quinta-feira, 29 de abril de 2010

Hipodérmicos x Funcionalistas

Os funcionalistas acreditam que o fato de simplesmente corresponderem aos estímulos e aos interesses do público, estão fazendo a coisa certa. Tudo que o público pede, veículo dá, com naturalidade. Já os hipodérmicos, procuram se fortalecer cada vez mais, deixando o público como espectador. Qualquer incitação da mídia é aceita pelo fraco receptor, que não questiona e torna-se manipulado, pois não resiste àquilo que recebe.
De qualquer forma, o receptor torna-se apenas um abrigo para todas as informações que são jogadas para ele. Como é dito no texto, o público é tomado como massa, incapaz de filtrar: ou não sabe o que quer e a mídia lhe oferta, ou a mídia acredita que sabe o que o público quer, então lhe dá.

Jéssica Berger - 3º período, Jornalismo (noturno)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Hipodérmicos x Funcionalistas


O autor aponta muitas diferenças entre os hipodérmicos e os funcionalistas:

- Um jornalista que vê o público como ditador do conteúdo que ele deve oferecer, é um funcionalista sem o saber. Ele acredita agir de acordo com o interesse de seu público, sem pensar na teoria, enquanto o receptor é forte, a mídia é fraca. Para ele, todos os anos de prática na profissão valem mais do que qualquer estudo teórico na área. Tem um pensamento democrático com relação ao espectador. O funcionalista acredita na capacidade que o receptor tem de filtrar e repassar a mensagem que lhe é passada.

- Enquanto o crítico do jornalista sente a liberdade de criticar e questionar seu oponente, sem questionar a si mesmo. Este hipodérmico condena a prática a partir da teoria estudada. Ele vê a mídia como um veículo poderoso, enquanto seu receptor é fraco, a mídia tem um grande poder de manipulação sobre o consumidor. Sente a necessidade de controlar o conteúdo que é publicado, muitas vezes de acordo com as características da empresa de comunicação, o horário de veiculação, o tipo de público que vai ter acesso a este conteúdo.

Juremir Machado da Silva conclui que o funcionalista não quer mudar o mundo e sim o equilíbrio funcional das sociedades, fingindo não saber que a informação se tornou um meio de entretenimento. Já o crítico hipodérmico acredita ter o poder de indicar o caminho certo para mudar o mundo, quer persuadir, influir e seduzir.


Ana Flavia da Silva; Bárbara Borba Moraes; Jessyca Milene Cardoso; Luciane Degraf e Prisciely Naiara Kuchnir do Prado. 3º período – Noturno.

Hipodérmicos x Funcionalistas


Os teóricos hipodérmicos pensavam que a mídia dominava e conseguia de certa forma manipular os receptores, porém os funcionalistas acreditam que os receptores não são controlados pela mídia e agem por si. Os hipodérmicos acreditam que ao recebermos certas informações ocorre o mesmo que uma bala disparada contra o nosso corpo. Ela penetra em nossa pele e ali fica. Os funcionalistas estudam as funções que a mídia exerce na sociedade, e como a massa pode ser analisada por este ponto de vista.
Hoje em dia no mercado de trabalho apesar da visão de grandes grupos de comunicação ser semelhantes, existe a influencia dessas duas teorias. Há quem pense no controle das informações e há quem pense em suas influencias e funções. A divisão poder ser tanto do jornalista que age e escreve individualmente quanto dos meios de comunicação, por exemplo, a teoria hipodérmica pode ser aplicada para uma classe de pessoas com pouca informação, já a funcionalista pode ser apresentada a pessoas com um nível de conhecimento maior.

Letícia Baptistella - jornalismo – noite.

Hipodérmicos x Funcionalistas

De acordo com Juremir Machado, existe uma segregação de correntes entre os jornalistas. Dentre elas, os hipodérmicos, com quase um século de atraso ainda acreditam na proposta de que a mídia é poderosa, e o receptor uma vítima, fraco, influenciado pelo que vê. O autor cita uma massa alienada, atomizada, submissa, tendo um emissor forte com uma comunicação persuasiva. O funcionalismo por sua vez, traz o oposto. Acredita em uma mídia fraca com mensagens indiretas, sem alcançar os resultados esperados em todas as tentativas, além de crer que a manipulação - dada como certa entre os hipodérmicos - é impossível.

Ricardo Rüppell Paraná Júnior
Jornalismo Noturno - 3º Período

domingo, 25 de abril de 2010

As três esferas da comunicação



De acordo com o texto de Ramonet sobre o poder midiático, a alguns anos atrás a comunicação em geral possuía três esferas distintas e independentes.
A primeira esfera era a da informação, constituída pelas notícias, pela imprensa e os noticiários.
A segunda, era a da comunicação institucional, ou seja, a publicidade e a propaganda.
E a última esfera era a chamada cultura de massa. Os programas que atingem grande parte de um determinado público com programações como telenovelas, cinema etc...
Contudo, após a revolução digital, essas três esferas se mesclaram unindo texto, som e imagem. Num mesmo veículo de comunicação é possível obter a informação que necessita, a propaganda que o atinge e a programação de massa.Como o próprio autor afirma:
"[...]o que temos diante de nós não é o mundo da informação apenas, mas um universo bem complexo, [...]"


O que é a informação hoje?

Ramonet caracteriza a informação de hoje sobre três aspectos. O primeiro é o de que a informação é considerada uma mercadoria. Ela não se move pela sua função, mas sim de acordo com as exigências do mercado.
A característica seguinte é a da superficialidade e do imediatismo. A informação está cada vez mais rápida e dada vez mais feita de impressões.
O terceiro e último aspecto é o de que a informação está cada vez mais gratuita, sendo paga pela publicidade e não pelos cidadãos em busca de conhecimento.

A crítica



Em conclusão ao texto, o autor faz críticas pontuais e pertinentes ao dizer que o nível dos meios está cada vez mais vulgar, medíocre e insatisfatório. Em contrapartida, há cada vez mais pessoas educadas, com maior nível de escolaridade.
O autor expõe o paradoxo:
"[...], enquanto o nível educacional sobe, o nível midiático desce."

Esses dois parâmetros quando cruzados, causam a insatisfação. O autor apela para que as mídias busquem divulgar a verdade e não um conto de fadas. Acredita que os veículos que fornecem informações sérias e concretas estão ganhando cada vez mais audiência e credibilidade.
" Queremos a verdade e em função da verdade poderemos decidir".


Alunos: Amanda Burda, Camila Olenik, Magda Diane, Rubens Neto e Talita Midori Inaba.
Jornalismo - 3° período - manhã

sábado, 24 de abril de 2010

Funcionalista x Hipodérmicos

Toda reflexão sobre a teoria da agulha hipodérmica e os funcionalistas remete à idéia de oposição. Os conceitos se contrapõem e há o detrimento da teoria contrária. Analisando pelo viés do jornalismo, vê-se que acontece mesmo assim. O jornalista funcionalista, mais atrelado à prática, desconsidera a teoria; já o hipodérmico, condena a prática com base em seus estudos teóricos.
Apesar de todos os contrapontos, e apesar das inúmeras teorias tratando da comunicação, jornalistas (funcionalistas) e críticos (hipodérmicos) continuam a discutir o IMPACTO, os efeitos da mídia. Os primeiros, apesar de relevar imensamente estes efeitos, os negam. Já seus “adversários”, consideram tudo como efeito da mídia. Mas o que acontece é que esses mesmos adversários, em nome de apresentar como interesse da massa os seus próprios interesses, a qualquer momento assumiriam o controle.
E lá se vão 100 anos com jornalistas trabalhando sem muitas preocupações teóricas (generalizando), e os hipodérmicos se preocupando com os efeitos causados pela mídia.

