quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Jean Baudrillard o Polêmico


Além de sociólogo esse personagem polêmico também é poeta e fotógrafo. Ele desenvolveu varas teorias sobre os estudos dos impactos da comunicação e sobre as mídias em torno da sociedade.
Jean Baudrillard é considerado um dos principais teóricos da pós-modernidade. Comenta também sobre o mal estar contemporâneo. Fundou a revista Utopie, e publicou vários livros ao longo de sua vida.
O Sistema dos Objetivos foi sua tese de doutorado. Sua obra era voltada para o estudo do consumo. Seus livros seguintes também foram voltados a isso.
Suas principais obras são; "A Sociedade de Consumo" "Por uma Crítica da Política Econômica do Signo" "À Sombra das Maiorias Silenciosas" "Simulacros e Simulações" "América" (1986), "A Troca Impossível" e "O Lúdico e o Policial", as duas primeiras obras citadas o consumo se torna presente.
Baudrillard é considerado um pensador polêmico. Seus estudos desenvolveram uma série de teorias sobre os impactos da comunicação e das mídias na sociedade e na cultura atual. Ele era um crítico incansável da sociedade de consumo e dos meios de comunicação e considerava as massas como cúmplices de toda essa situação.

Karuza Sautchuk
Nathalia Rauscher

4°periodo de jornalismo - Noite

domingo, 28 de novembro de 2010

Gilles Lipovetsky


O filósofo Gilles Lipovetsky Guy Debord nasceu no ano de 1944 e é adepto da teoria da hipermodernidade.
Em 1987 o filósofo lanço sua obra mais polêmica, O Império do Efêmero. O livro aborda a moda ocidental, de sua criação, no século XIV, até o século XX. No ano de 2002 a então repórter da revista Veja, Sílvia Rogar entrevistou o francês, que comentou sobre sua polêmica obra.
“A moda virou uma questão central na sociedade pós-moderna. Não foi pelo lado frívolo que me dediquei ao assunto, e sim porque a moda hoje não se restringe ao vestuário. Ela rege outras esferas da vida, como o culto ao corpo, o consumo e o bem-estar. Não dar lugar a ela é não querer olhar de frente para o que é hoje a nossa sociedade.” (Gilles Lipovetsky Guy Debord)

Na visão do autor a moda é tão importante à ponto dele atribuir a primeira eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a uma mudança de postura.
Os comentários de Lipovetsky escritos em 1987 se fazem pertinentes até os dias atuais, a forma cada vez mais se mostra muito mais importante que o conteúdo.

Fonte: http://veja.abril.com.br/250902/entrevista.html

Alex Bark
Diego Marinelli
4o Período Jornalismo Noturno

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Pierre Bourdieu




O sociólogo francês Pierre Bourdieu, morreu em um hospital em Paris, aos 71 anos de idade devido a um cancro. Direcionado aos movimentos sociais e na luta de classes, respeitado intelectual de sua época, nos últimos anos de sua vida dedicou – se aos estudos da comunicação e da política.

Uma de suas críticas em relação aos meios de comunicação, que segundo Bordieu estariam cada vez mais submetidos a uma lógica comercial inimiga da palavra, da verdade e dos significados reais da vida.

Crítico feroz ao lixo cultural produzido pelos meios de comunicação. De acordo com o pensamento do sociólogo o controle desses meios, antes concentrado no poder político e econômico, hoje se faz em quem comanda a informação.

Sua teoria vai de encontro a globalização ou mundialização, defendendo a preservação da cultura nacional recusando a entrada de outra cultura o qual, descaracteriza e destrói o patrimônio cultural. Primeiro a pessoa deve se entender no meio que está inserido, não seguindo parâmetros pré – estabelecidos por uma sociedade que vê o consumismo como padrão de crescimento.

Foi importante no meio da educação no estudo das escolas francesas. O método aplicado reforça as desigualdades sociais, sendo que a escola adquire neutralidade na formação do indivíduo, quando ela é um dos principais responsáveis pela formação e do pensamento e na criação da identidade.

Pierre Bourdieu dedicou sua vida ao estudo da sociedade, sendo a comunicação, política e educação um dos focos principais. Para Bordieu, não pode haver democracia efetiva sem um verdadeiro contra-poder crítico.

http://www.espacoacademico.com.br/010/10bourdieu02.htm

http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/pierre-bourdieu-307908.shtml

Mário Luiz, 4° Periodo Jornalismo

"Não me pergunte quem sou e não me diga para permanecer o mesmo"


