quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Identificação - PUCPR



A Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) é uma das maiores universidades privadas do estado do Paraná. Com 5 câmpus no estado, a universidade foi criada em 14 de março de 1959 pelo então Arcebispo Metropolitano de Curitiba, Dom Manuel da Silveira D'Elboux. Em 17 de maio de 1960, foi reconhecida pelo Governo Federal pelo decreto 48.232. Mais tarde, em 6 de agosto de 1965, foi elevada, pela Santa Sé, à condição de Pontifícia. Desde 1973, a PUCPR é dirigida pela Congregação dos Irmãos Maristas.

Atualmente, a universidade possui mais de 60 opções em cursos de graduação, distribuídos em várias áreas de estudos. O corpo docente faz parte do seleto grupo de 37 universidades privadas do país que cumprem a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), segundo Censo da Educação Superior de 2006, que determina ter pelo menos um terço dos professores das instituições em regime de dedicação integral. Cerca de 80% do corpo docente é formado por doutores e mestres, colocando a PUCPR entre as melhores do país.

O programa de Stricto Sensu oferece 14 opções de Mestrado e sete de Doutorado. Atualmente, são desenvolvidas cerca de 1500 dissertações e teses e 300 projetos de iniciação científica. Os projetos resultaram em 1380 publicações, sendo que 108 delas internacionais. É a única instituição privada de Ensino Superior do Estado a figurar entre as 74 mais influentes no ramo da pesquisa do Brasil, segundo censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil realizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Tecnológico (Cnpq). No Paraná, está entre as seis que aparecem no ranking.

Identificação

A PUCPR é parte significativa da minha vida desde 2006, quando passei pela primeira vez no vestibular para o curso de Publicidade. Porém, sem certeza da escolha da graduação, esperei mais algum tempo até ingressar na instituição novamente em 2010. Por ser considerada uma das melhores universidades do país, principalmente no meu curso – Jornalismo – não tive dúvidas ao entrar. Além de toda estrutura da universidade, no curso de Jornalismo tenho todos os equipamentos necessários para uma boa aprendizagem, além de ótimos professores e orientadores.

Mesmo não sendo ligada a religião, aprovo a maneira como a PUC é conduzida, principalmente pela segurança e credibilidade que a instituição passa. Não me senti, em momento algum, induzida a seguir a religião católica dentro da mesma. Sendo assim, acredito que a universidade consegue ser humana acima de tudo. Qualquer pessoa, independente do credo, se sentiria bem lá dentro.

Outro fato importante são as oportunidades oferecidas. Palestras, cursos, viagens, intercâmbios: tudo nos é oferecido constantemente. São várias oportunidades ótimas de crescimento, dependendo apenas do nosso esforço e interesse.

Os alunos presentes na instituição também fazem parte da nossa formação. E a PUC é uma universidade que consegue unir todos os tipos de pessoas. Acho extremamente importante a integração entre os cursos, já que em nossa carreira não iremos atuar isoladamente.

Na mídia

Durante 5 dias acompanhei a mídia impressa buscando noticias que envolvessem a instituição. Recolhi 9 matérias, cada uma com foco em algo diferente. Foram elas:

- Data: 27/agosto
Veículo: Gazeta do Povo
Editoria: Colunistas - Reinaldo Bessa
Título: Naquela Praça
Assunto: Nota sobre instalação de um mobiliário urbano na Praça da Espanha, pelo curso de Arquitetura e Urbanismo da PUC PR

- 28/agosto
Veículo: Gazeta do Povo
Editoria: Opinião
Título: O MMEQEG de novo
Assunto: artigo do professor Belmiro Valverde Jobim Castor, do doutorado de administração da PUC sobre o estado obsoleto do transporte coletivo de Curitiba

- 29/agosto
Veículo: Gazeta do Povo
Editoria: Vida Universitária
Título: 5 Tons
Assunto: matéria sobre uma banda em crescimento formada por alunos do curso de Engenharia Ambiental da PUC.

- 30/agosto
Veículo: Gazeta do Povo
Editoria: Caderno G
Título: Diretor artístico do Domingão do Faustão fala no Tuca
Assunto: nota sobre a participação de Ulysses Cruz no curso de teatro da instituição

- 30/agosto
Veículo: Gazeta do Povo
Editoria: Opinião
Título: Conflitos entre fundamentalismos
Assunto: artigo do professor Antonio Celso Mendes, mestre doutor em Direito, sobre hegemonia cultural e exclusão social.

