quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Jornalismo líquido e impresso

Jornalismo líquido reflete uma crise na imprensa em conseqüência das mudanças no ambiente de trabalho provocadas pela inovação tecnológica e pela internet. Hoje em dia, os jornais impressos sofrem com a concorrência da internet, um meio ágil e rápido, onde notícias são disponibilizadas em escala industrial, mas que em contrapartida muitas dessas informações acabam não tendo tanta credibilidade quanto deveriam, pela necessidade de rapidez e falta da devida apuração. Para Luís Celso Jr, jornalista da Gazeta do Povo, com a criação da internet e sua consolidação como mídia, o público que tem acesso a rede pode conseguir muita informação, muitas vezes até sem depender do jornalismo. Além disso, com a falta de tempo que as pessoas sentem, cada um escolhe a melhor forma de encontrar as informações que quer ou precisa. Celso acredita que os jornais de bloco, com vários cadernos, devem sumir. As empresas vão vender os materiais a parte, de forma segmentada para cada público, afinal ninguém tem tempo para ler tudo, cada um lê o que interessa. Para o jornalista Leonardo, editor de esportes do mesmo jornal, uma forma de atrair os leitores é pelo uso de infográficos, onde é possível fazer matérias inteiras de forma mais dinâmica e menos cansativas.

O jornalista Luís Celso citou que para responder as perguntas da entrevista, ele utilizou do seu celular, finalizando com o questionamento: “Será o sistema mobile uma nova forma de fazer/distribuir o jornalismo? Acredito que sim. E que muita coisa
ainda está por vir...”


Jornalismo B - 4° período

Analívia Ferreira da Costa

Flávia Pontarolla Tomita

Mayara Fernanda Bressán

Natália Santos da Luz

Um comentário:

celina disse...

bom texto, entrevistas relevantes. mas não discute o bauman.