sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Não conheço muito a história do Paço da Liberdade, sei apenas que quando me mudei para Curitiba, o Paço era só um grande retângulo coberto por tapume. Ainda não tinha me dado ao trabalho de tentar enxergar o que era aquilo, até que espalharam a palavra de que o monumento seria inaugurado após a restauração. Dessa vez o baque foi grande. O Paço era tudo que eu sempre quis ver, olhar, respirar, estar perto e nem sabia. Além de lindíssimo, o local escorre inspiração e cultura, o que nunca é demais; também transborda um senso gostoso de nostalgia, por mais que as memórias antigas do local não sejam suas. Cada relevo nas paredes, cada entalho na porta, cada barulho de cada degrau das escadarias te levam a realmente pensar no que aquilo é, no que foi e no que será.

Laura Schafer – Jornalismo matutino.

Um comentário:

celina disse...

boa expressao de aspectos que relacionam identidade-memória.