terça-feira, 4 de maio de 2010

Por uma outra Comunicação - I. Ramonet


A revolução resultou numa convergência das três esferas do universo da comunicação: a informação, a comunicação institucional e a cultura de massas. É possível encontrar essas três esferas dentro de um mesmo meio de comunicação como, por exemplo, a Internet, que traz conteúdo informativo, conteúdo de publicidade e conteúdo para a grande massa. Com a possibilidade de acessar conteúdos da televisão no computador, a forma de assistir televisão muda cada vez mais. Por exemplo, com os downloads, a pessoa pode assistir determinado programa na hora em que puder, e não depender exclusivamente da transmissão televisiva.
Por causa dos megagrupos de comunicação, que têm o controle dos diferentes meios – como a televisão, o rádio e a internet – acaba sendo passada a mesma informação, da maneira que o grupo deseja, mas dependendo do meio em que será veiculado. E essa informação acaba sendo “vendida”, e não passada de acordo com as ideologias do emissor, dando continuidade à comercialização da notícia iniciada na segunda fase do jornalismo. E ela é passada cada vez mais rápida, simples e objetiva, com elementos de espetacularização, para que o receptor tenha interesse na mensagem possa compreender de forma clara e instantânea.
Porém, a população tem cada vez mais conhecimento e se mostra mais exigente pelo que a mídia transmite. Mas, mesmo assim, essa mídia parece não levar isso em conta e não transforma sua programação, que tem uma linguagem infantilizada para “atrair” a massa. Mesmo que o meio possua a verdade, ele precisa saber transmitir essa verdade com clareza e objetividade, sem perder a essência.

Ana Flavia da Silva, Bárbara Borba, Jessyca Cardoso, Luciane Degraf e Prisciely do Prado. 3º período – Noturno.

Um comentário:

Yah Carvalho disse...
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