Irônico, agressivo e solitário, assim era Michel Foucault, grande pensador francês.
Nascido em 1926 ele se formou em Psicologia Patológica. e filosofia, lecionava em várias universidades, tanto no seu país de origem, quanto em outros.
Michel também trabalhou em diversos hospitais e prisões como psicólogo.
Quanto aos seus pensamentos, o fenômeno social da sociedade o inquietava, e ele achava que todos eram mais livres do que pensavam que poderiam ser.
Em seus estudos ele utilizava os loucos, os leprosos, os criminosos, os desviados, os hermafroditas, os assassinos, os pensadores obscuros, pois suas análises eram contra a idéia de necessidades universais na existência humana.
Autor de grandes obras como "Doença Mental e Psicologia" (1954),a "História da Loucura" (1961),e "Vigiar e Punir" (1975), ele viajou o mundo ministrando grandes conferências sobre seus ideais.
Mesmo sem ter tido um contato direto com detentos quando trabalhou em prisões, em sua obra "Vigiar e Punir" ele faz uma análise sobre as prisões e a reintegração de prisioneiros na sociedade, onde o sistema penal é definido por ele como instrumento de gestão diferencial da criminalidade, e não de supressão da criminalidade, onde a disciplina empregada é utilizada como uma forma de adestramento do ser humano, para que ele fique ‘dócil e útil’ podendo ser controlado por qualquer pessoa.
Em 25 junho de 1984, em função de complicadores provocados pela AIDS, Foucault morreu aos 57 anos, em plena produção intelectual.

Ana Flavia
Jessyca Cardoso

Fontes:
HTTP://EDUCACAO.UOL.COM.BR/BIOGRAFIAS/ULT1789U720.JHTM
HTTP://WWW.CIRINO.COM.BR/ARTIGOS/JCS/30ANOS_VIGIAR_PUNIR.PDF
http://vsites.unb.br/fe/tef/filoesco/foucault/pensar.pdf
http://vsites.unb.br/fe/tef/filoesco/foucault/verdade.pdf

domingo, 21 de novembro de 2010

Vigiar e Punir


A obra de Foucault pode ser aplicada para a grande maioria dos países do mundo, e seus respectivos sistemas penitenciários, caros, superlotados e principalmente ineficientes. Sua deficiência vem do quesito de reintegração do preso após cumprir sua sentença, depois de paga sua dívida com a sociedade, o infrator em teoria deveria fazer melhor juízo de suas ações, para que lembrando de sua sentença, não voltasse a cometer os delitos.


É de conhecimento geral, que este simples princípio quase nunca funciona, muitas vezes o ex-detento sai com um caráter pior do que quando entrou, e para esta razão, o autor aponta algumas alternativas. Se as penas variassem mais de acordo com o crime cometido, não apenas na quantidade de anos de cárcere, mas também no trabalho que o preso terá que desempenhar. Trabalhar pesadamente no campo pode criar responsabilidade na pessoa, para que este veja que os ganhos so trabalho são mais gratificantes que o roubo.Em certos casos a humilhação pública é apontada, abrir as prisões para visitação do povo entre outros.


Talvez um dos descuidos de Foucault seja partir de uma idéia muito ingênua e otimista, a de que todos ou a maioria dos detentos possui uma consiência a ser recuperada, de que estes nem sempre estão destituídos de razão. Este caso não se aplica ao infrator brasileiro, pelo menos não em sua grande maioria, os delinquentes do país não vão perder o sono por ter cometido um homicídio, estelionato, sequestro ou qualquer outro crime. Muito pelo contrário, acabam por se conhecer na prisão, pessoas que compartilhem este interesse em comum.
Letícia Leal
Lucas Gualberto
4p - Jornal

Paul Virilio



Paul Virilio, nascido em 1932, é arquiteto, urbanista, filósofo, ex-diretor da Ecola de Arquitetura de Paris e especialista em questões estratégicas. Destaca-de como um dos principais discursores sobre os meios de comuinicação, a "guerra da informação" e o mundo cibernético.
É conhecido por suas reflexões relacionadas às mudanças tecnológicas no mundo, assim como da comunicação em massa. Ele critica arduamente a evolução científica e suas consequências.
Em seu livro "Bomba Informática", Virilio constitui um aviso sobre a fatura guerra da informação. Mostra a decadência econômico, os sucessivos testes atômicos, guerras erráticas, decomposição política e social, etc. Sinais em sequência anunciando uma repetição do drama de Babel. O filósofo denuncia a "Ciberbomba", um sistema interativo suscetível de desencadear uma catastrófica reação em cadeia.
Ele relaciona toda essa decadente situação com a desregulamentação sistêmica da informação, onde a própria comunicação age contra o indivíduo, que se agarra na idéia de que ser bem informado é um passo a mais para a sobrevivência nesse mundo em que o avanço tecnológico não pára.


