terça-feira, 16 de junho de 2009

Ser fiel aos princípios ou ganhar dinheiro? Seminário Indústria Musical

A música é uma das formas de cultura que atinge mais pessoas no mundo. Dentro desse parâmetro existe vários estilos musicais, a Indústria Cultural resolve estar presente em qualquer tipo de arte com o intuito de conseguir lucro, conseguir dinheiro, como já está no nome, ela não passa de uma indústria que procura um produto pra ser consumido pelo maior número de pessoas possíveis.
Com o objetivo de vender a Indústria Cultural acaba mudando a originalidade do artista muitas vezes nem pedindo para o mesmo, apenas informando, caso contrário saia da gravadora , pois o dinheiro gira o mundo, inclusive o mundo dos artistas que precisam disso para sobreviver, como qualquer ser humano ( a não ser que você seja hippie na natureza ).
O grupo decidiu se aprofundar no assunto já postado anteriormente e falar a respeito da música na indústria cultural pois atinge um número enorme de pessoas muitas vezes sem que elas percebam.
A música é uma forma de arte, uma forma de expressão, dessa forma ela deve ser original em sua essência, e não apenas um mero produto com refrão, letra grudante e venda garantida.
A chave da felicidade nesse meio entre gravadoras x artistas é ter um meio-termo, fazer um som fiel aos princípios do artista mas também atingir um número maior de pessoas, pois qualquer artista quer que sua arte seja apreciada.

É uma faca de dois gumes, de um lado está a originalidade de som e do outro lado está o cuidado de não cair no clichê de que só porque várias pessoas escutam a música não é de qualidade. Soberba, falta de respeito e preconceito musical não cabem mais em um mundo onde convivemos e coexistimos, ainda mais no Brasil, um caldeirão cultural do qual fazemos parte, quanto mais música melhor.


Leonardo Quintana, Cláudio Alves, Diogo Souza, Everton Fontoura
Jornalismo Noturno

Um comentário:

celina disse...

falta relacionar com a questão da convergencia das midias