sábado, 12 de setembro de 2009




A imagem que escolhi da cidade foi do parque São Lourenço. Comecei a freqüentá-lo em 1999 e desde então, ele passou a ser o meu refúgio. Passei muito tempo no parque que, acreditem, foi sede do meu primeiro beijo (que coisa, não?). Apesar de não me ligar muito nessa coisa de natureza e tudo mais, eu sempre gosto de passar um tempo no parque que eu considero tranqüilo. É o meu local preferido para “colocar as idéias em ordem”.
Mas o principal é que a disposição do parque lembra muito a rua onde ficava minha casa em Foz do Iguaçu, cidade onde fui criado e morei até minha vinda para Curitiba em 1992. Fora que os patos que habitam o local me fazem recordar das criações que meu avô tinha.
Hall cita as identificações locais e globais, deste modo eu escolho o bom e velho São Lorenço como lugar para representar a minha visão sobre Curitiba. O espaço verde os animais que o habitam lembram o local de onde passei, indiscutivelmente, o melhor período de minha infância.
O Parque São Lourenço representa uma descrição de pós-modernindade com os prédios e sobrados da Rua Matheus Leme, para lembrar que estamos em uma cidade grande (Curitiba). Ao mesmo tempo, traz o pensamento global, com suas noções de natureza que são as mesmas em qualquer lugar.

Ricardo Prado
Jornalismo
Quarto período noturno

Um comentário:

acadêmicos do segundo ano de Jornalismo da PUCPR disse...

bacana o seu texto, a memória de infancia...
mas o parque a a matheus tb lembram o local, o bucólico de uma cidade pequena, não?