppenwolf estavam entre as atrações musicais preferidas dos jovens da época.
Aluna: Marília Dissenha Fagundes
Jornalismo B - manhã

Desinteresse público

"FILHA DA PUTA, BANDIDO, CORRUPTO, LADRÃO!", é o que diz a música Vossa Excelência, escrita por Paulo Miklos, Tony Bellotto e Charles Gavin, integrantes da banda Titãs. Até quando nós brasileiros vamos ficar parados observando os políticos roubarem dinheiro público? Políticos são meros representantes do povo, e é nosso dever cobrar resultados, cobrar soluções, afinal, eles lidam com o nosso dinheiro.
A notícia de fraude no Senado, ou de políticos corruptos já virou parte da rotina dos jornais (impresso, televisivos, e outros...) que a população já se acomodou com a situação. Todos os dias saem notícias de fraudes, roubos e "desperdício" de dinheiro público por parte de políticos e nós falamos: "Ah!! Mais um ladrão!!".
Gabriel O Pensador diz em sua música "Até Quando?" o seguinte:
"Até quando você vai levando porrada, porrada?
Até quando vai ficar sem fazer nada?". E eu faço a mesma pergunta: Até quando?

Rafael Peroni
3° Período Jornalismo Manhã A

Mídia Sensacionalista

Ao longo dos anos, a mídia vem demonstrado o quanto é sensacionalista, de forma que tudo o que é veiculado é exposto da pior maneira possível, assuntos são expostos equivocadamente, pois as vezes a repercussão precisa ser mais imediata que a veracidade dos fatos.
Casos de assassinatos ou até mesmo de desastres ambientais, são abordados constantemente, alguns jornais acabam fazendo plantão para cobrir determinado assunto, como o caso da estudante Suzane Vonristofen, uma jovem cujo futuro estava garantido e acabou assassinando de forma cruel os pais, apenas porque eles eram contra o envolvimento da filha com Daniel Cravinhos, ex-namorado de Suzane.
Falta em grande parte do jornalismo a idéia de dever cívico com a população, pois alguns veiculos de comunicação optam por vender exemplares ou aumentar a audiência, mas esquecem de que estão contribuindo para diminuir a função social que o jornalista tem.


Jonathan Seronato
3º periodo do curso de Jornalismo

Decisão fora da realidade

A tecnologia faz com que o jornalismo evolua em velocidade impressionante. A qualidade, a densidade, a capacidade de análise, do jornal impresso hoje convive com a rapidez, a diversificação e a forma leve para ser lida rapidamente no dia a dia corrido da grande massa, característica dos meios eletrônicos.
O jornalista é o principal agente desta transformação. Com formação acadêmica, e muito estudo diversifica o modo como produz e oferta informação jornalística de qualidade e ética. Desregulamentar a profissão de jornalista é atitude estranha e infeliz. Passou o tempo em que um amador e uma máquina de escrever faziam um jornal. Atendendo empresas que visam mão de obra barata e desqualificada, o STF mostrou ignorar o que é produzir uma notícia, editar diversas mídias e se responsabilizar pelo trabalho. A absurda comparação feita com cozinheiros desestimula quem estuda, tanto jornalistas quanto os profissionais de cozinha.

Giovana Luersen Chaves
Jornalismo A 3ºPeríodo

Manipulação no jornalismo

Com as crescentes mudanças na sociedade, o jornalismo deixou de ser o veículo somente de informação para ser um de informação manipulada. Claro que não generalizando, mas boa parte dele é dominado pelos grandes poderes. Logo, o que eles querem que seja publicado, será, pois o que sustenta o jornalismo é o poder e a publicidade. O público, na ingenuidade, acaba aceitando isso quando é publicado por um jornal de confiança, acreditando que uma informação deste jornal sempre estará certa, quando, muitas vezes, pode não estar.

Evelin Schelbauer - 3º período - jornalismo manhã - Turma B

Cinema

Cinema pode ser entretenimento, aprendizado ou cinema mesmo. Não precisa de definições como: alternativo, trash ou cult. Cinema tem que ser cinema, reproduzir várias fotos por segundo e acabar por nos fazer rir, pensar, refletir, chorar ou só olhar mesmo. Um besteirol americano, aquele feito pela indústria cultural que tanto se julga, não vai deixar ninguém mais burro e os filmes alternativos, vindos da mesma indústria, não deixam ninguém mais inteligente. São apenas filmes, oras.

Bábylla Miras
Jornalismo Diurno
Turma A - 3° Período

O Jornalismo moderno e a Indústria Cultural

A partir da perspectiva da teoria critica da Escola de Frankfurt e seu conceito de “indústria cultural”, o jornalismo moderno sendo, online, impresso ou em televisão é um produto da economia capitalista, que visa apenas o lucro. O receptor se torna um consumidor de um produto manipulado pela indústria e tem uma falsa sensação de interatividade, pois o indivíduo não vive em seu ambiente sem estar conectado virtualmente, pelo fato, dos indivíduos terem o alto volume das notícias que estão disponíveis na internet, impresso ou na televisão como referência nas conversas no trabalho, escola, casa ou qualquer ambiente em comum. Porém acreditam em uma falsa democracia, aonde é possível obter uma propagação cultural. No jornalismo online, a falta de democracia é mais evidente do que em outros meios, principalmente por causa da pouca concorrência dos sites de busca. O Google, por exemplo, seleciona os sites de acordo com os acessos, sendo assim, os portais de informação de grandes corporações sempre terão mais acessos devido à divulgação em outros meios.

Alunos: Arthur Santana e Pedro Dourado

Vai ter fim?

Falta de vergonha, falta de respeito. A todo instante aparece um passando a mão aqui, o outro ali. Um guardando na cueca e o outro na Suíça. Aquele lá dizendo que “se lixa” para a opinião pública. Aceitar a herança de escândalos da política brasileira é o mesmo que aceitar a fome, a violência. Aceitar que nosso país nunca irá mudar. Aceitar tudo isso é admitir que não temos vergonha na cara. É ser a favor do bandido que entra na sua casa e rouba suas economias de uma vida. É ainda pior do que aceitar o bandido, porque esse bandido foi escolhido por nós, e sabemos quem ele é, mas nada fazemos. Ou melhor, pagamos seus salários, suas farras...
Vai ter fim?

Clarissa Herrig
Jornalismo B

Diploma

Há quem pense que o mundo acabou com a decisão do STF. Ter ou não ter diploma, que grande questão. Um jornalista, formado, está bem melhor preparado para entrar no mercado de trabalho quando comparado com cidadãos formados em outras profissões. É inadmissível pensar que grandes veículos de comunicação vão colocar em suas redações pessoas incapacitadas, que não possam fazer o trabalho de um jornalista com qualidade. Agora, se alguém formado em jornalismo vai a uma entrevista de emprego, e ainda assim, consegue perder sua vaga para outro cidadão, que não passou quatro anos se dedicando ao jornalismo alguma coisa efetivamente está errada.

Marina Miranda
Jornalismo B

Futebol Arte?

