terça-feira, 12 de março de 2013

Comunicação segundo Nietzsche


“ele [o homem] precisava, como animal mais ameaçado, de auxílio, de proteção, ele precisava de seu semelhante, ele tinha de exprimir sua indigência, de saber tornar-se inteligível – e, para tudo isso, ele necessitava, em primeiro lugar, de “consciência”, portanto, de “saber” ele mesmo o que lhe falta, de “saber” como se sente, de “saber” o que pensa.” (NIETZSCHE, 1983).

“Meu pensamento é como se vê: que a consciência não faz parte propriamente da existência individual do homem, mas antes daquilo que nele é natureza de comunidade e rebanho”. (NIETZSCHE, 1983).

“(...) somente esse pensamento consciente ocorre em palavras, isto é, em signos de comunicação; com o que se revela a origem da própria consciência. Dito concisamente, o desenvolvimento da linguagem o desenvolvimento da consciência (não da razão, mas do tomar-consciência-de-si da razão) vão de mãos dadas. (...) (NIETZSCHE, 1983).

O homem inventor de signos é ao mesmo tempo o homem cada vez mais consciente de si mesmo; somente como animal social o homem aprendeu a tomar consciência de si mesmo – ele o faz ainda, ele o faz cada vez mais.” (NIETZSCHE, 1983)

Fernanda Novaes / Ana Beatriz Villas Bôas / Bruna Mazanek / Eduardo Souza
Terceiro período de jornalismo, turno matutino, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

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