sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Jardim Botânico & Parque Santa Maria




Há dois lugares em Curitiba que sei que mais me identifico, dois lugares lindos e que, para muita gente é só beleza. O primeiro é o Jardim Botânico. A maioria dos turistas e moradores da cidade vêm o lugar como mais um ponto turístico ou como o símbolo da cidade. Por muito tempo, ele também foi mais um parque. Mas, hoje vejo como um lugar para passear, correr e namorar. É onde posso dencansar, pensar, e deixar passar o tempo.



O outro lugar é o Parque Santa Maria. Talvez não exista outro lugar onde me traga tantas recordações, emoções e sentimentos tão distintos. Lá tive tantos momentos que nada no mundo pode pagar. É onde eu consigo, de fato, pensar na vida, tudo parece mágico.

Bom, esses são os dois melhores exemplos para dizer que concordo quando Hall diz que a identidade muda conforme o sujeito é apresentado a ela. Afinal, tanto o Jdm Botânico, quanto o Parque Santa Maria podem não ser nada para alguém, mas significam bastante para mim.

Concordo também com o que o autor diz logo em seguida, "a identificação não é automática, mas pode ser ganhada ou perdida", já que esses lugares já foram nada pra mim e podem deixar de ser. Isso é comum acontecer. Muitas vezes, uma pessoa se vê tão ligada à um objeto, por exemplo, que pensa não poder ficar sem ele, mas passa um tempo e ela esquece. Essa seria a identidade perdida.


Idionara Marina Bortolossi - 4º Período - Jornalismo - manhã

2 comentários:

celina disse...

ok, boa articulação com o hall.

revisar o texto!

Anônimo disse...

Faça minhas suas palavras em relação ao Parque Santa Maria. Só ver a imagem do lago com sua "ilha" já me fez voltar no tempo e me deixou feliz...