segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Paul Virilio


Filósofo, urbanista e sociólogo. Tornou-se um dos pensadores de referência da contemporaneidade, desenvolvendo uma reflexão inovadora sobre as questões da tecnologia relacionando os meios de comunicação, a guerra da informação e o mundo cibernético.

 Tecnologia
      O primeiro motor (vapor – máquinas da revolução industrial)
      O segundo motor (explosão – carros, aviões e máquinas)
      O terceiro motor (elétrico – cinema, turbina, geradores)
      O quarto motor (foguete – satélites, espaço)
       Cada motor modifica o quadro de produção de nossa história e também modifica a percepção,  a informação e relação com o mundo.

Não se vai junto da janela para a abrir, basta carregar o botão. Há pois uma espécie de referência a um corpo deficiente e não a um corpo locomotor. Reações de estupefação face ao fato de os válidos utilizarem técnicas destinadas a deficientes que sofriam, por exemplo, por não poder deslocar-se para abrir uma janela.  (…) Outrora, quando se queria saber o tempo que fazia, olhava-se pela janela e via-se se fazia bom tempo ou não. Hoje, liga-se  a televisão e têm-se as informações e a meteorologia

Jornalismo e Consumo

-          Meios de comunicação como extensão do corpo
Gélido imobilismo, sedentarismo domiciliar
Reflexão baseada na adoção dos meios de comunicação como extensão de nosso corpo para garantir uma maior facilidade de ações que poderiam ser feitas normalmente. Essa adoção gera , segundo Virilio, um sedentarismo domiciliar.

-Quanto mais as nossas deslocações no tempo e no
espaço se aceleram e se dissociam do corpo, mais a nossa visão da realidade se torna
difícil.

Virilio aponta uma perda de realidade, noções de espaço, tempo no sentido que a quantidade de informações e o quanto nós adotamos as tecnologias para atribuírem funções que nossos corpos anteriormente atribuíam, faz com que nós percamos essas percepções.

Considerações finais:
O autor considera que vivemos uma época extraordinariamente dinâmica,
animada por constantes mutações que resultam das inovações tecnológicas que surgem a todo o momento e que alteram o nosso cotidiano, sem que tenhamos tempo para nos questionarmos acerca do alcance das mesmas, e muito menos das vantagens e desvantagens da utilização das tecnologias da informação e comunicação na sociedade.   As novas tecnologias da informação são tecnologias do estabelecimento de redes das relações e da informação e, enquanto tais, veiculam muito evidentemente a perspectiva de uma humanidade unida, mas também de uma humanidade reduzida a uma uniformidade. 


Caio Henrique Rocha
4ºP/Jornal - Manhã

domingo, 25 de novembro de 2012

Michael Foucault - Jornalismo, consumo e cidadania.

”Nunca fui freudiano, nunca fui marxista e nunca fui estruturalista”, era o que afirmava o teórico francês Michael Foucault (1926-1984). Vindo de uma família tradicionalmente de médicos, Foucault foi influenciado por vários teóricos e teorias, e também por suas experiências.
Jornalismo:
Foucault sofreu influência principalmente pelo modelo Panótico (1975), descrito por Jeremy Bentham no qual era analisada a ideia da prisão circular, onde um observador poderia ver todos os locais onde houvesse presos.  Na prisão haveria uma torre principal vigiaria a todos. Sendo assim, podemos comparar o Jornalismo a torre principal, no qual o jornalista tem função vigiar e observar sociedade para assim fazer seu trabalho. Isso torna-se mais evidente quando somamos a ideia de Jornalismo como quarto poder. Ressaltamos que além do Jornalismo, há outras instituições que vigiam a sociedade, como Estado e Religião.
“(…) toda sociedade a produção do discurso é ao mesmo tempo controlada, selecionada, organizada, e redistribuída por certo numero de procedimentos que têm por função conjurar seus poderes e perigos (…)”  FOUCAULT, Michel. A ordem do Discurso. Tal afirmação pode ser diretamente associada ao Jornalismo, no qual o discurso (reportagem e outros formatos) é selecionado (gatekeeper), controlada (por meios de comunicação) e redistribuída para afirmar determinados interesses e opiniões.