Futebol Arte

A cada dia que passa o futebol tem se tornado um grande espetáculo. Isso se deve ao fato do esporte nacional ser progressivamente mais dependente e influenciado pela mídia. Transmissões pela televisão, rádio e agora pela web, faz com que, em alguns casos, o espetáculo seja mais importante do que o esporte em si. Um grande exemplo disto pode ser notado na Copa das Confederações que vem sendo realizada na África do Sul. A partir desta competição a FIFA, entidade máxima do futebol, permitiu que imagens de televisão definissem lances duvidosos da partida. Assim, pênaltis e jogadas de expulsão, não são mais decididos apenas pelo árbitro, mas também, pela imagem que é passada por um meio de comunicação, no caso, a televisão. Deste modo, não acontece mais então o beneficio da dúvida e para piorar, estes lances duvidosos apenas tem sido revistos durante os jogos quando são a favor de seleções com tradição, como Brasil e Itália. Sou contra essa influencia externa e acredito que isso possa favorecer ainda mais possíveis manipulações de resultados.

Esta questão que levantei, mostra como os meios de comunicação podem influenciar a nossa realidade, se inserindo agora também em um ambiente no qual o profissionalismo e a veracidade deveriam ser o foco.

Luiz Henrique de Oliveira
Jornalismo Diurno
Turma A/ 3° Período

Indústria cultural

A indústria cultural tem como característica principal a utilização de qualquer conteúdo artístico para vender, com o intuito de lucrar. Bens antigamente considerados como culturais, artísticos, hoje são vistos como objetos lucráveis. Isso pois surgiu em meio a um cenário político econômico e cultural capitalista.
Essa preocupação em vender, e portanto agradar ao consumidor, acaba resultando numa padronização dos produtos e negação do novo (para não causar estranhamento ao consumidor). Tudo cuidadosamente planejado para gerar lucros.

Angela Laureanti Plantes Machado - Jornalismo 3º período - Manhã - Turma B

Séries: Conflitos Sociais

As séries norte-americanas são fenômenos sociais. Essas séries funcionam como um dos principais tipos de entretenimento para a nova geração e sua narrativa circular é responsável pelo maior envolvimento de seus telespectadores. Reforçando as teorias funcionalistas, essas séries influenciam o comportamento dos jovens e funcionam com uma janela para o mundo. A Indústria Cultural acelera esse movimento de integração, mas estimula em conflito entre culturas, exibindo um modo de vida que não condiz com a realidade sócio-cultural brasileira.
Postagem Individual.
Lívia Marques
Turma B, manhã.

A Indústria Cultural segundo Adorno

Na Indústria Cultural, tudo se torna negócio. Enquanto negócios, seus fins comerciais são realizados por meio de sistemática e programada exploração de bens considerados culturais. Um exemplo é o cinema. O que antes era um mecanismo de lazer, uma arte, agora se tornou um meio eficaz de manipulação. Podemos dizer que a Indústria Cultural traz consigo todos os elementos característicos do mundo industrial moderno e nele exerce um papel especifico, o de portadora da ideologia dominante, a qual outorga sentido a todo o sistema.
O homem, nessa Indústria Cultural, não passa de mero instrumento de trabalho e de consumo, ou seja, objeto.


Larissa de Araujo Dalitz Turma B

A manipulação de fontes oficiais

Essa crescente persuasão no nosso jornalismo muitas vezes ultrapassa os limites da população e até dos "fornecedores" de informação. A manipulação das notícias está cada vez mais evidente no veículos de comunicação. Em uma pesquisa feita por Vasco Ribeiro, ele aponta que 90% das fontes de informções são fontes oficiais. É claro que essas fontes não estam somente querendo contribuir para um jornalismo mais correto e eficaz, mas sempre por trás de uma declaração há um interesse seja ele político ou econômico. A população nos veículos são somente anônimos que servem como um alvo do poder midiático. Ribeiro comenta também em sua pesquisa que um exemplo desse poder midiático são as campanhas eleitorais que utilizam a imagem da população por motivos meramente de lisonjeios. Mas esses "consumidores" de notícias não se devem deixar levar pelo poder de fontes de grande influência ou por outras pessoas e meios que não param de manipular informações.


Jéssica Kimy- Turma B- 3º período

Fotojornalismo Cidadão

Hoje grande parte da população tem acesso a uma máquina fotográfica, a possibilidade de um cidadão comum registrar um momento de relevância social é considerável. A partir disso, a proposta é analisar o papel desse receptor que produz conteúdo fotojornalístico que, para alguns autores, é considerado jornalismo cidadão, e avaliar seu impacto. Discutir essa participação ativa do cidadão em relação aos conceitos de esfera pública. Imagens de amadores foram utilizadas pela mass media em acontecimentos importantes, como no atentado ao World Trade Center, em Nova Iorque, no atentado de Madri (foto) e no tsunami, no Oceano Índico. Além disso, o cidadão pode usufruir dessa abertura para denunciar problemas como falta de infra-estrutura pública, segurança e outros problemas sociais. Em 2005, o jornal O Estado de São Paulo realizou um projeto de fotojornalismo cidadão - “FotoRepórter”, que contabilizou 7203 cadastros e 21293 imagens.
Alunas: Karyme Kaminski; Marília Dissenha; Patrícia Fernanda e Rafaela Sequeira.
Jornalismo B - manhã

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Cultura de massa: “O mundo mágico de Walt Disney”

Veículos de comunicação e também algumas marcas que atuam no mercado, usam e abusam de valores comerciais para lucrar em cima de seus produtos sem significado cultural. Sendo seus “compradores” atuantes dessa cultura de massa, conseguem facilmente os influenciar.
Em relação a Walt Disney, essa manipulação acontece de forma mais natural. Tendo como público alvo as crianças, utilizam os mais tecnológicos recursos sonoros e visuais para os atraírem.
Refazem a realidade humana na imagem da cultura americana, através da penetração do império Disney em cada aspecto da vida social - vista como modelo perfeito de família, identidade e protótipos de escolas modelos.
Ilusoriamente, estabelece relações de familiaridade com o filme, desenho, espetáculo... E transformada em objeto de produção industrial, induz ao consumo estético massificado e narcotizante.
Cria uma ilusão na mente do receptor, reduzindo a individualidade e o caráter concreto, não só de nossas experiências como de nossas imagens, encorajando uma visão passiva e apática do mundo.

Aluna: Gabriella Oliveira
jornalismo A

Momentos Congelados.

