quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O Jornalismo Líquido no Jornal Impresso.

O jornalismo é uma profissão conservadora, como afirma Carlos Castilho. Há um medo de inovar e fazer diferente num meio que está tão acostumado com a “mesmice”. As entrevistas e reportagens são feitas sempre da mesma maneira, as coberturas de fatos são sempre iguais. O sociólogo polonês Zygmunt Bauman mostra o contrário em seu best seller Modernidade Líquida. Bauman acredita na mudança rápida da vida. O jornalista não pode mais se apegar a coisas sólidas, sendo que o mundo moderno é líquido, ou seja, em constantes mutações, numa realidade fluida. Deve-se largar mão do antigo. O jornalista sente isso na cobertura de algum fato em que há várias versões, pois tudo muda a cada depoimento, a cada observação, com interpretações diferentes.

Paulo Nunes, jornalista há mais de 30 anos, afirma que a constante mudança das mídias não foi capaz de alterar a qualidade do jornal impresso, porém concorda que o jornal precisa ser reformulado, de modo que atenda a necessidade da população. Paulo comenta que muitos jornais impressos possuem páginas na internet, como por exemplo, os jornais Gazeta do Povo e Folha de S. Paulo e mesmo assim, esses jornais continuam com um grande número de leitores.

Alunos:

Adriana Maestrelli

Jonathan Seronato

Majore Ribeiro

Ruann Jovinski

4º Período de Jornalismo, turma A

Um comentário:

celina disse...

" Bauman mostra o contrário..." - não. a discussão do jornalismo líquido é só uma experimentação, a partir dos conceitos do bauman.
aparentemente, é mais uma questão de formulação do texto...
poderiam ter fechado melhor o texto.