Consumo:
Considerando a mídia como regularizadora da sociedade e torre central, logo ela possui forte apelo sobre seus telespectadores, desenvolvendo um consumismo exagerados nestes. Um exemplo é quando itens de vestuário utilizados em novelas ou filmes são procurados pela sociedade, assim quem produz tal item é favorecido pelo o consumismo criado pela mídia.

Cidadania:
Em cidadania podemos conciliar a visão de Foucault sobre os excluídos da sociedade, aqueles que não se encaixa no modelo circular, estes vivem  a margem do centro.
O vídeo “Michel Foucault Por Ele Mesmo”, narra a opinião do teórico francês sobre a ideia de exclusão. 



Alunas: Bianca Luiza Thomé, Carolina Cachel, Letícia da Rosa e Mayara Duarte.
Jornalismo - 4º período - manhã.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Michel Foucault


Segundo o filósofo Michel Foucault, a sociedade é impulsionada pelo discurso daquele que detém o poder. Para ele, existe uma relação íntima entre o conhecimento e o poder dentro da coletividade. O discurso que ordena a sociedade é sempre o discurso daquele que detém o saber. Além disso, existe a identificação do sujeito como aquele que está sempre determinado pelas ideias emanadas pelos superiores, ou seja, pela classe que domina ideologicamente determinada sociedade.

Exemplo: discurso de quem detém o poder: meios de massa veículos de comunicação que manipulam o discurso e dessa forma concentram o poder da informação

Michel Foucault discorre a cerca da produção do discurso afirmando que, este é regulado, selecionado, organizado e redistribuído dentro da sociedade. Essa ideia se explica no fato de que alguns assuntos e discussões são “proibidos” em alguns círculos sociais quando não dentro de toda sociedade. É preciso que haja uma legitimação, além de um ambiente e de uma circunstância ideal para que a palavra proferida seja verdadeira.

 Exemplo: âncora e cenário do telejornal, discurso e situações planejadas afim de levar credibilidade ao espectador 

A instituição escolar desempenha nesse sentido o papel de modelador, adestrador dos indivíduos, fazendo-os entender quais as ideias e discursos apropriados dentro do contexto social, principalmente segundo a classe detentora do poder. A escola funciona como apoio à vontade de verdade, ao mesmo tempo em que distribui, valoriza e reparte o saber. Dessa forma a “instituição escola” exerce uma espécie de pressão ou coerção sobre os indivíduos forçando-os sutilmente se moldar ao que pensa a classe que domina ideologicamente a sociedade. Ainda, a apropriação social dos discursos é feita pelo sistema educacional que é definido por Foucault como o espaço onde os indivíduos têm acesso a muitos discursos e aprendem a reproduzi-los. 

Para Foucault a partir do momento em que o homem tem consciência de que a sociedade constrói todo um discurso ao qual ele é moldado, este pode passar a ter voz ativa sobre suas ações, isso não significa dizer que, ele terá total liberdade sobre seus modos de agir e pensar. Mas, o indivíduo terá, ao menos, consciência e visão do jogo de ideologias ao seu redor e poderá questionar a verdade veiculada pelas instituições.  

Equipe: Heron Torquato, João Pedro Alves, Kamilla Ferreira, Leticia Duarte e Paulo Semicek..

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Paul Virilio - Sociedade, Comunicação e Tecnologia


