domingo, 19 de setembro de 2010

Av. Republica Argentina

Sempre em constante mudança, esta avenida define bem o que Stuart Hall quis dizer com a transformação de identidade. Desde os meus cincos ou seis anos me recordo de passar todos os dias para ir a escola que era bem na esquina da República com a Av. Iguaçu. Com cada vez mais prédios e novos comércios ela está ganhando um novo ar, porém para mim ainda existe aquele ar curitibano, quando tenho tempo para caminhar por ali, percebo que é meu lugar predileto em Curitiba.
Com um dos simbolos da cidade, o biarticulado, passando por ali, sinto a mistura de cidade grande e moderna com um pouco do passado, pois mesmo com tantas novidades, a cidade ainda consegue manter intacto lugares como a Igreja de Portão no meio de tanto movimento.

Ana Carolina Weber - 2º - Jornalismo manhã

Campo do Santana


Está mais que claro que a principal conclusão é a qual Stuart Hall fala que as transformações estão mudando e não existe uma identidade única. A identidade é constantemente transformada de acordo com o meio que o indivíduo está inserido. E desse modo, me identifico com o Campo onde eu jogava bola na infância e conforme eu fui crescendo. Decidi mostrar esse lugar pois foi muito importante para mim como um todo e fez parte da minha vida, fazendo também o que eu sou hoje como pessoa, de todos os fatos e acontecimentos que ocorreram num simples gramado com quatro linhas em volta e duas traves em cada ponta. Pode parecer meio clichê isso, mas a questão é que foi algo com o qual eu vivenciei bastante, e gostaria de vivenciar mais, não tanto ali, mas em outros lugares. Hoje aquilo não faz mais parte do meu cotidiano, e como Hall fala, 'as transformações estão mudando e não existe uma identidade única', assim, hoje o meu cotidiano é baseado na PUC, que é onde eu e mais milhares de pessoas tem suas vidas centradas.

Thiago Rodrigo 4º Período - Jornalismo

Escadaria e colunas da UFPR - Santos Andrade

Stuart Hall me fez pensar em anomia e pertencimento de outra maneira. Olhando as postagens dos meus colegas, vi que muitos falavam com afinco sobre quão ligados são aos lugares que escolheram retratar. Fiquei receosa de publicar uma foto do meu lugar comigo junto, mas eu pertenço a esse lugar. Não que fosse autopromoção (para isso tem orkut), afinal nem bonita estou na foto. A questão é que lá é um lugar onde não é preciso ter medo de ser você mesmo, ou de parecer feio. Lá eu me visto de qualquer modo, raramente me maquio. Não chamo a atenção por aparência, mas lá todos tem uma percepção de quem sou como ser humano, antes mesmo de ser aluno, ou ser colega.
Constatei também que muitos dos colegas que fazem, ou fizeram, mais de uma faculdade colocaram fotos de suas outras faculdades. Voltei atrás e procurei em meu computador uma foto da PUC. Não encontrei. Só encontrei fotos com AS PESSOAS DA PUC, essas sim fazem parte da minha identidade.
Eu preciso dizer que subir as escadas da UFPR na Santos Andrade deveria ser um ritual feito com o olhar voltado para cima. Arrisca levar um presentinho das pombas que ali vivem, mas a vista daquelas colunas em movimento, enquanto você sobe, parece ser inigualável perto de toda infraestrutura que vejo no resto da cidade. Nunca teve essa experiência? Pois, quando for ao centro, tente. Suba as escadas olhando para cima. As colunas crescem. Se não crescerem pra você, você não pertence ali.

Taisa Esther Echterhoff - 4º período (manhã)

sábado, 18 de setembro de 2010

olhares de pertencimento
nas postagens a seguir

Cantinho


Quem veio de uma cidade de interior - como eu- não entende como tantos curitibanos podem ficar trancados em pequenos cubículos ( os "apertamentos"). Há em mim a necessidade de sair, nem que seja para sentir o sol.
Numa mistura de arte, cores e sensações, a Feira do Largo da Ordem cumpre esse papel. Localizada em uma região histórica de Curitiba, cercada pela cultura e pela vida boemia, a feira acontece todo domingo, das 9h as 14h.
Revela-se, portanto, a identidade classificada por Hall como sociológica, pois " preenche o espaço entre o 'interior'e o 'exterior' - entre o mundo pessoal e o mundo público".
Camila Machado - Quarto período, manhã.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Rua XV


A rua das Flores, nome pelo qual é conhecida a rua XV de Novembro, é o coração da cidade, onde acontece tudo. Desde comicíos, passeatas, até shows e eventos beneficientes. É um lugar para manifestações públicas diversas. É palco de artistas de rua, como palhaços que interagem com os passantes, músicos e homens-estátua. Caracterizada por edifícios e sobrados centenários, bares turísticos e canteiros de flores em toda a sua extensão. Um dos seus prédios mais notáveis é o Palácio Avenida, onde lembro ter visto as tão famosas apresentações de natal, em vários anos de minha infância.
É uma região que está presente em minha vida a muito anos. E me identifico por ser um local pelo qual passo diariamente. Lá é gostoso ficar observando a diversidade das pessoas, sentada com amigos conversando em um happy hour.
Não tem nada mais curitibano do que a Rua XV.

