quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Edgar Morin: comunicação, sociedade e tecnologia


O filósofo, sociólogo, antropólogo e historiador, Edgar Morin. Nasceu em de julho de 1921 em Paris. Já escreveu mais de trinta livros, é hoje considerado um dos principais pensadores contemporâneos e um dos principais teóricos da complexidade.

Morin acredita que a mídia não inventou o mal, e sim só tornou-o mais visível. Para ele o mal sempre existiu, assim como Shakespeare já retratava em suas obras e nunca foi criticado por isso. Morin ainda afirma que as pessoas sabem distinguir o real do irreal.
 Uma vez que vão ao cinema, sabem que aquilo não passa de uma ficção. O filósofo ainda acredita que a mídia pode influenciar as pessoas, mas ela não desempenho um papel importante no essencial.  Além disso afirma que a comunicação não basta a compreensão, e sim o meio, a decodificação da mensagem, entre outros.

Outro ponto mostrado pelo autor quando falamos de comunicação são os intelectuais que a criticam. “A televisão digere facilmente esse gênero de crítica, fazendo dos intelectuais que as assinam colaboradores em programas de debate, o que legitima a televisão, põe em contradição os seus críticos e banaliza o argumento”, afirma.

Quando falamos de sociedade, Morin afirma que hoje há uma privatização da ética,e que os fundamentos da ética estão em crise.

A tecnologia para o sociólogo é algo complexo. A rapidez com que a tecnologia evolui e sua complexidade são detalhes de difícil mensuração, pois a tecnologia transforma os processos e revoluciona as relações da nossa sociedade. Morin fala de uma inquietação disseminada nos dias atuais - a tecnologia permite um acesso inédito às informações. Partindo desta afirmação, nasceu o texto “Os Sete Saberes Necessários à Educação do Futuro”.

Lais Capriotti, Letícia Moreira, Jéssica Fernanda dos Santos



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