Francês nascido em Paris no ano de 1932, o filósofo,urbanista e arquieteto Paul Virilio, foi autor de uma série de livros que relacionavam as tecnologias com a comunicação e colaborador do principal jornal impresso de seu país, o Le Monde.
Em relação a "Era da Informática", o autor a considera um momento perigoso da nossa sociedade, por nos levar  à perda da noção da realidade, causada pela quebra de distâncias e territorialidades graças a absurda quantidade de informações fornecidas a todo momento. Caracterizado como um crítico que ve forma negativa as implicações dos meios de comunicação de massa, Virilio não considera a total eliminação da internet e da cibernética, mas sugere que elas sejam utilizadas de forma mais civilizada. Estar na contramão das modas intelectuais seria uma obrigação dos pensadores autonômos e engajados na busca por um mundo melhor na visão do autor, que ainda relaciona a internet com a cultura norte-americana,  caracterizada por uma forte imposição ao resto do mundo e um controle universal, sugerido na figura do "Big Brother" de George Orwell, na obra 1984.
A palavra chave utilizada por Paul em sua crítica a cibercultura é VELOCIDADE, pois segundo ele, a realidade definida por um mundo virtual, onde se ponde estar em vários lugares e ao mesmo tempo em nenhum, perdendo a total noção de tempo e espaço. É assim que ele cria e sustenta a teoria da "Era da Dromologia" em que a pressa dita o ritmo das mídias, se negando a reflexão e se intensificando na superficialidade. A dança e o teatro são, então, as duas últimas linhas de resistência a virtualização, por serem as artes do corpo por excelência e se não preservarmos os corpos dos artistas e dançarinos, estaremos provando que a tecnologia não é apenas "exterminadora" de corpos através do desemprego e da miséria, mas também em termos físicos.
O livro do filósofo analisado por nossa equipe para o trabalho foi "Os Motores da História". A obra é uma grande passagem pelas inovações técnológicas que transformam, modificam e alteram o espaço geográfico em todas as escalas (local, nacional e global). Virilio divide a estrutura de seu texto em 4 principais motores, relacionados a temporalidade da história.  O 1º deles, o motor a vapor, representa a revolução industrial e o início de uma visão de mundo mais tecnológico. O 2º é o motor de explosão, que permitiu o homem a oportunidade de voar, obtendo uma visão inédita do mundo, a visão aérea. Já o motor elético, 3º na lista, permitiu a eletricidade e a chegada da visão noturna das cidades, além do desenvolvimento da parte técnica do cinema. O último, o motor-foguete, permitiu ao homem a saída do espaço terrestre, permitindo uma visão sobre a terra vinda de outro lugar: A Lua. Assim, Virilio completa sua obra, mostrando que cada motor modificou a informação sobre o mundo e como nós nos relacionamos com ele.

ALUNOS:

Flavio Darin
Harianna Stukio
Marcio Kaviski
Marcos Garcia
Pedro Domingues,
Rafaela Bez

Jean Baudrillard


Jean Baudrillard
¨  Nasceu em Reins 27/07/1939 e faleceu em Paris em 06/03/2007.
¨  Sociólogo, filósofo, poeta e fotógrafo
¨  Considerado um dos principais teóricos da pós-modernidade e um dos autores que melhor diagnosticaram o mal-estar contemporâneo.

Principais Publicações
¨  O sistema dos objetos (1968) 
¨  À sombra das maiorias silenciosas (1978) 
¨  Da Sedução (1979) 
¨  Simulacros e Simulação (1981) 
¨  América (1988) 
¨  A troca impossível (1999) 
¨  O lúdico e o policial (2000)

Conceitos
¨  Simulacros: experiências, formas, códigos, digitalidades e objetos sem referência que se apresentam mais reais do que a própria realidade.
¨  Simulação: espaço habitado pelo simulacro. Sentido das coisas foi implodido, não existe mais um modelo externo (significante), a representação física, somente o interno.

Sociedade
¨  Condição de uma ordem social na qual os simulacros e os sinais estão constituindo o mundo contemporâneo, de tal forma que qualquer distinção entre “real” e “irreal” torna-se impossível.
¨  Uma sociedade de consumo que reduz o indivíduo à condição de consumidor como consequência da automatização do sistema de produção.
¨  Códigos e modelos de marketing e lógica semelhantes geram uma produção infinita e instável de estilos de vida, dissolvendo-se assim o objeto antigamente conhecido como sociedade.
¨  Indivíduos imersos nas práticas e relações de consumo exploram ao máximo as sensações imediatas, experiências ardentes e isoladas, as intensidades da sociedade-cultura de consumo.

