quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Identidade

O local escolhido pelo grupo foi o Estádio Joaquim Américo, a Arena da Baixada. São vários os motivos. Ali é onde nos sentimos bem, com pessoas que tem o amor pelo futebol e pelo Atlético-PR em comum com a gente. Cada um ali tem sua vida, seus problemas, suas alegrias, suas tristezas... pode ser rico, pobre, bom ou mau. Ali durante os 90 minutos de jogo todos são iguais e estão lá por um mesmo objetivo: ver o time ganhar. Um dos gritos de guerra do Atlético diz "Só eu sei porque eu não fico em casa". E é essa a verdade. Todo mundo ali se entende... além da identificação com o lugar é uma identificação com as pessoas que estão lá.
Podemos encaixar nossa identificação na teoria de Stuart Hall por meio da tradição. O futebol é a paixão nacional, o esporte mais tradicional do país. Dentro da nossa paixão pelo futebol tem o nosso amor pelo Atlético, herdado dos nossos pais.

Alunas: Daniela Hendler e Rafaela Gabardo
Jornalismo, 4º período - Noite

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Identidade Catedral


O local escolhido pela equipe, com o qual se identifica é a Catedral Basílica de Curitiba. Essa identificação ocorre, pois todos da equipe são católicos e por estar no centro de Curitiba, na Praça Tiradentes, o acesso é mais facilitado a todos, para praticar a fé. Segundo Stuart Hall, essa identificação, ocorre pela forte tradição passada de geração em geração.

Na mídia analisamos cinco edições da Gazeta do povo dos dias: 30/01/2012, 29/08/2012, 02/09/2012, 05/09/2012 e 08/09/2012, com o objetivo de mostrar como a mídia avalia.

No dia 30/01/2012: Comenta sobre a beleza arquitetônica da Catedral e aponta a falta de recursos pelo motivo da demora. Retratada como importante para cidade

No dia 29/08/2012: Destaca a conclusão de 90% das obras, como também os eventos do dia 6 até 9 de setembro. Considerada na matéria como igreja tradicional.

No dia 02/09/2012: Conta que está na quarta edição da festa da luz e que nesse evento marca a reinauguração. Na matéria ganha status de referência turística.

No dia 05/09/2012: Salienta a história e curiosidades, ainda consta uma entrevista especial com o Arcebispo Dom Moacir José Vitti. Elogiada como um dos cartões-postais da cidade.

No dia 08/09/2012: Aborda sobre a procissão, a qual 1500 pessoas participaram, conta a programação do domingo e traz como expectativa para um público final de 200 mil pessoas nos 4 dias. Intitulada como Igreja que atrai multidões.

Conclusão: Em todas as matérias analisadas, a Catedral é elogiada, porém precisa ter fieis fixos para prestigiar e ajudar a igreja ao longo do ano.
Equipe: Aline Valkiu, Diego Fernando Laska, João Paulo e Raissa Melo
Foto: Raissa Melo

Exercício Identidade: Largo da Ordem

Relacionando o texto de Stuart Hall, "Identidades Culturais na Pós-Modernidade" escolhemos o Largo da Ordem como local em que mais nos identificamos.
Primeiramente, percebemos que a visão da mídia é um pouco pessimista em relação ao local. Não que seja a visão própria do veículo (no caso, a Gazeta do Povo), mas ao analisarmos as notícias, percebemos a relação entre o Largo da Ordem e a violência. Na época do pré-carnaval em Curitiba, a Gazeta do Povo relembrava, em cada edição, o quão violento tinha sido a confusão causada com a polícia, sempre enfatizando "praça de guerra" e "desespero". Comumente, o local é chamado de "Largo da Desordem".

                                   Foto: Henry Milléo, repórter fotográfico da Gazeta do Povo.

Em relação ao texto de Hall, percebemos a presença de identidade fragmentada, já que a visão do Largo não é homogênea. No nosso próprio grupo de pesquisa, percebemos que, das três pessoas, nenhum olhar era igual. Um via o Largo da Ordem como o local da Curitiba boêmia, outro como um local mais familiar, e a outra pessoa com nostalgia e local de encontro das pessoas dos mais variados estilos. Outro ponto relacionado foi a questão da identidade definida historicamente, já que o Largo é um espaço significativo para a cidade, tendo igrejas históricas, como a Igreja da Ordem Terceira de São Francisco, a mais antiga de Curitiba e pelo local ser considerado o coração de setor histórico da cidade. Por último, percebemos a presença de continuidade, tradição e origem, já que o Largo parece agregar todas as "tribos" curitibanas, mantendo a tradição da cidade (seja pelo comércio local ou por traços culturais) além de um importante ponto turístico para Curitiba.   

