quinta-feira, 11 de março de 2010

Debate

A recente onda de tragédias naturais toma conta da imprensa. Fala-se em sensacionalismo, imagens e comentários apelativos. É relativo. Repórteres que redigem uma matéria no local dos acidentes presenciam todo um drama vivido pelas vítimas. É utópico pensar que é possível documentarem, sem nenhuma parcialidade ou emoção, mortes que ocorrem na sua frente.
A mídia impressa, em geral, demonstra sensatez. A televisão, entretanto, logicamente buscando audiência, chegou a fazer menção ao fim do mundo ao falar dos terremotos. É preciso separar conscientização social – que objetiva uma mobilização em massa para ajudar as vítimas – de dramaturgia nas matérias, veiculada pela mídia jornalística com fins comerciais, esquecendo-se do papel principal do jornalismo: informar mantendo um compromisso com a verdade.

Ana Carolina Weber, Bethina, Carla, Jéssica Yared, Lucas (Jornalismo - manhã)

Um comentário:

celina disse...

muito bomo olhar de vcs para o papel do jornalista e do jornalismo, tentando compreender os diferentes ângulos.