quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Reflexão "O consumo serve para pensar"



Analisando o texto base “O consumo serve para pensar” juntamente com outros dois textos- “O que é cidadania” de Marcos Silvio de Santana e “As armadilhas do consumo” de Marcia Tolotti, é possível chegar a ideia de que a partir do ato de consumir conseguimos distinguir o bom senso do senso comum. Uma vez que é necessário que cada um compreenda os reais motivos envolvidos no ato da compra. Ou seja, aquilo que todos acham legal é diferente do que realmente é legal. O ato de consumir apenas porque um grupo está consumindo é alienado.
Em relação a cidadania temos as telenovelas que podem distorcer a realidade e tirar o foco dos reais problemas da sociedade. Muitas vezes um cidadão vê alguma atitude de um personagem na tela e acredita que aquilo pode ser verdade. Como sustenta Appadurai o consumo é eminentemente social, correlativo e ativo.

Observamos no decorrer do texto, “Um carro importado ou um computador com novas funções distinguem os seus poucos proprietários na medida que quem não pode possuí-los conhece o seu significado sociocultural. Inversamente um artesanato ou uma festa indígena cujo sentido mítico é propriedade dos que pertencem a etnia que os gerou se tornam elementos de distinção ou discriminação na medida que outros setores da mesma sociedade se interessam por elas e entendem em algum nível seu significado”, ou seja, algumas vezes algo que você compra de determinada marca rende mais status do que algo que você produz e tem uma bagagem cultural maior. Acrescentando o texto de Márcia temos a questão do endividamento “Todos querem ganhar dinheiro, mas primeiro é preciso parar de perder”, conclui.

 Lais Capriotti, Jéssica Fernanda dos Santos, Leticia Moreira

Um comentário:

Celina Alvetti disse...

bom terem usado o appadurai.
rever questãoa do consumo em canclini. falem comigo.