segunda-feira, 23 de abril de 2012

Hipodérmicos - Funcionalistas


Juremir Machado da Silva, em seu texto “Hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconscientes”, nos apresenta o papel do jornalista separado por duas vertentes. A primeira apresentada seriam os hipodérmicos, que são considerados pessimistas, por acreditarem na manipulação do todo pela mídia. Eles enxergam essa mídia manipuladora como sendo poderosa, ao ponto de conseguir desviar a atenção do público (e desta forma manipular), os receptores, que são vistos como fracos.  Sendo assim, hipodérmicos acreditam que pelo receptor ser fraco, ele não tem autonomia para “escolher” aquilo que vê. Deste modo, a forma com que notícias são passadas, ou a forma em que a programação é posta para o público, é criado o “meio” para a manipulação.
Já os funcionalistas, ao contrário dos hipodérmicos, são otimistas. Não enxergando manipulação nos meios de comunicação, funcionalistas acreditam que o receptor é forte, e tem autonomia suficiente para escolher aquilo que deseja ver.
Comparando e simplificando algo que já é posto pelo autor de maneira bem simples, enquanto hipodérmicos são desconfiados e enxergam o público como fraco, ao ponto de só “digerir” algo que já lhe vem pronto, não dando brecha para interpretações e desta forma facilitando a manipulação em massa; funcionalistas defendem o ponto contrário, que o receptor tem autonomia para escolher, e consegue tirar suas próprias conclusões sobre a programação.
Vale lembrar quem entre funcionalistas e hipodérmicos não há só divergências, mas um ponto em comum, que é a importância dada aos receptores àquilo que a mídia lhe passa.
Para Juremir Machado, uma grande parcela dos jornalistas são funcionalistas. Mas também pontua, que talvez esse “funcionalismo” dos jornalistas, se deve pela ignorância, ou seja, a falta de conhecimento das teorias da comunicação.

Harianna Silva
Helena  Bianchi
Isabela Bandeira
Nivia Maria Kureke

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Considerações sobre o texto "Teorias da Comunicação: Hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconscientes"


 O texto de Juramir Machado da Silva expõe aspectos das teorias hipodérmica e funcionalista. O autor enxerga os hipodérmicos como aqueles que não conseguem deixar de acreditar  na manipulação da mídia, o contrário dos funcionalistas, que não enxergam a manipulação. Os hipodérmicos enxergam a mídia como sendo muito poderosa e os receptores como fracos, logo a mídia é manipulatória.
 Já os funcionalistas, acreditam que o receptor é forte, assim o público tem o poder de selecionar aquilo que deseja acessar, as informações que lhe interessam. Também não percebem a mídia como forte.
 Os hipodérmicos são considerados pessimistas e os funcionalistas otimistas, ou seja, como os hipodérmicos acreditam em manipulação e receptor fraco, entendem que a população não conseguirá escolher aquilo que quer consumir, e os funcionalistas tem em mente que a público consegue selecionar e acessar aquilo que e de seu interesse.
 Machado classifica grande parte dos jornalistas como funcionalistas, também quando ele fala da opção por ser funcionalista, ele conclui que tem gente que assume esse papel por falta de conhecimento. Há uma crítica presente no texto em relação aos jornalistas que desconhecem certas teorias ligadas a comunicação.
 Mesmo com todas as diferenças apontadas pelo autor sobre as duas teorias, ele coloca algumas semelhanças entre elas, como a importância dada aos receptores e aquilo que é passado para ele.
 Para finalizar ele dá a entender que enquanto os hipodérmicos discutem sempre as mesmas coisas e os funcionalistas que às vezes nem porque assumem essa postura, o público fica de lado, mudando de canal, procurando o que ver.

Equipe: Natalia Concentino, Deivid Simioni, Rosana Moraes, Rodolfo Kowalski, Caio Rocha e Ruthielle Borsuk.

Hipodérmicos X Funcionalistas


O autor Juremir Machado da Silva aponta as diferenças e semelhanças entre hipodérmicos e funcionalistas. Os primeiros são vistos como pessimistas, no sentido de que o povo nunca conseguirá se desvencilhar da manipulação da mídia. Isso se deve pela ausência de filtros no momento da recepção da mensagem. Com isso a resposta do receptor é de acordo com o que o emissor deseja. “Para cada estímulo, especialmente os da televisão, corresponderia uma resposta adequada (de aquiescência) dos consumidores”.

Já os funcionalistas pensam de modo diferente, eles afirmam que os resultados esperados pela emissão nem sempre são alcançados. Também consideram que alguns fatores interferem na recepção “Entre o influenciado e o influente, há um meio social”. O funcionalismo acredita que o público tem grande influência no modo como a mídia transmite a mensagem, o funcionalista “Ancorado no pressuposto do ‘dá-se ao público o que ele quer’, sem nunca fazer uma pergunta tão simples: por que ele quer?”.