Comunicação
¨  Meios de comunicação massivos – em especial o televisivo – através da produção exagerada de imagens, signos e mensagens, originou o mundo “simulacional”.
¨  Realidade totalmente estetizada no qual há uma perda da noção de realidade concreta.
¨  Meios de comunicação de massa como “veículos do fascínio bruto do ato terrorista”.
¨  Não existe o bom uso dos meios de comunicação.
¨  Publicidade como a arte oficial do capitalismo.
¨  A multiplicação da quantidade de sinais e espetáculos pelos meios de comunicação produz uma proliferação do que ele chama de “sinal-valor”, ou seja, a marca, o prestígio, o luxo e a sensação de poder tornam-se uma parte importante do artigo de consumo.
¨  “A produção de sentidos já não passa pelo olhar humano. Os meios fazem o olhar”.
¨  A função dos meios de informação agora não é somente informar, mas também refazer o mundo a sua maneira e voz, é hiper-realizar o mundo e transformá-lo em espetáculo.

Tecnologia
¨  As tecnologias confrontam o indivíduo cotidianamente com a hiper-realidade, o que acaba gerando mais angústias, dúvidas e medos.
¨  Sou um homem ou uma máquina?
¨  Sou um homem ou um clone virtual
¨  Como podemos ser humanos?
¨  O terreno cibernético que, além de minar a distância entre o metafórico e o real, subordina totalmente os indivíduos.
¨  Não estamos preparados para o grau de desenvolvimento a que chegou o sistema tecnocientífico, e ao buscarmos mais informação e comunicação acabamos agravando nossa relação com a incerteza.

Referências Bibliográficas
¨  JEAN BAUDRILLARD: importância e contribuições pós-modernas - Holgonsi Soares Gonçalves Siqueira - Publicado no Caderno MIX - Idéias - Jornal "Diário de Santa Maria - Edição de 31/03 - 01/04/2007
¨  Baudrillard e a Pós-Modernidade - Candido Mendes – Publicado  DADOS – Revista de Ciências Sociais, Rio de Janeiro, Vol. 50, no 1, 2007, pp. 5 a 9.
¨  BAUDRILLARD, Jean. Simulacros e simulação. Lisboa: Relógio d´Água, 1991. 


“Já que o mundo se encaminha para um delirante estado de coisas, devemos nos encaminhar para um ponto de vista delirante”.

Camila Módena, Francisco Mallmann, Hellen Albuquerque, Laura Nicolli e Victor Hugo
Jornalismo - 4º período - Manhã

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Edgar Morin: comunicação, sociedade e tecnologia


O filósofo, sociólogo, antropólogo e historiador, Edgar Morin. Nasceu em de julho de 1921 em Paris. Já escreveu mais de trinta livros, é hoje considerado um dos principais pensadores contemporâneos e um dos principais teóricos da complexidade.

Morin acredita que a mídia não inventou o mal, e sim só tornou-o mais visível. Para ele o mal sempre existiu, assim como Shakespeare já retratava em suas obras e nunca foi criticado por isso. Morin ainda afirma que as pessoas sabem distinguir o real do irreal.
 Uma vez que vão ao cinema, sabem que aquilo não passa de uma ficção. O filósofo ainda acredita que a mídia pode influenciar as pessoas, mas ela não desempenho um papel importante no essencial.  Além disso afirma que a comunicação não basta a compreensão, e sim o meio, a decodificação da mensagem, entre outros.

Outro ponto mostrado pelo autor quando falamos de comunicação são os intelectuais que a criticam. “A televisão digere facilmente esse gênero de crítica, fazendo dos intelectuais que as assinam colaboradores em programas de debate, o que legitima a televisão, põe em contradição os seus críticos e banaliza o argumento”, afirma.

Quando falamos de sociedade, Morin afirma que hoje há uma privatização da ética,e que os fundamentos da ética estão em crise.