Jornalismo 3ºperíodo noturno/Bárbara Lobo, Mariana Hillbrecth , Simone Sadoski

Hipodérmicos x funcionalistas



Teorias da comunicação são estudos que pesquisam efeitos, origens e funcionamento do fenômeno de comunicação social em seus aspectos tecnológicos, sociais, políticos e cognitivos.
A Teoria-Hipodérmica e a Teoria-Funcionalista são dois princípios que envolvem as teorias de comunicação. Enquanto a primeira fala de manipulação, a segunda fala de funções.

Na hipodérmica a mensagem é lançada pela mídia e é imediatamente aceita e espalhada entre todos os receptores. É conhecida como “teoria da bala mágica”, pois a mensagem da mídia consegue o mesmo efeito hipodérmico (que entra de baixo da pele) de uma bala disparada por uma arma. O modelo de Lasswell é baseado na teoria hipodérmica. Essa teoria analisa os efeitos e os conteúdos.

Na funcionalista ocorre o estudo das funções exercidas pela mídia na sociedade, e não seus efeitos. Essa teoria quer definir a problemática dos méis de comunicação de massa à partir do ponto de vista do funcionamento da sociedade.

Se falarmos a respeito de mídia, a influência hipodérmica aplica-se a classes mais desfavorecidas culturalmente e de baixo intelecto; A influência funcionalista aplica-se em indivíduos mais instruídos e com um poder opinativo maior.

Giovanna Miqueletto
Giancarlo Andreso
Juliano Oliveira
Larissa Matos
Marisol Munari
3º período de Jornalismo

Vergonha na Assembleia Legislativa do Paraná.


A palestra que aconteceu na PUC sobre 'Diários Secretos " com os jornalistas da Gazeta do Povo e RPC - TV que investigaram o caso e tiveram acesso a Assembleia Legislativa do Paraná , foi bem interessante para futuros jornalistas e principalmente a aqueles que querem seguir o mesmo exemplo.
É um marco na história do jornalismo Paranaense, mas também no governo do Paraná, não só de sair na frente de outras emissoras e jornais, mas deu mais credibilidade a esses profissionais e a importancia do que é uma notícia e interesse geral. Apuraram e divulgaram para a população e como todo profissional ético deve ser, foram ouvir os dois lados, foram buscar respostas com os politicos e envolvidos nos chamados "funcionários fantasmas".
A forma como eles explicam como foi apurada a noticia, durou muito tempo de investigação, houve muita dedicação. Não é um assunto facil para ser divulgado, em rede nacional. Fizeram um bom trabalho como jornalistas investigativos, mas não só isso, essas pessoas acabam "abrindo os olhos " da população para ficarem espertos nessa questão.
Na matéria é que mostra claramente que os envolvidos no escandalo não estão muito preocupados, isso deixa uma grande revolta na população. Esses reporteres mostraram que existe a liberdade de expressãoe mostrando o que ocorre de errado na política e nos mostram passo a passo do ocorrido.
A Gazeta do Povo dá mais uma aula magistral de jornalismo investigativo e comprova que uma imprensa livre é insubstituível na fiscalização do governo. Os paranaenses se orgulham da coragem e o espírito cívico desta valorosa equipe de jornalistas, que nos revela com crueza o nível estarrecedor de corrupção na Assembleia Legislativa do Paraná. Os senhores deputados, deverão temer pelas próximas eleições!

Bárbara Lobo da Silva
Mariana Hillbrecth
Simone Sadoski
3º período noturno

Hipodérmicos x Funcionalistas

Em sua análise sobre as teorias Hipodérmica e Funcionalista, Juremir Machado da Silva não trata do aspecto que torna as duas semelhantes, “preocupar-se com a eficácia da mensagem”, mas se preocupa em debater suas principais e gritantes diferenças.

A visão funcionalista sobre mídia x receptor é de que a essa é fraca, visto que o receptor não é totalmente passivo e tem o poder de escolher e filtrar a informação. Existe o que se chama de “recepção seletiva”, pois entre a mídia – influente – e o receptor – influenciado – há um meio social, que gera essa seleção. Para os funcionalistas o importante é agradar o receptor, chegando até a tratar a informação como um tipo de entretenimento.

A teoria hipodérmica trata o receptor como fraco, manipulado e comandado pela mídia, que é forte. Porém, ela não se preocupa em usar mecanismos de persuasão e envolvimento, a mensagem faz isso por si só. Para os hipodérmicos, todo impacto é previsível, já que a massa é submissa e a teoria hipodérmica defende a ideia de ação e reação do espectador.

Sintetizando as duas ideias paradoxais, o autor levanta duas questões: a teoria funcionalista questiona “o que as pessoas fazem com a mídia?”, enquanto que a hipodérmica interroga “o que a mídia faz com as pessoas?”.

A postura do profissional do jornalismo é abordada da seguinte forma: o jornalista funcionalista, visto mais comumente na sociedade, busca passar a informação – clara, concisa e sem adjetivações – para um receptor que sabe o que deseja e escolhe em função do que necessita. Sendo assim, acredita em uma sociedade pluralista e não vê seu receptor como um ser que pode ser manipulado. Já o profissional hipodérmico sente a censura como algo necessário, entende que é preciso filtrar o que vai ser dito. Para ele, o receptor é uma vítima da mídia e não tem escolha própria.

Bethina Perussolo, Camila Matta, Carla Bueno, Jéssica Yared, Lucas Gualberto, Rhanele Kiatkoski

O Poder Midiático por Ignacio Ramonet

Ramonet em seu texto fala claramente sobre a ‘’globalização da notícia’’ por meio de empresas que pretendem dominar o acesso a verdade da comunicação.
Basicamente ele luta contra esse tipo de ação, e não vê com bons olhos a revolução tecnológica, que grandes conglomerados financiam, através da compra por notícias fabricadas.
Um exemplo disso é citado no texto, quando se refere a grupos como a Time Warner e a AOL, dizendo que eles são hoje, o modelo de empresa que proporcionam aos meios de comunicação, a oferecer aos seus usuários - o público em geral, notícias, informações de graça. Dessa maneira o que gera a notícia é proveniente de receita publicitária, e não o valor em sí da comunicação, transmitir o fato como ele realmente é, refere-se também, que sempre existe algo por trás da informação que vem de graça.
Para ele as novas mídias são fruto de junções, acordos pré-estabelecidos, entre grandes empresas da comunicação e grupos interessados em divulgar o que lhe é conveniente (ele não diz claramente, mas se for pesquisar mais sobre o Ramonet, em outros textos, livros, publicações, ele não é a favor da notícia ser de graça, pois ela deve, e tem valor, se é de graça ela é comprada por outra ‘’pessoa,’’ com o intuito de desviar a atenção, e de certa forma alienar, não sendo uma verdade absoluta.
Na hora em que ele cita ‘’pequenas’’ empresas que não fazem comércio com suas notícias, e que ainda existem grupos de comunicação interessados em manter o real valor da informação, sendo ela retratada como é, e cita o nome do jornal LE MONDE, fiquei intrigado, pois ali notei uma ‘’breve’’ propaganda, de uma empresa que vende a informação, e mais do que isso, está ameaçada pela revolução tecnológica, que a globalização trás pelo uso de outras mídias, como a televisão, rádio e a internet, oferecendo informação rápida e de graça.
Ramonet cita ‘’Queremos a verdade e em função da verdade poderemos decidir. E podemos nos dar conta de que os meios, pequenos evidentemente, que fornecem informação séria, não ideológica, dados, fatos concretos, com referências, estes meios, por mais diferentes que sejam, estão conquistando cada vez mais audiência’’
Claramente vemos um discurso que, também pode não ser verdadeiro, e nos levar a crer que, para sermos bons jornalistas, não basta ler aqui ou ali, mas sim, pensar, refletir e mais do que tudo filtrar as informações, duvidando de tudo e tendo a certeza de que a verdade absoluta não existe, cada um tem a sua, de acordo com os seus interesses.
O que não podemos negar é a facilidade que a notícia chega até nós, e da forma como ela é entregue, isso é resultado da união entre os meios de comunicação que vieram para facilitar nossa vida, e não podemos lutar contra o progresso, que é a revolução da nossa época.
Sempre haverá quem não fique contente, mas devemos perceber que isso faz parte de um ciclo, o ciclo que está ameaçado para leitores do tão tradicional meio de comunicação o Jornal, da esquina, de papel, que tem um custo, custo esse que será bancado pelas empresas de publicidade num futuro próximo.
A conclusão que tiro desta leitura é realmente a que o autor quer passar, o discurso sobre a verdade absoluta, que ela não existe, e sempre há interesse por trás da informação, ele mesmo usou de sua crítica uma ferramente para ‘’propagandear’’ seu jornal Le Monde.
Humberto Mac Leod

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Uma nova função ou um velho controle?