Porém, existem semelhanças entre eles. Ambos enxergam a massa da mesma maneira: ignorante, perigosa, passiva, crédula e manipulável. Mas tem diferentes opiniões sobre o que deve ser feito com ela. Enquanto o hipodérmico acha que ela deve ser conduzida por uma elite de iluminados, os funcionalistas pensam que isso deve ser feito por uma vanguarda conhecedora do caminho para a emancipação.

Ana Luiza de Souza
Bruna Habinoski
Cecília Moura

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Teorias da Comunicação: Hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconscientes - Juremir Machado da Silva


   No texto “Teorias da Comunicação: Hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconscientes”, o professor Juremir Machado da Silva, separa os jornalistas em dois grupos e fala sofre suas principais características. São eles os Hipodérmicos e os Funcionalistas. Segundo o autor, os Funcionalistas acreditam que a mídia é fraca e que o receptor é forte, sendo assim ele tem o poder de decidir o que vai ou não consumir. Já os Hipodérmicos consideram a mídia forte e o receptor fraco, ou seja, os meios de comunicação acabam manipulando a população.
   A principal duvida apontada pelo professor é quanto à questão dos meios de comunicação atenderem às necessidades do ser humano. Nesse caso a necessidade é a informação e a distração. Tanto para os Hipodérmicos, quanto para os Funcionalistas o que realmente importa é o impacto, a eficácia da mensagem.
   Machado mostra em seu texto que mesmo sendo opostos, os grupos possuem semelhanças. Como exemplo, ele afirma que ambos partilham a tentação da censura. “Se a televisão, por exemplo, dissemina a violência, caberia limitar, controlar ou proibir a violência das imagens.”
   Mesmo com todas essas explicações, o autor conclui o texto dizendo que os jornalistas continuam “discutindo” o que é certo e errado, e enquanto isso o receptor é deixado de lado. Após várias teorias e maneiras de passar a informação, continuamos no mesmo estágio e fazendo as mesmas coisas. “Enquanto isso o receptor brinca com o controle remoto”.

Comunicação Social - Jornalismo 3º período
Grupo: Ariane Priori, Bianca Santos e Samara Macedo

Considerações do texto: Teorias da comunicação- hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconsciente

No texto de Juremir Machado da Silva, é colocado a diferença entre funcionalistas e hipodérmicos.

Para o autor os funcionalistas são o receptor seria forte e o emissor (mídia) fraco, importando-se mais com o que a população quer saber. Nesse caso o receptor não é manipulável e sabe o que está adquirindo de conhecimento em casa mídia.

Já Os hipodérmicos são ao contrário. A mídia tem controle quase que absoluto sobre os receptores, manipulando e persuadindo a população.Nesse caso a massa é alienada,  e recebe tudo que a mídia passa como sendo certo e correto. Alguns teóricos acreditam que partindo do principio que o povo não escolhe o que está assistindo na televisão por exemplo, ou o que é publicado na mídia ele não faz parte desse processo criativo e construtivo da notícia. Aceitando assim o que lhe é passado.

Percebemos que a ideia principal das duas teorias são a mesma. O receptor é um papel importante em ambos os casos e depende muito do emissor. Qual linha seguir, pregar o seu pensamento e deixar a população 'alienada' sabendo seguir apenas uma linha de raciocínio. Ou mostras o que a população quer ver, e não partir do seu ponto de vista.

Equipe: Lais Capriotti, Jéssica Fernanda dos santos, Letícia Moreira
Jornalismo Terceiro período- Manhã.

Hipodérmicos x Funcionalistas


         Juremir Machado da Silva em sua análise sobre as teorias Hipodérmica e Funcionalista, não trata da semelhança entre as duas, “preocupar-se com a eficácia da mensagem”, mas se preocupa em debater suas principais distinções.
         Os funcionalistas acreditam que ao responderem aos interesses e estímulos do público estão tratando da comunicação com êxito! “Tudo o que o público pede, o meio de comunicação dá”. Enquanto que os hipodérmicos se fortalecem e deixam o público como espectador que não interfere no processo, apenas recebe-o, fracamente. De qualquer maneira, o receptor se torna um abrigo para o excesso de informação que lhe chega. O público é, tomado como massa, incapaz de filtrar: ou não sabe o que quer e a mídia lhe oferta, ou a mídia acredita que sabe o que o público quer, então lhe dá.