Equipe: Mariana D'Alberto El-Fazary, Raffaela Silvestre Porcote e Rodrigo de Lorenzi Oliveira

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Reprodutibilidade Técnica


Escolhemos o texto de Walter Benjamin, "A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica", porque acreditamos que o assunto é muito recorrendo nos dias atuais.
A reprodução técnica de obras de arte é um processo novo, que vem se desenvolvendo com intensidade crescente. Além da criação em massa, há formas de criações sempre novas. O que nos chama a atenção é o que é colocado sobre autenticidade. Segundo o autor, o aqui e o agora da obra de arte é o elemento que está ausente na reprodução, esse aqui e agora é onde se desdobra a história e enraíza a tradição do objeto. 
A reprodução técnica tem mais autonomia que a manual e pode colocar a cópia do original em situações impossíveis para o próprio original, por estas duas razões, o autêntico não preserva toda a sua autoridade com relação à reprodução técnica. Mesmo o conteúdo ficando intacto, as reproduções desvalorizam o seu aqui e agora, sua autenticidade, o testemunho se perde.
No texto A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica, Benjamin analisa as mudanças provocadas pelas novas técnicas de produção artística na esfera cultural, e desenvolve, como componente principal, a tese de que a reprodutibilidade técnica pode provocar a superação da aura pela obra de arte.É importante ressaltar que os elementos centrais da aura, que são a autenticidade e unicidade não foram superados, ao contrário, elas se adaptaram às mudanças técnicas, uma adaptação que aconteceu em torno da industrialização, e marcou a produção cultural no século XX.

Alunas: Ariane Priori, Bianca C. Santos, Samara Macedo

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

IDENTIDADE - PRAÇA DA ESPANHA



Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo

A Praça da Espanha é um grande ambiente aberto, localizado no Bairro do Batel, em Curitiba. O espaço permite atividades durante o dia e a noite, nos últimos anos, tem atraído principalmente o público jovem, que se reúne durante os finais de semana, normalmente á noite. A proximidade da praça de bares e boates da Batel, faz com que ela seja um ponto de encontro muito utilizado. 

Nos últimos três anos, a praça também sediou eventos organizados pela internet, como o ano novo fora de época, que levou mais de 20mil pessoas até a Espanha, o que causou algum tumulto e o descontentamento dos moradores da região, que querem que a circulação de jovens no ambiente seja mais restrita. A instalação de uma rede wi-fi também foi um fator diferencial para atrair o publico jovem, já que a ligação imediata e a rápida interação das redes sociais faz com que cada vez mais pessoas se interessem por determinado assunto, neste caso, determinado local.
 
A praça da Espanha também recebe feira de carros antigos aos sábados a tarde, feira de antiguidades, aulas de Yôga e shows musicais. No entanto, o que mais se destaca do local é uma questão abordada por Stuart Hall sobre a prática das resistências. Ao mesmo tempo que os jovens adotam a praça como ponto de encontro, pela proximidade com bares e danceterias, os moradores mais antigos ainda buscam resistir a este avanço. 

Mas de qualquer forma, a identidade, no caso da Praça da Espanha e do Batel, se sobrepõe com força à resistência. O bairro já está identificado pela maioria dos curitibanos como uma região de alto poder aquisitivo e bastante boêmia. Dessa forma, quem resiste à modernização se vê sem alternativas para resolver suas indagações.

Grupo formado por: Heron Torquato, João Pedro Alves, Kamilla Ferreira, Leticia Duarte e Paulo Semicek

Identidade - Jardim Botânico

Nosso grupo escolheu o Jardim Botânico, já que todos se identificam com o local.
Acompanhamos na mídia as notícias divulgadas sobre o local, elas são poucas e mais antigas, na semana analisada não foram publicadas matérias sobre o Botânico. Na maioria das vezes em que o lugar é mostrado por algum veículo de comunicação, é para falar sobre algum evento diferente, como a mudança de cor nas luzes da estufa ou pra retratar o turismo em Curitiba. Mostrando o lado bom do parque, o sucesso que faz com os turistas ou algum exposição que chama a atenção dos frequentadores. As notícias mais diferentes que encontramos foram as que se referiam a campanha política desse ano: candidatos debatendo a questão da concessão de espaços públicos. Mas essas notícias não ganharam muito espaço e nem se tornaram um grande alvo da mídia.
Acreditamos que foi construída junto com o Jardim Botânico uma identidade curitibana, buscando fazer com que as pessoas de fora de Curitiba o vissem como o retrato da paisagem e do modo de vida curitibano. Se encaixando muito bem na imagem de cidade modelo ecologicamente, padrão europeu, que valoriza os parques e a natureza. Vemos aí a criação de uma identidade, algo criado para ser mostrado para aqueles que não moram na cidade. É fácil de perceber como essa identidade foi aceita quando visitamos o Botânico em feriados ou férias, que fica repleto de turistas, sua estufa (com estilo europeu) é cartão postal da cidade e todos os turistas parecem querer conhecer o clássico ponto turístico curitibano, que retrata tão bem a cidade. Observamos também que o parque está sempre cheio, tanto com as visitas dos grupos de turismo, quanto com os próprios curitibanos e moradores da redondeza, que vão correr, fazer caminhada, encontrar os amigos ou mesmo ficar sentado na grama apreciando.



