quinta-feira, 17 de junho de 2010

Dia a dia na redação jornalística

As redações jornalísticas trabalham em ritmo acelerado. Estão conectados a vários tipos de comunicação. As equipes devem ter boa relação e colaborar uma com a outra, trocando informações e idéias.
Buscar o furo na versão online e a complementação na impressa. Cada vez mais o flagrante será feito pelo cidadão repórter. O jornalismo cidadão ou colaborativo qualifica o jornalismo e faz com que o jornalista busque a melhor informação.
A integração das redações dos jornais já é uma realidade. O que está mudando a prática jornalística é a econômica industrial na produção de notícias e a otimização de processos e a ampliação de serviços para o leitor.
O profissional jornalista de ser antes de tudo um profissional multimídia, possuir diversas habilidades dentro da área onde atua.
Com relação ao elaborar a pauta, o ponto de partida para qualquer edição, seja de jornal impresso, rádio, revista ou até mesmo a web é fundamental se definir quais serão as notícias daquela edição ou daquele dia. As fontes de informação para a pauta são as mesmas em qualquer meio.
A relação com o público receptor também é importante, conhecer o leitor ajuda nas estratégias de comunicação com ele. Deve-se oferecer o que ele quer ler, ver ou ouvir.

Alunas: Angela, Fernanda F. Mayara Locatelli
3°P Jornalismo Noturno

Jornal do Batel

De acordo com o diretor-editor do Jornal do Batel, Luiz Gonzaga de Mattos, esse veículo tem como objetivo informar os moradores do bairro sobre seus temas preferidos, entre eles, saúde, beleza, turismo, gastronomia, sem faltar informações sobre o bairro. A escolha destes temas veio a partir de pesquisa feita pelo Instituto Bonilha que apontou como público alvo 55,3% mulheres e 44,7% homens, com idade entre 35 e 65 anos, renda superior a 3 mil reais, e com curso superior.
Atualmente o Jornal do Batel é distribuído mensalmente. Suas pautas são criadas a partir de eventos especiais, novidades e informações sobre o bairro, além das sugestões dos próprios leitores.
O processo de produção do jornal está ligado diretamente ao trabalho de free-lancers. Os profissionais mandam a pauta para a sede do jornal, a pauta é analisada e, se aprovada, o jornalista então é contactado e informado sobre como deve ser a estrutura da matéria (número de caracteres, fotos, fontes extras e etc...). A remuneração pelo trabalho é feita com base na tabela do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná.
Por ser uma publicação dirigida, há a etapa do trabalho na área comercial (que demanda mais tempo) e a partir de determinado momento há coincidência de áreas (redação e comercial) com isso o jornal é fechado em aproximadamente quatro dias.


Alunos: Eduardo Rebonato, Gabriela Vicentino, Lidiane Tonon, Monica Melo e Ricardo Paraná - 3° período - Jornalismo - noturno

terça-feira, 15 de junho de 2010

TV Justiça - STF

Há quase dez anos no ar, a TV JUSTIÇA, é administrada pelo
Supremo Tribunal Federal, e sua programação consiste em transmitir julgamentos, telejornais, programas didáticos, filmes, debates e demais serviços essenciais ao STF.
A jornalista Márcia Jakubiak Licks é responsável por três programas da emissora: Fala Desefensor (OAB RJ), MP Cidadão (Ministério Público) e Direito em Movimento (OAB). Segundo ela, a edição dos programas passa por cinco etapas, e todas são acompanhadas por ela:
> Reunião de pauta
> Contato com os convidados
> Gravação
> Fechamento da Edição (Márcia é responsável pelo roteiro final)
> Reunião com a direção da emissora para aprovação da edição.
A confecção de uma noticia passa pelo pessoal da apuração, pauteiro, produtor (que auxilia o repórter na montagem da matéria), editor de imagem e de conteúdo, redatores, repórter e equipe de rua. O editor de conteúdo e o editor de imagem são responsáveis pela matéria quando ela chega na redação, devem editá-la e encaixá-la no programa.
A apuração de noticias é realizada através das fontes e também por vários meios de comunicação: rádio, jornal, revistas semanais, televisão e internet. As agências de noticia e assessoria de imprensa só são usadas quando possuem um material que interesse ao público do programa e seja válida a TV Justiça.