Fontes:


Site História e Ciência
Livro "Bomba Informática" (Paul Virilio)


Bethina Perussolo Reichelt
Jéssica Yared Dias
Jornalismo - 4º Período (Manhã)

Michel Foucault

Fontes da postagem:
http://recantodasletras.uol.com.br/textosjuridicos/510047
wikipédia - a enciclopédia livre

Amanda Hecke

Michel Foucault

Michel Foucault (1926 - 1984) foi um grande filósofo francês, professor da cátedra de História dos Sistemas de Pensamento no Collège de France, de 1970 até o ano de sua morte.


Numa de suas obras mais famosas, Vigiar e Punir, escrita em 1975, Foulcault opõe duas formas de controle social: a disciplina-bloqueio e a disciplina-mecanismo.
A primeira é feita de interditos, proibições, barreiras, hierarquias, compartimentações e quebras de comunicação. Já a segunda, é feita de técnicas de vigilância múltiplas, processos de controle flexíceis e funcionais, dispositivos que exercem a sua vigilância através da interiorização pelo indivíduo da sua constante exposição ao olhar do controle.
É abordada também a questão da governamentalidade, um aparelho de unidade e funcionalidade rigorosas, que dominou durante muito tempo o pensamento político de esqueda. O filósofo propõe uma identificação rigorosa da ordinariedade e do poder do Estado.
Suas teses permitem identidicar os dispositivos da Comunicação-poder em sua forma organizacional, utilizando como exemplo uma utopia de uma sociedade disciplinar, que serve nessa perspectiva para caracterizar o modo de controlar o tempo, de vigiar a permanência do indivíduo e de assegurar a produção positiva de comportamentos.
Enquanto esse modelo permite que muitos indivíduos sejam observados por poucos, o desenvolvimento da comunicação mediada fornece os meios pelos quais mutias pessoas podem recolher informações sobre indivúduos que exercem o poder, submetendo-se a um certo tipo de visibilidade mediada.



Amanda Hecke - Jornalismo - Manhã

Pierre Bourdieu

Post feito no dia 20 de novembro, aqui vai a fonte:

Site Espaço Acadêmico
http://www.espacoacademico.com.br/010/10bourdieu02.htm

Ana Luiza Francisco
Letícia da Costa

Dominique Wolton

Dominique Wolton é Cientista Politico, tem 60 anos e é pesquisador do Centro Nacional de Pesquisas Cientificas da França e diretor da revista Hermès, especializada em comunicação e referencia mundial na área. Wolton tem 16 livros publicados sobre comunicação. Seu livro mais conhecido no Brasil é “Elogio do Grande Público”, onde descreve a televisão como um instrumento de democratização e modernidade da sociedade.

Sua área de estudos é ampla, mas enfoca principalmente a relação entre a comunicação, cultura, sociedade e política. Segundo ele, a comunicação e a informação são um dos desafios mais importante do século XXI. Segundo sua teoria, a convivência cultural deve ser imperativamente construída como condição para a terceira globalização.

Wolton é um dos teóricos que se diz não ser seduzido pela internet. Para ele, as relações construídas no ciberespaço são relações superficiais, onde se formam apenas grupos, mão havendo a formação de uma “sociedade”, onde todos devem se aceitar e aceitar os problemas de outros.

Ele criou o conceito hoje difundido de “sociedade indivudualista de massa”, onde afirma que a comunicação ocidental busca duas coisas totalmente contraditórias: A liberdade do individuo e a igualdade por meio da inserção na sociedade de massa. Segundo ele a internet é aceita por promover a liberdade individual, onde todos tem o direito de dar a sua opinião, mas segundo ele só isto não significa comunicar-se.

Ele é um dos principais defensores do rádio e da Televisão, que segundo afirma são os meios de comunicação mais difundidos entre as classes sociais, possibilitando a comunicação em maiores proporções, sendo eles fundamentais para o desenvolvimento da identidade cultural da nação. Segundo Wolton, “Assistir TV é um consumo individual de uma atividade coletiva” , o que obriga que a produção do conteúdo leve em conta os fatores de abrangência do veiculo, tendo que adaptar sua programação aos diversos públicos.

Referencias:

http://www.scribd.com/doc/43454049/Stuart-Hall

http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/827509-facebook-so-disfarca-falta-de-relacoes-humanas-diz-sociologo.shtml

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG74786-6014,00-A+DIVERSIDADE+NO+MUNDO+GLOBALIZADO.html

Michel Foucault: O sujeito e o Poder

"se o sujeito humano é apanhado nas relações de produção
e nas relações de sentido, ele é igualmente apanhado nas
relações de poder de uma grande complexidade" (Foucault)

Em seu artigo "Dois ensaios sobre o sujeito e o poder", Michel Foucault explica que há dois sentidos para a palavra SUJEITO. O primeiro é aquele que se submete ao outro por controle e dependência. O outro sentido é o ligado à própria identidade pela consciência ou pelo conhecimento de si. Mesmo não estando visível, o autor destaca que nos dois casos a palavra sugere uma forma de poder, que subjuga e submete.

