sábado, 12 de setembro de 2009





A imagem remete a cidade de Vitória, no Espírito Santo. Como cidadão do interior, ainda observo com certa estranheza as grandes cidades e sua capacidade cosmopolita. É de se imaginar que nela vivem milhares e ao mesmo tempo tão "poucos", destoados por pequenos grupos que se identificam em determinadas características. Olhando cada grupo isoladamente e pensando que em cada há ideologias distintas, vemos o quão fundamental na condição de sobrevivência é essa união por valores, amizades e histórias.
Olhando panoramicamente e imaginando-se novo em uma ambiente, há uma série de questionamentos que ocasionalmente, ou involuntariamente me acometem. O que encontrar? O que virá? E diversas outras razões que observo, pensando em uma cidade como potencial enorme de criação e exploração de magníficas obras, seja ela o pensamento humano ou a representação dessa imaginação.
Por isso tanto me interessa e me identifico com a panorâmica. Tão distante e ao mesmo tempo com tantos segredos ocultos que somente um olhar inquieto mais aproximado pode revelar.

Eriksson Felipe Denk
Jornalismo - Quarto Período A

Um comentário:

celina disse...

não vejo o hall
e tb não fica claro q o vc quer dizer...uma cidade é uma cidade, vitoria e curitiba...