Discutir se vivemos e atuamos no jornalismo de forma hipodérmica ou funcionalista é cair em contradição com que nos é apresentado como fatos diariamente. Segundo alguns teóricos, as notícias podem ser classificadas de maneiras hipodérmicas ou funcionalistas. Hipodérmicas quando se colocam no direito de apresentar para os espectadores coisas que os mesmos não sabem, reportagens especiais, denuncias, coisas que na realidade não acrescentarão muito na vida dos receptores.

Funcionalistas quando tem sua função determinada, educar, formar, entreter, entre outras funções, como por exemplo as reportagens com gráficos, tabelas e animações gráficas que expliquem fatores climatológicos e fatos não presenciáveis.
Sendo assim, com exemplo das duas formas mais decorrentes no jornalismo, cabem as perguntas: realmente os espectadores se interessam pelo que a mídia se propõem a mostrar? Não é diminuído o grau de entendimento, deixando ou tratando o espectador como um ser ignorante? O jornalismo passa por uma transição de interesses nos ramos midiáticos, a segmentação dos públicos, os mais diversos meios de comunicação fazem com que as reportagens, notícias sejam direcionadas diretamente para determinado meio de comunicação. Como por exemplo, as reportagens veiculadas no jornal impresso, não podem ser repassadas diretamente para o jornalismo televisivo, dentre outros exemplos.

O fato é que devemos nos questionar se o correto é somente nos adequarmos ao que os espectadores querem ou sermos - de certa forma - manipuladores e construtores da opinião pública.

As imagens que coloco em junto com este texto, não são para provocar reações absurdas e sim para atentar... quando procurei uma imagem sobre teoria hipodérmica veio a imagem da rede globo, e desta forma pude compreender que perante a teoria hipodérmica estamos submetidos à alienação, se todos se recordam esta teoria é baseada na ação e reação do espectador, o que faz com que ele reaja ou se torne apático... Sorria, você está sendo manipulado. e quando procurei uma imagem sobre teoria funcionalista, encontrei um desenho de várias pessoas sendo alimentadas por uma gigante mamadeira. volto a questionar, nosso público é tão ignorante a ponto de ter de ser educado pela mídia? se alguém puder responder... fico grata!



Amanda Walzl
Guilherme
Rubiane Kaminski
Talitha Maximo
Jornalismo 3º período – manhã

"Enquanto isso, o receptor brinca com o controle remoto"

Em seu texto "Teorias da Comunicação: Hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconscientes", Juremir Machado da Silva contrapõe as teorias da comunicação conhecidas como funcionalista e estímulo-resposta/hipodérmica.

Enquanto a funcionalista diz que a mídia é fraca, a hipodérmica afirma que o receptor é fraco, "comandado" por uma mídia forte. Sendo assim, para o funcionalismo os resultados esperados pela emissão podem não ser alcançados, ao contrário dos hipodérmicos, em que cada estímulo corresponderia a uma resposta adequada.

Para a teoria hipodérmica, levando em conta que o receptor é fraco e a mídia é forte, ou melhor, o receptor é manipulável e a mídia é o agente manipulador, e todo o impacto é previsto, para Machado, caberia: limitar, controlar, ou proibir certo estímulo, e principalmete, limitar ou proibir o acesso da criança e adolescente a esse estímulo, uma vez que esse estímulo seja nocivo.

Já no funcionalismo, a manipulação não é possível, uma vez que o receptor, sendo consumidor da informação, tem como escolher e filtrar. E neste caso, leva-se em consideração que entre o influenciado e o influente, há um meio social, o que gera uma recepção seletiva.

Mas afinal, duas questões ficam sem uma resposta concreta: "o que a mídia realmente faz com o receptor?" ou "o que o receptor realmente quer?".
Alunos: Amanda Burda, Camila Olenik, Magda Diane, Rubens Neto e Talita Inaba

Hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconscientes

O autor Juremir Machado da Silva explica em seu texto as diferenças existentes entre esses dois tipos de teorias: a hipodérmica e a funcionalista, fazendo também uma análise desses teóricos na área jornalística. Enquanto os hipodérmicos acreditam que quem obtém o poder “central” da comunicação é a mídia (e trata o receptor como fraco), os funcionalistas vão pelo sentido contrário, dando mais atenção ao que o receptor quer.

Os funcionalistas são considerados mais liberais, pensam mais no que o receptor está querendo receber, procuram agradá-lo e consideram que isso é o mais importante. Chegam a acreditar que quando a mensagem não é transmitida, a mídia que foi fraca. Totalmente oposto, é o pensamento hipodérmico.

Quem não crê no que foi feito são os hipodérmicos, que têm a necessidade de duvidar de tudo o que acontece; os funcionalistas, por outro lado, acreditam nas coisas como se fosse a mais concreta realidade.

Alunas: Júlia Magalhães, Laura Sliva e Paola Possato - 3º período, manhã.

No texto Hipodérmicos Tardios versus funcionalistas inconscientes, Juremir Machado da Silva aponta as diferenças da teoria Hipodérmica e da Funcionalista. Ele inicia seu texto mostrando como seria o estilo de um jornalista se ele seguisse apenas uma dessas teorias. O jornalista funcionalista por exemplo, seria consciente de seu papel de passar a informação para um receptor não tão passivo e ciente do que quer. Já o jornalista hipodérmico é comparado com um militante de esquerda, onde a censura é considerada necessária.
Apesar de serem contrárias, elas se preocupam com a mensagem, o autor usa duas frases interessantes para exemplificar o que casa teoria oferece, a funcionalista "o povo quer, a midia oferece" e a hipodérmica "o povo não pode saber o que quer, logo..."


Ana Carolina Machado
Elizabeth Bannwart
Flávia de Andrade
Jéssica Camille
Priscila Cancela

Hipodérmicos X Funcionalistas

No texto Hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconscientes, Juremir Machado da Silva compara a teoria hipodérmica e a funcionalista. A primeira considera o público fraco e o emissor forte, utiliza-se da comunicação persuasiva, de psicologismos e pressupõe que a massa é alienada, atomizada e submissa. A segunda, totalmente contrária, diz que a manipulação é impossível, e não considera mais o receptor tão passivo. Para os funcionalistas o receptor é líder de opinião e sabe filtrar as informações que recebe, bem como sabe repassá-las para outros. De acordo com Atallah a recepção é seletiva.
O profissional do jornalismo, considerado funcionalista, acredita em uma sociedade plural, sendo assim, ele só pode pensar no seu receptor como uma pessoa que escolhe de acordo com as suas necessidades, por isso não pode ser manipulado. Já o Hipodérmico acredita que o receptor é uma vítima da mídia e não tem escolha própria.O funcionalista quer saber do que as pessoas gostam para saber como atingi-las.
Apesar de serem duas teorias totalmente distintas, as duas se preocupam com a eficácia da mensagem.