Essa submissão é que levam às lutas. Foucault explica que toda luta é transversal, tem o poder por finalidade, é imediata, coloca em questão o estatuto do indivíduo e opõe-se à racionalidade. Isto é, para ele, as lutas ultrapassam países, querem o poder de algo, precisam ser rápidas para que ninguém pense e critique, afirmam defender a individualidade de cada um, mas combatem tudo o que pode desligar uma pessoa das outras e se opõe à tudo o que possa levar à pensar e ao saber.

As lutas não existem para atacarem uma instituição, grupo ou classe, e sim, são uma técnica particular de poder e elas acontecem de três formas: opondo-se às formas de dominação, denunciando formas de exploração e contra a submissão. Sendo a última a que mais prevalece desde o século XVI, devido ao modelo de Estado.



Para concluir, o autor afirma que o problema da sociedade atual não é político, ético, social ou filosófico, mas tudo ao mesmo tempo. Tudo isso tenta nos libertar do Estado e de todo o tipo de individualização. Segundo Foucault, é necessário que se promova novas formas de subjetividade e se recuse o modelo de individualidade vivenciado por toda a sociedade há 5 séculos.


Francille Ferrari e Idionara Bortolossi
4° período de Jornalismo - manhã


Fontes: Artigo - FOUCAULT, Michel. Dois ensaios sobre o sujeito e o poder.

Um apocalíptico nato


Paul Virilio é um parisiense nascido em 1932. Eles estudou arquitetura na cidade de origem e em 1932 tornou-se presidente e editor da revista do grupo "Architecture Principe". Em 1987 ganhou o Grande Prêmio Nacional da Crítica Arquitetônica. Em 1989 foi diretor de um programa de estudos em um colégio de filosofia, sob orientação de Jacques Derrida.
Segundo Rosane da Conceição Pereira, Paul Virilio é um dos detratores da utopia da comunicação, denominado apocalíptico ou tecnófobo, parece oferecer as teorias da informação e comunicação uma teoria social implícita, com os conceitos: imperialismo da velocidade, acidente global e bomba informática.
A teoria social da informação e comunicação subentendida na obra de Virilio, de acordo com Rosana da Conceição, é uma teoria do trajeto da comunicação, do impulso da emissão a recepção, com a crítica ao presentismo a-histórico, a-econômico-social e inumano. Ao contrário de Lévy, ele pontua a origem dos novos mídia, como a internet, como sendo criação do pentágono norte-americano para fins de dominação militar, embora também não se detenha nos aspectos tecno-científicos. Assim, a teoria social de Virilio constitui uma crítica à revolução tecnológica contemporânea, a partir dos efeitos morais, políticos e culturais, implicados sobretudo pela ubiquidade espaço-temporal e pela exclusão econômico-social.

sábado, 20 de novembro de 2010

Michel Foucault


Paul-Michel Foucault nasceu na França em 15 de outubro de 1926. Estudou na Escola Normal Superior da França, graduou-se em Filosofia na Universidade de Sorbonne. Em 1949, Foucault conseguiu o diploma em Psicologia e concluiu seus Estudos Superiores de Filosofia, com uma tese sobre Hegel. Em 1950, o pensador aderiu ao Partido Comunista Francês. No ano seguinte, Foucault tornou-se professor de psicologia na Escola Normal Superior.

Seu primeiro livro foi publicado em 1954, intitulado de a “Doença mental e personalidade”. Com notas sobre “Antropologia do ponto de vista pragmático” conseguiu seu doutorado, sob orientação de Jean Hyppolite. Sua tese intitulada “História da loucura na idade clássica”, Foucault, conhecido por suas críticas às instituições sociais, especialmente a psiquiatria, a medicina, suas ideias e da evolução da história da sexualidade, as suas teorias gerais relativas à energia e à complexa relação entre poder e conhecimento. Em seus escritos sobre medicina, Foucault criticou a psiquiatria e a psicanálise tradicionais. Deixou inacabado seu mais ambicioso projeto, Historie de la Sexualité (História da Sexualidade), que pretende mostrar como a sociedade ocidental faz do sexo um instrumento de poder, não por meio da repressão, mas da expressão. Foucault teve vários contatos com diversos movimentos políticos. Engajou-se nas disputas políticas nas Guerras do Irã e da Turquia. Em junho de 1984, em função de complicadores provocados pela AIDS, Foucault teve septicemia e isso provocou sua morte por supuração cerebral no dia 25 do mesmo mês e ano.