         Juremir aponta de maneira esclarecedora a diferença entre os hipodérmicos e os funcionalistas:
         “Um jornalista que vê o público como ditador do conteúdo que ele deve oferecer, é um funcionalista sem o saber. Ele acredita agir de acordo com o interesse de seu público, sem pensar na teoria, enquanto o receptor é forte, a mídia é fraca. Para ele, todos os anos de prática na profissão valem mais do que qualquer estudo teórico na área. Tem um pensamento democrático com relação ao espectador. O funcionalista acredita na capacidade que o receptor tem de filtrar e repassar a mensagem que lhe é passada.”

          “Enquanto o crítico do jornalista sente a liberdade de criticar e questionar seu oponente, sem questionar a si mesmo. Este hipodérmico condena a prática a partir da teoria estudada. Ele vê a mídia como um veículo poderoso, enquanto seu receptor é fraco, a mídia tem um grande poder de manipulação sobre o consumidor. Sente a necessidade de controlar o conteúdo que é publicado, muitas vezes de acordo com as características da empresa de comunicação, o horário de veiculação, o tipo de público que vai ter acesso a este conteúdo.”


Francisco Mallmann, Hellen Albuquerque, Laura Nicolli e Victor Hugo 

Considerações texto Teorias da Comunicação: Hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconscientes


   Segundo o texto de Juremir Machado da Silva, Teorias da Comunicação: Hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconscientes, há duas ideias que são a base para renovadas teorias. Para ele, "por mais que as análises tenham se sofisticado, as matrizes originais permanecem hegemônicas estímulo-resposta e funcionalismo. O tempo passa, os termos mudam, as embalagens ganham novas cores, as ideias de base persistem". O texto relata duas visões que se diferem com relação ao uso e poder da mídia: a dos funcionalistas, que são aqueles que acreditam no poder de vontade e crítica do receptor, ou seja, o receptor é forte. E a dos hipodérmicos, que analisam o receptor como fraco devido a sua incapacidade de saber o que quer, por isso, alguém deve mostrar o que ele realmente necessita. Na ultima visão a forma de recepção é aceita e não contestada, como se a pessoa que recebesse a mensagem fizesse parte de uma massa alienada, atomizada e submissa à mídia.

   A manipulação por parte do meio ocorre em toda e qualquer forma de transmissão de notícia devido a bagagem cultural intrínseca as pessoas. Segundo a teoria hipodérmica, a manipulação ocorre porque o público é fraco e, segundo a teoria funcionalista, ela ocorre pois há veículos que propiciam essa alienação indireta, em que a pessoa é manipulada sem que, ao menos, ela perceba. Com base na visão aprofundada do "estímulo-resposta" todos os receptores recebem a mesma mensagem, mas o efeito que causa em cada um e a resposta que será dada são únicos.

   A mobilidade vivida nos dias atuais faz necessária uma mídia mais clara e menos manipulatória. Acreditamos que, atualmente, o receptor tem um potencial forte para analisar diversos veículos, porém perante a constante rapidez e impulsividade exigida o poder é perdido. É como se a falta de tempo para ler e abranger informações de mais de um veículo diminuísse a visão da pessoa e, consequentemente, aumentasse o poder manipulatório da mídia. Nos dias atuais o que prevalece é o meio termo da duas teorias, onde algum tipo de manipulação é inevitavel, por mais leve e não intencional que seja, e a midia atende a necessidade/gosto do público para poder sobreviver no mercado.

Bianca Thomé, Carolina Cachel, Letícia da Rosa e Mayara Duarte. Terceiro período de Jornalismo manhã da PUCPR.



CONSIDERAÇÕES SOBRE O TEXTO: TEORIAS DA COMUNICAÇÃO - Hipodérmicos Tardios Versus Funcionalistas Inconscientes


O texto debatido em sala faz um parelelo entre duas teorias da comunicação existentes: A dos funcionalistas e a dos Hipodérmicos. Para isso, aponta diferenças e semelhanças entre ambas, dando exemplos e citando autores. Jucemir Machado da Silva, professor da PUCRS e autor do artigo, apresenta as duas teorias e suas características.

Funcionalista: o emissor funciona como uma representação da principal fonte de informação do povo e mesmo não interessado no geral interesse da população, se apresenta como uma forma democrática de relação com os espectadores, se considerando formador de uma democracia na comunicação entre pessoa/mídia. O receptor seria forte e a mídia fraca, por fornecer tudo que ele teóricamente precisa saber.

Hipodérmicos: Nesta teoria, acredita-se no inverso: Mídia Poderosa, Receptor fraco. Essa relação, portanto, causaria uma séria desigualdade em relação a função e o poder da mídia comparada ao receptor. Para os teóricos, como o povo não pode escolher o que lhe é passado, ele não é parte atuante do processo de comunicação de uma sociedade, mesmo que ela seja feita para a sua necessidade de estar informado.