Angélica Mujahed
Camila Machado
Marilia Alberti
Thayse Nascimento

Teoria Hipodérmica x Funcionalismo


Os pontos de vista entre o funcionalismo e a teoria hipodérmica são inversos em relação a mídia e público, receptores e emissores. Segundo a teoria funcional, a mídia deve ser um serviço que exerça a influência e nada mais do que isso, essa hipótese questiona “o que as pessoas fazem com a mídia?”. Já a hipodérmica, considera a mídia um desserviço usado como forma de manipulação, e o questionamento torna-se exatamente contrário “o que a mídia faz com as pessoas?”.

No texto, Ramonet exemplifica com um jornalista essas duas formas de se “fazer a mídia”. O profissional funcionalista busca o equilíbrio funcional da sociedade e acredita nela como pluralista. Ele vê seu leitor como um sujeito que escolhe em função das suas próprias necessidades. Enquanto isso, o hipodérmico procura pela manutenção do mundo, ou seja, quer que ele fique como está. Além disso, sente-se no direito de “indicar o caminho certo”, persuadindo e influindo segundo seu ponto de vista. Ele considera seu receptor como um sujeito iludido e vítima dos mecanismos de reprodução do capitalismo.

Pode-se concluir que o jornalista funcionalista é mais hipodérmico que o próprio hipodérmico, uma vez que parece não querer mudar o mundo. Porém, aquele que mais informa e que transmite aos seus receptores tudo o que sabe, sem tender a nenhum lado, cria a visão crítica e é ela quem vai fazer o que precisa.


Camila Toppel, Camila Petry, Francielle Ferrari, Idionara Marina e Marcela Lorenzoni - Jornalismo - manhã

Em seu texto Teorias da Comunicação: Hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconscientes, Juremir Machado da Silva aponta que a teoria hipodérmica e o funcionalismo observam o mesmo fato, porém de maneiras totalmente opostas. Para os hipodérmicos o receptor é vítima, enquanto que para os funcionalistas o receptor é escravo da mídia.
O funcionalista não se preocupa em mostrar os interesses por trás das necessidades dos consumidores e nem questiona-los, mas sim em satisfazer imediatamente o gosto do maior número. Já aos hipodérmicos, o que interessa é o impacto, a eficácia da mensagem. Segundo Mauro Wolf, com as inovações tecnológicas o contexto estudado pelos funcionalistas mudou e a teoria do impacto foi trazida à tona novamente.
O jornalista, funcionalista por desconhecimento, acredita na sociedade pluralista. Isso significa que ele vê o seu receptor como um sujeito que escolhe em função das suas próprias necessidades, sem se preocupar com mais nada. Enquanto isso, os críticos hipodérmicos acreditam na necessidade de superação da sociedade liberal, ou seja, vêem o seu receptor como uma pessoa iludida, vítima dos mecanismos de reprodução típica do capitalismo.
Pode-se chegar à conclusão de que o jornalista funcionalista não quer mudar o mundo, mas servi-lo como ele é, fingindo não saber que a informação tornou-se apenas mais uma forma de entretenimento; e que o crítico hipodérmico se reserva no direito de indicar o caminho para a mudança do mundo.
Jornalistas e seus críticos continuam a enfrentar-se em torno da mesma palavra: "impacto", isto é, em torno dos efeitos da mídia.

Amanda Hecke, Ana Carolina Weber, Ana Luiza Francisco, Letícia Costa e Letícia Leal

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Funcionalistas x Hipodérmicos

O funcionalismo e a teoria hipodérmica vêem o mesmo fenômeno de forma invertida. Para o primeiro, o receptor é soberano, para a outra, escravo da mídia. Num caso, o destinatário é vítima, no outro, sujeito. De súdito a rei, o receptor vai do céu ao inferno em instantes, dependendo da fundamentação teórica e das pesquisas e sondagens realizadas.
O receptor funcional vê na mídia um serviço, no máximo um poder de influência. Já o receptor hipodérmico considera a mídia um desserviço, no mínimo uma instância de manipulação. O funcionalismo questiona: o que fazem as pessoas com a mídia? Vendo-a de forma mais passional, sendo até certo ponto submissa aos interesses das pessoas que são a sua audiência. A teoria hipodérmica pergunta: o que a mídia faz com as pessoas? Caracterizando-a como um instrumento ativo e de influência significativa na vida do seu público.
Uma pessoa funcionalista não busca mudar o mundo e sim o equilíbrio funcional das sociedades. O hipodérmico não quer que o mundo mude por conta própria, pretende se reservar no direito de indicar o caminho, por isso vai contra os mecanismos de persuasão, de influência e sedução, porque ele quer persuadir, influir e seduzir por si próprio, sem nenhum objeto ou veículo que o possa interferir ou atrapalhar.
O que vemos na profissão de jornalista mais comumente é um profissional funcionalista, que busca dizer sem adjetivar, almeja falar sem comprometer. Sempre mantendo o discurso objetivo, direto, porém ameno, para não ressaltar pontos de vista pessoais e deixar transparecer muito evidentemente a verdade que o emissor deseja transmitir. E muitas vezes essa é a verdadeira verdade que o receptor deseja ouvir. O jornalista não tem consciência do tamanho do seu poder de influência e a massa pede por referências e porque não dizer “heróis”, que se não puderem salvá-los, que ao menos ecoem o grito das suas gargantas.


Rogério Teotônio Rodrigues –Ricardo Segura Tomasi- Richard Helmuth Windfried Angert Roch Junior - Thiago Rodrigo Pereira da Silva - Elian Woidello Pereira - Mário Luiz 3º Período – Jornalismo.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Teorias da Comunicação: Hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconscientes

Para Bourdieu os jornalistas em geral resistem a qualquer objetivação de suas práticas, crítica é sinônimo de ‘’ dor de cotovelo’’.
No texto em questão vemos muitos argumentos sobre o interesse em servir o público da melhor maneira, seja ela certa ou errada, de acordo com os estudiosos das teorias de comunicação, para eles existem dois tipos de público: funcionalista e hipodérmico
A primeira situação o jornalista erra com sua autoconfiança, determinando seu trabalho através do julgamento de que atende apenas ao interesse do público, oferecendo o que ele precisa, mas sem se perguntar o por que da necessidade de tal informação.
Já na outra o ele filtra o que deve ser passado ao espectador não pondo na mesa todas as peças do jogo, fazendo do processo de comunicação uma via única, onde não há a troca de informação, e sim apenas um discurso próprio levando a massa a pensar de forma ímpar, sem poder refletir na sociedade em que se encontra.
‘’ O jornalista simplifica por excesso de otimismo; o militante, por excesso de pessimismo. Um vê na mídia um serviço, no máximo um poder de influência; o outro, um desserviço, no mínimo uma instância de manipulação’’
Com isso o texto nos fala que o funcionalista desconsidera a teoria em nome da experiência e da prática , já o outro condena a prática com base em suas descobertas teóricas.
A teoria hipodérmica vale dos seguintes itens:
Público fraco –emissor forte
Efeitos diretos (ausência de filtros)
Comunicação persuasiva
Psicologismo
Massa alienada, atomizada e submissa segundo Atallah
Para os hipodérmicos e esquerdistas que compartilham da mesma idéia - se a televisão passa violência, resta apenas a censurar o conteúdo afim de coibir crianças e adolescentes expostos a conteúdo impróprio e de efeito nocivo a sociedade.
Na teoria funcionalista existe a figura do jornalista que é líder de opinião, recebe, filtra e repassa a mensagem aos companheiros de tribo que é o sujeito influenciador.
“ o jornalista, funcionalista por desconhecimento, acredita na sociedade pluralista; portanto só pode ver o seu receptor como um sujeito que escolhe em função das próprias necessidades.’’
Ainda mais, o funcionalista reflete por subtração, o hipodérmico pensa por multiplicação, embora cada um tenha um método diferente de se aplicar no mercado, ambos buscam o mesmo resultado; o impacto, que apesar de negarem sempre correm em busca e não vivem sem ele.
Humberto Mac Leod