Em minha mente resoluta a única parte do jornalismo que sempre existiu foi aquela na qual congelamos ações e a transformamos em papel. Duas coisas que eu sempre fiz questão de estar ao redor. Papel e imagens. Sendo assim, o fotojornalismo - que para muitos é meramente ilustrativo, para mim significa o mesmo que o descobrimento de uma nova galáxia significa para um astrônomo: um leque infinito de possibilidades.
É quase impossível explicar o que o contraste entre branco e preto no papel cinzento, contraste de cores – muitas cores e cores diferentes - faz pela minha pessoa. O mundo é subjetivo, as pessoas – ou pelo menos a grande maioria delas – opera de acordo suas sensações, seus sentimentos. Inexplicáveis quando em contato com aquilo que libera certos hormônios fundamentais para a produção de alegria, felicidade, plenitude.
Porém, de uns tempos para cá, venho notando um certo fracasso nessa área. Enquanto sempre busquei mais as fotos mais elaboradas, como as de foto documentários, as de jornais diários vêm deixando a desejar. Multitude de cinza. Onde está o branco? Onde está o preto? Ninguém mais presta atenção? Fotógrafos! Esqueçam o flash! Ou pelo menos aprendam à usá-lo. Se não sabem, assim como eu creio não saber, deixem-no de lado. Experimentem, fechem os olhos, mexam a câmera sem ver, tirem fotos, abusem do auto-foco; acabem com a monotonia de cinzas!

Laura Schafer, turma A - manhã

Twitter não é inútil

O twitter está provando que não é apenas mais um site para criar um perfil e abandonar. Exemplo disto é a crise desencadeada pela reeleição de Ahmadinejad no Irã. Para censurar e conter protestos ele impediu o trabalho de jornalistas e desativou parte da telefonia no país. As informações continuaram chegando via Twitter, sendo um canal tão importante que o governo americano pediu adiamento de uma parada para manutenção que coincidiria com o horário diurno no Irã, cessando a difusão de notícias.

Guilherme Gaspar
Turma A, Manhã.

Fugindo do Mundo

Quando a velocidade do mundo e a pilha de coisas para fazer é esmagadora e faz com que você sinta que têm uma colméia de abelhas na cabeça, nada melhor do que uma fuga. E não digo juntar dinheiro e fugir para algum lugar, nem se perder pela internet, mas algo bem mais simples e saudável : ler, ou nesse caso, reler.
Se enrolar que nem um gatinho gordo no seu canto preferido, pegar aquele livro que já está batido, com algumas páginas marcadas e mergulhar no mundo do seu livro preferido. Os personagens permacem o mesmo, as palavras não mudam, mas o leitor sim. A mesma frase que você leu anos atrás pode ter um novo sentido agora, sua visão do mundo muda junto com ele, refletindo na sua interpretação. E nesse espaço em que vivemos, cada vez mais louco, o livro está ali para lembrar de tempos mais calmos.

Maria Clara Oliveira, turma A-manhã
O jornalismo Cidadão!
Uma mescla do jornalismo público com o cívico, comunitário e de serviço comunitário, onde o principal interesse é o de ligar o comunicador as comunidades nas quais opera, colocando direitos e deveres dos cidadãos no centro das preocupações jornalísticas.
Seus objetivos aqui são os de ajudar os meios de comunicação a unir as comunidades para envolve-las no diálogo de resolução de problemas.
O jornalista passa a ser defensor das reformas políticas e sociais, e os interesses de seu público, tornam-se os seus também.

Aluna: Gabriela Hoff, 3º período A,
jornalismo manhã.

Convergência das mídias x redes de comunicação online x educação

Baseado em um artigo de Vani Moreira Kenski: “Educação e comunicação: interconexões e convergências”, gostaríamos de tratar as novas formas de interação e comunicação em redes online como Wikipédia, MySpace e Youtube, que são espaços virtuais e informais de encontro na internet que permitem uma construção coletiva aberta, onde todos os que acessam são produtores de informações colaboram inserindo opiniões em qualquer tipo de texto, possibilitando a realização de trocas de informações em uma escala inimaginável.

Esta forma de interação nas redes online faz com que tenhamos de base o livro de Henry Jenkins “Cultura da Convergência”, que nos faz pensar que a convergência não só está relacionada a unificação dos equipamentos eletrônicos dos meios de comunicação e dos criadores de certos conteúdos, mas também aos consumidores dos conteúdos. As pessoas que participam ativamente destas redes produzem mais informações do que podem consumir. Neste cenário de muita informação não lida e não vista, onde está a educação destes consumidores? Poderiam novos mediadores ser vistos como educadores no sentido de produzir um diálogo, de interpretar e de intercomunicar todos os participantes de uma mesma comunidade a fim de orientar o que está sendo trabalhado, evitando a dispersão, confusão.

Nem sempre os indivíduos buscam por informações necessárias para seu conhecimento. Ao contrário, a maioria delas se consolida em torno de eventos propostos pela indústria cultural – sobretudo jogos, filmes, livros ou novelas como Matrix, Harry Potter, Heroes... – como manifestações livres de discussões, análises e produções coletivas de novos produtos. Gostaríamos de abordar também esta convergência de uma maneira geral como televisão, rádio e impressos.

Alunas: Fernanda Zaremba e Alexandra Fernandes - 3° Período Jornalismo - Noturno

terça-feira, 16 de junho de 2009

“Nunca se pode ter uma coisa nova sem quebrar uma velha”¹

A internet flexibilizou a utilidade da mídia. Ao adaptar o que é útil ao cotidiano, o homem adequa suas preferências ao seu modo de vida. Sendo um meio de comunicação em excelência (traz a possibilidade de casamento entre texto, imagem e som), o espaço cibernético apropria-se da condição humana de escolhas, separando aquele que apenas trocou o controle remoto por um teclado, daquele que age como peça funcional das sociedades (não deixando de lado a faceta de consumidor em série – afinal, a era digital chegou, mas nem todos fazem parte dela).

A ordem foi diluída. Trazendo o emissor mais perto do receptor – e deixando a mensagem vulnerável a modificações que favorecem as preferências de seus usuários – os patamares se equivalem e assim figuram uma melhoria nessa informação de natureza volátil.

Tratando-se, portanto, dos funcionalistas, vamos abordar como o modo de recepção e a linguagem utilizada para abocanhar essa parcela de novos consumidores tornou-se uma constante na sociedade contemporânea a ponto de identifíca-la e diferencia-la das demais. Além das consequências e benefícios, da possibilidade de escolha e participação, analisaremos como essa tecnologia “em construção” reflete na teoria funcionalista em benefício da informação.


¹ D.H. Lawrence

Alunos: Elisa Catalini, Luiza Garcia e Saulo Schmaedecke. Jornalismo - Noturno.

Novela e a convergência de mídias

A moda indiana é cada dia mais vista nas ruas. A novela da Globo, Caminho das Índias, mostra os costumes do país, influenciando muito essa nova tendência. Vamos falar sobre como os meios de comunicação reforçam modelos de comportamento, como a trama de Glória Perez. Quando uma novela atinge uma grande audiência, por ser bem aceita pelos telespectadores, acaba se tornando um modelo.

As teorias funcionalistas partiram do princípio de que a mídia tende a influenciar comportamentos individuais e a dobrar a vontade coletiva. Com o sucesso da psicologia behaviorista e a tradição do pragmatismo filosófico, obteve êxito as idéias que o ser humano pode ser condicionado e que basta codificar e canalizar bem uma mensagem, utilizando o uso recorrente de estímulos para que os efeitos sejam previsíveis.