Ana Carolina Weber V. - 4º periodo - Jornalismo - manhã


fonte: http://felipestoker.com/archives/147

Michel Foucault: Doença Mental e Personalidade / Doença Mental e Psicologia



Michel Foucault (1926 – 1984) nasceu em Paris, foi um importante filósofo Francês e professor de história no Collège de France. Todo o seu trabalho foi desenvolvido com base em saber filosófico, da experiência literária e fazendo análise do discurso. Seu trabalho também se concentrou sobre a relação entre ter o poder e governamentalidade, e das práticas de subjetivação.

Foucault no ano de 1954, publicou um importante livro que se chamou “Doença Mental e Personalidade”. Este livro, que teve como base uma pesquisa feita por ele e encomendada por Louis Althusser (1918 – 1990) (também filósofo Francês e que tinha uma visão e opinião com base no modelo Marxista), mostra que o homem só se considerava racional caso ele pudesse ser aceito pela sociedade, pois segundo ele, a interpretação era feita pela sociedade em geral que não julga, mais que divide os mesmos pensamentos e visões dos seres humanos. Também em seu livro, Foucalt critica a psicologização das categorias do adoecer, colocando “os pés” do homem no chão, analisando que é preciso ligar o homem às suas condições sociais e reais da vida.

Na segunda edição do livro, que se chama “Doença mental e Psicologia”, o filósofo se deu conta de que incidia naquilo que criticava: se as diferenças se davam por relação aos concretos culturais, o que acontecia com os que eram distintos numa mesma cultura? Todas as culturas excluem pensamentos e comportamentos insanos. Ao mesmo tempo, estes produtos psíquicos se apresentam, enquanto multiplicidade e diferença, em todos os grupos e também nos indivíduos sem sujeito próprio. Foucault concluiu que não se trata apenas de pensar as diferenças culturais, mas de estabelecer que fundamentos permitem a emergência de uma norma que regula tais comportamentos. Não se trata mais de analisar a organização psicológica ou existencial das personalidades, mas da abordagem dos mecanismos que permitiram a emergência e a constituição científica das psicologias.

http://migre.me/2nWpx

Flávio Campana / Otávio Fernando Lopes

4º Período de Jornalismo - Noturno



Michel Foucalt era um filósofo, sociológo e historiador francês. Viveu de 1926 até 1984. Quando morreu era o pensador mais famoso do mundo.
Era filho, neto e bisneto de médicos, porém não quis continuar na carreira de seus familiares. Foi companheiro de estudo de Pierre Bordieu e Paul Vayne. Entre seus amigos aparecem os nomes de Pierre Boulez, Roland Barthes e Gilles Deleuze.
Foi aluno do filósofiso Jean Hyppolite, quem lhe apresentou a obra de Hegel.
Em 1945 conseguiu entrar na École Normale. Leu Platão, Hegel, Marx, Nietzsche, Husserl, Heidegger, Freud, Bachelard, Lacan e outros. Aprofundando-se em Kant.
Ele escreveu para vários jornais e trabalhou muito tempoo como psicólogo em hospitais psiquiátricos e prisões. Publicou "Doença Mental e Psicologia" em 1954, quando tinha 28 anos. Mas se firmou como filósofo quando publicou "História da Loucura", que era sua tese de doutorado na Sorbone.
O pensador veio ao Brasil em 65 para uma conferência, convidado por Gerard Lebrun.
Já a obra "Vigiar e Punir", é um estudo sobre a disciplina na sociedade contemporânea. Ele analisou os processos disciplinares que são utilizados nas prisões. Com esse trabalho, Foucault deixou claro que a noção de que as formas de pensamento são também relações de poder. Deixou inacabada o que seria a sua publicação mais ambiciosa entitulada "História da Sexualidade", que pretendia mostrar como a sociedade usa o sexo como uma forma de poder.
Ele ensinou na Universidade da Califórnia (Berkeley) e na Univerdade em Buffalo.



Angélica Mujahed - Quarto período de jornalismo (Manhã)

