sábado, 19 de novembro de 2011

Michel Maffesoli

O sociólogo Michel Maffesoli nasceu em Graissessac na França, no dia 14 de novembro de 1944. Ele é considerado um dos fundadores da sociologia do cotidiano e muito conhecido por seus estudos sobre a pós-modernidade, o imaginário, a popularização do conceito de tribo urbana, e pelo desenvolvimento de conceitos como sociedade comunitária e tribal.
Na resenha Quixotismo contemporâneo ou o triunfo da vida, FERNANDES, C.; BARREIRA, C. Galáxia, Brasil, v. 7, n. 14, p. p. 167-171, 2007, é exposto o conceito de pós modernidade que é fundamental na obra: O ritmo da vida: variações do imaginário pós moderno, de Michel Maffesoli. Ele define esse momento “como um momento histórico descolado da linearidade histórica, tendo como particularidade a possibilidade de reencantamento do mundo, onde o imaginário, o simbólico, o onírico, o festivo e a moda são alguns dos parâmetros que melhor o exprimem por contraposição ao racionalismo positivista científico, que é marca da modernidade”. Esse momento se caracteriza pela convivência mútua dos avanços tecnológicos e alguns arcaísmos.
Maffesoli se opõe à visão otimista dos modernos, apresentando uma visão “generosa” do mundo, resumida na frase: “A vida talvez não valha nada. Mas nada vale tanto quanto a vida”. A posição empírica de Michel é anterior à teoria, retomando Nietzsche na “vontade de viver”. Influenciado pela imposição econômica e moral, Maffesoli se inspira na posição de Galileu – “no entanto, o mundo ainda gira”, substituindo o pensamento pela idéia de que não importa o que aconteça, você ainda vive. O sociólogo tenta mostrar que além das condenações marxistas e positivistas, existe o vitalismo, a generosidade, em que tudo é maravilha.


FONTE: http://www.revistas.univerciencia.org/index.php/famecos

Carolina Chinen

Daniela Maccio

Fernanda Vargas

Um comentário:

celina disse...

ok considerando a fonte. a complexidade do autor não parece ter sido traduzida, no entanto.