Alunas: Fernanda Cheffer Moreira, Karuza Sautchuk, Nathalia Rauscher e Thays Schumacher.
3º período - Noturno

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Grupo Lumen de Comunicação


O Grupo Lumen de Comunicação tem uma visão voltada para as pautas que acrescem algo positivo na vida de seus ouvintes e telespectadores. A maioria das pautas são voltadas para os assuntos ligados à cidadania, meio ambiente, voluntariado, entre outros. Temas factuais sempre são abordados, mas notícias com fundo humanista são prioridade.
As informações chegam através de emails e ligações telefônicas, as fontes são assessores de imprensa e também ouvintes e telespectadores. Pesquisas e levantamentos de pauta feitos pelos próprios jornalistas do Grupo ajudam na produção das notícias. Os repórteres têm total liberdade para a elaboração do seu material, desde que sigam a linha editorial do Grupo, que é o jornalismo cidadão. O trabalho é sempre feito em equipe, com troca de informações e ideias dentro do departamento de jornalismo. As relações com os canais de rotina são consideradas parceria e funcionam muito bem.
Em relação ao tempo de produção, depende do material. Algumas matérias são produzidas de um dia para o outro, outras em semanas, mas as notícias factuais precisam ser produzidas em minutos. Para o Grupo, a informação precisa ser levada ao ouvinte/telespectador de forma rápida e eficiente, e a produção, em sua maioria, segue o roteiro: levantamentos da notícia, checagem das informações com as fontes, gravação de entrevista, caso necessário, produção do texto, divulgação do material.
Informações fornecidas pela jornalista Giselle Lima

Conclusão de pesquisa "Gazeta on line"

O caráter mais importante em Curitiba para a construção da notícia é como isso afetará o dia a dia do curitibano. O objetivo do texto na internet é ser rápido, sucinto e informar. Podemos comparar com o lide de um meio impresso. Durante o acompanhamento dos jornalistas, as considerações finais foram que uma rotina é importante para manter a organização da construção de uma reportagem por exemplo. Para a construção da noticia, são usadas as fontes oficias: os delegados, PM’s, o Instituto Médico Legal etc. Quando há duvida outros meios são consultados.Ele passa o dia recolhendo informações e geralmente às 18h ele volta para a redação e escreve as matérias.

Ana Carolina Machado
Elizabeth Bannwart
Flávia de Andrade
Jéssica Alves
Priscila Cancela

Jornalismo - manhã 3º período

sábado, 12 de junho de 2010

Conclusão de pesquisa Rádio 98FM

Em pesquisa realizada com a jornalista Luciane Honorio da Rádio 98FM podemos destacar que o mais importante para ser publicado em um cidade como Curitiba depende do meio de comunicação que informa, geralmente na rádio pesquisada o foco principal é a utilidade pública os acontecimentos locais e nacionais mais importantes para o grande público.
Na Rádio Mundo Livre que também faz parte do grupo o foco é outro. É uma rádio com público mais específico. Noticiam política, economia, e esportes. Além das notícias que envolvam o estilo de música alternativa.
As informações chegam até a rádio de várias formas, através de e-mails, contatos telefônicos, releases, internet, cartas e outros.
A jornalista responsável seleciona, escreve e transforma o texto para a linguagem de rádio, em seguida passa para o comunicador que irá ler no ar.
Em relação aos canais de rotina, recebem as informações e usam aquilo que for de interesse para o público da rádio, sobre o tempo de produção, as etapas de trabalho são selecionadas, produzidas e enviadas a leitura.