Foto: Ruthielle Borsuk

Grupo: Natalia Concentino, Ruthielle Borsuk, Rodolfo Luis Kowalski e Rosana Moraes.

IDENTIDADE - MON (MUSEU OSCAR NIEMEYER)


Construído em 2002 com o objetivo de se tornar um espaço expositivo de excelência no Brasil e referência para o exterior, o museu Oscar Niemeyer vem se tornando muito mais que um ponto turístico para os curitibanos. Escolhido no último mês como a principal atração turística da cidade entre 48 opções, o museu é hoje um espaço de encontro para pessoas de todas idades e estilos. Misturando a arte com o espaço aberto oferecido, o local é perfeito para quem quer descansar e aproveitar as mais diversas opções oferecidas, como exposições, palestras e shows.


Em função do texto de Stuart Hall, podemos relacionar o local com diversas definições que o autor nos apresenta. A essência universal, por exemplo, é apresentada através das exposições e artistas renomados mundialmente, que podem ser apresentados a um novo público. Já a essência individual, está presente na forma como os visitantes se relacionam com o local. Alguns preferem admirar as obras, outros buscam o MON para descansar e assim por diante, criando diferentes formas de individualismo com o museu. Outro fator que podemos relacionar é a homegenização citada por Hall, quando percebemos a localização estratégica do museu (centro da cidade) e sua proximidade a locais bastante importantes de Curitiba. Apesar desta estratégia, o público se divide entre jovens e adultos, não tendo uma maioria que se destaque, mostrando uma acessibilidade fácil e atrativa.

Finalmente, ainda encontramos uma relação com a identidade construída históricamente que Hall também aborda em sua obra. O MON é parte hoje de uma nova geração que além de gostar de arte, também quer o seu espaço para produzir idéias ou apenas relaxar em um fim de semana com os amigos. Estes momentos farão parte da construção histórica e social destas pessoas, que levaram para sempre as influências que este local as ofereceu. Se hoje em dia ele serve apenas para se reunir com colegas, em um futuro próximo ele pode ser um local de trabalho e tudo depende da forma como a sociedade se relaciona com o mundo ao seu redor.

Grupo: Marcio Kaviski, Marcos Garcia, Rafaela Bez, Flavio Darin e Pedro Domingues

Identidade - Largo da Ordem


O Largo da Ordem significa para uma das integrantes da dupla, uma parte de sua história, já que era neste lugar que passava horas de seus dias. Para a outra integrante, é um lugar maravilhosamente fotográfico, por contar com prédios antigos de arquiteturas diversas (dentre as quais de padrões coloniais portugueses como a “Casa Romário Martins) e proporcionar as mais belas imagens. A diferente identificação com o local por parte de cada uma das integrantes da dupla, caracteriza um dos conceitos de Stuart Hall (citamos o livro Identidade Cultural na Pós-modernidade) o conceito de identidade fragmentada. Mesmo se tratando do mesmo local, ele é visto de diferentes formas. Tanto pelo público em geral como pela mídia. Exemplo disso são as notícias relacionadas ao local, que vão desde acontecimentos culturais, relacionados a teatro, música e dança até eventos de cunho religioso, como ocorrido nos dias 7, 8 e 9 de setembro, com os festejos de Nossa Senhora da Luz, iniciados com a reinauguração da Basílica e estendidos com a procissão pelo Largo, passando por notícias de violência, com no “Carnaval fora de Época”. A relação da integrante que se identifica pelo local fazer parte de sua história assinala um segundo conceito de Hall, a identidade construída historicamente. Cada indivíduo compreende o local de uma forma diferente e essas concepções podem se alterar de acordo com os acontecimentos da vida deste indivíduo, Hall afirma que “as conceptualizações do sujeito mudam e, portanto, têm uma história”. A visão de que era um dos locais que se usava para “gazear” aula, muda conforme o local se torna um lugar de encontro para namorar, por exemplo. O mesmo lugar, que é bastante conhecido pelo comércio local, no caso do Largo da Ordem a feirinha de domingo, torna-se um “parque de diversões” aos apaixonados por fotografia, por se tratar de um local privilegiado de iluminação e arquitetura.


