sexta-feira, 5 de março de 2010

Teoria da Comunicação - Escola de Chicago

Desde o começo do século, os Estados Unidos foram berço de vários estudos sobre as facetas da comunicação. No início, Park, Burgess e Cooley analisavam a cidade com um enfoque microssociológico; paralelo à época, Charles Pierce ‘’inaugurava’’ a semiótica; na década de 30, H. Blumer inaugurava o termo ‘’interacionismo simbólico’’; e nos anos 40, autores da escola de Palo Alto, de várias áreas distintas, inauguram uma nova tradição nos estudos da comunicação. Junto destas inovações surge também a Escola de Chicago, criada a partir da iniciativa de sociólogos norte-americanos que lecionavam no Departamento de Sociologia da Universidade de Chicago.

O aumento repentino de imigrantes na região Centro e Sul dos Estados Unidos provocaram uma série de problemas, já que as cidades não estavam prontas para abrigar e sustentar o padrão de vida antes existente. A cidade de Chicago, vítima deste fluxo migratório e conseqüentemente dos problemas decorrentes – aumento da criminalidade, comunidades segregadas, surgimento de gangues –, passou a ser objeto de estudo por sociólogos. Dessa forma, foram criadas novas teorias sobre os novos fenômenos sociais e para os existentes até então.


Referências:

HOHLFELDT, Antonio; MARTINO, Luiz C.; FRANÇA, Vera Veiga. Teorias da Comunicação – Conceitos, escolas e tendências. 2ªed. Petrópolis: Editora Vozes, 2002.

UOL Educação:

http://educacao.uol.com.br/sociologia/escola-de-chicago-contexto-historico.jhtm


Elian Woidello, Ricardo Tomasi, Richard Roch, Rogério Teotônio e Thiago Pereira.

Um comentário:

celina disse...

mas nao é um conceito de comunicação...