sexta-feira, 12 de março de 2010

Debate Terremoto, Consideraçôes finais...!




A mídia trata o público como o necessitado da informação; afinal, são as pessoas quem escolhem o que ter o que ouvir e ao que assistir.
Como podemos “agradar” ao público com temas polêmicos envolvendo terremotos, maremotos e outras tragédias?
Alguns veículos procuram optar pelo sensacionalismo (Como muitas vezes a televisão que conta o reforço do cinema para mostrar a realidade das pessoas, exagerando nas imagens), ou detalhes “exagerados” de quem esteve presente em terremotos; o que não deixa de ser uma forma diferente de informar para chamar atenção, mas também é algo que não há necessidade de saber. Entramos daí, naquela famosa discussão: Sensacionalismo x omissão. Devemos passar a informação em situações críticas, mesmo que ela seja causadora de pânico, só pelo fato de ser “mais fácil usar o sensacionalismo”? Temos que lembrar, que a influencia da notícia depende do grau de aceitação do telespectador.
Outra questão é o papel do jornalista diante situações de sofrimento. Será que ao fazermos uma reportagem sobre determinado assunto, ficamos parecendo frios e desumanos? Não é que nós jornalistas não nos preocupamos com os outros e só pensamos em passar corretamente a matéria. Cabe saber separar os diferentes papéis e ter ética profissional. Ao mesmo tempo em que transmitimos as matérias, ajudas são acionadas, e o mundo inteiro pode saber do ocorrido e colaborar também.
Justamente para evitar certo “descaso” que o jornalismo possa causar, o Jornalismo de Precisão propõe a utilização de fontes estatísticas; onde se pega o foco das ciências sociais e as personaliza nas notícias. A partir desses dados, você pode ajudar a sociedade a discutir a frieza dos números.
Antigamente, a notícia possuía mais credibilidade por ter vários veículos envolvidos. Hoje por outro lado, existe uma maior facilidade de troca de informações através dos meios de conversação como twitter, facebook, etc. Ocorrendo assim, uma rapidez das informações

Equipe: Giancarlo Andreso, Giovanna Miqueletto, Juliano Oliveira, Larissa Matos e Marisol Munari
3º periodo, Jornalismo manhã

Um comentário:

celina disse...

legal como questionam o papel do jornalismo. alguns aparecerão em algumas teorias.
obs:
1." que conta o reforço do cinema..." não entendi bem...recorre ao cinema ou os filmes reiteram o q a TV faz?
2. "mas também é algo que não há necessidade de saber" -será?