Harianna Stukio
Nivia Maria Kureke

IDENTIDADE - PAÇO DA LIBERDADE

O local escolhido pelo grupo foi o Paço da Liberdade. As relações com o texto de Stuart Hall são as seguintes:
- Identidade fragmentada: O local é frequentado pelo grupo com certa intensidade, porém não configura-se como um espaço com grande evidência na construção da identidade. Os integrantes circulam por diferentes espaços com diferentes finalidades e intenções. Nesse âmbito relacionamos também o conceito de "celebração móvel". 
- Identidade definida historicamente: Um espaço que significa muito para a cidade, por ter sido sede da prefeitura e o Museu Paranaense, tornou-se uma instituição cultural. Nos atentamos a perceber de que maneira isso interfere na nossa relação com com o ambiente e com suas atrações/ações. 
- Essência Universal e Essência Individual: Os integrantes do grupo frequentam o lugar com diferentes finalidades e intenções. 
- Identidades Nacionais: Num âmbito geográfico reduzido (Curitiba) percebe-se que o ambiente também atua como símbolo. Parte-se da ideia de que a identidade nacional é construída. 
- Continuidade, Tradição e Origem: Além de se tratar de um prédio histórico e também ponto turístico, as atrações que se oferecem enquanto instituição cultural são todas relacionadas com a capital paranaense. Há, portanto, um cuidado no que se refere à conceitos como tradição e origem. 
- Homogenização: É um local que se destina à democratização da cultura e do espaço urbano (localização central, próximo de locais bastante frequentados, como a Pç. Tiradentes) porém possui um público que se afasta das caracterizações de um grupo homogenizado. 

Foto: Francisco Mallmann 

Grupo: Francisco Mallmann, Laura Nicolli, Victor Hugo, Hellen Albuquerque e Camila Vichoski.

Identidade Cultural - Teatro Regina Vogue


O local de análise escolhido pelo grupo foi o Teatro Regina Vogue, que fica dentro do Shopping Estação, no bairro Rebouças. O motivo da escolha é por ele ser de fácil acesso a todas do grupo e por já havermos assistido a algumas peças neste teatro. Apesar de vivermos em um contexto de globalização, que segundo Stuart Hall, enfraquece e fragmenta as identidade culturais, conseguimos encontrar um lugar de identificação para todo o grupo.
Analisamos a aparição do Teatro Regina Vogue em jornais televisivos diários durante o período de 6 à 12 de setembro. O local não foi citado em nenhuma edição que o grupo acompanhou e acreditamos que isso ocorreu pelo fato de que nestas datas nenhuma peça de destaque estava sendo apresentada no teatro.
Isso nos fez pensar como a identidade da própria cidade está se fragmentando, já que peças de teatro e shows normalmente só são anunciados em meios de comunicação de massa, como a televisão, quando envolvem estrelas de fora da cidade, com destaque nacional ou até mesmo internacional. Talvez ainda exista uma identidade nacional que é comum para a maioria da população, já que os meios de entretenimento que mais dão lucro são aqueles que apresentam atores globais e estrelas de Hollywood.


Identidade Cultural na Pós-modernidade - Stuart Hall



O grupo analisou e desenvolveu seu ponto de vista sobre restaurantes de Curitiba, de acordo com o texto Identidade Cultural do autor Stuart do Hall, levando em conta à personalidade das integrantes, atentando para os modos descritos pelo autor, quando diz que estão surgindo novas identidades e que essas, estão fragmentando o indivíduo moderno; ou seja, à medida que nos deparamos a novas necessidades instituídas pelo século XXI – como de almoçar fora diariamente- somos obrigadas a nos adaptar, mudar a identidade que foi criada em nós quando crianças, podemos então afirmar que estamos em processo de crise da identidade.

O autor analisa o processo de fragmentação do indivíduo moderno enfatizando o surgimento de novas identidades, apresentando as diferenças nos planos da política e da representação. De acordo com Hall, “esses processos de mudanças, tomados em conjunto, que representam um processo de transformação tão fundamental e abrangente que somos compelidos a perguntar se não é a própria modernidade que está sendo transformada”. O grupo responde que sim. Ao passo que fazemos muitas coisas ao mesmo tempo, como estudar, trabalhar e desenvolver outros cursos extracurriculares transformando o nosso modo de pensar, muitas vezes invertendo valores e prioridades por necessidade.