Curso de Comunicação Social – Jornalismo – 3º período – Noite – PUCPR
Alunos: Camila Bette, Dayana Estevam, Leonardo Barchik e Roberta Mello

quinta-feira, 10 de junho de 2010

JORNALISTA FÁBIO CAMPANA FALA DE SUA ROTINA COMO JORNALISTA



É fato que pelas normas da CLT o jornalista tem uma jornada de trabalho de cinco horas por dia. Isso é o que está escrito, mais não é a real situação do jornalista hoje no Brasil.
Acompanhamos a rotina de trabalho do jornalista Fábio Campana, e temos um panorama do dia a dia do profissional que trabalha em casa, no seu carro e na redação.
Fábio Campana é jornalista e escritor, diretor da editora Travessa dos Editores, editor das revistas Et Cetera e Ideias. Colunista político dos jornais O Estado do Paraná, Tribuna do Paraná e Gazeta do Paraná. Ele conta que se divide em ser responsável por sua editora a qual é proprietário e viza um conteúdo cultural, e a responsabilidade de entregar suas colunas diárias para tantos jornais.
Fábio Campana, cita que as informações chegam por meio de assessorias e newsletter de vários veículos de comunicação, além de fontes particulares por conta de sua influência no meio político (tema de suas colunas).
Lidar com esses canais de informação, torna-se realmente uma dependência no modelo de jornalismo atual, mais também diz que em Curitiba as informações são concentradas em apenas um grupo e que na qual tem ou não o poder de manipualar as informações. “O povo curitibano, além de ser criterioso em alguns aspectos, e estar dentro de uma grande metropole, necessita de todos os tipos de informação, desde um assassinato na região metropolitana até um terremoto no Haiti, mas deve analisar o objetivo e o sentido da informação encima de um simples fato”. Diz o jornalista.
Por ser diretor-proprietário de sua editora, Fábio afirma que todo o conteúdo produzido por seus produtores é previamente analisado pessoalmente por ele e depois autorizado para produção das matérias, já em suas colunas, seu conteúdo diário é analisado pelo editor chefe do jornal, antes de ser produzido e chegar na mão do leitor.
Alunos: Flávio Campana, João Paulo Teles, Otavio Fernando Lopes, Gilmar Roscziniak e Danilo Ribeiro.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Caminhos da Notícia

A jornalista Elaine Fel Chagas trabalha com o canal de noticias Terra e cobre a editoria de esportes. Na cidade de Curitiba, o futebol local é o que o publico mais consome, porém segundo a jornalista os times da capital não têm uma boa atuação no futebol brasileiro, por isso, os times de São Paulo e mais regiões do Brasil também são freqüentemente acessados. As informações de esporte são produzidas por ela nos dias de jogos dos times paranaenses, foram raras às vezes em que ela transmitiu a noticia para o site sem ter assistidos pessoalmente aos jogos. A matéria é revisada por apenas mais uma pessoa em São Paulo é o editor do caderno de esporte do Terra. No trabalho de Elaine não há como ter dependência ou recorrer as agencias de comunicação ou acessória, pois as informações são colidas e passadas por ela após o termino dos jogos. Depois que termina os jogos, ela recolhe as anotações pertinentes e vai até sua casa para desenvolver a matéria, segundo ela a melhor forma de escrever a matéria é logo após os jogos, na mesma noite ou tarde, dependendo do horário dos jogos ela já encaminha a matéria para seu editor em São Paulo que verifica e da o realimentação, se estiver tudo certo ele coloca a matéria no site.

Letícia Baptistella - 3 ano - Jornalismo

Rotina de produção da notícia - TV BAND


Rotina de produção realizada com Carolina Facchina, da TV Bandeirantes Curitiba, atualmente âncora do Band Cidade. O programa é exibido as 7 da noite, mas a jornalista chega as 2 da tarde na emissora. O dia é bem corrido, em que ela reescreve matérias vindas de Bandeirantes de outras cidades, grava os offs, ajuda a escolher quais matérias entram no ar, e cobre as que forem possíveis. As notícias vêm por vários meios, algumas vem da Bandeirantes São Paulo, outras de Ponta Grossa, Maringá ou da emissora Tarobá. Além de ligações recebidas e claro, a pauteira, Aline, (que agora vai apresentar o novo telejornal da emissora, Noticias da Redação), e por isso, aumentou a correria, e aumentou o trabalho da âncora, que participa de todo o processo. A escolha dos assuntos é feita de acordo com a factualidade, e com um assunto bem repercurtido no jornal, a violência. Após escolhidas as pautas pela âncora e o Editor Álvaro Borba, os repórteres saem nas ruas. Neste período é que a Carol grava seus offs de matérias vindas do interior da cidade e de São Paulo. A jornalista também ajuda na edição, escolhendo algumas imagens que dêem destaque à matéria. Ela ajuda na escalada, e depois lê o G.C, para conferir se está tudo certo. Vai para a maquiagem, e treina a voz para a apresentação do jornal. Como existem muitos jornais, o desafio é fazer com que o espectador escolha o Band Cidade como seu jornal de confiança, por isso, as matérias escolhidas são impactantes, mas com muita credibilidade.