Focault, da loucura ao entendimento


Michel Foucalt faleceu em 1984, em Paris, deixando inacabada a obra "História da Sexualidade", que foi lançada posteriormente em três partes, e apesar de não estar terminada, está entre as melhores obras do filósofo. Apesar de ter nascido em uma tradicional família de médicos, Foucalt não se prendeu as expectativas do pai, um cirurgião e professor de anatomia, e com o apoio moral e financeiro da mãe, foi para Paris em 1945 aprofundar seus conhecimentos em história e filosofia. Antes de ingressar na Escola Normal Superior da França, foi aluno do filósofo Jean Hyppolite.
Devido ao seu temperamento fechado, não conseguiu muitos amigos, e foi ficando cada vez mais solitário, angustiado, agressivo e irônico, o que acabou culminando em uma tentativa de suicídio em 1948. Graças a isso, Focault conheceu a psicologia, psiquiatria e a psicanálise: leu Platão, Marx, Nietzsche, Hegel, Husserl, Freud, Lacan, entre outros. Aprofundou-se em Kant, embora acreditasse que o homem é fruto das práticas discursivas. Em 1951, passa a dar aulas na Escola Normal Superior, e conclui seus estudos sobre Psicologia Experimental. Com apenas 28 anos Foucault lança seu primeiro livro, “Doença Mental e personalidade”, publicado em 1954, tornando evidente que sua verdadeira vocação não era lecionar. No entanto, no mesmo ano ele aceitou atuar na Universidade de Uppsala, na Suécia, como professor e conselheiro cultural.
A partir de então, Foucault passa alguns anos viajando e trabalhando em outros países, voltando para a França apenas em 1960, para concluir uma tese na Universidade de Clermont-Ferrand, a convite de Jules Vuillemin, diretor do departamento de filosofia. No período de 1970 a 1984, ocupa o cargo de Professor de História dos Sistemas de Pensamento no Collége de France, aonde dá sua célebre aula “Ordem do Discurso”.

Michel Foucalt nasceu em 15 de outubro de 1926, em Poltiers, e morreu pelo agravamento da Aids em 25 de junho de 1984, em Paris. Foucalt esteve no Brasil a trabalho duas vezes: à convite de Gerard Lebrun para uma conferência e falando na Puc-RJ sobre “As Verdades e as Formas Políticas”. Foucalt não produziu obras apenas no campo da psicologia, mas também realizou estudos sociais, políticos e sobre as ciências humanas.


"A psicologia nunca poderá dizer a verdade sobre a loucura, pois é a loucura que detém a verdade da psicologia." Michel Foucalt


Referências:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Michel_Foucault

http://www.infoescola.com/psicologia/michel-foucault/

http://filosofojr.wordpress.com/pensadores/michel-foucault/

http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u720.jhtm


Texto: Fernanda Cheffer Moreira, Jornalismo 4°Período (noturno)

Pierre Bourdieu

Pierre Bourdieu nasceu na França, em 1930 e, apesar das más memórias da infância vivida em um internato local, ele conseguiu ingressar com êxito na Faculdade de Letras da França e se formou, também, em filosofia. Dali em diante, sua vida foi tumultuada pelo serviço militar que exerceu na Argélia. Mas durante esses anos, escreveu seu primeiro livro.


O filósofo francês escreveu inúmeros livros e um dos mais importantes foi concebido em parceria com Jean-Claude Passeron. Esta livro, intitulado A Reprodução e publicado em 1970, analisa o sistema escolar francês e modo como ele reproduz e reforça as desigualdades sociais.

Bourdieu tomou os problemas sociais como sua principal causa e passou a apelar para a mobilização de intelectuais. Ele dizia que o que defendia era a possibilidade e a necessidade do intelectual crítico. Ele passou seus últimos anos de vida tentando combater o neoliberalismo.
“Fui levado pela lógica do meu trabalho a ultrapassar os limites que eu mesmo havia estabelecido em nome de uma ideia de objetividade que, percebi, era uma forma de censura”
Pierre Bourdieu morreu aos 71 anos, em um hospital em Paris.

Fonte: http://www.espacoacademico.com.br/010/10bourdieu02.htm

http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/pierre-bourdieu-307908.shtml

Laura Schafer e Rubiane Kaminski.
4º período - Comunicação Social - Hab. Jornalismo

Gilles Lipovetsky e a Hipermodernidade

“Hipermodernidade: uma sociedade liberal, caracterizada pelo movimento, pela fluidez, pela flexibilidade; indiferente como nunca antes se foi aos grandes princípios estruturantes da modernidade, que precisaram adaptar-se ao ritmo hipermoderno para não desaparecer” (Lipovetsky, 2004:26)

Gilles Lipovetsky nasceu em Millau, França, em 24 de setembro de 1944. É professor de filosofia da Universidade de Grenoble e teórico da Hipermodernidade.

Para alguns, a pós-modernidade morreu; para ele, nunca existiu. Segundo Gilles Lipovetzky, o que é hoje é chamado de pós-moderno, na verdade, pode ser mais corretamente classificado de hipermodernidade. O termo “hiper” é utilizado em referência a uma exacerbação dos valores criados na Modernidade, atualmente elevados de forma exponencial.

Para o filósofo, a Hipermodernidade é caracterizada por uma cultura do excesso, do sempre mais. É inegável o pensamento de Lipovetsky. Hoje as mudanças ocorrem em um ritmo quase esquizofrênico, onde todas as coisas se tornam intensas e urgentes. Hipermercado, hiperconsumo, hipertexto, hipercorpo: tudo é elevado à potência do mais, do maior. A hipermodernidade revela o paradoxo da sociedade contemporânea: a cultura do excesso e da moderação. Mas Lipovetsky não é um apocalíptico. É um otimista que defende as democracias liberais e critica os que satanizam a mídia.


