terça-feira, 20 de março de 2012

Considerações texto: Paradigmas da comunicação (Caio, Ruth, Rosana,Deivid, Rodolfo, Natália)

No princípio, desenvolvimento e conclusão do texto notamos a insistência da autora Vera Veiga França com a seguinte pergunta: Qual a especificidade da Comunicação?
A Comunicação é interdisciplinar, ou seja, passa por uma construção do próprio conhecimento a partir de outras correntes como a Sociologia, Psicologia, Artes entre outras que são definidas por suas respectivas especificidades e comprovada todo a sua origem-raiz por seus renomeados teóricos.
Talvez a falta de comprovação da definição sólida sobre Comunicação, seja devido sua amplitude. A multiplicidade de olhares para o objeto destaca seu poder de estimular a diluição dos feudos, cruzamentos sociais, e de fazer o uso de outras correntes teóricas para construção do conhecimento.
Esse uso de outras correntes é bastante aceitável se pensarmos que a Comunicação está presente em tudo. O próprio fato de procurar saber a verdadeira raiz do objeto, é uma atitude de comunicação. É utópico pensar que ela não é referência social na vida das pessoas. É a máquina criadora do fluxo de informações que invadem nossas casas, tornando-nos um pouco menos ignorantes. Ainda ela está sendo atualmente a base para compreensão dos novos estudos realizados sobre aquelas matérias e vários outros segmentos profissionais como a Medicina.
Entretanto, Vera Veiga aponta alguns aspectos negativos dessa abstração-aparente-definitiva: A possibilidade de que as mesmas palavras sofram muitas e variadas leituras, alterando assim o significado e podendo então influenciar na compreensão daquela mensagem. Outro ponto negativo é as várias teorias que vêm sendo derrubadas ao longo dos anos, devido aos impasses, as profundas transformações, evoluções que marcam o desenvolvimento da Comunicação. Esses paradigmas fazem com que teóricos novos aparecam com novos pensamentos e ideias atualizadas a todo instante, sem que haja uma certeza absoluta e sólida por um bom tempo. Mostra-se então que a definição do objeto é um tanto quanto insegura ou abstrata, dada suas incertezas e imperfeições.
Equipe: Caio Rocha, Rodolfo Luis Kowalski, Ruth, Rosana De Oliveira, Natália Concentino, Deivid Simioni

Um comentário:

celina disse...

ok, dentro do campo da discussão predominante, em sala.

"É utópico pensar que ela não é referência social na vida das pessoas" . - por q utopico? a autora afirma isso?