- 31/agosto
Veículo: Gazeta do Povo
Editoria: Vida e Cidadania
Título: Campeãs do desperdício de água
Assunto: reportagem sobre o aumento do consumo individual de água. Reportagem com o engenheiro ambiental Altair Rosa, professor da PUC


- 31/agosto
Veículo: Jornal do Estado
Editoria: Economia
Título: Alunos concluem pós e não recebem certificado
Assunto: pela primeira vez, uma matéria negativa referente a universidade que trás a seguinte manchete: Curso foi concluído em 2010, mas até agora PUCPR não entregou documento a docentes.

- 31/ agosto
Veículo: Gazeta do Povo
Editoria: Colunistas – Reinaldo Bessa
Título: -
Assunto: Apresentação da Orquestra de Câmara da PUC

- 01/agosto
Veículo: Jornal do Estado
Editoria: Cultura
Título: Orquestra de Câmara da PUCPR
Assunto: apresentação do espetáculo “Suítes e Serenatas para Orquestra de Cordas”

Conclusão

A constante presença da universidade nos jornais mais reconhecidos de Curitiba comprova a credibilidade da instituição. Podemos perceber que distintas editorias utilizam-se da universidade, seja através de artigos escritos por professores ou de reportagens em que são utilizados como fontes, pela divulgação de cursos e palestras dentro da instituição e até mesmo sobre alunos, como no caso da editoria Vida Universitária.

Dentre as 9 matérias, apenas uma trata da universidade de maneira negativa. O que não deixa de ser ruim, já que pode abalar a credibilidade da Universidade para alguns leitores. Mas, de maneira geral, a Pontifícia continua sendo procurada pelo grande êxito na educação paranaense.

Camila C. Galvão - Jornalismo Noturno

PARQUE CAMBUÍ


O parque Cambuí, localizado no bairro Fazendinha (Curitiba / PR), é o 18º parque da cidade e o 4º localizado as margens do Rio Barigui – assim como os parque Tanguá, Tingui e Barigui – isso se dá devido o programa de revitalização do Rio Barigui pelo governo. A inauguração aconteceu no dia 12 de Abril de 2008 pelo Beto Richa.

O nome é uma referência a uma espécie de árvore nativa característica de regiões várzea. Essa árvore faz parte do parque, sendo batizado com o nome de Cambuí. O local possui mil metros quadrados de área, assim como animais nativos, ciclovias, playground, praça central, estacionamento com 100 vagas, academia ao ar livre e um mirante que serve de passarela para a travessia do lago natural.

Todos os dias, educadores ambientais circulam pelo parque e dão algumas dicas e pequenas “aulas” para quem está no parque. Terças e Quintas no período da manhã pode-se encontrar dois Personal Trainer dando aula a idosos.

O custo para construir essa área de lazer foi de R$ 1,2 milhão.

Todos os dias pela manhã eu tenho costume de passar pelo parque para ir ao meu trabalho. Acho o lugar tranquilo, agradável, calmo e gosto de estar lá em dias de sol. Quando estou de férias e aos finais de semana costumo ir correr ou andar de bicicleta no parque Cambuí com a companhia de meu namorado.

Desde a inauguração do parque eu tive contato com ele e ainda tenho. É um lugar agradável.

Entre os dias 22 e 31 de Agosto de 2011 não saiu nenhuma reportagem em nenhum jornal sobre o parque Cambuí.

Lidyane Pereira – Jornalismo noturno – 4º Período.

Identidade



Eu me identifico com o a Rua XV de novembro. Mesmo morando na região metropolitana (Fazenda Rio Grande) desde pequena vou até lá para passear, antes era sempre com minha mãe, e agora também vou sozinha. Minha cidade cresceu consideravelmente em sua parte comercial, mais sempre que penso em roupas e calçados me desloco da Fazenda até Curitiba (Rua XV). Eu Gosto do movimento de pessoas, gosto das diferentes situações simultâneas que se desenrolam por lá. Em um lado da rua podemos presenciar um músico com seu violão cantando sertanejo, e do outro um pastor com a bíblia na mão orando por todos nós. Para Stuart Hall nossa identidade é móvel e sempre vai passar por modificações, estas mudanças vão depender das nossas relações. Mesmo acompanhando nos noticiários situações violentas na Rua XV, como assaltos, assassinatos e brigas, me sinto segura lá, e quando tenho tempo sento nos bancos de praça espalhados ao redor da rua, e fico olhando o vai e vem das pessoas.


A perspectiva da minha imagem relata bem em que "ângulo" eu enxergo o local que escolhi: As diversidades culturais da rua.

(imagens e texto: Jessyca Milene Cardoso)