E então, podemos concluir que a afirmação de Stuart Hall de que “os modos de vida colocados em ação pela modernidade nos livraram, de uma forma bastante inédita, de todos os tipos tradicionais de ordem social”, se encaixa perfeitamente na nossa escolha de lugar que nos representa. Acreditamos também, que muitos curitibanos vivam esta mesma realidade.

Alunas: Ariane Priori, Bianca C. Santos e Samara Macedo.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Análise identidade - Museu Oscar Niemeyer



Como local o grupo escolheu o Museu Oscar Niemeyer (MON), devido a busca pela arte e por maior bagagem cultural, buscada pela equipe. A identidade do lugar compõe não só por pessoas que o buscam por suas exposições e diversidades estéticas, mas também pelo gramado que o compõe. O fato do MON estar localizado em uma região central e apresentar esse espaço diferenciado (a natureza, a grama), atrai e propicia uma diversidade de tribos, o que possibilita uma maio socialização entre as pessoas.
De acordo com Stuart Hall, "O sujeito, previamente vivido como tendo uma identidade unificada e estável, está se tornando fragmentado; composto não de uma única, mas de várias identidades, algumas vezes contraditórias ou não resolvidas". Por isso, ao analisarmos o museu como um local de encontro e socialização, temos um exemplo de várias identidades. O ser que frequenta o museu pode buscá-lo tanto procurando obra de artes, quanto buscando passar alguns momentos no que, também assim pode ser chamado por sua função: o parque do Oscar Niemeyer.
A forma de abordagem da mídia é diversificada: tanto demonstrando as exposições que estão acontecendo no museu, quanto pessoas utilizando drogas aos arredores dele. Analisando o veículo Gazeta do Povo, na web, na última semana, pode-se inferir que o meio procura mostrar o MON com todas as suas facetas.


Alunas Bianca Thomé, Carolina Cachel, Letícia da Rosa e Mayara Duarte.
4º período de Comunicação Social - Jornalismo, da PUCPR.

Postagem livre - Indústria Cultural


Indústria cultural é totalmente diferente de cultura de massa, a ultima vem do povo, de regionalizações, costumes sem o intuito de serem comercializadas, enquanto a primeira tem padrões que se repetem com o objetivo voltado ao consumismo.
A indústria cultural é um fator indispensável na formação da consciência coletiva, mas não tem nada de cultural em sua formação. São produtos que dependem do mercado, e não são voltados a determinados tipos de classe.
Esses produtos são capazes de conquistar o interesse das pessoas sem trabalhar o caráter crítico delas. E um exemplo de indústria cultural é a televisão, que tem uma grande abrangência geográfica, absorção do publico e diversificados produtos em horários distintos. 

Alunas: Ana Luiza de Souza, Bruna Habinoski, Cecília Moura - Jornalismo, manhã. 

Exercício identidade


A equipe escolheu o Parque barigui para analisar durante uma semana.Foi escolhido pelo grupo por que além de ser um lugar em comum para as integrantes, possui diversas possibilidades de atividades e entretenimento. É um ponto turístico da cidade, é o maior parque da capital, além de ser bonito e agradável de ser freqüentado. A sondagem ocorreu do dia 3 ao dia 10 de setembro de 2012. Nosso veículo era televisão, então achamos matérias no Paraná TV segunda edição, sendo as principais notícias dessa semana o Início das inscrições para a Meia Maratona Noturna de Curitiba, onde o parque é ponto de chegada; A patinação gratuita no gelo que ocorreu até 9 de setembro, em uma pista de gelo sintético, o ingresso era uma lata de leite em pó. Evento realizado para divulgação de Curitiba como a capital do inverno; O jornal um mostrou ainda formas de lazer no parque para quem não havia viajado no feriado de 7 de setembro.

Os veículos de comunicação mostram frequentemente o parque barigui de diversas formas. Divulga os eventos, como feiras de artesanatos, de roupas e até gastronômicas. Mostra também o lazer feito na mudança de temperatura; ou seja, é comum ver matérias sobre o verão e ter como cenário o parque.Mas há o lado ruim. Os jornais exibiram durante uma semana os problemas com drogas e vândalos que frequentam o parque.

A equipe chegou a conclusão de que a mídia mostra exatamente todos os lados do parque, e divulgam adequadamente o que ocorre no mesmo. Porém, algumas  coisas ainda são ‘escondidas’. Como personalidades, e o cotidiano de pessoas que vivem em torno do mesmo.

Alunas: Lais Capriotti, Leticia Moreira, Jéssica Fernanda
Jornalismo manhã