Assim como Caminho das Índias deixa em alta a cultura indiana, outras novelas também causaram maior interesse por determinadas culturas. Podemos citar América e O Clone, também de Glória Perez, que deixaram em alta o sertanejo e o islâmico, respectivamente.

Paula Correia, Renata Campos e Tali Miranda
Jornalismo - Segundo Ano - Noturno

Industria Cultural

A Indústria Cultural converte a cultura em mercadoria. A grande força dessa Indústria se verifica em proporcionar ao homem necessidades. Mas, não aquelas necessidades básicas para se viver dignamente (casa, comida, lazer, educação, e assim por diante) e, sim, as necessidades do sistema vigente (consumir incessantemente). Com isso, o consumidor viverá sempre insatisfeito, querendo, constantemente, consumir e o campo de consumo se torna cada vez maior. O mundo vive num sistema econômico-político-cultural capitalista e o surgimento da sociedade capitalista transformou as manifestações culturais em produto. Este cenário desencadeou a formação da indústria cultural que trabalha com a produção de projetos, canais, jornais, radio revista e outras formas de descontração, baseadas na cultura, visando o interesse lucrativo que impõe um determinado padrão a ser mostrado que transforma o espectador numa pessoa de critica rebaixada. Essa origem dada através da sociedade capitalista que transformam a cultura em um produto comercializado. A heterogeneidade da indústria cultural brasileira é percebida não somente no grau de diversidade cultural e territorial de nosso país, mas por focar conteúdos de culturas estrangeiras em detrimento de nosso conteúdo nacional. Quando ocorre em nossas mídias uma exposição de nossos valores e identidades, há o abarcamento de interesse comercial que interfere no que deve ser mostrado para adquiriraudiência.
A principal forma cultural construída por essas industrias é a televisão que ensina e forma indivíduos cada vez mais cedo. Nela podem-se observar diferentes temas e culturas expostas a qualquer horário e idade. Os conteúdos nela existentes possuem mensagens subliminares que conseguem escapar da consciência, o que tende a provocar alienação. Diante disso, pode-se perceber este meio cultural como um produto bom que é capaz de mostrar conteúdos reveladores e contribuir para o desenvolvimento humano e um produto ruim é capaz de alienar uma pessoa, levando-a a pensar e agir como lhe é proposto sem qualquer tipo de argumentação. A arte em geral, as manifestações histórico – culturais e a identidade de uma região servem como inspiração e conteúdo de obra e produto cultural. Em suma a indústria cultural busca produzir algo que conquiste público e relevância comercial e se ramifique em produtos licenciados.


Acadêmicas: Barbara Lobo, Lorena Dias, Micheli
Jornalismo Noturno 3º Período

Teoria crítica para Miège e Zallo

A busca para explicação/esclarecimento da industria cultural será feita pelo grupo a partir de dois autores: Bernadr Miège e Ramóm Zallo.

Para o primeiro autor o trabalho cultural no processo geral de produção pode ser dividido em três categorias, produção capitalista de produtos culturais (trabalho improdutivo) , produção cultural capitalista (produz o mais valia) e a integração dos produtos culturais (inteiramente produtivo). Miège defende que características do artista devem estar visíveis para o usuário.

Segundo a linha de Miège, Zallo defende que a industria cultural tem uma natureza diferentes das outras industrias, isso se deve pela sua forma de produção e ralação com a sociedade. Zallo define a industria cultural como:

“um conjunto de ramos, segmentos e atividades produtoras de mercadorias com conteúdos simbólicos, concebidas mediante um trabalho criativo, organizado por um capital que se valoriza e destinadas aos mercados de consumo, com uma função de reprodução ideológica e social.” (Zallo,1988,p.26)

Colocado isso, podemos concluir que a industria cultural está presente na grande maioria das mídias na atualidade.

Ana Caroline Bueno de Camargo, Ana Paula Scorsin, Honislaine Aparecida e Talita Caroline - Turma U - Noite

Jornalismo Sensacionalista x Meios de Comunicação de Massa

O tema da nossa discussão será os motivos que acabam levando grandes veículos de comunicação a optarem por uma linguagem mais sensacionalista e as conseqüências dessa prática.

O Jornalismo sensacionalista brinca, de certa forma, com as “emoções”. Redimensiona os fatos de acordo com suas necessidades e, por conseqüência, acaba deturpando a realidade. É capaz de torna o repórter personagem da notícia e objeto da reportagem, desconstrói – e em alguns casos, desfigura – o fato tornando-o um espetáculo.

A discussão sobre as formas e métodos que a sociedade pode utilizar para reverter ou amenizar esta situação de vulnerabilidade em relação aos meios de comunicação de massa. Os fatos e julgamentos levantados quando o jornalismo é objeto principal devem ser constantemente analisados, devido a sua relevância. Mais importante que o ineditismo, o famoso “furo”, são as conseqüências que o jornalismo, quando realizado de maneira irresponsável, pode acarretar.

Maria Luiza Iubel, Murilo Basso e Nathalie Maia. Jornalismo Noturno – 3º Período

Serialização da Literatura Atual

Nosso grupo irá discutir sobre a Teoria Crítica e Indústria Cultural, a partir da abordagem teórica de Adorno e Horkheimer, publicadas no livro Dialética do Esclarecimento, vamos usar as idéias apresentadas pelos autores para contextualizar a Indústria Cultural e também para discutir o nosso tema. Vamos tratar da serialização da literatura atual, em que a temática escolhida por certos autores é a mesma. Por exemplo, os inúmeros livros de auto-ajuda para ter sucesso na carreira, ou para mulheres solteiras terem mais auto-estima. Romances de enredos simplórios, ou polêmicos que viram best-sellers e algumas vezes até filmes no cinema. Como os romances Marley E Eu, que estreou nos cinemas ano passado, Anjos e Demônios de Dan Brown que estreou esse ano nos cinemas e o sexto filme da série Harry Potter, Harry Potter e o Enigima do Príncipe que estreará em julho desse ano.

Ivo Stankiewicz, Milene Silveira, Mylena Gama e Robson Leandro
Jornalismo Noite

Ser fiel aos princípios ou ganhar dinheiro? Seminário Indústria Musical

A música é uma das formas de cultura que atinge mais pessoas no mundo. Dentro desse parâmetro existe vários estilos musicais, a Indústria Cultural resolve estar presente em qualquer tipo de arte com o intuito de conseguir lucro, conseguir dinheiro, como já está no nome, ela não passa de uma indústria que procura um produto pra ser consumido pelo maior número de pessoas possíveis.
Com o objetivo de vender a Indústria Cultural acaba mudando a originalidade do artista muitas vezes nem pedindo para o mesmo, apenas informando, caso contrário saia da gravadora , pois o dinheiro gira o mundo, inclusive o mundo dos artistas que precisam disso para sobreviver, como qualquer ser humano ( a não ser que você seja hippie na natureza ).
O grupo decidiu se aprofundar no assunto já postado anteriormente e falar a respeito da música na indústria cultural pois atinge um número enorme de pessoas muitas vezes sem que elas percebam.
A música é uma forma de arte, uma forma de expressão, dessa forma ela deve ser original em sua essência, e não apenas um mero produto com refrão, letra grudante e venda garantida.
A chave da felicidade nesse meio entre gravadoras x artistas é ter um meio-termo, fazer um som fiel aos princípios do artista mas também atingir um número maior de pessoas, pois qualquer artista quer que sua arte seja apreciada.

