terça-feira, 16 de junho de 2009

“Nunca se pode ter uma coisa nova sem quebrar uma velha”¹

A internet flexibilizou a utilidade da mídia. Ao adaptar o que é útil ao cotidiano, o homem adequa suas preferências ao seu modo de vida. Sendo um meio de comunicação em excelência (traz a possibilidade de casamento entre texto, imagem e som), o espaço cibernético apropria-se da condição humana de escolhas, separando aquele que apenas trocou o controle remoto por um teclado, daquele que age como peça funcional das sociedades (não deixando de lado a faceta de consumidor em série – afinal, a era digital chegou, mas nem todos fazem parte dela).

A ordem foi diluída. Trazendo o emissor mais perto do receptor – e deixando a mensagem vulnerável a modificações que favorecem as preferências de seus usuários – os patamares se equivalem e assim figuram uma melhoria nessa informação de natureza volátil.

Tratando-se, portanto, dos funcionalistas, vamos abordar como o modo de recepção e a linguagem utilizada para abocanhar essa parcela de novos consumidores tornou-se uma constante na sociedade contemporânea a ponto de identifíca-la e diferencia-la das demais. Além das consequências e benefícios, da possibilidade de escolha e participação, analisaremos como essa tecnologia “em construção” reflete na teoria funcionalista em benefício da informação.


¹ D.H. Lawrence

Alunos: Elisa Catalini, Luiza Garcia e Saulo Schmaedecke. Jornalismo - Noturno.