Júlia Magalhães - Jornalismo - Manhã


Praça do Gaúcho


Tendo como nome original Praça do Redentor 13, a conhecida praça do gaúcho é o lugar de Curitiba com o qual eu mais me identifico. Desde muito pequena sempre andei pela região e sempre parava na praça para tomar sorvete com meus pais. Agora mais velha passo pelo menos nos domingos no local para encontrar meus amigos que conheci lá. A praça tem uma pista de skate que faz com que vários jovens frequentem o local não só durante o dia mais também à noite.Por mais que não more perto da região é o local mais descontraido, além de gratuito que conheço.


Marilia Alberti


Agua Verde.

A crise de identidade é justamente pela diversidade que a cidade de Curitiba nos oferece. Apesar de não ser facil escolher, eu posso dizer que a Praça do Japão significa uma grande parte da minha identidade. Ela fica no bairro Agua Verde, que é onde eu moro ha alguns anos e de onde eu tenho mais lembranças. É o lugar por onde eu passo todos os dias antes de chegar em casa e mesmo sem tempo para parar ja faz parte da minha vida. Talvez seja por isso que quando eu penso em me mudar eu não penso nem quero morar longe daqui.

Paula Bueno.

Museu Oscar Niemeyer

O Mon é um dos melhores lugares de Curitiba para relaxar, curtir uma conversa com alguém que gostamos. Além de ser um museu, o que por si só já é uma referência que bastaria. Essa obra de Niemeyer é especial, ela não transmite apenas amplitude e liberdade, mas também paz, tranqüilidade e a sensação de que podemos parar o tempo, talvez por ter a arquitetura perfeita e atemporal. Mas eu prefiro acreditar que ele é mágico, capaz de ser muito mais do que a pousada de objetos ilustres.

Fernanda Cheffer Moreira - 4° Período (noturno)

Calmaria de Uberaba




O bairro Uberaba está hoje, sob a tênue linha que separa a sociedade globalizada da sociedade que ainda se prende ás características pertencentes à classificação de "rural". Lá, em certas regiões deste imenso bairro, ainda é possível encontrar terrenos com mais prevalência de uma vegetação típica de nossa cidade, como as araucárias, por exemplo, e, principalmente, o silêncio, que é tão "inotável" e que, em meu dia a dia, sinto falta. É uma calmaria similar á calmaria típica e presente em cidades interioranas como Lapa, por exemplo.

Na noção de sujeito sociológico, definida por Stuart Hall, me vejo em harmonia e me encaixo bem neste meio. Vivo o conflito de ter de conviver com um mundo cada vez mais globalizado, mas sempre sinto o desejo de retornar ás origens e curtir a natureza e calmaria de meu bairro.

Guilherme Mello

Jornalismo - 4º período - Manhã

Praça Santos Andrade


Para Stuart Hall, a pós-modernidade gerou uma crise de identidade, uma vez que o mundo estava estabilizado em uma identidade e as mudanças abalaram quadros de referência, pois promoveram um deslocamento de estruturas centrais da sociedade. Neste contexto de transformações, houve uma pluralização de identidades; o indivíduo passa a ser composto não por uma, mas por várias identidades, muitas delas contraditórias entre si.

É este o conceito presente na foto: o prédio histórico da Universidade Federal do Paraná, localizado na Praça Santos Andrade, segue um estilo tradicional, antigo, contudo está rodeado por edifícios modernos, asfalto e, ao mesmo tempo, por árvores e grama.

Este é um dos lugares com os quais mais me identifico em Curitiba. Além de mostrar estes paradoxos velho/novo, urbano/"rural", trata-se de uma universidade, o que, junto aos elementos já citados, representa perfeitamente a atual fase da minha vida: sou uma universitária de identidade pluralizada.


Ana Carolina Machado
Jornalismo (manhã) - 4º período





Gosto de muitos pontos de Curitiba, mas o Jardim Botânico é um desses lugares que sempre estou passando na frente ou indo de passeio. Freqüento o parque desde nova, eram quase todos os finais de semana que passeava com minha família por lá. Encontrávamos de turistas se exercitando até capoeiristas treinando perto do lago.


O parque é lindo e muito cheio de vida. Quando quero relaxar é para lá que vou. Não sou muito fã de exercícios físicos, mas tenho a opção de passar uma tarde de sol debaixo de uma árvore lendo um livro, ou simplesmente chamar alguns amigos de infância que moram perto do local para conversar e me distrair.

Publicado por: Thays Schumacher


"A identidade é formada e transformada continuamente em relação às formas pelas quais somos representados nos sistemas culturais que nos rodeiam". (S. Hall)

Esta foto foi tirada em 2002 e faz parte da minha identidade por estar presente em minha vida desde a infância. Me mudei para Curitiba, vindo de São Paulo, com 9 anos, e direto para o bairro em que moro há 10 : o Jardim das Américas.
A primeira amizade que fiz na cidade foi nesta praça, e todos os finais de semana andava de bicicleta, patins, e brincava no balanço. Nesta pista que aparece na foto, levei muitos tombos de patins, tive muitas lembranças de uma infância feliz.Ainda hoje, passo todos os dias por esta praça, mas não mais "dirigindo" uma bicileta, e sim um carro, e a vejo deste mesmo ângulo antes de chegar em casa, e as lembranças passam como um flash, como se todos os anos se passassem em segundos.

