domingo, 14 de novembro de 2010

Gilles Deleuze


Gilles Deleuze (1925-1995),filósofo francês nasceu em Paris,em 18 de janeiro de 1925.Foi professor da Universidade de Paris VIII. Sob a influência de Nietzsche procurou estabelecer o conceito de diferença como o verdadeiro princípio da filosofia. Vinculado aos denominados movimentos pós-estruturalistas, categorizações que o próprio Deleuze questionava pelo que trazem, ainda, da visão e luta pelo idêntico.

O trabalho de Deleuze se divide em dois grupos: por um lado, monografias interpretando filósofos modernos (Spinoza, Leibniz, Hume, Kant, Nietzsche, Bergson, Foucault) e por outro, interpretando obras de artistas (Proust, Kafka, Francis Bacon, este último o pintor moderno, não o filósofo renascentista); por outro lado, temas filosóficos ecléticos centrado na produção de conceitos como diferença, sentido, evento, rizoma, etc.

Deleuze, assim como Foucault, foi um dos estudiosos de Kant, mas tem em Bergson, Nietzsche e Espinosa, poderosas intersecções. Professor da Universidade de Paris VIII, Vincennes, Deleuze atualizou idéias , acontecimentos e singularidades.Em sua vida, Deleuze fez tanto críticas ao marxismo como ao freudismo, ponderando-os como representantes de um ‘burocratismo fundamental’.

Uma das grandes contribuições de Deleuze foi ter se utilizado do cinema para expor sua forma de pensamento, através dos conceitos de cinema-movimento e cinema-tempo.
Deleuze foi um dos filósofos que teorizou as instâncias do atual e do virtual (já elaboradas por outros pensadores), construindo um olhar sobre o mundo a partir das possibilidades.
Morreu em 4 de novembro de 1995.

"Um pouco de possível, senão sufoco" (Deleuze)

Fontes:
http://www.ricesu.com.br/colabora/n8/homenagem/index.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gilles_Deleuze

Priscila Cancela - Jornalismo Manhã.

2 comentários:

celina disse...

ok informações. mas seria mais interessante se, ao invés da biografia, vc pesquisasse mais coisas sobre um determinado assunto. a questão do virtual, por exemplo. ou do cinema.

gilbert disse...

Foucault: "Um dia, talvez, o século será deleziano"