Partindo para o texto, percebemos outras diferenças entre as teorias. Os funcionalistas acreditam que os resultados esperados pela emissão nem sempre são obtidos, creem em mensagens indiretas, na relevância do papel de um líder de opinião para repassar a mensagem aos demais interessados (recepção em dois níveis) e na comunicação como reforço de crenças (rituais). Os hipodérmicos, ao contrário, tentam exercer uma comunicação direta, veem a mídia com meio potente e manipulador, percebem um isolamento social causado por essa diferença de posição e fala em uma massa alienada, principalmente pelo fator psicológico exercido sobre ela. No geral, para a primeira, o receptor é soberano, para a segunda, escravo da mídia. No funcionalismo, em relação ao influenciado e o influente, há um meio social e principalmente, um receptor privilegiado. Nos hipodérmicos, o receptor fraco não consegue exercer sua função como parte deste processo de comunicação.

No paralelo expressado por Jucemir no artigo, encontramos também as semelhanças entre as teorias. Neste caso, Hipodérmicos e funcionalistas em seus funcionamentos, desconsideram a história e as histórias coletivas e pessoais. Ambos vivem para suas ideologias. Em uma passagem do texto, o autor coloca que o funcionalista inventa o marketing e crê na mágica, enquanto o crítico hipodérmico não se cansa de explicar que é tudo um truque, mas anseia por aplicar os mesmos meios para fins diferentes. Outra semelhança está na visão de mundo que ambas teorias possuem. A primeira não quer mudar o mundo, mas servi-lo como ele é, apoiado nas mitologias da verdade e da informação. A segunda também não quer a mudança por conta própria, mas busca indicar o caminho para os que precisam mudar. É contra a persuasão, a influência e a sedução, mas utiliza destes mecanismos para se impor.

Portanto, como conclusão, podemos dizer que ambas querem o mesmo objetivo, mas exercem suas funções de forma diferente. Enquanto isso, o receptor acompanha tudo, tirando suas conclusões e apoiando as idéias que mais lhe fazem sentido.

ALUNOS - Flavio Darin,  Marcio Kaviski, Marcos Garcia, Pedro Domingues e Rafaella Bez

3º período de Jornalismo - Manhã

Considerações pós leitura: Teorias da comunicação – hipodérmicos tardios versus funcionalistas inconscientes


A teoria do funcionalismo tem como base a crença de que o receptor é mais forte que a mídia, assim não sendo manipulável e tendo o controle sobre o conteúdo. A teoria do funcionalismo prega que o receptor tem o livro arbítrio para consumir qualquer tipo de  informação, recepção seletiva, sendo assim, é função da mídia produzir conteúdo que interesse ao receptor. Para os funcionalistas, o líder de opinião na sociedade é o individuo que consome mais informação que os demais, pois esse pode transmitir essa informação adiante tendo o poder do conhecimento.
Já a teoria dos hipodérmicos tem uma linha de pensamento que contraria a do funcionalismo. Para os hipodérmicos, a mídia obtém o total controle sob o receptor, a principal fundamentação da teoria é a passividade do receptor  e a sua conivência para com os conteúdos e a forma  que os mesmos são transmitidos.  Massa alienada e comunicação persuasiva são características marcantes dessa linha de pensamento, para os hipodérmicos a massa é impulsiva, instintiva, intolerante, conservadora, manipulável, submissa e se pauta nos valores da moral pré- estabelecida pela sociedade e por isso é muito fácil de executar manobras massivas.

Alunos: Heron Torquato, João Pedro Alves, Leticia Ignacio, Kamilla Ferreira e Paulo Semicek

3º período Comunicação Social - Jornalismo/Manhã.

domingo, 15 de abril de 2012

Considerações sobre o texto "Paradigmas da Comunicação"

O objeto:

O objeto, em qualquer disciplina, é o ponto de partida para um estudo mais aprofundado sobre determinado assunto. No caso da teoria da comunicação, o objeto se divide, basicamente, em meio de comunicação e o processo comunicativo.

A análise destes dois elementos, sobre a perspectiva da professora Vera Veiga França, que hoje estão ligados quase que exclusivamente aos meios midiáticos como a televisão, rádio e internet, por exemplo, parte da ideia de que não são esses meios que detém o poder sobre opinião pública, e sim são “construídos pelo olhar e intervenção dos homens”, ou seja, ele apenas reflete as características da nossa sociedade contemporânea. Restringir as práticas de um grupo social ao poder da mídia é excluir outros processos de comunicação que marcam a vida destes indivíduos.

Equipe: Flávia, Flávio, Liris e Tarsila
Jornalismo noturno