quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Jornalismo líquido

Bauman propõe o conceito de "modernidade líquida" para definir o presente, em vez do já batido termo "pós-modernidade", que, segundo ele, virou mais um qualificativo ideológico.Caracteriza a modernidade líquida como transformação, mudanças frequentes de ideias e princípios, que podem ser causadas por toda essa onda de avanço tecnológico.
Para o jornalista e assessor de imprensa da Ferroeste, Rodney Caetano, no caso da imprensa, evidentemente, grandes mudanças estão ocorrendo em decorrência da explosão da revolução digital, internet, e-mails, blogs. Porém, a notícia vai continuar sendo o que sempre foi – notícia. O que tem mudado é a velocidade, o volume e os processos. O jornal-empresa funciona como uma linha industrial, tem dead line, periodicidade a cumprir. Por isso adota normas e convenções de processo: lead, pirâmide invertida, leiaute, etc. O jornal é produto (também). O que pode salvar o jornalismo é a credibilidade.
Caetano afirma que a liquidez do jornalismo, no jornal impresso é tratada de formas múltiplas, e que a experiência diz que essa fluidez moderna propiciada pela tecnologia da informação é apropriada em vários graus de sofisticação. A informação prolifera nas fontes de todos os tipos: outros jornais, agências de notícias, assessorias de imprensa, televisão, rádio, fax, e-mail, telefone, impressos, blogs, o informante, o cidadão comum, o faro do repórter homem, a internet, e-mail, os vários processos digitais de gravação de áudio, imagem e vídeo, interatividade com o leitor e muito mais. De tudo isso, uma coisa é certa: no jornalismo convencional quem faz as escolhas continua sendo o profissional da notícia.

Jornalismo A - 4º período
Bábylla Miras
Bruna Oliveira
Giovana Chaves
Vanessa Otovicz

Um comentário:

celina disse...

texto bem produzido, aproveitando o entrevistado.