Grupo : Juliano Oliveira, Larissa Matos, Giovanna Miqueletto, Marisol Munari

"Atualmente ter uma produção 100% sua está muito difícil"


Como o jornalismo lida com a dependência de canais de notícia? Até que ponto as agências de notícia são positivas? Entre diversos aspectos interessantes que foram constatados durante a visita à redação que abrange o Estado do Paraná, a Tribuna do Paraná e o site Paraná Online, o fenômeno das agências de notícia merece destaque.

O Estado do Paraná tem distribuição estadual e foca em política e economia, tendo como público alvo as classes A e B. Já a Tribuna é um jornal mais local, de Curitiba e RMC, foca em noticiário de esporte e policial, atendendo a um público mais popular. No Estado, as notícias são meio a meio: 50% próprias, 50% de agências. Já a Tribuna tem apenas 35% de notícias de agências pelo caráter local do jornal. Na Tribuna, 65% de esporte são matérias feitas pelos repórteres e a editoria policial, segundo Tavares, é 100% de reportagens feitas nas ruas de Curitiba. A redação é conjunta e conta com 60 repórteres, parte vai para as ruas e outra fica checando assessorias, sites e agências na redação.

Por que usar agências? Rafael Tavares, diretor dos jornais, responde: "As agências têm a função de pulverizar notícias, com correspondentes em todos os lugares do mundo e elas possuem condições para fazer isso, porque tem cinco mil jornais para bancar. Você não tem como colocar um correspondente em cada lugar do mundo, não há dinheiro e estrutura para isso e, mesmo se tivesse, imagine 70 milhões de jornalistas tentando cobrir um assunto em tal parte do mundo? Haveria mais jornalistas do que pessoas em tal cidade! Com as agências, é mais prático e eficiente. Tanto que a Fifa só deixa entrar fotógrafos de agências nos eventos. Além disso, elas têm melhores condições financeiras para ter em mãos os melhores equipamentos e contratar os melhores profissionais. (...) Na agência O Estado, por exemplo, o pacote Copa custa R$ 9800,00 por mês. A France Press, por exemplo, leva 15 fotógrafos em um jogo internacional. Por que vou enviar um fotógrafo para concorrer com eles? (...) As principais agências nós assinamos: O Estado, France Press, Associate Press, Reuters, Agência O Globo, Folha Press, por necessidade humana e geográfica.”

Já Fábio Maurício Schafer, editor da editoria policial da Tribuna, é mais crítico: “Isso acomodou muito os jornalistas. Nós estamos num mundo muito rápido, muita informação, às vezes até em excesso. Você não tem tempo de verificar tudo como deveria. Então é importante, mas de certa forma acomoda, porque é muito mais fácil você pegar algo que já vem mastigado de uma assessoria de imprensa ou que você já viu num site como foi trabalhado, do que você ir atrás, pesquisar e produzir. Atualmente ter uma produção 100% sua está muito difícil. Cada vez mais o jornalismo se torna uma produção coletiva, no sentido de que pego o release do órgão, releases de sites que já produziram aquela matéria e se faz um terceiro ou quarto produto. Nesse sentido prejudica. Mas a gente tem como fonte, faz parte do mundo atual.

Laura Moreira Sliva, Paola Possato, terceiro período de Jornalismo- Manhã

terça-feira, 8 de junho de 2010

RTVE


Pesquisa realizada no veiculo de comunicação: RTVE
Ticiane Barbosa – jornalista e apresentadora

A imparcialidade em assuntos polêmicos é um dos pontos de vista mais relevantes, aja vista que por ser uma estatal torna-se difícil não ter rótulos ou adesões.

A noticia é buscada de maneira comoda e com o dinamismo do radio tem uma dificuldade em se atingir a profundidade, como a própria Ticiane falou “valoriza-se o factual”.