É uma faca de dois gumes, de um lado está a originalidade de som e do outro lado está o cuidado de não cair no clichê de que só porque várias pessoas escutam a música não é de qualidade. Soberba, falta de respeito e preconceito musical não cabem mais em um mundo onde convivemos e coexistimos, ainda mais no Brasil, um caldeirão cultural do qual fazemos parte, quanto mais música melhor.


Leonardo Quintana, Cláudio Alves, Diogo Souza, Everton Fontoura
Jornalismo Noturno

A Música Sertaneja e a Indústria Cultural



A música sertaneja que originou-se da música “caipira” ou da “moda de viola”, é um estilo musical caracterizado pela melodia simples e melancólica. São as denominadas, por muitos, música do interior. Surgida em meados dos anos 20, os caipiras, ou sertanejos, às vezes duplas ou solo, utilizavam-se de instrumentos artesanais e típicos do Brasil-colônia, como viola, acordeão e gaita para suas apresentações, a um público muito pequeno: parentes e moradores próximos. No entanto, a partir da década de 80, tem início uma exploração comercial massificada do estilo "sertanejo", somado, em muitos casos, a uma releitura de sucessos internacionais e mesmo da Jovem Guarda. Surgem inúmeros artistas, quase sempre em duplas, que são lançados por gravadoras e expostos como produto de cultura de massa. Exploração essa, que teve um grande incentivo, principalmente da televisão, em apresentações em programas de auditório.
Robson Leandro de Souza. Jornalismo - Noturno - Turma U. (Postagem final - Livre)

Interatividade e Tecnologias



No espaço das convergências entre as mídias, visamos tratar de forma abrangente sobre a interatividade entre tecnologia, mídias e público, e a conectividade entre indivíduos através de equipamentos. Alguns exemplos:
-Celulares: Atualmente, não são meros telefones. Servem para o entretenimento, possibilitando acesso a jogos, internet, transferência de arquivos, reprodução de músicas, câmeras digitais, entre muitas outras funções.
-Videogames: Distrair era sua função até pouco tempo atrás. Agora, são possíveis a comunicação com o mundo e com outros jogadores e participantes que estejam distantes.
-Televisão digital: Ainda é novidade, mas há muita expectativa em volta desse novo jeito de “ver TV”.
As tecnologias são sempre aprimoradas para a constante interatividade. Através de produtos que funcionam através de comandos de voz, reconhecimento facial ou que ligam um lugar a outro virtualmente, podem servir também para a comunicação.
Dentro do “mundo interativo”, podemos observar o valor dado pelos meios de comunicação ao seu público. Por exemplo, há a aceitação de materiais produzidos por amadores, o que antes não era possível dentro da empresa de veículos de comunicação.


Alessandra Belini, Amanda Ludwig, Gisele Linhares, Vinícius Salvino.
3° período, noturno

Jornalismo Cidadão; Por que fazer?

O tema da nossa discussão será o motivo que leva muitos grandes jornais, grandes veículos de comunicação deixarem o chamado "jornalismo cidadão" de lado. Pensar em jornalismo, em qualquer aspecto, é pensar em informação. Mas, transmitir informação não basta, é preciso saber até que ponto essa informação é importante para o público alvo do jornalismo: o p´roprio cidadão. Hoje, muitos meios de comunicação se apropriam da informação de forma errada. As fontes nunca se renovam. Quem faz o jornal não é povo, então, por que não veicular aquilo que o povo quer ver? Será que o poder econômico e político se tornou tão poderoso que, veículos, jornalistas e informações se vendem por isso? Como acabar com esse monópolio e garantir uma informação verdadeira, imparcial e acima de tudo feita para o povo?

Angela Laureanti, Evelin Schelbauer, Jessica Kimy e Marina Miranda.
Turma B

Jornalismo Colaborativo

Nossa discussão girará em torno do Jornalismo Colaborativo, mais especificamente sobre vídeos. Cada vez mais vídeos, fotografias, cartas do leitor, opiniões, dentre outros, tem sido mandados para os meios de comunicação, fazendo assim com que a mídia expresse cada vez mais o parecer do cidadão e a sua identidade. Isso permite com que ele interaja com jornalistas e também com outros espectadores e com que participem diretamente da produção. Deste modo, as publicações passam a ser o início de discussões pelos usuários na rede, e não mais o fim de um assunto. Portanto, o Jornalismo está em constante mutação, como afirma Juan Varela: “O jornalismo precisa encontrar o seu lugar se desejar sobreviver. É necessário reinventar a informação para dar maior participação ao público.”

Daniela Mallmann Andrade
Ana Lúcia de Paulo Superchinski
Jornalismo - B

Jornalismo esportivo X Jornalismo Cidadão

Iremos analisar o jornalismo esportivo para entender sua função dentro da indústria cultural e se ele realmente exerce seu papel com credibilidade dentro do jornalismo cidadão. Tanto nos meios de televisão, como rádio e impresso, essa é a nossa proposta.
É o cidadão que tende a orientar o trabalho do jornalista e não as autoridades dos poderes políticos e econômicos.. Com discussões e pesquisas é possível analisar que existe uma grande demanda de veículos que não exercem esse papel corretamente. Visam o lucro como objetivo principal e deixam a desejar a qualidade dos dados e informações a serem transmitidas a sociedade. Contudo, é possível observar que o jornalismo esportivo também se encaixa nessa demanda dos que querem mais quantidade do que qualidade. Como ocorre nas transmissões de jogos, quando há um time local contra um de outro estado, os meios de comunicação favorecem as imagens, narrações para o time local e as pessoas que torcem pelo outro time são prejudicadas.

Grupo: Bruna Regatieri, Duane de Carvalho, Francielle Ciconetto e Geferson Barazetti

Jornalismo cidadão x internet

Ao contrário do outro grupo, que pretende destacar o lado positivo da internet na hora de fazer jornalismo cidadão, pretendemos mostrar as falhas que podem ser cometidas neste meio, como por exemplo a rapidez com que as notícias são passadas ao público. Por haver a necessidade de informar com agilidade, algumas informações são omitidas e, por vezes, até mesmo modificadas. Um exemplo é o caso de um casal que "perdeu" o vôo 447 da Air France e, chegando ao seu destino, eles alugaram um carro e, em um acidente, a mulher morreu. Alguns jornais, online em sua maioria, utilizaram do sensacionalismo para transmitir a informação. As pessoas que leram obviamente se sensibilizaram. Porém, um jornal brasileiro foi até a casa do homem que sofreu o acidente e ele contou a real história. Eles sequer haviam comprado a passagem da Air France, mas sim de outra companhia (Ibéria). Concluindo, a internet é um meio muito útil, mas, justamente pela necessidade de agilidade, algumas notícias acabam sendo mascaradas.

