
Nascido em 1931, o escritor, cineasta e ativista político francês Guy Debord foi um dos principais pensadores da pós-modernidade. Sua obra mais conhecida é o livro A Sociedade do Espetáculo, no qual analisa as transformações do capitalismo moderno.
Influenciado por Marx, Debord afirma que “toda a vida das sociedades nas quais reinam as modernas condições de produção se apresenta como uma imensa acumulação de espetáculos. Tudo o que era vivido diretamente tornou-se uma representação” (Debord, 1997, p. 13), se no século XIX o fetiche pela mercadoria não configurava uma relação social, “nas sociedades modernas, em que o consumo é a ultima ratio, todas as relações humanas têm sido impregnadas da racionalidade do intercâmbio mercantil. É o motivo por que o vivido se afastou ainda mais numa representação: tudo aí é representação” (Gombim, 1972).
O espetáculo se instaura quando a mercadoria toma conta de toda a vida social. A sociedade capitalista torna-se o reino da representação fetichizada dos objetos, as relações humanas já não são mais medidas pelas coisas, mas diretamente por suas imagens e representações.
Anna Bárbara Tuttoilmondo
Gustavo Austin
Heloísa Ferreira
Marina Bueno
Thaís Reis Oliveira
Fontes:
http://revistas.ucg.br/index.php/panorama/article/viewFile/1601/1008
http://www.ebooksbrasil.org/eLibris/socespetaculo.html
http://guy-debord.blogspot.com/
1 comentários:
ok, com citação...bom
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