sábado, 12 de setembro de 2009

MON


O MON tem um ar muito peculiar para mim. É muito mais que uma obra de arte de Niemeyer e um espaço expositivo de excelência. É bom tanto para ver uma exposição, quanto ir em uma segunda-feira vazia para sentar e ler um livro. Domingo no parque é um ponto de encontro entre amigos. O estacionamento do museu já serviu até de “balada”, quando um amigo convidou várias pessoas para levarem um CD, uma poesia preferida e bebida, assim, fugiam da gripe e faziam a festa lá.
Acho que essa variedade de coisas que se pode fazer no MON seja uma consequência do mundo pós-moderno, pois a princípio ele seria apenas um museu, não? Stuart Hall reflete como a globalização influencia na formação das identidades. Eu me identifico com o museu pelo ambiente, exposições e tal, enquanto outra pessoa pode se identificar com ele apenas por ser o local de encontro no domingo.

Paula Correia
Jornalismo Noturno

Um comentário:

acadêmicos do segundo ano de Jornalismo da PUCPR disse...

muito boa a observação do museu como lugar de apropriação pelo jovem.