Livros:

  • Do Luxo Sagrado ao Luxo Democrático;
  • Era do Vazio, A: Ensaios Sobre o Individualismo Contemporâneo;
  • A Felicidade Paradoxal;
  • O Império do Efêmero: a Moda e Seu Destino nas Sociedades Modernas;
  • A Inquietude do Futuro: o tempo hiper-moderno;
  • O Luxo Eterno: da Idade do Sagrado ao Tempo das Marcas;
  • Metamorfoses da Cultura Liberal;
  • A Sociedade da Decepção;
  • A Sociedade Pós-Moralista;
  • Os Tempos Hipermodernos;
  • A Terceira Mulher.

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gilles_Lipovetsky

http://www.revistafilosofia.com.br/ESFI/Edicoes/49/entrevista-gilles-lipovetsky-a-pos-modernidade-nao-existe-179777-1.asp

http://pphp.uol.com.br/tropico/html/textos/2445,1.shl


Milena Santos, 4º período noturno de Jornalismo.

Guy Debord


Guy Debord foi um filósofo, agitador social, diretor de cinema e se definia como '‘doutor em nada’'. Vinculou-se à geração herdeira do dadaísmo e do surrealismo dos anos 50. A Sociedade do Espetáculo é o trabalho mais conhecido de Guy Debord. Em termos gerais, as teorias de Debord atribuem à debilidade espiritual, tanto das esferas públicas quanto da privada, e faz critica tanto ao capitalismo, quanto ao socialismo. A sociedade do Espetáculo é o resultado de uma série de debates e leituras acerca dos conceitos desenvolvidos por Marx.

No entanto, Guy Ernest Debord não é apenas um competente leitor de Marx. Em sua obra podemos encontrar referências de Mikhail Bakunin, Sigmund Freud, Anselm Jappe e Robert Kurz.

O ponto central de sua teoria é que a alienação é mais do que uma descrição de emoções ou um aspecto psicológico individual. É a conseqüência do modo capitalista de organização social que assume novas formas e conteúdos em seu processo dialético de separação e retificação da vida humana. O espetáculo é uma forma de dominação da burguesia sobre o proletariado e do espetáculo, sua lógica e sua história, sobre todos os membros da sociedade. Debord também mostra algumas estratégias que buscam resistir à alienação através da supressão ou derivação da realidade espetacular, destruindo os valores burgueses tal como a submissão ao mundo do trabalho.

Fontes:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Guy_Debord

http://pt-br.protopia.wikia.com/wiki/Espet%C3%A1culo,_comunica%C3%A7%C3%A3o_e_comunismo_em_Guy_Debord

http://www.usp.br/anagrama/Portela_Debord.pdf

http://operigodobelo.wordpress.com/guy-debord/




Alunas : Amanda Walzl de Oliveira e Larissa Montes Matos
4° Período de Jornalismo - PUCPR - Diúrno

Pierre Félix Bourdieu


Pierre Félix Bourdieu nasceu na década de 30 em Deguin, e até a sua morte no dia 23 de janeiro de 2002 foi consagrado como um dos maiores sociólogos franceses ,com mais de 300 trabalhos, sendo dentre esses o tema principal a dominação.

Ao longo de suas obras Bourdieu focou-se em uma discussão sociológica para tentar descobrir os mecanismos sociais que difundem as diverssas formas de dominção. Dentre todos, o mais discutido eestudado pelo filósofo foi a mídia. Para Bourdieu a comunicação é como se fosse uma arma usada para as pessoas para reafirmar suas vontades. Antes utilizada como um serviço de utilidade pública, hoje a informação é manipulada para alcançar os objetivos de quem a manipula.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Pierre_Bourdieu


Marilia Alberti (4ºperíodo manhã/jornalismo)

Pierre Bourdieu



Pierre Bourdieu viveu basicamente para as obras vigorosas que escreveu, essas permaneceram iluminando e provocando o pensamento de quem a elas deseja recorrer, tornando-o um intelectual inventor. Por isso Bourdieu se mostrou um legítimo herdeito do exemplo deixado por Sartre.

O teórico Bourdieu nasceu na Argélia em 1930, e jamais apagou em si as marcas de um ser ramificado nas vicissitudes do Terceiro Mundo. Conheceu os efeitos ambíguos da colonização.


Bourdieu sempre esteve associado ao perfil da inteligência incômoda, intervindo nos limites alcançáveis por uma voz inquieta e ininsubmissa, a exemplo do que, no continente americano, Noam Chomsky é outra referência.

Em sua trajetória, marcada pela ética retilínea ao longo de seus 40 livros, Bourdieu pode construir um pensamento sinuoso, multifacetado, graças à sua versatilidade dos temas, razão pela qual seu nome não é confinável ao rótulo de sociólogo.