Analívia Ferreira da Costa

Flávia Pontarolla Tomita

Mayara Bressán

Natália Santos da Luz

Teoria Crítica e o Impresso

Segundo Habermas, a primeira esfera da sociedade é “o mundo da vida”, que é a rede de significados que compõe determinada visão de mundo. Sendo assim, podemos compreendê-la pela linha editorial adotada nas publicações. Tudo dentro do impresso costuma estar de acordo com o mesmo pensamento, não contendo nada que se relacione de maneira desvinculada ao mando superior. Tudo está estereotipado e serializado apenas intencionando o lucro e a manipulação do público. Justamente “o sistema”, a segunda esfera Habermas, refere-se a essa serialização do material, adequada dos meios aos fins, incorporada nas relações poder - as mensagens políticas e econômicas que direcionam o pensamento para determinados assuntos, afastam de outros e fazem o agendamento para ações e acontecimentos futuros.

Importante lembrar que o apelo ao consumo se apresenta principalmente pela publicidade e propaganda, que está inserida exaustivamente nas páginas impressas, pois são elas que infelizmente, mantém os jornais e revistas em pé, patrocinando suas edições.


Angela Weber, Fernando de Jesus e Larissa Santin
Jornalismo - Segundo Ano - Noturno

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Jornalismo Cidadão na Internet

A discussão vai abordar a maneira como o Jornalismo Cidadão é tratado nos diferentes meios de comunicação. O meio escolhido para o debate será a internet, aonde surgiu o primeiro jornalista cidadão e também o primeiro cidadão jornalista, através de sites e blogs. A internet possibilita uma maior interação entre os meios de comunicação e o público. Por exemplo, para um cidadão sugerir um tema de pauta, que interesse uma comunidade, para um jornal, a facilidade da internet ajuda na hora de expor suas idéias. O jornalismo cidadão pretende colocar novamente os interesses dos cidadãos em primeiro lugar, e não vende-los aos anunciantes
Essa vertente jornalística é muito atual. Para Dan Gillmor, o fato dos cidadãos exporem suas idéias e reclamações teve uma grande expressividade a partir do dia 11 de setembro de 2001, quando houve um grande número de colaborações entre jornalistas cívicos (jornalista participativo) e os grandes meios de comunicação de massa.


Ana Luiza de Lima, Lívia Pulchério, Lorena Oliva, Nathália Pontes
Turma B

Jornalismo Cidadão x Telejornalismo

Algumas responsabilidades foram adquiridas pelos jornalistas, principalmente após a volta do regime democrático para o Brasil, uma delas foi a de utilidade social. Servir os interesses dos cidadãos visando informar sobre assuntos de seu interesse como emprego, segurança, educação e etc. Esse novo modo de se fazer jornalismo é chamado de jornalismo cidadão
A televisão, como indústria cultural, ocupa um papel de destaque dentro da cultura eletrônica e da formação da sociedade contemporânea. As notícias de interesse público estão sendo veiculadas apenas pela indústria que enxerga seus consumidores como um objeto de interesse.
Nossa proposta é discutir a importância da televisão, como intérprete das necessidades dos cidadãos. Dentro de um contexto no qual a TV tem como responsabilidade criar um produto e determinar seu consumo, como a TV faz do jornalismo cidadão um produto lucrativo?

Clarissa Herrig, Larissa Dalitz e Lívia Marques
Jornalismo A – manhã

Rádio e Jornalismo Cidadão

Atualmente, o jornalismo cidadão pode ser exercido de duas formas distintas. A primeira é exercida pelo profissional jornalista, buscando na sociedade seus males e preocupações e divulgando aquilo que é de interesse de sua comunidade. Outra forma se dá através da própria população, que leva até os jornalistas aquilo que a incomoda, seja para o rádio, a televisão ou a internet. A proposta do nosso grupo é indicar o papel do rádio nas duas situações, ou seja, como o rádio busca e recebe as informações de interesse da sociedade. O envio se dá em grande parte nas rádios de notícias, onde ouvintes enviam por email ou através do telefone informações sobre acidentes, engarrafamentos ou assuntos mais graves. A produção vem dos profissionais atuantes no rádio, que devem estar em contato constante com a comunidade, buscando informações sobre quais os problemas comunitários e quais as possíveis soluções a serem tomadas.



Grupo: Igor Hudson Castanho
José Mário Dias
Paulo José Mello
Vinícius Gallon de Aguiar

Jornalismo B - Manhã - 3º Período

domingo, 14 de junho de 2009

jornalismo e indústria cultural

A indústria cultural serializou o modo de se fazer jornalismo. Hoje, tanto no impresso quanto nos meios eletrônicos, a forma como se tem passado as notícias ficou igual. Os jornais vêm com uma diagramação similar, os noticiários na televisão estão com os mesmos assuntos tratados e expostos de maneira igual. Tudo o que esses meios procuram é atingir um mesmo público, dividir a mesma audiência. Não há uma busca por um consumidor que está distanciados dos noitíciários padrões.
Se hoje tudo está tão serializado, tão industrializado, é porque o público e principalmente as grandes empresas não têm se procupado com um consumidor que está por vir. Podem até incluir novidades na programação ou no conteúdo, mas é sempre igual ao que todos fazem. Falta uma abertura maior da mente dos diretores para conquistar um novo público, não perder o antigo e se renovar sem se basear ou copiar o que já foi feito.


Armando Sagula
Eriksson Denk
Luiz Fernando Levinski
William Saab

sábado, 13 de junho de 2009

Convergência de mídias e reality shows

Big Brother, Casa dos Artistas, No Limite, A Fazenda... Os reality shows já são sucessos certos de audiência em qualquer canal. Além de apresentar tudo aquilo que as pessoas querem ver – casais, intrigas, baixaria e sexo –, um dos principais fatores para explicar o sucesso desse tipo de programa é a interatividade com o público, que pode participar votando através do telefone, do celular ou da internet.

Os reality shows já são considerados estereótipos de produtos da Indústria Cultural, que – notem a ironia – cria uma imagem estereotipada das pessoas. Além disso, esses programas são produzidos para gerar audiência e essa participação do público é fundamental para andamento do atração. Os programas também são quase todos feitos em série: todos iguais, mudando um aspecto ou outro nas “regras do jogo”. Através de diferentes mídias o programa vai se desenvolvendo: da internet e do telefone saem as decisões dos telespectadores e na televisão são exibidas as cenas e imagens. Além disso, na internet são postadas notícias referentes aos acontecimentos dos reality shows.

Cássio Barbosa
Durval Ramos
Guilherme Gaspar

Convergência tecnológica e inclusão digital


Jornalismo on-line
Nossa proposta de abordagem é baseada no ensaio de Gelson Souza, Convergência do jornalismo e da publicidade on-line. Mostrar que o jornalismo tenta se moldar ao interesse do seu público-alvo, leitores que tem pouco tempo para ler notícias integralmente e procuram praticidade. Por isso esse jornalismo busca utilizar todos os recursos disponíveis na internet, como links e vídeos, para atrair o leitor.