RAMONET - O Poder Midiático

Em seu trabalho O poder midiático, Ramonet relata que com a revolução digital, hoje em dia é difícil achar diferenças no mundo da comunicação. Este universo virou um grande conjunto de mídias onde tudo funciona ao mesmo tempo, e não mais separadamente, um bom exemplo desta fusão é o telefone, antes este aparelho servia apenas para reproduzir a voz, nos dias de hoje foi remodelado para exercer várias outras atividades.
Devido a essas fusões, está surgindo cada vez mais empresas que administram o universo da mídia, o autor ressalta que é preciso ficar atento com esses grupos de comunicação, pois todas essas facilidades servem apenas para a obtenção de lucros, e o ponto de vista do consumidor fica em segundo plano. À partir desta idéia surge á questão de como competir com essas empresas, já que a informação é fornecida praticamente de graça, e quem banca os custos são os anunciantes, isto fica cada vez mais complicado quando analisamos a forma de noticiar que esta cada vez mais infantilizada, mais rápida e com frases impactantes, com esses atrativos fica difícil fazer uma contra informação adotando elementos menos atraentes que não teriam nenhum impacto sobre o leitor.
Por outro lado, existem ainda pessoas que estão comprometidas com a verdade, e procuram leituras integras que falem de assuntos sérios para pessoas adultas, um exemplo de veículo que conseguiu espaço e faz um jornalismo sério é o jornal Le Monde Diplomatique, que é feito por aproximadamente 10 pessoas e conseguiu com jornalismo de qualidade conquistar leitores não apenas da França mas de vários países.
Com esses dois extremos entre a comunicação barata e a de qualidade, o autor afirma que em ambos os casos caso haja a obtenção da verdade, acima de tudo é preciso obter técnicas, pois não adianta a verdade sem saber como tornar a informação algo que tenha impacto.

Letícia Baptistella - jornalismo - noite

Os modelos teóricos da Comunicação

Os modelos teóricos da Comunicação

O modelo de comunicação é uma representação visual do relacionamento entre os elementos de um determinado processo.
O seu limitado alcance teórico é a principal justificativa critica do uso desse modelo, já que esses modelos retratam uma delimitada situação restrita no tempo e no espaço.
O primeiro modelo de comunicação foi proposto por Harold D. Lasswell em 1948, ao escrever o texto “A estrutura e a função da comunicação da sociedade”. Propondo estudar sobre a mídia e política, Lasswell se interessou em estudar a comunicação, criação e mudanças nas atitudes e opiniões na mídia. A partir dessa idéia Lasswell desenvolve uma ampliação no modelo de comunicação baseado na idéia de Aristóteles, (Emissor – Mensagem – Receptor), Arte retórica. Então é formulada a hipótese de se perguntar “Quem”, “Diz o que”, “Em que canal”, “Para quem”, “Com que efeito”, demonstrando assim a comunicação em parte simples. Esse modelo de Lasswell se tornou a base para vários outros estudos.
Lasswell também especifica funções de comunicação dentro da sociedade, onde as funções são concepções da mídia como principal articulador da sociedade.
- Articulação das partes com o todo
A mídia é o canal por onde o conhecimento e as informações circulam pela sociedade. A integração entre diversas instituições sociais acontece a partir do fluxo de informação gerado e distribuído pelos meios de comunicação.
- Vigilância sobre o meio.
Lasswell entende que ao transmitir informação das partes para o controle central, os meios de comunicação garantem a vigilância do centro sobre os componentes, evitando elementos hostis, assim como as células brancas eliminam os corpos estranhos.
- Transmissão da herança social
A idéia de “herança social” está ligada a transmissão dos significados culturais, das praticas e concepções de mundo entre as gerações.

Alunas do 3° Período de Jornalismo-noturno
Angela, Fernanda F., Mayara.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

‘’Paradigmas da comunicação’’ Vera Veiga França



A principal idéia lançada por Vera Veiga França, é a de que, o jornalista exerce uma carreira, que para muitos pode não significar uma rotina - sim trabalhamos todos os dias, temos horários e tarefas a serem executadas, porém vivemos em cada dia, em cada momento e atividade realizada diferentes maneiras de enxergar o mundo.
Nosso parâmetro se assim podemos especificar, é maior do que o do médico, do matemático, pois exercemos tudo, vamos a todos os lugares, descobrimos o mundo antes dele ser revelado, vamos atrás de fatos obscuros para então revelarmos ao grande público. Esse mesmo espectador que liga a Tevê, o rádio, compra o jornal e acessa a internet atrás das nossas experiências, através do nosso conhecimento, confiando na nossa capacidade de relatar situações adversas, porém com imparcialidade e neutralidade.
Mesmo em catástrofes, em momentos de pânico, de caos, está lá a figura do jornalista, do repórter arriscando muitas vezes a sua ‘’pele’’ atrás de informações relevantes, que possam construir uma reportagem informativa, detalhada, porém com total ausência do ‘’espírito humano’’, somos por muitas vezes seres sem alma, observando o sofrimento alheiro sem mostrar reação e compaixão pelo próximo, não por escolha própria, mas pelo fato de que essa ‘’armadura’’ demonstra profissionalismo e nos remete a ausência de reação, ou seja, em outra palavras, não somos afetados pela situação que nos encontramos, isso para o espectador remete na figura de credibilidade, comprometimento e a verdade acima de qualquer agente externo.
Tudo isso acarreta ao jornalista uma característica literalmente, como se fosse uma folha em branco, onde tudo pode ser escrito, desenhado, sem qualquer reação à ação externa, levando muitas vezes o jornalista a não ter um papel ativo na sociedade, afinal ele fala o que vê, mas não pensa, não possui um parâmetro para filtrar as informações a que lhe é exposto.
França em seu artigo indaga as seguintes questões: “qual é nossa especificidade? Quem são nossos autores? Quais são nossos conceitos?”
Parte de seu pensamento está explícito neste trecho -‘’É absolutamente saudável e enriquecedor a abertura assumida e mantida ainda hoje por nós, pesquisadores da comunicação, para buscar e assimilar as contribuições advindas das várias áreas de conhecimento – Filosofia, Sociologia, Psicologia, Linguística, Semiótica, Antropologia, Educação, Ciências da Informação, e até de campos mais distantes, como a Física ou a Biologia. O fato de que nossa área não se feche, mas esteja atenta e busque incorporar as diferentes reflexões que pontuam o pensamento atual é fonte de permanente vitalidade.’’
Em síntese a autora questiona a função de um instrumento da comunicação o – jornalista, como conhecedor das práticas da Escola de Frankfurt, Escola de Chicago, e tantos outros recursos das Teorias da Comunicação, e que mesmo com tanta experiência e bagagem teórica o comunicador não exerce a função a que lhe foi designada/atribuída, e que estudou para exercer tal atividade, porém sua ausência de pensamento próprio o leva a apenas transmitir fatos, e não relatar uma história com as informações necessárias para fazer a grande massa pensar, refletir sobre os acontecimentos que permeiam a sociedade atual.
O jornalista além de exercer sua tarefa – deve transmitir conceitos, de forma que o receptor capte informações a lhe fazer pensar, refletir, dando resultado para tanto estudo teórico a que nós jornalistas somos expostos, porém não passamos a frente,e não transmitimos o outro lado da informação - a qual tanto lutamos para propagar, sem os ‘’ruídos’’ que os agente externos possam querer inserir, alienando o grande pensador - a massa.
Humberto Mac Leod 3 periodo