Marisol Munari - 4º período - Jornalismo/manhã

Lago do rio Passauna


Curitiba, cosmopolita, porém perdida em recantos “selvagens” em cuja população não olha e nem lembra, Stuart Hall fala sobre a crise de identidade, identidade essa que posso sentir toda vez que vou até os limites da cidade no Lago do Passauna, a porta de entrada para os cidadãos do interior que vem trazer seu trabalho, a de saída para os aborrecidos, e na margem ocidental do rio eu, gozando do provincianismo dessa cidade, sim nesse contexto uma virtude dessas terras. De dia urbana e emaranhada de fios, prédios e aglomerações, mas que dentro da alma de cada curitibano mora um pouco de um caipira, adormece uma mata virgem em um capinzal noturno cegado pelas luzes de néon.
De um lado Curitiba, de outro o inicio dos Campos Gerais no município de Campo Largo, campos faz lembrar o ciclo do tropeirismo, os tropeiros de fato os primeiros grandes comunicadores do Brasil, um rio selvagem, que divide Rivera e Ferraria o urbano e rural, a cidade do interior, cidade grande que habita no imaginário do bóia fria que sonha em vir para a capital, e o rural que habita o curitibano que espera um dia de folga para ter paz e tranqüilidade.
Isso talvez explique fenômenos como o crescimento da musica caipira (viola de dez cordas) nos últimos anos, musica essa que era tocada pelos tropeiros que davam as suas madrinheiras¹ água no leito do Passauna, esse rio na época era só um córrego, em suas margem existiam lembranças, desde o cavalgar das mulas ao som dos pássaros cantando em arvores, mas essas lembranças foram alagadas por uma represa, tudo ficou mudado, amanheceu virou passado.
Por isso a escolha do Lago do Passauna, antes agitado ponto de passagem, mas que foi alagado para dar a paz a todos aqueles que precisam voltar ao pó.

1 MADRINHEIRAS - Mula principal da tropa

Elian Woidello 4° Periodo Manhã


Morando em Curitiba há quatro anos,vinda da Bahia, sempre vivi rodeada de um clima muito “Passar uma tarde em Itapoã”. Cheguei em pleno inverno e resolvi encarar o medo do frio e desbravar a cidade! Meu primeiro emprego freelancer foi no Teatro HSBC como curadora da mostra “Labirinto Paulista” do artista plástico Diego Johnson. Durante dois meses frequentei aquele lugar intensamente. Digo intensamente porque considero aquele local centro do meu batismo como cidadã curitibana. Segundo Hall, somos ao mesmo tempo produtores e consumidores de conceitos estabelecidos pelo mundo pós-moderno. Apesar do grande vai e vem de pessoas que mal se olham ou sorriem umas para as outras, descobri que existe um charme e um significado especial para o curitibano ser mais tranqüilo e vender um ar constante de mistério. Considero hoje que essa troca mútua vem sendo realizada por mim, pois me permitir a fazer parte dessa atmosfera. E como diz o Hall,Curitiba não é a Bahia, mas é marcada por multiculturalismos cheios de informação, desde seu povo até o seu clima, que inicialmente não me agradava, mas hoje faz parte de mim.


BarDoceLar


O BarDoceLar é um lugar que me identifico muito, por se tratar de um lugar que faz parte de todos os meus finais de semana, de quinta a sábado e um domingo por mês. É lá que conheci muitas pessoas e conheço a cada dia que vou lá. Já passei por muitas coisas, por histórias e por coisas que rodeiam a vida de uma pessoa boêmia (rsrs). Me sinto muito bem quando vou ao BarDoceLar, porque sei que lá vou encontrar meus grandes amigos, muita alegria e diversão.
Mayara Fernanda Bressán
4° período de jornalismo

Prédio


Admiro a cidade, gosto de vários locais, mas o que mais me identifico é o meu prédio, o meu bairro. Apesar de não ter morado a vida inteira aqui, foi um lugar onde tive muitas mudanças. É um local que faz parte do meu crescimento. A foto é da janela do meu quarto, onde, diversas vezes, fico olhando para me sentir melhor.
Me mudei pra esse prédio em 2004, e desde então, fiquei mais unida com minha família, sendo esse o principal motivo para esse ser o MEU lugar.

Mas será que um lugar pode mostrar um pouco de quem você é, revelar um pouco sua identidade? Acredito que sim, é o saber com o que você se identifica e o motivo disso trazer uma boa lembrança a você.