A tecnologia para o sociólogo é algo complexo. A rapidez com que a tecnologia evolui e sua complexidade são detalhes de difícil mensuração, pois a tecnologia transforma os processos e revoluciona as relações da nossa sociedade. Morin fala de uma inquietação disseminada nos dias atuais - a tecnologia permite um acesso inédito às informações. Partindo desta afirmação, nasceu o texto “Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro”.

Lais Capriotti, Letícia Moreira, Jéssica Fernanda dos Santos



sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Jean Baudrillard



 

Nasceu em Reins (França) 27/07/1939 e faleceu em Paris em 06/03/2007, Sociólogo, Filósofo, Poeta e Fotógrafo, que dedicou seus estudos a compreensão da sociedade de massa. Primeiro trabalhou com o consumo, expôs seu conhecimento no livro de sua autoria “O sistema de objetos” (1968) e depois no livro “A Sociedade de Consumo” (1970). Analisou aspectos como a indústria cultural e o consumismo que fascinam a população, massificando-a. “Não mais se pode compreender sociedades de classes sociais como tal, pois já teriam perdido a sua estruturação” (Jean Baudrillard). Na questão da mídia Baudrillard realizou diagnóstico da sociedade contemporânea, observou a extinção do real e fez reflexão sobre a tecnologia, demonstrou um novo foco: a reprodução. Segundo ele, o ambiente está contaminado com a mídia que sustenta este sistema, onde há dependência deste “feudalismo tecnológico”. Para o autor a “Hiper-realidade” é a capacidade de a mídia criar a realidade virtual sobre os indivíduos, substituindo a realidade. Criticou os impactos dos meios de comunicação e a sociedade de consumo. “As massas deixaram de serem vítimas da ordem social para passar a serem cúmplices que enriquecem esta ordem”. Segundo Jean, a tecnologia dos meios de comunicação de massa não consegue mais reproduzir uma realidade preexistente, ao contrário, produz o real.


Equipe: Diego Fernando Laska, Aline Valkiu, João Paulo e Raissa Melo

Cultura da Mídia e Celebridades

O antropólogo, filósofo e sociólogo francês Edgar Morin, possui vários estudos abordando a questão “Celebridades X Mitologia”. Para ele, as celebridades se colocam no mesmo patamar dos deuses do Olimpo, por isso, ele os chama de Olimpianos. Dessa forma, elevam suas vidas a um nível tal de estrelismo que podem ser considerados como deuses.
Com isso, os Olimpianos criam um mundo onírico e fantasioso para o resto da humanidade. Vivem uma vida dupla, meio real meio fantástica, já que também são pessoas comuns que precisam realizar suas tarefas “mundanas”.
Quando esses artistas morrem, continuam existindo como personagens no mundo imaginário, nas revistas, jornais, rádios ou programas de TV, que reproduzem suas músicas, repetem seus filmes, etc., fazendo dessa forma, com que sua presença permaneça nos meios de comunicação de massa e no imaginário das pessoas.
Como Olimpiano, podemos considerar artistas, playboys, líderes de opinião, entre outros. São pessoas que se destacam diante da sociedade passando a ser modelos de representações para uma vida. Alguns exemplos: família Huck, Sandy, Michael Jackson, The Beatles, entre outros.
Pessoas famosas, são aquelas que conseguem equilibrar beleza, heroísmo, sucesso financeiro e carisma. Morin propõe que as celebridades elaboram sua conduta privada de maneira comum. Nesse contexto, elas assumem e propõem aos seus públicos uma multiplicidade de papéis.
A indústria cultural aposta nos meios de comunicação e expande as celebridades da TV, produzindo seus heróis com a finalidade de construir celebridades rentáveis. Esses deuses criados e sustentados pelo imaginário ditam normas de consumo e, servem de sonhos e modelos, para a vida. Com isso, a grande massa cria para si uma vida imaginária, misturando sua realidade (que não é glamourosa), com a emoção de um filme, a paixão pelo seu cantor preferido e à satisfação de poder fazer de um célebre, seu ídolo.

Alunos: Mariana D. El-Fazary e Rodrigo de Lorenzi Oliveira.