Seu discurso é isento de evasivas, o teórico é lembrado por "chegar direto à ferida". Seu estilo de escrita não embala o leitor,o estilo é responsável por impulsiona-lo à reatividade. Não seduz pelo efeito de uma frase. Trata-se de um pensamento movido pela secura da razão, na justa medida do que pretende atingir e problematizar.


"Barlusconi é um fascistóide, e a verdade é que o neoliberalismo só pretende conservar do Estado o exército, a polícia e as prisões" - Pierre Bourdieu (frase publicadano jornal O Globo 12/01/2002)


Amanda Burda de Oliveira - Jornalismo manhã 4º período

Fonte: site
http://www.homme-moderne.org/

Jacques Derrida


Influenciado por Sigmund Freud e Martin Heidegger, Jacques Derrida foi um dos mais importantes filósofos do pós-estruturalismo e pós-modernismo.


Foi um dos pensadores franceses mais conhecidos internacionalmente, em particular nos Estados Unidos. Ali, a partir de 1956, lecionou nas universidades de Harvard, Yale e John Hopkins. Na França, ensinou na Sorbonne e na Escola Normal Superior.

Derrida foi precursor de uma reflexão crítica sobre a filosofia e seu ensino. Isso o levou a criar, em 1983, o Colégio Internacional de Filosofia, presidido por ele até 1985.

A psicanálise tinha uma importância central em sua obra. Para ele, a idéia freudiana do inconsciente revolucionara a filosofia e costumava citar o conceito freudiano de "posterioridade". Segundo Freud, há a possibilidade de transformação do passado ao se dar um novo significado às recordações. Ao questionar os conceitos de verdade e de memória, Jacques entendia que Freud propunha um problema filosófico de magnitude inédita.

Foi o criador do método chamado de desconstrução. Segundo esse sistema, não se trata de destruir e sim de decompor os elementos da escrita para descobrir partes do texto que estão dissimuladas. Essa metodologia de análise centra-se apenas nos textos. Em seguida, Derrida criou outros dois conceitos: a indecidibilidade, que mostra a impossibilidade de determinar aquilo que é forma no texto ou fundo ideológico; e o conceito de "diferença", que parte da análise semântica dos dois sentidos do infinito latino differre (diferir): o primeiro, remete para o futuro (tempo), o segundo para a distinção de algo criado pelo confronto.

Filho de família judia, mas não religioso, Derrida ingressou na Escola Normal Superior de Paris, em 1950. Durante a infância, na Argélia, sofreu com a repressão anti-semita. Foi expulso do colégio por causa da redução das cotas para judeus (de 14 para 7%). Essa discriminação o marcou profundamente e sua lembrança é recorrente em suas obras. A família mudou-se para a França em 1949.

Fundou a associação Jan Hus, em 1981, para auxiliar intelectuais dissidentes da Tchecoslováquia. Chegou a ser preso em Praga, após um seminário clandestino, mas foi libertado graças à intervenção de François Mitterrand.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jacques_Derrida

http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u253.jhtm

Paula Bueno

A Palavra e as Coisas - Michel Foucault



Em "As Palavras e as Coisas", Michel Foucault estabelece uma nova forma de interpretação aos fatos. Ele separa as teorias científicas e as ordens filosóficas como verdades absolutas, e os códigos culturais como passageiros - que regem as tradições e costumes de um povo, em um determinado lugar e em uma determinada situação. Porém, Foucault institui entre essas duas camadas uma nova: a episteme.

A episteme representa a análise dos acontecimentos levando em consideração as situações vividas por uma pessoa. Ele é mais crítico em comparação aos códigos culturais e mais individual que a ciência e a filosofia. A episteme é a forma como o receptor absorve as informações contando com sua própria experiência.

Por isso, ele critica a posição do sujeito como mediador por considerá-lo parcial e produto de outros discursos e outras vivências.

Em seu livro, Foucault explica porque a ciência e a filosofia concluiram verdades e realidades tão distintas entre um espaço de tempo razoavelmente curto - do séc. XV ao XIX. Ele analisa a evolução dessas linhas de pensamento, não focando nessas linhas em si, mas sim no que elas têm em comum, comparando-as com o período e a situação em que foram escritos.

Foucault se formou em psicologia e se licenciou em filosofia, matérias que, mais tarde, lecionou em diversas universidades. Publicou, entre outros, "Vigiar e Punir", "História da Sexualidade", "Microfísica do Poder", "A Ordem do Discurso" e "Subjetividade e Verdade".


Fontes:

"Michel Foucault - As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas" - Seminário de Cláudia Rodrigues do Prado, 2007




Marcela Lorenzoni - Jornalismo, 4º Período. Matutino.