Paola Possato - Jornalismo - Manhã

Quando voltei para Curita



> Quando voltei para Curitiba, este trecho da 7 de Setembro era meu caminho diário para pedalar. Uma longa reta, que começa na Praça do Japão e segue cortada por 16 ruas até a esquina do shopping Estação. Um bom motivo pra gostar de pedalar, principalmente a noite. Neste momento da minha vida, a bike era uma forma de integração com uma cidade com a qual sempre fui apaixonado. Pedalar em suas ruas oferecia uma rara oportunidade de me sentir amado também por ela. > Clecyo Albertho

FAP


Stuart Hall fala sobre a crise de identidade. No mundo moderno os cidadãos já não conseguem encontrar uma identidade só. A globalização e a mídia interferem e até criam esse fenômeno.

O lugar com o qual eu me identifico em Curitiba é a FAP (Faculdade de Artes do Paraná). Como amante da arte lá foi o local em que ''me encontrei''. Apesar de cursar cinema temos contato com estudantes de todos os outros cursos da faculdade, como de música, por exemplo. Eles sempre estão fazendo ''um som'' na cantina do local. O que é muito interessante, e até nos mostra que Hall está certo. Há mesmo essa crise de identidade , porque tudo está convergindo atualmente. Mas será que isso é ruim? Talvez seja bom ser várias coisas, se identificar com várias coisas. Talvez seja bom ser uma pessoa ''fragmentado''.

Angélica Mujahed - quarto período (manhã).

A Ópera de Arame é o local de Curitiba com o qual eu mais me identifico. Dancei algumas vezes lá, e por isso tenho um carinho especial pelo lugar, que me traz muitas lembranças boas. Para Hall a interpretação, a percepção, que uma pessoa tem de um lugar depende de seu repertório. No meu caso, por exemplo, se não fosse a minha experiência com a dança, a Ópera não teria para mim o mesmo significado e não evocaria as mesmas sensações.
Nome: Jéssica Camille Alves- jornalismo diurno.

Identidade - Hall



Identifico-me com o Museu do Olho, pois sou uma receptora às vezes muito conservadora (sujeito Iluminista) que critica algumas inovações, dependendo do assunto e da área, mas também muito curiosa por conhecer as novas tendências, obras e criações, ou seja, às vezes também um sujeito pós-moderno. E o Museu também esta embasado neste apelo, primeiramente porque quando você diz a palavra museu à concepção que vem a cabeça é o conservadorismo e o tradicionalismo, mas na realidade o museu traz muito mais as inovações do mercado da arte.

Magda Diane Cursino, 4º período, Jornalismo diurno.

Santa Felicidade


Um dos lugares que eu mais identifico em Curitiba, é o bairro Santa Felicidade; pelo fato de ser um bairro que proporciona a oportunidade de todo domingo, eu poder passar momentos agradáveis e de descontração com a minha família, devido à parte gastronômica.

Como os gostos da minha família são meio diferentes em termos de opções de lazer, os restaurantes de Santa Felicidade são um dos únicos lugares em que a decisão se torna unânime.

Além de claro, eu ter passado bons momentos em restaurantes e locais de lá, como minha festa de 15 anos e minha formatura. *.*


Giovanna Miqueletto 4º período jornalismo

A foto que eu escolhi é da vista da janela do meu quarto. Apesar de estar bem no caos da cidade de Curitiba, ver muitos prédios e pouca natureza, me sinto muito bem quando paro pra observar a cidade. Apesar também do barulho constante, ainda consigo ter muitos momentos agradáveis e tranquilos. Talvez pelo fato de a cidade que eu vim ser o oposto dessa agitação, é que eu me sinto tão bem.
É a minha identidade. É o que está presente na grande parte do meu dia e acima de tudo o meu refúgio.

Rhanele Kiatkoski - manhã

Pedreira Paulo Leminski

O lugar de Curitiba que eu tenho maior identificação é a Pedreira Paulo Leminski, localizada na Rua João Gava,no bairro Pilarzinho. Na fotografia que tirei do local é possível ver o lago encontrado junto à Ópera de Arame.
Escolhi este ponto turístico porque conheço desde pequena e fui várias vezes passear lá com a minha família. Sempre quando alguns parentes ou amigos de outra cidade vêm para Curitiba, levo-os para conhecer e visitar o local.
O lugar inclui um palco ao ar livre e o Espaço Cultural Paulo Leminski, onde é possível encontrar obras, fotos e histórias do poeta.
A Pedreira era um local muito importante para o cenário musical de Curitiba. Seu palco ao ar livre serviu como palco para grandes atrações na capital paranaense.
Infelizmente não é mais utilizado para eventos, devido algumas irregularidas relacionadas a falta de segurança e a reclamação dos moradores próximos.
Amanda Burda de Oliveira - 4º período - Jornalismo manhã
O lugar que eu escolhi e considero que contribui para a formação da minha identidade é a Pontifícia Universidade Católica do Paraná. A faculdade foi o motivo porque mudei de estado e vim para o PR, morar sem pai e mãe e com um monte de responsabilidades foi extremamente decisivo na construção de minha identidade. Passo um bom tempo de meu dia na universidade e minhas decisões sempre são tomadas em base a meu horário e disponibilidade em relação a trabalhos e aulas, ( principalmente a aula do Zanei!!). Moro bem perto da facul e a vista do meu quarto é o prédio administrativo, então é uma coisa sempre presente em meu dia. A identidade hibrida que Hall cita, eu considero, em minha personalidade, a mistura paulista com a paranaense, costumes que se fundem e a começam cada vez mais a fazer parte de mim. Desde o leitE quentE, até fazer fila para pegar onibus (coisa que paulista não faz).

