quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Couto Pereira




Desde 2006, quando me mudei para Curitiba, vários lugares passaram a fazer parte da minha vida, cada um de uma forma diferente. Poderia citar os locais perto do cursinho ou da universidade, shoppings, parques, a praça em frente a minha casa, o meu trabalho, os ônibus que utilizo ou até mesmo a rodoviária. Mas nenhum desses locais me dão tanta identidade quanto o Couto Pereira, estádio do Coritiba.

Escolhi o Couto, pois foi um lugar em que sempre quis conhecer e frequentar quando era mais novo, mas como morava longe, não podia. Ao mudar para Curitiba, o estádio do Coxa acabou se tornando minha segunda casa. Fiz grandes amigos, passei por bons momentos e por grandes decepções. Cada jogo foi um momento diferente.

O Couto Pereira se encaixa perfeitamente quando Stuart Hall fala em Identidades culturais na pós-modernidade, pois a mudança é constante. A cada jogo tem algo diferente, às vezes dentro e às vezes fora de campo. Reformas em que acompanhei durante todos esses anos e prometem não parar com o projeto do Novo Couto, onde em breve o estádio será inteiro reformulado.

Tarek Omar, Jornalismo, turma A

Um comentário:

celina disse...

bacana o modo como vc expõe o cotidiano/identidade ligado ao clube.
a leitura do hall precisa ainda de ajustes, em relação às questões de mudança