domingo, 11 de abril de 2010

Sensacionalismo e vigilância de mídia

Uma discussão em sala no dia 05 de abril levantou a seguinte hipótese: De tão utilizado nos meios de comunicação atuais, o sensacionalismo poderia passar de uma disfunção a um método de criação jornalística com a função de alarmar? Sabe-se que o sensacionalismo jamais conseguirá cumprir um desempenho educativo, e talvez por isso haja uma preocupação tão grande em exercer a vigilância sobre os meios de comunicação – um dos tópicos citados no estudo de Lasswell em aula.
Deveria então a mídia policiar suas próprias produções? E isso seria aplicado dentro de cada empresa de comunicação ou de emissora para emissora? Essa hipótese pode criar uma rivalidade ainda maior entre canais (tomando por exemplo a televisão), e caso fosse uma questão de cautela individual, todo jornalista iria julgar seu texto como “enfático”, nunca chocante.
Com certeza essa vigilância não deveria ser praticada pelo Estado, pois facilmente poderia caracterizar censura. Depois das grandes tragédias da ditadura brasileira no século passado, não seria uma idéia sensata.
Sobra então a cobrança do CIDADÃO sobre a mídia. Já dentro desse cuidado exercido pelo público, surgem cidadãos críticos, que muitas vezes formam lideranças ainda mais críticas! Mas a influência desses líderes também não é um tipo de censura? Ou apenas formação de opinião?
Quem sabe, o ideal seria que a prudência em relação aos exageros midiáticos deveria caberá a cada indivíduo, a cada expectador – afinal opinião também é questão de gosto. Então, voltamos a questão de: “quão elucidada é a população comum para distinguir notícia de alegoria, e até que ponto ela é manipulável pelo sensacionalismo?”.
E você? O que acha? Comente!

Por Taisa Esther Echterhoff - aluna do 3º período

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Modelos teóricos de comunicação


Martino traz dois modelos teóricos de comunicação com olhares e foco bem distintos.
O modelo de Lasswell:
Voltado para o estudo sobre mídia e política. Sua análise, muito simples, sugere: “Quem diz o quê, em que canal, para quem, com que efeito” e tem como ponto de partida o modelo de comunicação de Aristóteles.
Harold D. Lasswell trata a comunicação como uma função. Para ele, a mídia é o agente articulador da sociedade. Para explicar isso, usa três funções: 1 – a integração entre várias instituições sociais acontece a partir de informações geradas e distribuídas pela mídia. 2 – é a mídia quem transmite informações de todas as partes para o controle central. Gerando um consenso que é a base da democracia, mantida por uma comunicação política montada para garantir a ligação entre sociedade e mídia. 3 – transmissão de culturas, práticas e visões do mundo de gerações em gerações.
Notamos uma visão realmente ligada para a parte política e social. A comunicação move a sociedade e tem funções vitais para a integração entre mídia e população.
O modelo de Shannon e Weaver:
Formulado por Claude Shannon e Warren Waeaver, é baseada numa equação a partir da quantidade de mensagens e da medição de ruídos (maior quantidade de tempo / menor tempo possível). O modelo gira em torno do conceito de “ruído”, que é tudo que interfere no caminho da mensagem, ou seja, qualquer coisa que a atrapalhe.
A mensagem é transformada durante o processo de transmissão devido à existência de ruídos nos meios de comunicação, gerados pelo uso de um meio físico para transmitir a mensagem. Os autores do modelo notaram que era possível chegar a uma mensagem desprovida de ruídos. Aquela veiculada em mídias digitais é mais pura de ruídos do que a difundida por meio elétricos e eletrônicos de divulgação.
Percebemos que os autores tratam do que interfere no êxito de cada mensagem. O ruído está presente em praticamente todos os meios, o digital vem com o intuito de gerar uma informação desprovida de qualquer ruído. Os físicos acreditam que a existência do ruído torna a noção de que o comunicador será totalmente entendido uma pressuposição, quando deveria ser um fato.

Bethina, Camila Matta, Carla, Jéssica Yared, Lucas, Rhânelle (Jornalismo - manhã)

Lasswell e a hipermídia


O cientista político Harold D. Lasswell foi um dos principais teóricos da comunicação nos EUA. Para explicar a estrutura e a função da comunicação na sociedade, ele desenvolveu um modelo teórico geral, que gira em torno do princípio de mídia como agente articulador da sociedade. O modelo explica a interação entre elementos da comunicação através de um modelo linear, que leva em conta a articulação das partes como o todo, a vigilância sobre o meio e a transmissão da herança social. A chamada Teoria da Informação é voltada para a compreensão da mídia como uma instituição central na sociedade. Porém, atualmente, o modelo de Lasswell é considerado datado, uma vez que a nova comunicação não pode mais ser considerada linear. A cada dia surgem novas formas de acesso à informação, como resultado do desenvolvimento e da formatação das novas mídias. Novos conceitos, como interatividade, imersão e leitura não-linear, viabilizados pela convergência tecnológica nos meios de comunicação, estão surgindo. Pode-se considerar que vivemos na era da hipermídia. Ou seja, usamos e até dependemos de meios estendidos, que oferecem diversas possibilidades ao usuário: ver, ouvir, escrever, falar, entre outros. O modelo de Lasswell foi o primeiro a ser dirigido especificamente para a comunicação, sempre terá seus méritos. Porém é necessário que os novos pesquisadores fiquem atentos às novas transformações na mídia. Ou melhor, na hipermídia.

Laura Moreira Sliva, terceiro período de Jornalismo - Manhã

Modelos teóricos da comunicação de Lasswell




A criação dos modelos teóricos para análise da comunicação surgiu com os resultados da mass comunication, modelos esses que servem para analisar uma situação na comunicação. Porém, não são todas as pessoas que são adeptas a esses modelos, já que eles são bastante limitados, podendo não expressar exatamente o que ocorre no “mundo real”.

Harold D. Lasswell tinha grande interesse pelos potenciais e mudanças que a comunicação podia (e pode!) trazer, os benefícios que a existência dela traria para estudos posteriores e até mesmo para a relação das pessoas; e por isso foi um dos primeiros e mais importantes teóricos da comunicação, criando em 1948 um texto que é considerado um clássico da Comunicação. Utilizou como base o modelo de Aristóteles, que tem a ideia de EMISSOR – MENSAGEM – RECEPTOR, formulando assim a sua hipótese, que traz as perguntas “Quem, diz o quê, em que canal, para quem e com que efeito", chegando a conclusão de que a comunicação e seus meios fazem algo pelas pessoas e pela sociedade num geral.


Júlia Magalhães e Paola Possato - 3º período de Jornalismo - Matutino

Lasswell, Shannon e Weaver: os modelos teóricos de comunicação



Em ampliação ao modelo de comunicação de Aristóteles, surge em 1948 o primeiro modelo de teoria dirigido especificamente para a comunicação. O responsável é o cientista político Harold D. Lasswell, que tomou como base estudos sobre a mídia e a política.
A hipótese formulada por Lasswell é a de “Quem”, “Diz o quê”, “Em que canal”, “Para quem”, “Com que efeito”. O teórico entende a mídia como agente articulador e detentor de uma função na sociedade. Na prática, a mídia se desdobraria enquanto:
1)Canal, por onde circulam as informações;
2)Responsável por garantir a vigilância sobre seus componentes;
3)Transmissão do conhecimento para gerações seguintes.
No que diz respeito ao modelo de Shannon e Weaver, os teóricos apresentam um modelo que leva em consideração não só a quantidade de dados em um processo de comunicação, mas também os ruídos que interferem no caminho da mensagem.
Os autores apresentam a possibilidade de se estabelecer uma situação ideal de comunicação. Com a diminuição de ruídos, um maior número de dados pode ser transmitido com o menor tempo possível.
Os modelos propostos têm sua importância, mas sofrem críticas quanto ao limitado alcance teórico e a diferente aplicação com a realidade.

Alunos: Amanda |Burda de Oliveira; Camila Dronk Olenik, Magda Diane Cursino, Rubens Neto e Talita Midori Inaba.

