sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Jornalismo Liquido


Para Bauman, a modernidade caracteriza-se por ser líquida. Isso quer dizer fluída, mutável, passageira, instantânea. Segundo ele, sólido é aquilo que para outros pensadores, como Weber e Marx, soa como algo retrógrado, ultrapassado, rígido, duradouro e previsível. O conceito de “sociedade líquida” é então empregado para designar a desintegração desse discurso sólido e fixo. Atualmente a sociedade é mais maleável. Outro fator importante é que o individualismo é papel preponderante aqui, pois se trata da empregabilidade de funções mutáveis, fluídas no sentido de liberdade. Nesse sentido, o jornalismo líquido traz a idéia de “mudança”, deixando a idéia de “conservador” para trás, ou seja, transplanta para a profissão toda a complexidade do novo ambiente social no qual vivemos. O processo de contextualização de uma notícia é um exemplo claro, pois o jornalista pesquisa causas, conseqüências, beneficiados e prejudicados, descobrindo diferentes percepções e interpretações de um mesmo fato, mesmo não tendo tempo hábil para examinar detalhadamente.

Ivo Stankiewicz, Milene SIlveira, Mylena Gama e Robson Leandro

Jornalismo Noite

Um comentário:

celina disse...

a teorização é boa.
o final talvez merecesse um parágrafo a mais, mais conclusivo.