Flávia de Andrade 2º ano Jornal

Colégio Estadual do Paraná


Hall atenda para as mudanças culturais, para a cornucópia de idéias e pensamentos. Com o conhecimento não é diferente. Algo que é certo hoje pode ser incrivelmente equivocado amanhã. Escolhi esta foto das manifestações do Colégio Estadual do Paraná, que ocorreram em 2007. Porque nesta época, estava no 2º ano, brigando contra a direção do colégio, que sempre foi o único colégio público do Paraná que não possibilitava a eleição do seu diretor. A foto me leva sempre a esses conflitos. Conflito de idéias, de fases da vida, de pessoas... Eu era um dos “cabeças” da revolta (inclusive estou no centro da foto) e foi nesta época que mais amadureci. No meio a diversidade de 4 mil alunos.
Duran Sodré - 4º período Jornalismo

Jardim Ambiental


Atualmente, ao criarmos a nossa identidade cultura, procuramos aspectos que nos sejam favoráveis, e que estejam dentro dos nossos gostos. As gerações anteriores a nossa tinham sua identidade cultural relacionada com o local em que nasceram ou que passaram parte de sua vida, agora não é mais assim. Com a globalização ficou mais fácil as pessoas absorverem culturas externas que antes eram difíceis de serem alcançadas. E como Hall explicou cada vez mais os indivíduos se relacionam com vários grupos culturais para montar a sua própria identidade, ao invés de se identificar somente uma.

Não posso dizer que me identifico com Curitiba totalmente, porque isso não seria verdade. Mas existem alguns aspectos da capital que eu sei que ajudaram a formar a minha identidade, como o Jardim Ambiental. Desde pequena meus fim de semanas eram, em sua maioria, passados ali. Tanto no restaurante Árabe no começo da rua Schiller, quando nos parquinhos que existem ao longo da rua. E agora, o Ambiental para mim é um sinônimo de “encontro familiar”, é rotina para a minha família ir almoçar no restaurante Cantina do Delio ou no Bella Banoffi nos fim de semanas.


Isadora Lago - 4º período de Jornalismo (manhã)

Praça Elias Abdo Bittar


Mudamos constantemente e nossa percepção de identidade muda também com o passar do tempo. Quem nós somos realmente? Onde me sinto fazendo parte?


Escolhi a Praça Elias Abdo Bittar, no bairro Água Verde, por se tratar de um lugar onde sempre estive, seja quando criança brincando, encontrando amigos, ou simplesmente de passagem.


A praça, em frente a minha casa, se tornou uma extensão do meu prédio, pois para chegar lá basta atrevessar a rua. Amizades que começaram lá, piqueniques com a família, aprender a andar de bicicleta, chegar na banca e comprar a última edição da revista preferida com o pôster do ídolo... toda essa simplicidade, como destaca Hall, faz parte da minha história e me liga com o lugar.



Camila Toppel - 4º período Jornalismo manhã

Parque Tanguá, o choque de verde no meio do cinza.


O parque Tanguá ainda é uma reserva de paz em meio a barulhenta cidade grande. Lugar ideal para contemplar as coisas simples da natureza e fugir da correria de Curitiba. Os lagos, as matas, as plantas, as cachoeiras...contribuem para criar uma zona de conforto. Um lugar aonde o cinza das ruas torna-se o verde das gramas, os rios poluídos dão espaço aos chafarizes, o barulho do trânsito cessa e então é possível ouvir o cantar dos pássaros. Talvez a sensação de paz, calma, encanto, deixa-me mais próximos à paz interior e à tão sonhada liberdade. Liberdade por estar desvinculado ao ritmo frenético da capital paranaense.


Juliano de Mattos Oliveira

Parque São Lourenço


O local com que me identifico em Curitiba é o Parque São Lourenço. Assim como diz o ditado popular “Eu quero sombra e água fresca”, o local me transmite paz, propicia descanso e sossego. Num século marcado pelo trabalho contínuo, falta de tempo, maior exigência intelectual, são lugares tranqüilos e naturais que tem agradado não só a mim, mas também a grande maioria das pessoas. Assim como diz Stuart Hall, é por conseqüência da globalização que o mundo se tornou mais unificado e que as identidades culturais se tornaram homogeneizadas e simplistas.
Talita Midori Inaba - manhã


Curitiba: uma cidade muito bela, com grandes pontos turísticos (alguns invejáveis pelas pessoas do mundo todo), com pessoas compostas de grande inteligência, além de falar do maravilhoso tempo indefinido - muitas pessoas reclamam, mas eu adoro.


Grande parte dos moradores dessa tão querida cidade, procura os belos pontos turísticos durante todos os dias, buscando diversão, alegria e felicidade interior, mas, poucos admiram um belo fim de tarde do mesmo ângulo que eu: um lindo pôr-do-sol pela sacada de casa. Como diz o cantor de reggae Armandinho, “eu vivo numa cidade de pedra”! Mas minha alegria interior se sustenta nessa deslumbrante paisagem que fico segundos, minutos e até horas a observar. Essa paisagem me traz uma paz interior, me sustenta, me faz refletir por tempos e, com grande avanço, realizo minhas atividades diárias com plena vontade.