Outro ponto relevante do veiculo é a forma com que ele trabalha com agencias e com outros veículos, por ser uma educativa não há grande preocupação com a concorrência e sim com a forma que a noticia ou a informação será passada para seu receptor.

Os repórteres são auto-pautaveis havendo a necessidade apenas de um produtor, este que trabalharia na linguagem artística do produto.

Como você trabalha com as reportagens de gaveta?

Trabalhamos sim com elas mas valorizamos o factual, a linguagem é diferente.


Alunos: Elian, Richard, Ricardo, Rogério, Thiago e Mário - 3º Período - Jornalismo

Rotina profissional da Gazeta do Povo


A rotina de um jornalista no jornal Gazeta do Povo depende muito do caderno e da editoria que ele trabalha. Conferimos o trabalho do jornalista José Carlos Fernandes, que trabalha no caderno Vida e Cidadania, no dia 02 de junho de 2010 do meio dia às 16 horas. Os assuntos são variados, por isso ele não fica tão preso as agências de notícias e assessorias. As agências de notícias que mais usa são : Agência Brasil, Folha, Estado e Globo.

Ele faz uma agenda diária e vai acrescentando ou tirando coisas no decorrer do dia pra melhor se organizar. O fechamento do jornal ocorre às 21h30, e nos dias de plantão entre 22h e 22h30. O horário dele depende das aulas que ele leciona e também do que ele precisa fazer na redação.

Para pesquisas utiliza a Internet, em sites como : Edudata e Datatur.

Normalmente faz as matérias e já posta no sistema do jornal. O veículo conta com um banco de dados o que facilita futuras pesquisas. Quanto o papel da mídia ele acha que sua interferência reflete na sociedade.

Nas escolhas do assuntos, do que é mais ou menos importante, o que conta é o fator histórico, uma forma de pensar o mundo, notando os fatos públicos. O editor é quem tem que ter o discernimento.

Sobre a manipulação o jornalista considera que o preço da mentira é muito alto e que o profissional se destrói e perde credibilidade.

Para os meios impressos o diferencial ainda são os personagens.

No dia que acompanhamos José Carlos Fernandes fomos com ele fazer uma entrevista com José Gorski, que foi vereador durante 28 anos, acompanhou o desenvolvimento e envolvimento dos poloneses na região de Curitiba e agora está trabalhando em cima de sua história para escrever um livro.
Camila Toppel, Camila Petry, Francielle Ferrari, Idionara Marina e Marcela Lorenzoni.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Rotina de Produção - RPC



A RPC possui um banco de dados, bem como uma equipe que gerencia as notícias que irão ser veiculadas e seu grau de importância. O tempo utilizado na produção de uma reportagem depende muito do assunto. A busca por dados influencia o tempo entre a produção e a veiculação. Pode levar horas e até mesmo dias, pois há necessidade de apuração dos fatos, entrevista com especialistas, deslocamento até o local do acontecimento, obtenção da informação ouvindo todos os lados, sendo fiel e imparcial.
Há um time de pessoas focadas em matérias especiais, como saúde, violência, tráfico, viagens, entretenimento e política - que atualmente é um dos principais temas que a RPC dedica-se a mostrar.
Como a notícia é altamente descartável, o grande desafio é fazer a informação chegar ao telespectador com neutralidade, transparência e acima de tudo informar, tentando mudar a realidade do espectador.


Angélica Mujahed
Camila Machado
Humberto Gonçalves
Marília Alberti
Thayse Nascimento
3º período de Jornalismo (manhã)

Rotina de produção da notícia


Pesquisa realizada no veiculo de comunicação: RIC TV
Luana Vasconcellos - pauteira, formada pela UNIBRASIL 2004

O grupo destacou entre os aspectos mais interessante da pesquisa a maneira pela qual a entrevista conta sobre o processo de chegada/escolha de notícias. Como a dificuldade de separar bons assuntos entre o enorme número de pautas e notas que recebem diariamente.

Pergunta: Como chegam as informações e como o veículo lida com a dependência dos canais de rotina (agências, assessorias e etc..)?


