domingo, 20 de novembro de 2011

Gilles Deleuze


Do êxodo da aparição dos meios para se comunicar, estes já refletiam o seu papel fundamental para a construção das sociedades.

Conseqüência da sua importância, e visto a necessidade da sua evolução, os meios adentraram um campo chamado Indústria cultural.

Vários estudiosos, de várias áreas do conhecimento, agregaram seus valores em escolas e teorias – muitas delas baseadas em Marx - , para estudarem a pluralidade dos meios de comunicação diante do sistema capitalista vigente e os seus efeitos nas sociedades.

Gilles Deleuze teórico Francês, (18 Janeiro 1925 – 4 Novembro 1995) entra em contrapartida com várias concepções da comunicação.

Deleuze critica o pensamento vazio, da fala excessiva. Critica a criação de conceitos que impedem que o pensamento seja simples e puro. É uma comunicação tautológica.

Também Walter Benjamim diz que estamos em um mundo bárbaro, que vivemos somente da essência e não mais vivemos de experiência, e isso se dá pela sociedade atual, bárbara e capitalista e que tem o controle sobre a comunicação.

A questão que Deleuze posta, é como nos esquivar das forças cotidianas que nos obrigam a enunciados vazios?

Se muitos vêem os meios de comunicação como um fator que viabiliza, permite o conhecimento e distância a ignorância; como poderemos nos livrar então dessa abstinência de saber se os meios quem tem esse papel soam enunciados verborrágicos e tautológicos?

È um processo dialético da função do meio de comunicação e como ele é utilizado. A síntese discorre na nossa frente, bárbara e pérfida.


Amanda Vicentini

Isabelle Warzinzaski

Juliana Pivato

Malanie Lisbôa

Um comentário:

celina disse...

a construção do texto está meio "invertida", meio "oralizada"...apesar disso, evidencia uma reflexão, uma discussão.