Identidade Híbrida


Segundo Hall, com o processo de mudança dos mundos culturais surge o sujeito pós-moderno, aquele que não teria uma identidade fixa. Essa identidade seria transformada continuamente em relação aos sistemas culturais que nos rodeiam. Partindo dessa visão, o ponto da cidade com o qual mais me identifico, para sair de lugares comuns como parques, é o Colégio Suíço- Brasileiro. Estudei lá em período integral dos 6 aos 18 anos. Lá já cantávamos musiquinhas em alemão desde pequenos. Estudamos quatro línguas e muitos estudantes vinham de outros países estudar lá, o que proporcionava uma troca cultural diferente. A identidade cultural dos grupos também se tranformou pelo sistema e continua mudando, pois cada um agora foi para um novo ambiente. Até hoje percebemos a diferença de pensamentos entre nós, amigos de infância, e jovens de outros colégios. Isso tem seus pontos positivos e negativos, claro. Ao meu ver é um reflexo também da aceleração de mudanças sociais e culturais que Hall comenta. Esse fenômeno da aceleração culminou com a globalização e trouxe algumas conseqüências para as identidades culturais. Algumas delas seriam, segundo Hall, a desintegração das identidades culturais nacionais e novas identidades híbridas tomando seu lugar. Uma identidade híbrida formada por um colégio diferente? Talvez, até pela maneira um pouco diferente de conduzir certos pensamentos. Mas não vejo como algo negativo. Quase todos nós, ex-alunos, vivemos no mesmo país, adoramos o Brasil e não perdemos a identidade cultural nem regional ou nacional.

Laura Moreira Sliva - 4o. período - Jornalismo MANHÃ

John Bull Café


Estar em Curitiba é estar em três lugares: faculdade, shoppings e bares/baladas. Entre os locais frequentados o preferidinho é o John Bull Café. O ambiente é muito agradável, pode-se comer bem, degustar drinks sofisticados e ouvir música de qualidade, como clássicos do rock e jazz.

Não sou de Curitiba, e desde que cheguei aqui procurava um lugar onde eu pudesse me sentir em paz, comtemplar o silêncio e colocar a cabeça em ordem. Quando fui ao Jardim Botânico, consegui encontrar tudo isso e muito mais. Um refúgio particular de todos os meus problemas. Desde que fui lá pela primeira vez, senti a energia do local e consegui chegar próximo dos locais que eu me identificava em minha cidade.
Hoje, o Jardim Botânico serve como refúgio dos dias agitados em Curitiba, da loucura da faculdade e do trabalho. Creio que esse belo lugar, cause esse efeito não só em mim, mas também em outras pessoas como jovens e pessoas que buscam tranquilidade para seus pensamentos.
A beleza do lugar junto com a imensidão de mata verde em uma capital tão movimentada, faz com que o Jardim Botânico se torne um dos locais mais bonitos de Curitiba para se passar uma tarde lendo um livro ou apenas deitado na grama olhando o céu.

Danilo Almeida - 4º Período - Noite

Jardim Botânico & Parque Santa Maria




Há dois lugares em Curitiba que sei que mais me identifico, dois lugares lindos e que, para muita gente é só beleza. O primeiro é o Jardim Botânico. A maioria dos turistas e moradores da cidade vêm o lugar como mais um ponto turístico ou como o símbolo da cidade. Por muito tempo, ele também foi mais um parque. Mas, hoje vejo como um lugar para passear, correr e namorar. É onde posso dencansar, pensar, e deixar passar o tempo.



O outro lugar é o Parque Santa Maria. Talvez não exista outro lugar onde me traga tantas recordações, emoções e sentimentos tão distintos. Lá tive tantos momentos que nada no mundo pode pagar. É onde eu consigo, de fato, pensar na vida, tudo parece mágico.

Bom, esses são os dois melhores exemplos para dizer que concordo quando Hall diz que a identidade muda conforme o sujeito é apresentado a ela. Afinal, tanto o Jdm Botânico, quanto o Parque Santa Maria podem não ser nada para alguém, mas significam bastante para mim.

Concordo também com o que o autor diz logo em seguida, "a identificação não é automática, mas pode ser ganhada ou perdida", já que esses lugares já foram nada pra mim e podem deixar de ser. Isso é comum acontecer. Muitas vezes, uma pessoa se vê tão ligada à um objeto, por exemplo, que pensa não poder ficar sem ele, mas passa um tempo e ela esquece. Essa seria a identidade perdida.


Idionara Marina Bortolossi - 4º Período - Jornalismo - manhã

Jardim Botânico


O lugar que me identifica na cidade, é sem dúvidas o Jardim Botânico.
Mesmo fazendo algum tempo que não passo alguma tarde ali, esse lugar me marcou muito na infância. Costumava ir ali, quase todos os fins de semana com a minha familia, para passear, brincar com meu irmão ou simplesmesnte caminhar pelo parque. É um lugar onde me traz boas e velhas recordações.

