quinta-feira, 13 de setembro de 2012

IDENTIDADE - MON (MUSEU OSCAR NIEMEYER)


Construído em 2002 com o objetivo de se tornar um espaço expositivo de excelência no Brasil e referência para o exterior, o museu Oscar Niemeyer vem se tornando muito mais que um ponto turístico para os curitibanos. Escolhido no último mês como a principal atração turística da cidade entre 48 opções, o museu é hoje um espaço de encontro para pessoas de todas idades e estilos. Misturando a arte com o espaço aberto oferecido, o local é perfeito para quem quer descansar e aproveitar as mais diversas opções oferecidas, como exposições, palestras e shows.


Em função do texto de Stuart Hall, podemos relacionar o local com diversas definições que o autor nos apresenta. A essência universal, por exemplo, é apresentada através das exposições e artistas renomados mundialmente, que podem ser apresentados a um novo público. Já a essência individual, está presente na forma como os visitantes se relacionam com o local. Alguns preferem admirar as obras, outros buscam o MON para descansar e assim por diante, criando diferentes formas de individualismo com o museu. Outro fator que podemos relacionar é a homegenização citada por Hall, quando percebemos a localização estratégica do museu (centro da cidade) e sua proximidade a locais bastante importantes de Curitiba. Apesar desta estratégia, o público se divide entre jovens e adultos, não tendo uma maioria que se destaque, mostrando uma acessibilidade fácil e atrativa.

Finalmente, ainda encontramos uma relação com a identidade construída históricamente que Hall também aborda em sua obra. O MON é parte hoje de uma nova geração que além de gostar de arte, também quer o seu espaço para produzir idéias ou apenas relaxar em um fim de semana com os amigos. Estes momentos farão parte da construção histórica e social destas pessoas, que levaram para sempre as influências que este local as ofereceu. Se hoje em dia ele serve apenas para se reunir com colegas, em um futuro próximo ele pode ser um local de trabalho e tudo depende da forma como a sociedade se relaciona com o mundo ao seu redor.

Grupo: Marcio Kaviski, Marcos Garcia, Rafaela Bez, Flavio Darin e Pedro Domingues

Um comentário:

Celina Alvetti disse...

o texto é meio institucional..