A interatividade da internet permite que o leitor escolha o que lhe interessa.É um meio mais rápido e dinâmico, atualizado constantemente, onde o usuário tem acesso à informação na ordem e no momento que deseja.


"Em um mundo onde o tempo de difusão é
comprado por segundo e o espaço impresso é
comprado por polegadas, os web sites oferecem uma
rara oportunidade de apresentar toda a riqueza
das informações de forma variada
" (WILLIANS & TOLLETT, 2001, p. 83).


Bábylla Miras, Bruna Oliveira, Giovana Luersen, Vanessa Otovicz. Jornalismo A - 3º Período

Cidadão: o ex-consumidor de notícias

Com o avanço das ferramentas digitais, a quantidade de informação produzida teve um grande aumento, principalmente pelas mãos daqueles que antes somente consumiam as notícias. A proposta do nosso grupo é expor a acessibilidade do público à disseminação de informações na web, correspondendo a uma nova forma de fazer jornalismo, o jornalismo cidadão. Esse gênero confronta-se com o egoísmo das empresas jornalísticas e mostra como a relação entre o emissor e receptor pode ser inconstante. Dessa forma, percebe-se também o declínio das interpretações teóricas, onde agora a mensagem pode ser refeita, reorganizada e transformada. Nela, não é apenas o jornalista que escreve, mas sim pessoas com o mínimo de conhecimento sobre um fato, impedindo um pensamento único que está difundido entre a maioria dos jornais. Nesse sentido, os usuários apropriam-se do conceito de esfera pública de Jünger Habermas na discussão pública de assuntos sem influências.

Elis Paola Jacques
Emeline Hirafuji
Gisele Eberspächer
Julia Bottini

Turma B

Convergência das Mídias – Cinema

O cinema se tornou um meio de comunicação também e vem evoluindo como mídia. Abordaremos então uma breve história do cinema e sua evolução como mídia. Com um olhar de teoria crítica podemos entender dentro do cinema os elementos:
- Esteriotipização como pessoas que assistem aos filmes e se projetam em determinados personagens. Temos como exemplos crianças que acreditam nos filmes de super heróis e querer ser eles. Ou pessoas que mudam seu visual para se parecer com atores, atrizes.
- Serialização como a “linha de produção” dessa indústria que é o cinema. Uma séria de filmes, pois o cinema não pára. Quando um filme está saindo de cartaz, outro já entra para ocupar seu lugar, ou seja, está em constante trabalho pra produzir as sérias de filmes.
- Apelo ao consumo como as propagandas e trailers aos quais as pessoas assistem quando vão ao cinema. Além disso, os produtos feitos dos filmes para que as pessoas comprem e usem.

Publicado pelos alunos do segundo ano do curso de Jornalismo:

Adriana Maestrelli
Jonathan Seronato
Ruann Jovinski

Convergência de mídias, interação online e os fãs

A convergência de mídias é a interação do produtor e do consumidor dos meios de comunicação, que não mais desempenham papéis separados (no caso do espectador, ele não é mais um receptor passivo de informações).

Nossa intenção é evidenciar a participação ativa de alguns dos leitores dos livros das séries Harry Potter e Crepúsculo. Estes fãs frequentam fóruns de RPG e sites que contam com sessões de fanfics (histórias baseadas nos livros e criadas por eles mesmos), de respostas das autoras às perguntas de leitores e de spoilers (com o que "vazou" de novidades sobre o próximo livro ou filme, por exemplo). No caso dos fãs que são “caçadores de spoilers”, nota-se a função do reconhecimento de prestígio aos bem informados. Já quanto a função de se atribuir status aos objetos de atenção da mídia, é possível citar a autora da série Crepúsculo, Stephenie Meyer, que fala sobre alguns de seus sites preferidos sobre a saga nas páginas de agradecimento de seus livros. E estes sites acabam ganhando ainda mais visitantes e participantes.
Pode se dizer que, com a convergência das mídias, não há interação apenas entre fãs. Há também uma relação muito mais próxima entre os mesmos fãs e autores.

Ana Carolina Baú
Emanuele Garollo
Gabrielle Lemes
Letícia Paris

3º período A

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Portais na internet e a convergência de mídias

A mídia e os meios de comunicação da atualidade oferecem ao público a possibilidade da interação através de pequenos vídeos postados por telespectadores. Portais como youtube.com, garagem do Faustão, Na hora Certa (RPC), dentre outros oferecem a possibilidade de alguns minutos de fama. Características da industrial cultural, que vê isso como uma forma de medir a audiência, e fazer com que as pessoas fiquem ligadas ao canal.
No caso de portais como o YouTube, o indivíduo tem mais chances de conseguir uma suposta fama e colocar seu vídeo sem nenhuma espécie de processo de seleção do material. Já em programas como os de auditório ou os reality shows, há um processo que tem um objetivo de filtrar o que pode entrar ou não no programa. Alguns programas utilizam-se deste processo, como no caso do programa Astros do SBT. Neste o grande ponto forte do programa é o processo de seleção, que explora e humilha os candidatos que querem seu minuto de fama. Processo de seleção esse que visa a serialização, no caso, da indústria musical, não havendo espaço para músicas dita alternativa.

Bruna Covacci
Daniel Neves
Rafael Peroni
Thyago da Silva

Convergência das Mídias: celular




“Armazenar informações e procurar formas organizadas de transmiti- las sempre fizeram parte de nossa evolução cultural.” LIMA (2000: p. 37).

Nosso proposta de abordagem de tema é baseada no ensaio de Jucelia Alves Universidade do Contestado – campus Mafra exposto no Intercom.
Atualmente os aparelhos celulares reúnem diversas tecnologias (câmera fotográfica, filmadora, viva-voz, agenda, gravador de voz, MP3 player, comunicação wirelless) e oferecem diversos tipos de serviços, como por exemplo, sistemas de posicionamento, envio e recebimento de mensagens de texto, voz, multimídia e e-mails, acesso à Internet, download de sons e imagens, acesso a contas bancárias, jogos, batepapo, dentre outros. Mas apesar de reunir tantas possibilidades de interação, alguns países não utilizam os recursos dos aparelhos móveis em toda sua potencialidade.
É o caso do Brasil, onde os mais de 102 milhões de aparelhos são utilizados essencialmente para efetuar e receber chamadas telefônicas. De acordo com pesquisa realizada pelo Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e Comunicação (CTIC) em 2006, 74,5% dos brasileiros utilizam o aparelho celular para efetuar e receber chamadas.
Outro uso freqüente do celular apontado pela pesquisa é o envio e recebimento de mensagens SMS, com 46,23%. No entanto, tendo em vista que 59,11% dos brasileiros entre 16 e 24 anos e 35,4% entre 10 e 15 anos possuem aparelho celular, pode-se presumir que a utilização para o envio e recebimento de mensagens é realizada na maioria das vezes com a finalidade de troca de mensagens pessoais, combinando locais para encontro, a festa da próxima semana, etc. O uso do celular como ferramenta capaz de ampliar as comunicações, promovendo a atualização dos indivíduos com as ultimas notícias do dia ainda é muito escasso, devido ao fato de que esses serviços são cobrados dos usuários, que sempre se queixam dos altos preços praticados pelas operadoras.