Priscila Cancela - Jornalismo Diurno

Parque Cachoeira














O lugar onde mais me identifico é o Parque Cachoeira em Araucária, Região Metropolitana de Curitiba. Um lugar que oferece um amplo ambiente para lazer, com um Museu que conta com arquivo histórico o Arquelau de Almeida Torres, que traz à tona a história dos primeiros moradores da cidade, aldeia da solidariedade, casa do artesanato, ginásio de esportes Joval de Paula e Souza, casa suiça (cantinho da infancia), cinco quiosques com churrasqueiras e sede da secretaria municipal de meio ambiente.



Angela Delong 4º Período de Jornalismo Noturno

Parque Barigui


O parque barigui está na transição de prédios e paz. E por morar longe, sempre fiz dele um refúgio de fotografias e amigos.

Além disso, encontro no Barigui (assim como no Paço da Liberdade) um espaço para os livros que nunca conseguiria ler em casa. A minha identificação, a partir de Hall, surge através das mudanças que o lugar me propõe. Mesmo que a maioria seja quase que “promessas de fim de ano”, sair achando o mundo um pouco melhor depois de um pôr-do-sol lá já faz valer o dia.


Camila Petry Feiler - Jornalismo Manhã

O Paiol de Pólvora


A visão que temos do Teatro Paiol é apenas de um local de alguns shows e pequenos eventos, mais sua história vai muito além disso. Construído no período entre 1905 e 1906, era um depósito militar de pólvora. Foi transformado e modificado por diversas vezes; Após 1917, abrigou os arquivos municipais. Mais tarde funcionou como sede de uma diretoria encarregada de preparar o asfalto para a pavimentação das ruas da cidade.

Totalmente modificado, foi restaurado pelo arquitedo Abrão Assad, que procurou manter suas características, com traços arquitetônicos romanos em forma circular. O prédio foi inaugurado como teatro em 1971, com um show de Vinícius de Moraes.

Hoje é um dos maios valiosos patrimônios históricos, e faz parte da rota de turismo para turistas que veem conhecer a cidade.

Quando cheguei em Curitiba, morava proxímo ao teatro e passava em frente todo dia, via a grandeza arquitetônica do local e também infelizmente o desacaso na época.

Alguns anos se passaram e hoje o TEATRO PAIOL é admnistrado pela Fundação Cultural de Curitiba , com um estrutura invejável para muitos centros de eventos da cidade.

Stuart Hall diz que as transformações estão mudando e não existe uma identidade única. A identidade é constantemente transformada de acordo com o meio que o indivíduo está inserido. A preservação deste patrimônio cutural é um dever para as pessoas quem contribuem direta ou indiretamente com a preservação do teatro, e conforme a visão de cada ser.

Por mais que seja preservado, o "Paiol de Pólvora" estará sempre em evolução para melhor receber seus convidados.

TEATRO PAIOL: Praça Guido Viaro - Prado Velho - Curitiba
FONE: 41 3213-1340



Flávio Campana - JORNALISMO - NOITE

Largo da Ordem


O lugar que eu mais se identifico é com a praça do Largo da Ordem. A praça por si só, traz energia positiva para quem passa por lá. É um dos lugares que a minha família sempre frequenta, quando todos queremos nos distrair, pois meus tios, adoram curtir um Rock'n Roll, coisa que por lá não falta em diversos bares espalhados pela praça e redondezas...

É claro não podemos esquecer da feirinha do Largo, que sempre traz novidades de fora do estado do Paraná e é um ótimo passeio aos domingos.





Fernanda Francisquinho, 4° Período- Jornalismo - Noturno

Praça Tsunessaburo Makiguti

A Praça Tsunessaburo Makiguti, é uma praça pública que homenageia o professor e fundador da ONG, Soka Gakkay Internacional. Com sede no Japão, a ONG, a qual eu sou voluntário, está presente em mais de 190 países e territórios. A SGI, desenvolve várias atividades no campo da educação, paz e cultura. Sempre com o espírito de valorizar a dignidade de cada pessoa e baseada na filosofia budista, a organização realiza exposições, festivais musicais e projetos educacionais para membros e convidados.
Como Immanuel Kant disse a muito tempo, a felicidade é um objetivo e um dever de todos os seres humanos, por isso, a Gakkai transmite de pessoa a pessoa seus ideais através de suas atividades.
E por acreditar nesses ideais e transmiti-los a outras pessoas acho muito especial uma praça,em Curitiba, que homenageia a pessoa que começou com todo esse movimento.
Ricardo Bark - Jornalismo - Noturno

Parque Barigui


A minha identificação com o Parque Barigui vem da minha mudança para Curitiba.

Foi o primeiro lugar que visitei quando estava com saudades da minha cidade, amigos e todos os lugares os quais eu frequentava quando morava lá. No parque, eu sentia um pedaço do meu antigo lugar.