Modelos Teóricos da Comunicação



Harold D. Lasswell em 1948 buscou as respostas através do modelo dos cinco W, como é conhecido na língua em inglesa, já que as questões que definiam um processo de comunicação de massas se iniciavam pela letra w - Who (quem), What (diz o que), Where (em que canal), Whom (para quem), Why (por quê?), descrever de forma rápida e prática o ato de comunicar. Respondendo essas perguntas considerava-se que o processo comunicacional estava completo.

• O “quem” seria a origem de toda a comunicação em que Lasswell incluía nesta definição todas as categorias de emissores.
• O “diz o quê?” é a mensagem, da onde tiraremos a informação que será analisada em termos estatísticos.
• O “em que canal” seria o meio pelo qual passaria a mensagem analisando o melhor meio para transmiti-la.
• O “para quem” seria o receptor que segundo Harold deveria ser estudado de forma quantitativa.
• O “com quem efeito” seria o impacto do público diante da mensagem transmitida.

Já Claude Shannon e Warren Weaver, os engenheiros da Bell Telephone elaboraram em 1949 uma teoria para determinar quais as condições para uma transmissão eficaz de uma dada mensagem entre um emissor e um receptor e explicar as perturbações possíveis. Através de seus estudos encontraram três níveis de problemas possíveis, técnico, semântico e de eficácia.

• Técnico - com que exatidão podem os sinais ser transmitidos?
• Semântico - com que precisão os sinais contêm o significado desejado?
• De eficácia – Com que eficácia o sinal afeta a conduta do receptor?

Através desse modelo seus autores criaram o conceito de ruído que seria qualquer perturbação que afete a transmissão do sinal e puderam concluir quem não é possível transmitir uma informação sem ruídos mesmo que estes atrapalhem o processo comunicativo.

Grupo: Amanda Walzl, Guilherme Mello, Rubiane Kaminski e Talitha Maximo / Jornal-3º M


Teoria da Informação

Lassweell através dos estudos de Aristóteles ( Emissor-Mensagem-Receptor),pode elaborar a sua Teoria da Comunicação: Quem- Diz o quê- Em que canal- Para quem- Com que efeito.
Com esta teoria ele foi capaz de estudar a questão dos ruídos. Para ele estudar os ruídos era de grande importância para facilitar o recebimento da mensagem pelo emissor. Dois estudiosos Claude Shannon e Warren Waeaver foram os responsáveis pelos estudos dos ruídos, eles chegaram a conclusão de que uma mensagem não chega sem ruído ao seu destino
Apesar do tempo em que foi criado e da superação da tecnologia os ruídos são um grande problema para os meios e o receptor até hoje, a busca pelo melhor sinal e pela perfeita transmissão e recepção são fatores de desejos de várias empresas. Porém apesar do grande investimento na qualidade não chegaremos à perfeição.

Modelos Teóricos da Comunicação

A fórmula de Lasswell possui uma estreita ligação com o outro modelo comunicativo dominante, o da Teoria da Informação, de Shannon e Weaver. Os dois modelos se caracterizam pela unidirecionalidade, a definição de papéis, o congelamento e simplificação do processo. Se, no caso da Teoria da Informação, a preocupação incide sobre a eficácia do canal - cálculo da quantidade de informação, entropia, ruído -, na “questão-programa” de Lasswell o centro do problema está nos efeitos, e a ênfase sobre a técnica é menor.


Elian, Mario, Ricardo, Richard e Thiago - 3º período - Jornalismo manhã.

Modelos Teóricos da Comunicação


Modelo de Lasswell
O político Harold Lasswel foi um dos primeiros a estudar os modelos de comunicação. Ele dividiu e estruturou as funções da comunicação na sociedade em três. A primeira é a articulação, que visa integrar todas as instituições sociais através do fluxo de informações. A segunda, a vigilância – nela, os comunicadores identificam os males que afetam a vida pública, e os denunciam para que sejam corrigidos, agindo como um agente fiscalizador. Por último, está a transmissão da herança social. Esta garante a continuidade das tradições e costumes da população de uma geração para outra.

Modelo de Shannon e Weaver
A maior preocupação de Shannon e Weaver é a presença de um ruído que difuclta ou impede o processo de comunicação. O ruído pode ser qualquer variável que prejudique a propagação da mensagem original até seu receptor. Para diminuir o efeito dessa interferência, os meios de comunicação estão constantemente evoluindo. Um iPod, por exemplo, transmite uma música mais clara que um LP. Ainda assim, é impossível conseguir transmitir uma informação sem nenhum ruído – a mensagem original nunca chega exatamente igual ao seu destino.

Camila Toppel, Camila Petry, Francielle Ferrari, Idionara Bortolossi e Marcela Lorenzoni - 3º período - Jornalismo manhã.

Modelos Teóricos da Comunicação


Para entender a comunicação foram criados vários modelos teóricos, que explicam o relacionamento dos elementos desse processo. Infelizmente a aplicação de um modelo na realidade, está restrita no tempo e no espaço em que ele foi pensado.O que implica em uma necessidade de constante revisão dessas teorias.
Harold D. Lasswell, importante cientista político, foi o pioneiro é um dos mais importantes teóricos da comunicação. Lasswell se baseou no modelo de comunicação de Aristóteles (Emissor-Mensagem-Receptor), para elaborar seu paradigma: Quem- Diz o quê- Em que canal- Para quem- Com que efeito. Lasswell também acreditava que a mídia tinha três funções na sociedade, articular as partes com o todo, vigilância sobre o meio e transmissão da herança social.
O conceito de "ruído", como qualquer elemento que atrapalhe e/ou distorça a chegada da mensagem no receptor foi introduzido por Claude Shannon e Warren Waeaver. Os dois teóricos chegaram a conclusão que era impossível obter uma mensagem sem ruído.

Ana Carolina Machado, Flávia de Andrade Nóbrega, Elizabeth Bannwart, Jéssica Camille,
Priscila Cancela.
Jornalismo Manhã.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Modelos Teóricos da Comunicação

Teoria de Laswell

Lasswell criou um dos primeros modelos para estudos comunicativos. Tomava como ponto de partida os estudos sobre como a política passava pela mídia, fazendo com que os elementos de comunicação ganhassem mais espaço em seus estudos. Usando como base modelos teóricos, Laswell criou um modelo geral da comunicação, baseado na concepção de comunicação criada por Aristóteles. Este conceito é muito simples e estuda o processo dividindo a comunicação em etapas simples: Quem diz o que, em que canal, para quem e com que efeito. O fato de ser um modelo simples facilitou seu estudo.


Teoria de Shannon e Weaver

Shannon e Weaver criaram a Teoria da Comunicação. Em seus estudos, não só a comunicação era considerada, como também os dados do processo comunicativo. Análises quânticas possibilitaram o estudo dos ruídos. Weaver trabalhava na engenharia de uma empresa telefônica, sempre envolvido em estudos de telefonia, e concluiu que os ruídos prejudicavam o entendimento da informação, fazendo com que levasse mais tempo para ser entendida. Assim, a ligação sairia mais cara. Ambos os estudiosos visavam diminuir o ruído da comunicação para que a riqueza de dados transmitidos fosse maior e numa parcela menor de tempo.



Amanda Hecke, Ana Luiza Francisco, Ana Carolina Weber, Letícia Costa, Letícia Leal
Jornalismo - 3º Período (Manhã)

Teoria de Lasswell e Shannon e Weaver

Teoria de Lasswell:

Em 1948 Harold D. Lasswell escreveu um dos primeiros modelos de estudos da comunicação , tomando como ponto de partida o estudo sobre a midia e a politica.

Lasswell utiliza um modelo, que pode ser considerado a continuação do modelo de Aristoteles, que se baseia em Emissor-Mensagem-Receptor.

A hipotese de Lasswell, estuda a comunicação a partir das respostas das seguintes perguntas:

Quem: Qual é o emissor da informação.
Diz o quê: Qual é a mensagem sendo transmitida.
Em que canal: Analisa o meio de transmissão da informação.
Para quem: Estudo do receptor da mensagem.
Com que efeito: Qual o impacto causado no receptor.