LIMA, Frederico O. A sociedade digital: o impacto da tecnologia na sociedade, na cultura, na educação e nas organizações. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2000.




Maria Clara Olivera e Laura Schafer

terça-feira, 9 de junho de 2009

Os filmes pornô e a convergência de mídias

A proposta da nossa equipe é abordar o fácil acesso que as pessoas têm a filme pornô na internet.
O público antes restrito e de acesso controlado, agora já não é mais o mesmo. Algumas produções se tornaram clichês, então pensaram em uma forma de criar cenas com apelo pela naturalidade, gerando assim as produções caseiras. Esse subgênero já é considerado uma indústria com diretores, atores e atrizes especializados.
O problema em si está em torno da participação cada vez mais assídua de adolescentes nessa área. Além de serem consumidores dessa mídia, também colaboram com a produção e divulgação do trabalho.
A maneira como é exposto e divulgado chega a ser intrigante. A convergência de mídias faz com que essas cenas eróticas estejam não só nas telas do computador, como em aparelhos celulares e revistas on-line com grande carga sexual.
A era digital, influencia com que jovens iniciem sua vida sexual mais cedo. Muitos casos de adolescentes já são vistos na mídia, por colocarem fotos e vídeos de produção própria em espaços virtuais com repercussão internacional.
Essa mídia intensifica um modelo de comportamento de baixa índole, e fica cada vez mais difícil controlar essa indústria.

Equipe: Gabriela Hoff e Gabriella Oliveira

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Séries e Convergência

Nossa equipe irá realizar o seminário sobre séries de TV. Focando em de que modo estas mudaram sua maneira de serem elaboradas e seu trabalho com o público, devido ao advento da convergência de mídias, após o inicio da era digital. As séries de TV norte americanas, sempre tiveram como público alvo, desde 1950, apenas a população local. Com o surgimento da TV a cabo pessoas de outras nacionalidades passaram a ter acessos a estas produções, mas ainda assim, o número de adeptos era pequeno. A partir dos anos 2000 com a convergência de mídias, e a possibilidade de baixar as séries na web, aumentou em 10 vezes o número de pessoas que assistem a estes seriados. Este crescimento de adeptos devido à internet faz com que o público participe e influencie na produção, além de que, ele passa a sentir necessidade de comentar e expor seus pensamentos a outros fãs do seriado sobre o episódio que foi visto no dia. O enfoque de nossa equipe será em como estas diversas mídias influênciam no andamento da série e como a série em si, através dessa convergência, influencia seu público, formando opiniões e em alguns casos até alienando as pessoas.

Equipe:
Luiz Henrique de Oliveira
Pedro Engel
Tarek Omar
Majore Ribeiro

Indústria cultural X Folclore

Apesar de a indústria cultural hoje comandar a quase-totalidade da produção cultural no mundo, o folclore ainda consegue sobreviver do seu jeito: autoria anônima dentro do povo que produz, confecção artesanal e em pequena quantidade, vive muito mais na memória e oralmente do que gravado na escrita ou em qualquer suporte tecnológico que surgiu nos últimos anos. Além disso, quem se dedica a resgatar o folclore hoje é porque tem paixão por essa manifestação cultural, pois esse resgate é muito difícil, cansativo, mal-remunerado e não dá prestígio algum. De vez em quando, o interessado nisso pode contar com o patrocínio de empresas ou governos. Como a indústria cultural tem as características diametralmente opostas às da produção folclórica, e mais o objetivo de lucro, não conseguiu se apropriar completamente do fazer folclórico. É claro que quando começou a instalação nos países, esta precisou se apropriar de alguns elementos da cultura local para vingar, mas não consegue passar disso. Mesmo quando a música folclórica é armazenada, por exemplo, num CD, é apenas para preservação e modelo, ou seja, para que os cantores tenham uma base de ritmo e vozes, é produzido em pequena escala, não fica disponível comercialmente e, além disso, diante da grande quantidade de músicas folclóricas em torno do mesmo tema (por exemplo, para cada cena de um Boi-de-Mamão do Paraná), e que podem ser inventadas a qualquer momento, tem-se a impressão de que é inútil tentar gravar um CD de músicas folclóricas.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Maracatu, o “cortejo real”.

Um breve parecer sobre o Maracatu - Os Maracatus mais antigos do Carnaval do Recife, também conhecidos como Maracatus de Baque Virado ou Maracatu Nação, nasceram da tradição do Rei do Congo, implantada no Brasil pelos portugueses. O mais remoto registro sobre Maracatu data de 1711, de Olinda, e fala de uma instituição que compreendia um setor administrativo e outra, festivo, com teatro, música e dança. A parte falada foi sendo eliminada lentamente, resultando em música e dança próprias para homenagear a coroação do rei: o Maracatu. A dança executada com as Calungas tem caráter religioso e é obrigatória na porta das Igrejas, representando um "agrado" à Nossa Senhora do Rosário e a São Benedito. Quando o Maracatu visita um terreiro homenageia os Orixás.


O mais importante é que o Maracatu é uma manifestação cultural. E no Brasil.


Nosso país se acostumou a vender a imagem de país miscigenado e se aproveita de toda a cultura tipicamente brasileira, ou com influências, para exibir como mercadoria para turistas o que há de peculiar em cada região. Todo pacote de viagem ao Recife deve englobar pelo menos uma parada para conhecer grupos como o Cambinda Estrela, Sol Nascente, Elefante, Encanto da Alegria, Estrela Brilhante do Recife, Encanto do Dendê, Cambinda Africano, Gato Preto, Linda Flor.


No carnaval esses grupos de maracatu incendeiam as ruas do Recife. O “cortejo real” é acompanhado por um conjunto de percussão com grandes tambores (afaya), caixas, taróis, gonguês (agogôs com uma campânula) e mineiros (espécie de ganzá ou chocalho). Um negócio bem lucrativo pra quem explora o turismo nordestino.


Outras tentativas de incluir o Maracatu dentro da Indústria Cultural já foram feitas. A música eletrônica (que aliás explora muito os ritmos brasileiros nas composições) é o exemplo mais bem sucedido. Outra forma eficaz é levar grupos de maracatu para se apresentar em outros estados e países. O diferente atrai as pessoas, e é politicamente correto conhecer a cultura popular.


No entanto é difícil popularizar algo tão regional quanto o maracatu. É difícil fazer com que pessoas que nunca tiveram contato com essa manifestação, saiam em cortejos por uma cidade como Curitiba, para se apresentarem na frente das igrejas. Trata-se de vivência, de amor, orgulho e tradição. Essas coisas não se popularizam.


Equipe: Igor Castanho, José Mário, Paulo José e Vinícius Gallon. Jornalismo B, 3º período.