Stuart Hall diz que as transformações estão mudando e não existe uma identidade única. A identidade é constantemente transformada de acordo com o meio em que o indivíduo está inserido. Hoje eu vejo que agreguei muitos valores e hábitos desta cidade.
Bárbara - Noturno

Sempre tive muita vontade de aprender alemão. Grande parte da minha família fala o idioma por ter descendência suíça. Depois de muita insistência, passei o final do ano de 2006 e metade do ano de 2007 em Berlim para realizar esse sonho. Depois desse tempo, o Goethe Institut em Curitiba foi o único lugar, no Brasil, que me fez sentir as mesmas sensações que eu sentia na Alemanha. O ambiente, a língua, o funcionamento assim como os funcionários têm um estilo alemão inconfundível. Duas palavras podem descrever essa minha identidade com o local: tradição, por parte da minha família; e o repertório que eu adquiri na Alemanha.
Elizabeth Bannwart 4 período Jornalismo - Manhã

Praça do Japão



A Praça do Japão tornou-se especial há pouco tempo, cerca de dois anos. Isso mostra como a identidade é transformada continuamente. A Praça virou a "minha praça", ou melhor, "nossa" (inclua na sociedade meu noivo, Everson) no fim de 2008, quando nos intervalos de ensaio da orquestra da PIB víamos o pôr do Sol com o cenário das cerejeiras cor-de-rosa (que eu amo!) e os cachorros que passeavam com seus donos e tomavam banho no chafariz. Foram muitas tardes. A praça me traz calma e me remete a bons momentos.
Ana Flavia - 4º Período - Noturno
A Vila Capanema, é um estádio que já recebeu jogos da Copa do Mundo de 1950. Desde de 1989 recebe os jogos do maior time do sul do país, Paraná Clube.Para muitos a vila é apenas um velho estádio de futebol necessitando de reformas, no entanto,foi no estádio Durival de Britto que os meus sentimentos mais profundos se misturaram, durante os anos e partidas que lá assisti.Lembro de ter herdado esse amor pelo clube de meu pai que sempre foi um apaixonado pelo clube.Atualmente a situação do clube não é das melhores, mais o orgulho de ser paranista nunca irá acabar, independente da divião em que estiver. Defininitivamente é o lugar na cidade em que mais me indentifico.





PS- o pão com bife da vila é o melhor da cidade haha


Alex Bark Jornalismo noturno

Parque Barigui


A foto é do céu do Parque Barigui. A escolha foi por neste dia o céu estar muito bonito e incrivelmente azul. Pessoalmente, é o parque da cidade que mais gosto de visitar com meus amigos e minha família. Por ser um local que transmite calma aos frequentadores, exceto aos domingos e a maioria da população curitibana vai ao parque. O Barigui possui uma grande área verde e pra mim, passa bastante tranquilidade, podendo até descansar debaixo de uma árvore e esquecer do resto do mundo por uns instantes.
Francielle Ferrari - Jornalismo manhã.

Identidade Cultural de Curitiba

Segundo Stuart Hall a identidade cultural de cada indivíduo sempre vai passar por modificações, elas dependem das relações às quais somos representados nos sistemas culturais ao nosso redor.
Me identifico com o centro de Curitiba, me sinto bem quando estou sentada em alguma das inúmeras praças da capital paranaense, gosto de observar a diversidade de pessoas que passsam a todo tempo, pessoas apressadas, pessoas bem arrumadas, pessoas mal arrumadas, mendigos, advogados, pintores, cantores, músicos, de tudo um pouco. Uma diversidade cultural e social que me chama a atenção, e sempre que tenho um tempo, nem que seja por cinco minutos, paro pra observar o vai e vem dos indivíduos que moram aqui os que apenas estão de passagem.

Jessyca Milene Cardoso 4° jornal noturno

pátio da Reitoria, UFPR

Não sendo fixa ou permanente, a identidade presente no sujeito pós-moderno é continuamente transformada em relação aos sistemas culturais de seu entorno. Desta maneira, não há um padrão definidor de algo próximo a um “eu coerente”, mas sim se cria um amplo panorama com diversas representatividades com o qual o individuo se relaciona em diferentes momentos de sua vida e cotidiano. Além disto, a identidade se relaciona a uma concepção de tempo/espaço própria, localizada na abstração do simbólico. Além de se constituir plural em seu “conteúdo”, elas também diferem em suas “estéticas”. A foto acima mostra o pátio da reitoria, lugar que antes eu somente utilizava como passagem pelo centro da cidade, começou a ter outra significação já faz 4 anos. Este ambiente me remete ao início de minha vida acadêmica. Um tempo lento, mas de profundas mudanças. Como comenta Hall, surge aqui o "caráter globalizado" de minha vida, tão presente entre meus pares hoje em dia: os devaneios profissionais, cursos e línguas estrangeiras, promessas de especialização fora do país, pensar o conhecimento enquanto algo universal entre as áreas de estudo, enfim, tudo aquilo que é posto a nós como o caminho padrão para o sucesso profissional de nossas vidas. Não existe mais pensar o trabalho, estudo, profissionalização e carreira como algo local. Devemos preparar a todos para justamente ser este individuo global em sua forma de pensar e enxergar seu entorno. Antes de ingressar neste pátio da UFPR, tudo era mais fácil.

Ricardo Tomasi.