Resposta: De várias maneiras, seja pelo email, vindo das assessorias de imprensa, seja pela denuncia ou ligação dos telespectadores, seja pelos outros meios de comunicação, (não que sejamos pautados por estes meios, mas também faz com que possamos saber o que ainda não foi dito e o que já foi), rondas, que consistem em confirmar com as fontes oficiais pelo menos 6 vezes ao dia como estão as situações pela cidade ( homicídios, incêndios, acidentes...)
Normalmente recebemos mais 300 emails por dia, dentre eles, vem email das assessorias, agências, espectadores, anunciantes, é confuso.. porem sempre tentamos fugir dessa forma de procura pela pauta, buscamos sempre escutar o espectador, o que ele vê, reclama, fala, pois já que fazemos o jornalismo para os mesmos, devemos sempre saber o que gostaria de ver.


Grupo: Amanda Walzl, Guilherme Mello, Rubiane Kaminski, Talitha Maximo
Jornalismo - 3º P - Manhã

sexta-feira, 4 de junho de 2010

"Em 20 minutos tudo pode mudar"

Com um processo de produção ágil e dinâmico, a BandNews FM entra com jornais no ar de vinte em vinte minutos com notícias, reportagens e boletins atualizados.
As notícias chegam das mais variadas formas que são TV, Internet, e-mail, telefone e SMS. O grande diferencial do veículo é atenção que eles dão aos ouvintes, que se tornam os grandes pauteiros da rede. A rádio também checa, todas as assessorias de imprensa de órgãos oficiais,agência de notícias, faz ronda e observa os releases enviados. A filtragem, é feita pelos jornalistas.
São os próprios repórteres que se pautam e executam a matéria, sem ter que passar por nenhum tipo de aprovação específica. O único assunto que deve passar pela diretoria é política, pois é um assunto denso e que requer maior cuidado. Os repórteres trocam informações entre si para não realizarem a mesma pauta, no entanto, a rádio não possui segmentação ou divisão por editorias. Todos os jornalistas tratam de todos os assuntos. Durante o período de trabalho, cada jornalista deve produzir 3 pautas que são executadas e editadas pelo próprio profissional. Em caso de dúvidas, os repórteres podem consultar a direção que fica na redação no período integral.

Alunos: Amanda Burda, Camila Olenik, Magda Cursino, Rubens Moreira e Talita Midori Moura Inaba
Jornalismo 3° período - manhã

Análise CBN

A pesquisa de trabalho sobre os repórteres da CBN durante o período da tarde é muito diversificada e dificilmente se mantém uma rotina. Todos os dias, perto das 13h, os repórteres fazem uma reunião de pauta junto com a produtora e o apresentador do jornal. Nesta reunião, são escolhidas as matérias que serão cobertas pelos repórteres na rua, as que somente levarão uma nota do apresentador e as que precisam de entrevista marcada. No entanto, o papel do gatekepper é notado antes ainda dessa reunião. Os próprios repórteres e a produtora recebem sugestões de pautas via e-mail, fax ou ligações de ouvintes e assessorias. Desta maneira, eles mesmos selecionam o que vale notícia e, em caso de dúvida, a produtora decide.

Durante todas as tardes uma estagiária faz a “ronda”. Esta é a maneira pela qual a rádio busca saber notícias da maneira mais direta e rápida. Na “ronda” constam os telefones de delegacias, da polícia militar, dos bombeiros e de agentes de trânsito. A cada hora, a estagiária liga para esses números (cerca de 40) e, caso haja alguma ocorrência, é escrita uma pequena nota que será lida pelo apresentador. No caso de a notícia requerer mais aprofundamento, ela é passada para ser apurada pelo repórter. Quem toma essa decisão é a produtora.

Para a rádio, têm prioridade as notícias sobre a cidade, sejam elas de economia, política ou geral, e também aquelas que estão próximas dos ouvintes, como as de trânsito. A CBN tem um alto grau de feedback de seus ouvintes, pois eles ligam durante a programação para comentar notícias, deixar recados, alertar sobre o trânsito e até mesmo sugerir pautas

Bethina, Camila Matta, Carla, Jéssica Yared, Lucas, Rhânelle. Alunos do 3º período Jornalismo manhã