sábado, 9 de junho de 2012

Teoria Crítica e a Música Popular Brasileira

A música popular brasileira (MPB) tem algumas características apontadas pela teoria crítica, a qual analisa a música como um produto de venda, a música na indústria cultural. Essas características são demonstradas quando as composições (letras) relatam temas amorosos, ou a sensualidade da mulher, por exemplo. A única diferença dessas canções na MPB com os outros ritmos, é que são letras menos banalizadas, o conteúdo e tratado de outra maneira. E o público absorve as canções para si, e a consomem, exatamente como a indústria quer, que a música simplesmente tenha saída, venda. Não importando se é uma das composições de Vinícius de Moraes, ou qualquer outro compositor da geração, que escreve coisas sem nexo algum, e atrai um público que nem sabe o porquê canta determinada música.
Mas em contra partida, o ritmo MPB tem algo diferenciado. Algumas de suas letras querem passar alguma informação, ir contra algo, e esses são os casos de músicas compostas durante ditadura militar, que iam contra o governo da época, por isso foram censuradas. Mas nessas composições, o ouvinte tem que entender o contexto em que foram criadas, o que acontecia na época, pois caso ao contrário não vai conseguir absorver nenhuma informação. Entende e compreende quem tem bagagem cultural.
Mesmo com essa ramificação do estilo, o que podemos concluir e que para a indústria, não faz diferença alguma. Todas as músicas são vistas iguais, por que servem para a mesma coisa: Vender. Por isso atualmente, encontramos tantas letras que não passam nada, mas vendem, são os produtos que o mercado deseja.

Grupo:
Ana Luiza Souza
Bruna Habinoski
Cecília Moura

Um comentário:

Celina Alvetti disse...

ok o principio da igualdade para a indústria cultural. só o final de vcs q poderia ser mais fundamentado ("encontramos tantas letras...")