Modelo de Shannon e Weaver:

Em 1949 Claude e Warren Weaver criam uma formula para explicar o processo da comunicação, tendo como ponto forte a medição do que eles denominaram "Ruido".

O ruido seria a perda de informações causado pelo processo de transmissão da imagem.
Segundo seus estudos era impossivel transmitir a informação sem ruidos, e que ele ocorre principalmente na emissão.

O Ruido é qualquer perda de qualidade, seja um som que perca qualidade, algum elemento na imagem ou video que impeça a transmissão da mensagem de maneira "pura".

Shannon e Weaver entendiam que o ruido, atrapalhava o processo comunicativo, deixando a informação com uma falha.


Gilmar F. Roscziniak
Otávio Lopes
Enio Vermelho

Teoria da Comunicação. 3º período Jornal Noturno.

Modelos Teóricos de Comunicação


Modelos teóricos de comunicação.

Visando possibilitar uma análise mais concreta da comunicação, estudiosos criaram modelos teóricos de comunicaçaõ de massa. Tais modelos possibilitavam uma interpretação de dados específicos, possibilitando assim a criação de tabelas, gráficos e etc.
Tais modelos são bastante criticados por possuírem um baixo alcance teórico, pois os dados tornam-se ultrapassados, uma vez que não acompanham a realidade do tempo e espaço.

Modelo de Lasswell

Lasswell, considerado um dos principais teóricos da comunicação, criou um dos primeros modelos para estudos comunicativos. Tomava como ponto de partida os estudos sobre mídia e política.

Lasswell criou um modelo teórico geral da comunicação, baseado na concepção de comunicação criada por Aristóteles. Este conceito é considerado bastante simples. Este estudava o processo dividindo a comunicação em etapas simples. Quem, diz o que, em que canal, para quem, com que efeito.

Isto serviu de base para vários outros estudos, devido à sua simplicidade.


Modelo de Shannon e Weaver

Shannon e Weaver são os criadores da Teoria da comunicação. Eles não consideravam, em seus estudos, apenas a comunicação em si. Estudavam os dados do processo comunicativo. Através de análises quânticas começaram a estudar o ruído (toda e qualquer coisa que interfira na comunicação, diminuindo sua qualidade, podendo cessá-la por completa.)

Consideravam este, um grande problema na comunicação. O que, significa inclusive perda de dinheiro, pois toda informação tem seu valor.

Como Weaver trabalhava na engeharia de uma empresa telefônica norte-americana, sempre aplicava os estudos na telefonia, na qual, os ruídos significavam um prejuízo no entendimento da informação, que levava mais tempo para ser compreendida e portanto saia mais caro pois a ligação é cobrada de acordo com o tempo.

Os estudos de Shannon e Weaver visavam diminuir o ruído na comunicação, aonde uma maior quantidade de dados pudesse ser transmitida no menor tempo possível.

Equipe: Giancarlo Andreso, Giovanna Miqueletto, Juliano Oliveira, Larissa Matos e Marisol Munari
3º periodo, Jornalismo manhã

Ciberlegenda - Vera Veiga

O texto Ciberlegenda da Vera Veiga abre uma reflexão entre o objeto, as teorias e paradigmas da Comunicação. Segundo a autora, seu conteúdo não é claramente definido e a bibliografia específica é escassa. Isto se deve ao fato de que como disciplina, deveria apresentar conhecimentos científicos consolidados pela tradição, fruto de uma perspectiva da própria comunicação, porém o que se observa é que esta disciplina é carente de objeto, de bases teóricas e de metodologia, resultando em instabilidade e incerteza quanto aos domínios desta área. O acervo de estudos e correntes encontrados nesta área, não são referências especificas da área de comunicação e sim referencias de todas as ciências sociais, levando assim a uma espécie de falta de identidade própria, ou seria apenas a falta de um esquema organizador das teorias – um paradigma – um esquema cognitivo que permitiria ver sobre o ângulo da Comunicação? Os paradigmas disponíveis nesta área mostram-se simplistas e frágeis, pois são resultados da falta de especificidade na área, falta de consistência nos estudos e ancorados em questões propostas por outras áreas. A carência na área da comunicação seria proveniente da falta de um posicionamento mais científico, o que permitiria ao profissional expor conhecimento sob o ponto de vista da comunicação como ciência.
Alunas: Mariana Hillbrecht – Bárbara Lobo – Simone Sadoski

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Modelos teóricos de Comunicação

Os modelos teóricos surgiram com a necessidade de entender e aperfeiçoar os processos de comunicação. A crítica mais freqüente a esses modelos se deve ao fato de não apresentarem grande alcance teórico, são limitados.

Modelo de Lasswell
A partir da análise da comunicação de massa é possível compreender o modelo teórico criado por Harold D. Lasswell - um dos principais teóricos da comunicação -, que tem seu fundamento no estudo da mídia e da política. “Ele entende que a comunicação tem uma função, isto é, faz alguma coisa com a sociedade”, e por isso verifica os efeitos que a mensagem produz no receptor. Lasswell acreditava que a mídia atuava como um agente articulador na sociedade. O receptor não age isoladamente.

Modelo de Shanon e Weaver
Em 1948 Claude Shanon publica uma monografia intitulada “Teoria Matemática da Comunicação”. A partir daí, em 1949, juntamente com Warren Weaver, dá origem ao que chamamos de Teoria da Informação. O interesse se deve ao fato dos autores trabalharem para os Laboratórios Bell (operadora de telefonia), e se preocuparem principalmente na transmissão de mensagens via sistema telefônico.
Propõem então um “sistema geral de comunicação”, visando explicar aspectos técnicos da transmissão de mensagens. Criaram termos como: codificação, decodificação, recodificação, redundância, ruído - visavam a diminuição do ruído (interferência no caminho da mensagem) - e liberdade de escolha (concorrência). Para os teóricos citados os elementos que prejudicassem essa comunicação acabariam por ocasionar perda de dinheiro, tempo e energia.
A Teoria Matemática passou a explicar fenômenos da comunicação humana. A comunicação foi reduzida a instrumento (da fonte ao receptor). Quantidade maior de dados, em menor tempo possível.

Thayse Nascimento, Camila Machado, Angélica Mujahed e Marília Alberti (3º período - Jornalismo [manhã])

Reflexão sobre Paradigmas da comunicação

> Partindo do princípio de que “as mensagens são unidades de sentido”, a falta de um objetivo específico nos estudos da Teoria da Comunicação não pode ser vista como um defeito da disciplina. A renovação constante oferecida pelas diversas areas de conhecimento abordadas na Teoria da Comunicação apenas revela seu objetivo maior. Ao explicar os princípios da comunicação, se vale de conteúdo diversificado que ampliam o horizonte de definições, ao mesmo tempo que redefine seus significados dentro desta nova perspectiva.

> Ao mesmo tempo, é preciso estabelecer qual é o objetivo de interdisciplinaridade. Na sala de aula — ambiente de questionamento — a simples exposição dos conteúdos deve ser precedida de uma análise de sua função para os estudantes de Jornalismo. O curso e a profissão estão hoje na berlinda, a procura de novos lugares em uma sociedade que consome informação, e não quer ser questionada quanto à qualidade ou função social. Se cabe ao jornalista ser mediador da notícia para o leitor/ouvinte/usuário, seu papel de agente de mudança precisa ser revisto.

> Enquanto a disciplina de Teoria de Comunicação permacecer hermética — quando regula o saber em função de autores ou teorias em si sem contato com o mundo real — o trabalho do jornalista será reduzido a um mero digitador de ideias alheias, ou a replicar conteúdos irrelevantes ao seu papel social.


Alex Bark | Clecyo Albertho | Diego Marinelli | Ricardo Bark

3º Período de Jornalismo, noite